Notas iniciais
O capítulo ficou uma merda, uma bosta, a pior coisa do mundo, sei que posso fazer melhor, mas sinceramente não estou querendo saber muito de YHG4.

Nathália Polônia

Nathália sentiu o ar mudar de direção. Respirou fundo e então segurou o tridente fortemente. Iria caçar as presas mais difíceis: Meell e Denis. Ela não sabia onde cada um estava, mas com certeza agora teriam feito uma aliança, o que iria prejudicar e ajudar ela, ao mesmo tempo.

Juntos seria mais fácil de matá-los, porém atacá-los e se defender contra duas pessoas seria mais difícil, também.

Ela sabia que na cidade em ruínas é que ninguém estaria, mas tinha de primeiro cuidar daquele machucado que havia conseguido ao cair em uma armadilha. Talvez alguém já morto a tivesse feito enquanto passava por lá. Era tipicamente do Ethan. Ela conseguiu usar o Tridente para sair nas garras daquele bicho de metal, porém conseguiu um corte feio no braço.

Tinha batido palmas várias vezes, mas parecia que as dádivas não vinham por nada. Ela sabia que tinha muitos patrocinadores, porém nada acontecia. Ela desistiu e então enroscou uma folha de bananeira no braço. Respirou fundo e treino arremesso de tridente, porém era difícil com seu braço bom danificado.

º º º

Mellany A Mascarada

Mellany corria, escutando que estava sendo seguida. Ela conseguiu se arrastar até a praia, onde não havia nenhuma ponte. Malditos carreiristas, malditos carreiristas...Ela era única não carreirista ali. Os Idealizadores não iriam ajudá-la a escapar da batalha. Ela se recompôs e então atirou uma flecha na direção da primeira pessoa que viu, atingindo o escudo da mesma. Como assim? Escudo? Eles tinham escudo e ela nada? Mellany cerrou os punhos. Das águas do mar uma aljava com flechas cor de ouro chegou. Ela encarou aquilo por dez segundos, até pegá-la e tentar atirar. A flecha atingiu o escudo e o atravessou, infelizmente sem atingir quem manuseava o mesmo. Ela mirou novamente, mas foi atingida por uma flecha que vinha do meio da floresta. Era uma armadilha. A pessoa do escudo era apenas uma isca. Ela mirou na floresta e atirou cinco vezes, sem ouvir um canhão sequer. Olhou para frente, embora fosse tarde demais. A pessoa com o escudo bateu nela com o mesmo e a lançou em direção ao mar. Meell segurou sua faca e rasgou seu intestino.

- Eu esperei para te encontrar... – Mellany sorriu – Não continua com isso.

- O quê?

- A Revolta. Você matará seu próprio povo.

E morreu, com a água salgada invadindo o ferimento.

º º º

D. Saturn

D. Saturn encontrou-se com Darin e Bolina na sala de recuperação. Não disse nada, somente olhou para os lados, sem entender muita coisa.

- Eles nos resgataram enquanto você dormia – contou Darin.

- Mas e a Bianca...

Travis entrou na sala, com seu humor lá em cima, mesmo com todos os problemas, tinha que manter a aparência. Cumprimentou D. Saturn e disse que tudo estava saindo como o esperado.

- E a Bianca?

- O que tem a menina?

- Ela está aonde?

- Morta, é claro. – Travis respondeu

- C-Como assim: Morta, é claro. ? ?

- Bom, ela aprisionou vocês naquele lugar, então achei que estaria fazendo um favor para você, matando-a.

- O que? Ela nos ajudou! O celular que usei era o dela! – D. Saturn empurrou Darin e Bolina da frente, pronto para ter ma briga séria com Travis.

- Ela é o maior crânio da Capital. – Travis o encarou – Ela ia te matar. Enganá-lo!

- Não! Eu sou o maior crânio de toda Panem, fui eu quem conseguiu entrar no Computador Mãe!

- Foi ela quem criou o Computador Mãe!
— Exatamente. – D. Saturn deu-lhe um soco no nariz – Ela criou, eu consegui invadir mesmo assim. Suas palavras o condenam. Irei matá-lo.

- E-Ela está no andar de cima! – disse Travis. – Na masmorra.

º º º

Snow Perverso

Ele olhou para a TV, enquanto esperava que a aliança se desfizesse. Ele enviou alguns presentinhos para Nathália e para Denis, esperando que Meell entendesse o porque. Até mesmo Mellany recebeu. Ele preparou o lugar onde ela seria executada, e então olhou para Bianca no monitor. Estava vigiando a filha traidora. Embora ela não fosse de nada e não fizesse diferença, Snow a amava. Ela era sua filha.

- Matem. – ele deu a ordem.

Dúzias de bestantes foram soltos na arena, fazendo perigo para os últimos três tributos e os reunindo na praia deserta. Nathália tinha seu tridente em mão. Denis o arco e Meell as facas. Nathália tinha a vantagem certa, por isso ele fez com que algas marinhas agarrassem seus tornozelos e a arrastou para o mar, fazendo-a perder o tridente, quando voltou para a ilha. Agora desarmada, ela estava indefesa. Snow mandou que desarmasse Denis também, porém o canhão pegou-o de surpresa. Meell atirou uma faca em direção a Nathália, ao mesmo tempo que Denis atirava uma flecha em Meell. Nathália caiu no mar e Meell também.

Morta, as duas, o vencedor não era nada do que Snow esperava ele queria que fosse Mellyne, para matá-la ao vivo. Mas outra idéia surgiu. Se não conseguia dominar os Distritos com medo, talvez conseguisse de outro jeito. Mandou prepararem um estúdio e então colocarem os vitoriosos na sala. Denis foi desligado da câmara e então seria usado.

Snow recolheu as almas e as usou para causar pânico no estúdio, enquanto o show ia para o ar. Ainda desorientado, Denis não entendia o que estava acontecendo, com os vitoriosos todos amarrados nas paredes. Ele havia escutado Mellany dizer alguma coisa... Alguma coisa importante. Mas o quê? Isso ecoava em sua cabeça, enquanto as luzes o cegavam.

- Você só tem que responder a uma pergunta. – a voz de Snow chegou até seus ouvidos – E todos que conhece serão salvos.

Ele ainda não conseguia ver um palmo a sua frente.

- A Revolta trará resultados positivos?

Ele encarou Snow assim que sua visão voltou ao normal. Ele conseguiu deslumbrar todos os vitoriosos que eram mortos. Não estavam mortos? Não dava para saber. Eles estavam desmaiados, pelo menos. Denis o encarou e cuspiu em sua cara.

- Não irá arrancar nada de mim.

- Aé... – Snow riu, soltando seu bafo de sangue – Então que tal eu aumentar o prêmio pela verdade: Um pedacinho de terra, longe de tudo. Somente os vitoriosos e seus parentes. Não irão precisar participar de mais nenhum jogo. Que tal? Paz. Em troca da sua palavra.

Denis o encarou. Ele queria que dissesse que a revolta não iria funcionar (o que era verdade). Mas se dissesse isso, iria desencorajar todos os Distritos. E eles não podiam voltar a rolar na lama... Ele pensou nos distritos destruídos. 13. 12. 05. 04. Eram muitos mortos e nenhuma conquista significante, até agora. Ele respirou fundo, aquele não era o final que queriam, aquele não era o final que ninguém queria.

- Sim. A revolta é um fiasco. Nada irá trazer paz para a humanidade. Nunca. Não há como isso ocorrer. Somos uma nação infectada pela guerra. Qualquer movimento desencadeará brigas e mortes. É melhor deixar tudo como está. Até o dia em que a Capital cair por si mesma. Nada é um conto de fadas. Não há esperança nessa terra. – ele disse. – A Esperança é uma mentira.

Uma coisa contada por pensadores imaginadores e positivos. Não há guerra vencida. Em ambos os lados há perdas. E uma guerra contra a Capital parada, sem contra-atacar, não é uma guerra. É uma ficção positiva. Embora isso tenha acontecido em livros, não é o que aconteceria numa guerra real. Não há realidade nisso.

º º º

6 meses depois...

O Distrito 14 era próspero e alto suficiente, não precisava de ajuda de nenhum outro distrito ou da capital. Os vitoriosos haviam voltado a ativa, e não estavam totalmente mortos. Muitos havia salvado suas almas em computadores para que quando morressem se tornassem imortais. Mas muitos não concordaram com isso, como foi o caso de André, Denis, Giulia e Meell, Nathália e Caio. Cansados da vida e da destruição, fracassados, não viam porque viver o sempre. A morte era um descanso para suas almas necessitadas.

Embora tudo tivesse terminado mal, para os outros distritos, muitos resolveram se mudar para o 14, como foi o caso de Bianca, Filipe e D. Saturn, que não se familiarizou com a vida sem a tecnologia, mas se esforçou. Ele descobriu que tinha diabete, pois tomava muito café. Mas Filipe cuidou dele de alto e bom grado.

Hoje é dia 24 de Julho. Data para muita agitação, pois hoje nasce a primeira geração do Distrito 14. Em um quarto do hospital único, onde somente há um médico, eles estão fazendo as necessárias operações.

Com o pai do lado, e a mãe na cama, tudo corre muitíssimo bem. Bem demais. Filipe anotou isso em sua folha. Olhou por cima da manta, onde, de mãos dadas, os pais esperavam o choro. Filipe ficou muito feliz por fazer aquele parto.

Denis olhou para Filipe e então para Meell, e de novo para Filipe. Algo despertou dentro dele quando ouviu aquele grito de “Oh, meu Deus, estou respirando!” e sorriu loucamente. O som quase se misturou com o da máquina. Ele voltou os olhos para Mellyne, que tentava dizer algo, mas sua boca ficou aberta no meio da frase, enquanto sua mão perdia a força.

Filipe o afastou da cama dela e o forçou a sair do quarto, enquanto fazia massagens cardíacas. Denis não entendeu muito bem. Kido foi entregue em seus braços, do jeito que ele era no sonho. Feio, magrelo e com os cabelos lisos igual ao de Meell.

Ele o amou a primeira vista.

Embora fosse ele quem tirou a vida de sua mulher.

Notas finais
`Podem me xingar a vontade, não ligo, já estou morta na fanfic, mesmo. Só espero que acompanhem a YHG5 (eu prometo que vai ser melhor que esse lixo ai). Beijos, e não ligo se não recomendarem, eu sei que ficou ruim. Obrigada as Jujubas que recomendaram, que favoritaram e que acharam que isso daria em algo. Beijos.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!