Your Hunger Games III - Fanfic Interativa
55 Seu Corpo Roçando ao Meu...
Notas iniciais
Darin Astaroth
Darin pegou a menina e então girou sua espada no peito do caçador. Ele iria saquear a casa dela, mas Darin não iria permitir isso. Ele afundou a lâmina e então a virou novamente, sentindo o coração do homem fazer sua espada se mexer. Então a tirou de dentro do homem, e o viu cair, morto. A menina, que chorava, abraçava Darin e dizia obrigado a ele descontroladamente. Até que, por fim, Darin se encheu daquilo e a mandou calar a boca, indo em direção á outro lugar, onde ele pudesse fazer a justiça dos fracos e oprimidos.
– Sabe, você precisa de um fiel escudeiro. – muitos tinham falado.
Mas Darin não precisava de ninguém com ele. Ele era muito bom sozinho, e assim continuaria. Até ele chegar nos limites de Roma, onde um pequeno país chamado Gales tentava se reerguer de uma invasão romana. Ele ajudou ás pessoas e em troca pediu um pouco de comida e um lugar para repousar.
– Mandem-no para a casa dos Jenevivi, eles estão mortos.
– Mas a filha ainda está lá. – disse a mulher.
– É bom mesmo. – interveio o homem. – Assim ela já se casa e tem um marido. Se não ela irá morrer de fome, frio e sede. Eu não darei nada á ela.
Darin somente deixou o homem falando sozinho e partiu para a casa que haviam indicado. A maior parte das casas tinha pego fogo, e outras estavam se restaurando. Algumas nem existiam mais. Mas a casa para onde ele ia estava em pé, firme e forte, como se tivesse sido poupada pelos romanos. Darin bateu na porta, que estava aberta, mas não havia ninguém lá dentro. Ele pisou no chão de terra batida, e inspecionou o fogão feito de barro, a mesas empoeirada, a cama no canto das cozinha...
– Darin? É você... – ele se virou para ver quem tinha falado. – Darin! Graças á Deus! – Bolina correu até ele e pulou em seus braços. – Eu pensei que... Ah, Darin!
Darin não respondeu, nem retribuiu ao abraço, mas permitiu que ele se prolongasse até onde Bolina quisesse, o que demorou um pouco.
– Fale alguma coisa! Está feliz em me ver? – ela sorriu.
Darin não respondeu. Dias ele vagava por lugares defendendo os pobres, e tinha tomado a conclusão de que ninguém mais estava nesse treino, somente ele, e agora Bolina aparece... Ela estava tão acabada e cansada...
– Não colocaram fogo na sua casa. – ele apenas disse.
– Ah, Darin, acredita que eu acordei no treino no exato momento em que estavam botando fogo em tudo? Eles tiraram meus pais daqui, e depois me estupraram, mas me deixaram viva. – ela disse, como se isso fosse muito bom.
– Eles te... Te estupraram?
– Ah, sabe como é, os romanos se aproveitam de qualquer garota. Fiquei sabendo que eles se aproveitaram até da Rainha Romana! Só que esses foram presos e condenados á morte.
– Você está bem?
– Claro, é só um treino, nada demais. – Bolina sorriu. – E eu já estou acostumada.
Darin negou com um rápido aceno, ela não podia aceitar isso tão facilmente.
– Você quer comida? Água? Acabei de voltar do poço! Se você me ajudar á trazer pra dentro os baldes de água, eu prometo esquentar um banho para você!
– A quando tempo foi essa invasão?
– Três dias. E a Roma venceu definitivamente Grécia ontem. O Rei romano morreu, mas a filha dele assumiu, junto com um tal de Martins. Não há muito o que fazer aqui em Gales, por isso as pessoas fofocam muito.
– Você parece muito cansada. – Darin tocou o nariz de Bolina, e ela suspirou, arqueando os ombros. – Se a mentora me visse agora iria dizer: ombros para trás, não? – ela riu.
– Vá se deitar, eu vou fazer uma sopa para nós. – Darin indicou a cama.
– Não, eu tenho me virado aqui, de boa. – Bolina se virou e pegou um dos baldes, deixando os outros dois para Darin levar. Ele colocou os baldes dentro da casa e fechou a porta.
Bolina colocou um pote no fogo para ferver a água, e então limpou o fio da espada de Darin, perguntando á ele como fora seus últimos três dias.
Primeiro ele acordou nu dentro de um lago. Conseguiu roubar algumas roupas de um varal de uma casa próxima ao lago e então foi até o comércio da pequena cidade que tinha encontrado. Trabalhou como garçom por um dia e recebeu dinheiro suficiente para uma espada. Foi até a casa da mulher que ele havia roubado as roupas e pediu desculpas, assim, voltando para a cidade, viu um homem assaltar uma donzela no meio da rua, e correu atrás dele, o pegou e devolveu a bolsa da donzela, que o pagou com algumas moedas. Darin começou á cuidar da cidade, e no final do dia tinha dinheiro suficiente para comprar aquela espada negra que ele havia adorado na loja de armas um dia antes. E a partir daí ele tinha viajado por todos os cantos, á procura de algum tributo para lutar, mas ninguém apareceu, então ele apenas se tornou protetor dos fracos e oprimidos. Mas de Bolina que é bom, ele não tinha conseguido cuidar.
– Não foi nada, não é culpa sua. – Bolina garantiu enquanto tirava o pote do fogo e colocava a água dentro de um lavatório. – Ah, vá tirando suas roupas, eu vou colocar mais água daqui a pouco.
– Você vai ficar aqui enquanto eu tomo banho?
– Pensei que você não tivesse problema com isso, afinal eu sou só uma humana burra, não?
– Não. – Darin levantou sua blusa e tirou as calças, sentando-se no lavatório. Bolina encheu aquilo com mais água fervente, e isso relaxou o corpo de Darin. Até que ele não sentiu mais cansaço algum.
Quando o lavatório estava suficientemente cheio, Bolina se ajoelhou em pegou uma escovinha de aço, e a mergulhou na água, limpando os pés, e os calcanhares de Darin. Ele estava usando uma cueca, mas mesmo assim não podia parar de pensar que uma garota o estava dando banho, como um bebê. Quando Bolina passou a escova no braço de Darin, ele logo sentiu a alucinante dor.
– Desculpa. – ela pediu mordendo o lábio quando viu a expressão de dor de Darin.
Ele revirou os olhos e tirou a escova das mãos dela, mergulhando o resto do corpo na água quente.
– Está gostoso? – Bolina se sentou ao lado do lavatório, no chão.
– Sim. Muito relaxante. Depois de mim é você.
– Ah, não, eu tenho que fazer o jantar, e...
– Bolina, você está acabada. – Darin abriu os olhos. – Você vai dormir e eu vou fazer a comida.
– Ah... Acho melhor não...
– O que? Não confia que eu não vou queimar o arroz?
– Não é isso, é que... os romanos me estupraram enquanto eu dormia. Eu só acordei...
– Você não pode estar pensando que eu vou te estuprar, não é?
– Não! Claro que não. Mas e se... Eu acordar de novo naquele fogo...
– Não vai acontecer.
– Eu não durmo desde aquele dia...
– Bolina, isso o que você tem é frescura no rabo.
– Dorme comigo?
– O que? Você não está suficientemente feliz em me ver seminu e agora quer dormir com o seu corpo roçando no meu? Negativo, ninfa. – ele explodiu.
– O que? Eu ver você.. Darin! – ela se zangou e se jogou na cama. – EU NÃO ME IMPORTO COM VOCE. NÃO QUERO SABER DE VOCE. VOCE SE ACHA DEMAIS, DARIN.
– Tá, eu durmo com você.
Darin e Bolina (Kirito e Asuna)
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