Your Hunger Games III - Fanfic Interativa
40 Uma Vergonha Que Trás Milagres
Notas iniciais
Simbad Somma
Simbad se esgueirou até a cama de Giovanna. Ela estava dormindo calmamente, como um anjo (um anjo demoníaco, isso sim) e ele se deitou ao lado dela. Pousou delicadamente sua mão no seio dela e...
- Você não desiste nunca, não é? – Giovanna abriu os olhos.
- Você é excitante. – Simbad se protegeu nas partes baixas. Mas Giovanna não mostrou que iria atacá-lo.
Simbad ganhou um beijo que o pegou de surpresa. Ele colocou a mão no braço de Gi, e então tentou adentrar sua língua.
- Você está apressado demais para um pirralho. Já deve ser experiente. – Giovanna se afastou. – Eu também sou experiente, sabia?
Simbad sorriu.
- Mas não vai ser fácil pra você. – ele fechou o sorriso.
Giovanna se levantou, e se espreguiçou. Tudo bem para Simbad, ele esperava. Assim que ela voltou do banheiro, Simbad a prendeu contra a parede, e então a beijou. Giovanna o afastou com um tapa, mas ele voltou á beijá-la. Ela não queria acertá-lo nas partes baixas novamente, e então somente beliscou sua barriga, fazendo-o pular.
- Sai daqui, pirralho. – ela revirou os olhos.
- Não. – Simbad pareceu decidido, e quando se chocou contra ela, a jogou na cama. Ela sabia que aquele pirralho queria tirar sua roupa, e ela não permitiria. Mas até onde ela poderia levar essa obseção por seios que ele tinha, em seu benefício...?
Simbad tacou sua boca na dela, e não a deixou respirar por um segundo. Giovanna não estava acostumada com aquilo, nem ao menos era acostumada, como dissera ser. Ela somente queria tirá-lo de lá, o mais rápido possível. Então ela se esticou na cama, chamando SImbad com os braços, e sorrindo para ele. Simbad ficou louco, ela estava caindo direitinho! Simbad tirou sua camisa e então o pijama de Giovanna, o que ele não viu foi a mão dela se esticando para apertar o botão e chamar os mentores. SImbad a devorou, é verdade. Giovanna sentiu nojo dele, mas não disse nada.
Quando os mentores chegaram, ela começou a gritar e a chutar Simbad, sendo que ele só estava ficando cada vez mais louco em relação á ela.
- SIMBAD! – o mentor do menino gritou e o tirou de lá, socando sua boca.
- Giovanna, você está bem? – a mentora da garota correu para a cama. – O que ele te fez?
- N-Nada... – Giovanna olhou para sua roupa em frangalhos e a saliva de Simbad cheirando por cada centímetro dela. – AH, eu vou tomar um belo banho!
- Acho melhor mesmo. – a mentora torceu o nariz e então se levantou, lançando um terrível olhar á SImbad. – Vamos mantê-lo longe de você, Gi. Pode ter certeza.
- Obrigada, Mony. – Giovanna sorriu e então entrou no banheiro.
Simbad foi levado até o quarto dos mentores, e segurado por cinco Avox. Enquanto os mentores não estava, Simbad se debatia por todos os lados, não importando quais eram eles. Assim que voltaram, junto com mais alguns Pacificadores, eles soltaram Simbad, que estava possuído por algo terrível. Os Pacificadores abaixaram as calças de Simbad, ele esperneou. Não queria que homem nenhum visse ele nu, somente as meninas podiam, mas contra quinze Pacificadores ele não era nada. Quando abaixaram sua cueca, Simbad sentiu a maior humilhação de todas, ele não podia fazer nada. Quanto mais se contorcia, mais vergonha sentia. Estava mergulhado em desespero, quando a maior dor de sua vida o toma. Uma dor lá onde sua vergonha estava. Ele se curvou, e então segurou seu precioso, enquanto os Pacificadores o soltavam. Simbad começou á chorar desesperadamente, e viu o sangue por suas mãos.
- Assim está melhor. – o mentor dele repudiou-o novamente. – Ele tem de aprender de uma vez por todas!
- Acho bom mesmo, eu não vou mais aturar os ataques contra a Giovanna! – a mentora e o mentor saíram do quarto, deixando Simbad sozinho.
Ele chorava, e a poça de lágrimas e baba, suor e vômito se formava ao seu redor. Ele sentia sua forma se desfazer em nada. Era como se não fosse mais um homem. Como se não fosse nada. Ele não tinha coragem de ver o que eles tinha feito, somente subiu as calças e então gritou exasperado, enquanto chorava e vomitava no chão.
- Simba? – ele ouviu a voz de uma garota.
- SAI DAQUI! – ele gritou de volta. Tinha vergonha de si mesmo.
- Não, Simbad, é você? Aquele gênio na carruagem? É você?
SImbad ergueu o rosto e então o horror surgiu no rosto da menina. Ela viu tudo no rosto de SImbad.
- Por que você está chorando? E vomitando? Que horror, Simbad!
Ele não a conhecia, mas também não queria saber. Nem ao menos conseguiu olhar para os seios dela. Por que ele foi cair em cima da Giovanna...?
- SAI... DAQUI! – ele gritou.
A menina, com puro medo, saiu. Simbad voltou a chorar, e então dormiu em sua própria poça de sangue, suor, vomito, saliva e vergonha.
º º º
Simbad acordou. Ele ainda estava sozinho. Ninguém ainda tinha ido vê-lo, mas assim que ele se levantou, lembrou daquilo. Tirou as calças e as cuecas e olhou. Suspirou quando viu que não tinham feito nada para tirá-lo de lá. Mas tinha alguma coisa que fazia-o sangrar... Ele procurou pelo lugar, e o encontrou, internamente. Havia uma casquinha pequena de sangue seco. Ele nem tentou arrancá-la. Assim que saiu do lugar, viu o corredor vazio. Foi até o quarto de Giovanna, ninguém. Colocou o macacão cinza que tinha seu nome e então desceu até o terceiro andar. Todos os tributos estavam sentados em cadeiras e com fios por seus corpos.
- Ei, ele ali! – um dos caras de branco apontaram para Simbad, ele foi levado até uma cadeira, e então conectaram os fios nele também. E ele sentiu tanto sono que dormiu.
º º º
Acordou em um lugar totalmente estranho. Ao qual não estava adaptado. Um gelo friorento caia em sua pele, e ele estava nu. Um pesadelo? Ele viu uma garota usando uma roupa de pele, e então se arrastou até ela.
- Ei.
A menina se virou, e então suspirou.
- SImbad... – ela tirou a pele de suas costas e a colocou em Simbad. – Você está congelando. Vou matar outro coelho.
E então ela tirou uma faca dentre os cabelos e ficou em silêncio. Lançou a faca e tirou a pele do coelho, a esfregou na neve, tirando o sangue, e colocou-a em seu corpo.
- Nós fazíamos isso. Claro que demorava mais, só que eu estou improvisando. – a garota de longos cabelos louros sorriu. – Meu nome é Kaya. Você é o Simbad, certo?
- S-Sim. – Simbad bateu os dentes, congelando.
- Bom, eu vi você e achei você muito fofo, seria muito legal se...
SImbad arregalou os olhos quando viu a menina alta surgir atrás de Kaya, ele a puxou assim que Acacia mandou uma faca na direção dela.
- O que... Ah! – Kaya se encolheu.
Acacia estava suando, e nua, como eles. Mas Simbad pouco se importava com aquilo.
- MORRAM! – Acacia jogou uma faca em Kaya, e pegou em seu braço, a menina praguejou e com a outra mão mandou duas facas em direção a Acacia, que saiu correndo e sumiu.
- Ahh! – Kaya praguejou em grego.
- É só um treino, eles não vão deixar você morrer de verdade. – Simbad assegurou.
- Eu sei! Mas dói! E eu já teia morrido se fosse a Arena de verdade!
- Não. – Simbad tirou a pele de suas costas e a enrolou no braço de Kaya, tirando a faca de lá. – Vamos, a Acacia estava suando, quer dizer que ela conseguiu ficar viva se esquentando desse jeito, se conseguirmos suar...
- Por favor... – Kaya se levantou e então se jogou no chão. – Faça um para você antes.
Simbad pegou o coelho que ela segurava e tirou sua pele, o coelho agonizou até morrer, ele passou a pele na neve e se vestiu como pode. Eles fizeram isso até matarem treze coelhos. SImbad já não sentia tanto frio, e já estava praticamente vestido. Kaya também, ela tinha prendido as faca que tinha na roupa, fazendo uma espécie de vestido. SImbad segurou sua mão, e então a conduziu pela neve. Era uma floresta enorme de inverno.
- Vamos, temos mais chances que eles, agora. – Kaya seguiu, confiante.
Simbad a viu ao longe, e pensou “Por que ainda não a tinha notado?”
Kaya Morgan
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