Your Hunger Games V - Fanfic Interativa
19 Scott Bryan
Notas iniciais
Scott Bryan
Scott conseguiu acertar o tronco da árvore com a lança, fazendo o mentor ficar satisfeito. Logo em seguida outros fizeram o mesmo. Ele se sentou no chão, enquanto descansava e limpava o suor. Realmente o treinamento era eficaz. Em algumas horas ele já sabia como domar uma lança. Seu próximo objetivo agora era concentrar a força no golpe. Ele sabia que iria conseguir.
Tomou um gole de água, enquanto via o treino das meninas com o arco e flecha. O arco era realmente uma arma difícil de se manipular. Os Carreiristas, que já haviam se juntado, estavam bem mais acostumados com isso do que os outros, por isso nem estavam tão cansados ou suados. Blair, a que parecia ser a mascote do time, lançava facas e sabia quase dançar em uma luta corporal. Alec, o líder do bando, tinha uma força incrível e domava qualquer um. Dominica era a mais bonita, na opinião de Scott. Ela com certeza daria trabalho se caso estivesse com qualquer arma na mão, até mesmo, quem sabe, o seu charme. E Danilo. Este era mais molenga que os outros, mas mesmo assim não era de arregar. Danilo sabia como e quando agir. Se infiltrava em qualquer sombra, sabia andar sem que ninguém o visse, e tinha uma pontaria de primeira, se dando bem com facas e flechas.
Scott observou outra aliança, que parecia ter sido formada. Ele a nomeou “Aliança A”, já que a primeira aliança sempre era conhecida como Carreirista. A Aliança A era composta por pessoas bem diferentes uma da outra. Primeiro havia uma menina com um olhar cruel, que parecia não ter dó de nenhuma árvore, acertando com facas, espadas, lanças e qualquer coisa. Seu nome era Allegra Prequel, e Scott sabia que ela seria uma Carreirista, mesmo não estando na aliança correta. Seu companheiro estava em uma aula particular. E ele não era lá muito esportivo. Mas era bonito, na opinião de Scott. Olhe, quando um homem é bem arrumado, até mesmo outro homem pode admitir isso, tudo bem? O nome do garoto magrela e sem muita força era Edgard Meminger. Com a mesma faixa de idade que Edgard, estava uma menina de olhos puxados. Ela era uma típica garota do distrito 6, com seus olhos puxados, cabelo amarrado com elásticos e presilhas coloridas, óculos coloridos e roupas coloridas. Ela era extremamente quieta, porém inteligente. Suas armadilhas tinham mais de uma utilidade. Caso uma parte falhasse, a outra poderia recompensar. Era um emaranhado de partes distintas, que impressionou seu mentor, Caio. E por fim na aliança estava o garoto que combinaria bem com Allegra, ele era forte e decidido. Também parecia querer dar em cima da garota, que era tipo a líder daquele bando. Seu nome era Robert Pelucc.
Observador, como era, Scott reconheceu uma nova aliança se formando e a esta deu o nome de Aliança B. Era composta por ...
- Olá.
Seus olhos se levantaram, encontrando os de um garoto, que se sentava ao seu lado. O estranho era um tributo, Scott reconheceu por seu identificador no pulso direito.
- Oi. – Scott respondeu a ele.
- Posso ficar aqui?
- Claro. – Scott respirou fundo. – Os treinos estão sendo puxados.
- Ah, sim, mas é necessário. – o garoto sorriu – Olhe aquela ali.
Scott seguiu seu dedo e observou a garota que seu novo conhecido estava apontando. Ela se movimentava com força e era bruta, enquanto judiava do escudo de outra garota, que gritava para que parassem a luta logo.
- Ela é minha parceira. – ele contou – Mas foi para uma aliança diferente da minha.
- E você não fica chateado? – Scott perguntou.
- Claro que fiquei. Mas é assim mesmo. – ele fungou – Por isso vim conhecer melhor os cuecas e formar uma aliança só de homens. Homens não traem seus parceiros, certo?
- Sim, eu acho – Scott concordou – Aonde quer chegar?
- Meu nome é Bernardo Baldwin. Sou do Distrito 6. Você é...?
- Scott Bryan, do 7.
- Sim, bem, sei que nos conhecemos agora, mas quer formar uma aliança comigo?
- Bom... Eu teria que pensar mais e também tenho que falar com a Elena...
- Elena?
- Minha parceira. – Scott respondeu. – A garota que veio pra cá comigo.
- Ah... – Bernardo esticou as pernas – Desencana dessa. Mulheres não estão com nada. Claro que é muito gostoso ficar deitado do lado de uma, mas não vamos ficar fazendo isso nos Jogos. Se junte a mim, eu dou a minha palavra de que não irei te trair. E quando eu dou minha palavra é porque é sério mesmo. – Bernardo o encarou – Só vou perguntar mais uma vez: Você aceita, Scott Bryan?
Scott ficou incomodado. Não gostava de quando o pressionavam contra a parede, por isso esticou a mão e pediu um tempo. Tinha que pensar. Um grupo só de homens...? Mas o que iria fazer a beleza do grupo? Ele suspirou. Tinha de admitir que seria bem mais fácil confiar nos parceiros numa luta. Ele saberia que teria bons companheiros, fortes e principalmente fiéis. Mas e Elena? O que ela iria pensar daquilo? Scott ficou com um peso na consciência. Não queria abandonar Elena, porém não queria negar o convite de Bernardo.
- Está certo. – Scott disse. – E quero que sua palavra seja verdadeira, Bernardo, pois irei confiar em você cegamente de agora em diante.
- Pode confiar, Scott. Você já virou meu melhor amigo. – ele riu. – Agora vamos recrutar mais algum homem para o clube dos cuecas!
Scott sorriu e fez que sim com a cabeça. Pediu desculpas mentalmente a Elena e seguiu Bernardo. Os dois conversaram sobre as habilidades das quais os próximo integrante da aliança deveria ter, e chegaram a conclusão de que quem seria era Percy Lancaster.
- Olá, amigo. – Scott chegou perto do garoto com a luva de atirar facas.
- Oi – Percy mediu os dois com os olhos e então voltou a olhar para Scott. – Algum problema?
- Nenhum, só queríamos convidá-lo a se sentar conosco. – Scott sorriu, como sempre fazia para ser amigável.
Percy revirou os olhos.
- Se é para uma aliança, que seja breve.
- Então ta, é uma aliança. – respondeu Bernardo.
- Eu aceito.
- Mas você nem ouviu o que tínhamos a dizer, nem o objetivo desta aliança e...
- Olha, eu não quero saber. – Percy interrompeu o discurso de Bernardo – Eu só quero que aquela vadia veja que eu não dou a mínima para ela.
- Vadia?
- Ashley Wilson. Aquela vaca se aliança e nem me chama! – Percy fica vermelho de raiva. – Qualquer coisa para me livrar dela.
- Você está no grupo certo, não temos mulheres traíras por aqui. – disse Bernardo. – Você pode confiar em nós. Dou minha palavra.
- Eu também. – Scott colocou a mão no ombro e Percy. – Não iremos trair ninguém.
Os três seguiram em direção á mansão que tinha sido feita exatamente para os tributos. Registraram a aliança na recepção e pediram um quarto a parte. A menina que estava na recepção estranhou que só tivessem homens na aliança, porém não falou nada. Scott notou o jeito como ela olhava e disse de forma doce:
- Não somos o que você pensa, garota.
Ela corou e abaixou a cabeça.
- Ei, chega de paquerar as meninas. – Bernardo o puxou pela camisa.
- Mas eu não paquerei ninguém...! – Scott reclamou, enquanto era arrastado para a escada.
Eles subiram até achar o quarto. Era ao lado do quarto com letreiro: Carreiristas. Eles receberam o nome de Aliança B. Scott sorriu. Talvez os Idealizadores não pensassem tão diferente dele. Haviam seis camas. Esse deveria ser o limite de integrantes numa aliança, ou de pessoas num quarto. Logo escolheram suas camas e assinaram o papel em que dizia que eram uma aliança oficial. Scott até gostou de olhar em volta e ver somente amigos. Um clube de cuecas? Claro! Pensou em como seria se tivesse recusado. Elena... Respirou fundo.
- Tenho que ir a um lugar. – ele informou.
- Aonde?
- Isso depende de onde a pessoa estiver.
- É a Elaine, não?
- Elena, não Elaine.
- Tanto faz. – Bernardo sorriu. – Você não larga mesmo essas garotas, hein?
- N-Não é isso que você está pensando. – Scott arrumou o cabelo – Só vou contar sobre a aliança.
- E partir o coração desta dama? – Percy perguntou, de sua cama.
- Partir o coração... ?
- É! Meninas são muito sentimentais. Se eu fiquei bravo com a Ashley, imagine a Eloana.
- Elena, não Eloana, nem Elaine! O que vocês tem com o nome dela?
- Só estamos querendo te irritar – Bernardo riu. – Mas o que Percy disse é verdade. Meninas são bem mais frágeis. Não importa qual delas. Embora sejam casca dura, sempre tem um íntimo mole. Ela ficará bem chateada.
Scott pensou.
- Mas por que só estão me dizendo isso agora? – ele colocou as mãos na cabeça. – Como vou contar a ela, agora?
- Deixe-a formar uma aliança com outra pessoa. Assim ela não se sentirá culpada quando você contar. – Percy sugeriu.
- Será que a Elena vai mesmo chorar?
- E o quê que tem? Você se importaria com isso? – Bernardo perguntou.
- Claro. Ela é uma menina, quem não se importaria?
- Eu. – Bernardo tirou o tênis. – Eu não me importaria com nenhuma lágrima.
- Mas eu não sou como você. – Scott colocou a mão sobre a maçaneta – Não posso deixar ela descobrir sozinha, senão será pior...
- Ei, posso parecer bem ignorante, mas... – Bernardo se ajeitou na cama – Quando for machucar a garota, não acabe se machucando também, ta?
- Como?
- Não gosto de ver meus amigos chateados ou infelizes. – ele disse – E você é meu amigo.
- Eu também quero que você não se machuque com isso – Percy concordou. – Seja direto e não enrole, assim que contar saia de perto. Não veja a reação dela, senão será pior para você mesmo.
Scott concordou com a cabeça e saiu do quarto, descendo as escadas e indo em direção a saída, porém percebeu uma agitação na recepção e foi ver o que era.
- Como assim ele está em uma aliança? Ele é aliançado comigo!
- Espere, moça, pelo que vejo ele se aliançou primeiro com dois garotos, e não com a senhora e seu grupo.
- M-Mas...
Scott limpou a garganta.
- Elena?
Ela se virou, com o rosto vermelho e queimando de raiva, tristeza e o que parecia saudade. Elena estava com os olhos verde escuro marejados, e por isso eles pareciam ser mais claros do que o normal. Scott sentiu um aperto.
- Eu ia te contar isso...
- Ah, claro! Depois de eu descobrir tudo! – ela gritou – Você nem ao menos pensou em mim!
- Eu pensei, sim, em você. Mas decidi me aliar.
- Por que não me colocou na aliança? Não precisava nem perguntar para mim, eu aceitava na hora!
- Bem... É uma aliança só de homens...
Ela pareceu se controlar mais e então seu rosto ficou pálido, como sempre foi. Ela arrumou a postura.
- Você sabe que eu te odeio.
- Sim, eu sei. – Scott concordou.
- E também sabe que...
- Sim, eu também sei disso. – tentou, mas começou a se sentir mal.
Elena era da mesma sala que o melhor amigo de Scott. Ele era somente um ano mais velho, e Elena sempre saía com o amigo de Scott e ele próprio. Scott sempre soube que ela gostava dele. E agora, no trem e na colheita, ela havia confessado. Seu amigo já havia dado dicas disso. Scott queria passar a mão nos cabelos dela e dizer que estava tudo bem e que iriam voltar a se ver e que ele iria proteger ela. Isso! Scott sorriu.
- Não é por causa da aliança que eu virarei seu inimigo, Elena. – ele disse – Se nos vermos, eu irei proteger a você antes de qualquer outra pessoa.
- Não é só isso. – ela disse, se encolhendo – Eu tinha certeza que agora iríamos poder passar mais tempo juntos...
Scott não soube o que dizer. Não soube o que fazer. Ao contrário disso, Elena começou a marejar novamente, e dessa vez era algo que Scott não conseguiu impedir.
- Ei, não importa isso. Eu sei que iremos nos encontrar na arena, e então eu ficarei com você até o final. Pois haverá dois vencedores, e eles serão eu e você.
Elena começou a se mover, e então correu.
Scott não entendeu por quê. Escutou as palavras de Bernardo e Percy ecoando sobre ele. Para não se machucar junto. Ele pensou em voltar para o quarto, mas não podia! Ele correu atrás de Elena. A segurou pelos ombros e a abraçou por trás.
- Por que está correndo de mim? Sou um monstro?
- É que... – sua voz estava falha. – Não gosto de chorar na frente dos outros.
Scott sentiu ainda mais aquele aperto do peito se fortificar. Ela gostava mesmo dele. Scott se perguntou o que o fez ignorar os sentimentos de Elena e olhar somente para ele. Que egoísmo! Scott se odiou e então apertou o abraço.
- Pare... Vai me fazer sentir culpada. – ela pediu.
- Você? Culpada de quê?
- De ser tão inútil assim. – respondeu. – É verdade, não? Sou uma péssima companheira. Iria ser um peso morto...
- Não! Eu vi você com aqueles boomerangs! Você é ótima. – ele a virou – Fique comigo nos treinos.
- Mas você tem uma aliança anti-mulheres.
- É uma aliança machista, mas não sou machista. – Scott sorriu – Também quero passar mais tempo com você, Elena. Parece ser uma garota bem mais legal do que eu pensava. Mas não gosto de te ver chorar, por favor, pare...
Ela limpou os olhos.
- Então você vai ficar comigo nos treinos?
- Mas é claro! – Scott segurou sua mão – Vejamos... Que tal irmos observar as lindas flores aqui do Distrito 14?
- Sim! – ela sorriu, se apegando ao braço de Scott.
Scott se perguntou: O que tinha nele que atraia as mulheres? Tinha acabado de abandonar Elena, e mesmo assim ela confiou em suas palavras de que iriam se encontrar novamente. De que iriam sobreviver até o final. Scott teve vontade de ser como Elena. Ela era uma pessoa boa demais. Se sentiu bem chato e tentou ignorar isso. Estavam de bem, agora. E seria uma ótima hora de se conhecerem melhor, assim como seu amigo tinha falado para fazerem.
- Ei, Elena, você gosta de terra?
- Gosto de deitar na grama. – ela respondeu sorridente e ainda mais bonita do que sempre. – E de observar o seu de noite.
- Não temos permissão de sair da mansão de noite.
- Eu sei. – ela o observou – Por que está dizendo isso?
- Que tal sairmos hoje a noite?
Ela sorriu e concordou com a cabeça.
Scott conduziu-a até um campo onde haviam várias flores, de todos os jeitos. Até parecia o Distrito 1, com as flores de ouro, prata, rubi e tantos outros gêneros de luxo. Porém essas eram bem mais extraordinárias de que a de qualquer distrito. Eram belas e simplesmente naturais.
- Então você já arranjou uma equipe?
- Ah sim... – ela concordou – Ainda não nos registramos. Eu ia fazer isso, quando descobri que você não estava disponível...
- Ei, não vamos falar sobre isso num encontro romântico, ta?
- En-Encontro romântico? – ela corou.
Scott riu e se sentou a sombra de uma árvore com flores do que parecia ser limão.
- Se sente aqui na grama. – chamou-a.
Elena se sentou ao seu lado e então olhou para baixo, onde estava as casar residenciais do Distrito 14. Eram muitas, e a maioria era simples. No máximo dois andares, sem muito jardim ou varandas. Isso era o que fazia o lugar parecer em paz: a calma e o silêncio que emanavam. Se fosse assim todos os dias, então ele decidiu que iria morar ali, junto com Elena, quando os jogos terminassem. Era permitido que os vitoriosos se mudassem quando venciam os jogos, e vários deles optavam por ir para o Distrito 14. E agora Scott entendia porquê. Era o melhor lugar para criar filhos e viver uma vida tranqüila. Sem jogos para as gerações.
- Ei, Scott, você pretende ter filhos?
- Sim. Uns quatro ou cinco. Gosto de famílias grandes.
- Eu também. – Elena encarou uma flor que parecia sorrir para ela. – Muitos filhos... Mas temos que olhar para o que eles terão de passar quando entrarem no mundo. Os Jogos... Não quero nem imaginar um filho meu indo aos Jogos!
- Como será nascer e crescer aqui? Sem essa preocupação, sabendo que não terá que ir aos Jogos e que sua vida será tranqüila para sempre?
- Deve ser bom. Os jovens daqui são bem sortudos.
- A propósito, não vi nenhum jovem aqui. Parece que são uma geração ainda de crianças.
- Ah, eu vi dois mentores da nossa idade. – Elena olhou Scott – eles estavam junto com a Blair.
- Mentores? Mas tão jovens?
- Sim. Acho que são filhos de algum vitorioso que participou da revolta. Eles parecem irmãos, pois estão sempre juntos. Acho que são os únicos jovens daqui.
- Sim. – concordou Scott. – Deve ser meio solitário, para eles, não? Só poder dividir seus pensamentos consigo mesmos. E se são irmãos, de fato, não terão com quem se casar ou ter filhos.
- Irmãos podem se casar?
- Acho que é contra os princípios de todos os distrito, não?
- Verdade... Então coitados. – Elena se encostou levemente no ombro de Scott. – Não queria estar na pele deles... – fechou os olhos.
- Mas talvez estejamos tirando conclusões precipitadas. Talvez eles sejam namorados, por isso estavam juntos.
- Sim, tem essa possibilidade. Se forem namorados então tudo fica diferente. Parece ser bem romântico isso de... Ficar sozinho, poder ser o único casal de namorados... Todos aqui são casados ou optaram por morrer sozinhos. Mas eles são diferentes...
- Sim... – Scott também fechou seus olhos. – Ei, Elena, se nós realmente voltarmos dos jogos, você aceita vir morar comigo aqui no distrito 14?
- E casar?
- Ah... Claro, casar.
- E ter muitos filhos.
- Quanto mais, melhor!
- Então eu aceito.
Scott riu e percebeu que ela também tinha sorrido. Se perguntou se não gostava dela. Ele nunca sabia quando gostava de uma menina ou não. Isso era confuso, em sua opinião. Mas sentiu um súbito desejo de beijar ela. Por isso puxou seu queixo e a aproximou de seu rosto.
- A-Ah, o que está fazendo?
- Você não quer me beijar? – perguntou.
- Não é isso, é que... Tão de repente!?
Scott sorriu e beijou sua bochecha.
- Assim está bom?
- Estou decepcionada. – ela cruzou os braços.
Scott a envolveu, abraçando-a.
- Gosto de você, Elena.
- Eu também gosto de você, Scott. Mas o meu gostar é diferente do seu.
- Talvez não.
Notas finais
Bernardo: http://images6.fanpop.com/image/photos/32500000/Paul-3-paul-wesley-32519994-395-604.jpg
Percy: http://thedivergenttrilogy.com/wp-content/uploads/2012/09/Brant-Daughtery.jpg
Elena: http://i1334.photobucket.com/albums/w657/Crisju/1010756_503435353072359_538657491_n_zps79d22ddb.jpg
--YHG--
No próximo capítulo teremos a Aliança A, narrado na visão de Tabitha Nakamura (gente, sabe a Lucy, Bolina, Kaya e as outras gurias que eu faço, então, estou sentindo que a Tabitha será igual!)
Quem gostou levanta a mão! Ol Bom, o que vocês acham que vai acontecer:
#ScottEElenaVãoSeEncontrarNaArena
#UmDelesVaiMorrerEOOutroVaiChorarPraSempre
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