Notas iniciais
AAAAAH acabou. Esse capítulo (nota-se pela barra de rolagem) ficou BEEEM comprido, compensando os outros terem ficado curtinhos. Quem viu ali uma opção de "apagar a luz" no novo layout? Apaguem as luzes e divirtam-se. HAHA (adorei a possibilidade de criar um trocadilho com isso. :F)

Because your love, your love, your love is my drug
Your love your love your love
I said your love, your love, your love is my drug
Your love your love your love

Passeamos por São Paulo no fim de semana. A cidade é tão grande que parece que nunca vai acabar o que se tem pra ver.

Então finalmente chegou a tão esperada terça-feira. Meu pai nos levou para a fila da Via Funchal logo de manhã. Já tinha bastante gente lá. Demos uma procurada na fila pra ver se eu achava alguém da comunidade, mas não achei ninguém. Bom, no começo o dia parecia que se arrastava, a ansiedade era muita e o assunto era pouco.

Fizemos amizade com as meninas que chegaram atrás da gente e, pra variar, Lucas fez o maior sucesso na fila. Eu acho isso legal, mas me dá uma coisinha ver todas essas meninas caindo em cima dele. Não é ciúme. Capaz.

Aos poucos começamos a nos divertir, o povo que estava mais pra frente na fila se juntou a nós, e logo já eram oito horas da noite... Mas nada da casa abrir. O jeito foi esperar, né. A fila foi começar a andar às oito e meia. Depois de entregar o ingresso e passar direto pelas revistas (já que não estávamos carregando nada), Lucas pegou a minha mão e saímos correndo subindo as escadas pra pegar um lugar bom. Conseguimos ficar perto da grade.

— Você está acreditando nisso, Bia? Três anos. Eu esperei três anos por isso aqui.

— Três? Não sabia que você conhecia o TH há tanto tempo.

— Pois é.

— Três anos? – a menina que estava na nossa frente se virou e perguntou. – CARAMBA, guri, você é idêntico ao Bill! Vem cá pra frente, se é fã há três anos, merece ter o melhor lugar... mesmo que o da pista comum.

— Obrigado. – ele respondeu me levando junto para a grade. – Hãm... vou trazer a Bia junto porque eu sou o anjo da guarda dela e não podemos nos separar. Você se incomoda?

— Não, claro que não. Mas me deixa tirar uma foto com você. Ah. Meu nome é Lilian. Lilly. E o seu?

— Lucas.

— Muito prazer. Mesmo. Er... Bia, né? Você pode tirar uma foto, por favor?

— Claro. – respondi pegando a câmera. Tirei a foto e a devolvi.

Já eram quase nove horas. Eu não estava acreditando que em questão de uma hora estaria vendo de perto o Bill, o Tom, o Georg e o Gustav. Muito surreal. As luzes apagavam e acendiam a cada trinta segundos, aumentando o nervoso e fazendo todo mundo gritar. Depois de uns dez minutos começou a me irritar. Mas tá, continuamos esperando.

Já eram dez e quinze quando as luzes definitivamente apagaram e aquele solo começou a tocar. Completamente sem palavras para a sensação. Dali a pouco ver aquela cortina sair da frente e ver o Gustav, depois o Georg, depois o Tom... Não tinha absolutamente nada na minha cabeça. Já estava notando a falta do Bill quando ouvi a voz dele cantando Noise e do alto do palco surgiu um topete, depois uns óculos escuros, umas ombreiras e um Bill inteiro. A única coisa que eu consegui pensar foi “OMG, SÃO ELES, ELES EXISTEM, SÃO REAIS E ESTÃO AQUI” enquanto acompanhava a letra freneticamente.

E comprovar que não há palavras para descrever a sensação daquele momento. Eu só sei que não estava completamente hipnotizada porque estava com a Lilly do lado e eu via o Lucas filmando e tuitando tudo enquanto eu tirava uma foto a cada cinco segundos.

Intervalo. World Behind My Wall tocando. Eu tentando respirar. Eu não acredito que isso está acontecendo.

— Hey – Lucas me chamou, me abraçando por trás quando eu me virei. – O que você acha de, daqui a um ano, nesta mesma data, comemorar um ano de namoro comigo?

Olhei pra ele com cara de quem não escutou direito.

— Eu sei que você ama o Bill que tá lá atrás do palco, mas se eu pelo menos tiver uma chance... Seria o melhor presente de aniversário que eu poderia receber, depois de estar aqui.

— O que eu acho? Eu... Isso é pergunta que se faça... Se você quer que eu responda sim ou não... é sim. Claro... claro que sim.

Ele sorriu e aproximou o rosto do meu, encostando nossas faces.

— Era bem o tipo de resposta que eu queria. Você não acha que está sendo o melhor dia das nossas vidas?

— Acho. E não cansa de melhorar. E... eu esqueci de te desejar feliz aniversário.

— Mas eu falei isso o dia inteiro com todo mundo que puxou papo comigo!

— É. Eu sei. Me desculpe por isso.

Fim do intervalo. O show prosseguiu. Nunca passei por algo tão mágico na vida. Meu pai já estava esperando lá perto quando conseguimos sair – arrastados – de dentro da casa. Cheguei no hotel sem voz e sem aguentar dar um passo. Meu pai entrou no quarto antes de mim e eu aproveitei para fazer uma pergunta ao Lucas enquanto ele procurava no bolso a chave do seu quarto. Como estava completamente rouca, precisei ir até ele para falar.

— Lucas... er...

— Oi.

— Você tava falando sério lá? Digo, no intervalo?

— Claro. Por quê? Você não? – pela primeira vez eu o vi falar alguma coisa demonstrando insegurança.

— Você me pegou completamente desprevenida. Eu fiquei sem ação na hora, mas... Eu também tava falando sério.

— Jura?

— Não. Se eu jurasse poderia estar mentindo. Mas eu garanto que sim.

Ele sorriu. Primeiro abriu a porta do quarto, depois largou a chave e veio para mais perto de mim. Terminei aquele dia perfeito recebendo um beijo no garoto que agora é meu namorado.

Voltaríamos para casa logo no dia 24, de tarde. Depois de almoçarmos, meu pai pediu pra fechar as contas no hotel. Durante a volta, Lucas e eu ficamos o tempo todo ouvindo TH pelo iPod, enquanto ele tuitava “tudo” o que tinha acontecido no dia anterior.

— Não tá esquecendo de nada? – perguntei.

— O quê?

— A gente. Seu bobo.

— Claro que não. Só que eu já estou parando de tuitar e o melhor é de costume ser deixado para o final, certo?

Eu sorri e não disse nada.

Cheguei em casa eram 18h30. Como de praxe, a primeira coisa que eu fiz foi ligar o computador. Foi dar oi na comunidade que todo mundo caiu em cima perguntando se era verdade. Respondi que sim.

O que mais eu poderia dizer?

Fim.

*-*-*-*-*

Agradecimentos e blablablá de fim de fic.

Wiii primeira original compridinha que eu escrevo *-*

Quero agradecer primeira e principalmente à Bia, que me cedeu o nome pra personagem.

Depois à Nanny, que além de continuar sendo influência eterna, eu não pedi permissão pra colocar o nome dela aqui, mas ela não liga porque ela põe o meu nome em 90% das fics dela. HAHA

E também à Joice (que eu também não pedi permissão) e à Lilly (que agarrou a vaga relâmpago que eu pus no Twitter).

E ao meu subconsciente sdç que criou o Lucas õ/ (eu tenho sonhos em terceira pessoa, sou normal?)

Agradeço também a todos que leram e dedicaram alguns dos seus minutinhos pra deixar um review.

Já falei que vocês não se livram de mim tão cedo?

HAHA

A autora,

yara G.

Notas finais
Espero que o fim vos tenha agradado :3Eu tenho um certo problema com fins, se bem que toda vez que eu leio o último capítulo de alguma coisa minha eu fico sorrindo retardada. É.Bom, este é o fim por aqui, mas me aguardem, mês que vem (que já tá aí) eu vou postar outra fic. HAHA.Beijos, pessoas .*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!