Notas iniciais
Gene, acho que vou escrever mais um hoje!HAHAHAHA, bom capítulo.

May Stanford

Stronger — Kelly Clarkson

May correu pela floresta até encontrar o corpo adormecido de Mandy. Ela se ajoelhou na neve e então gritou pela amiga, até ela acordar.

– Pensei que você tivesse morrido! – a garota abraçou Mandy.

As duas se levantaram e então começaram á correr, suando, e se aquecendo, nuas. Mandy disse á May que aquilo era normal, que todos no treino estavam nus também, e isso aliviou um pouco a vergonha de May, mas ela ainda estava muito vermelha. Por fim, elas encontraram alguns coelhos agonizando na neve, sem suas peles. E tiveram certeza de que algum dos tributos tinham feito aquilo para se aquecerem. Mandy pegou uma pedra e então esperou, e a atirou na cabeça de um esquilo. Pequeno demais.

As das trataram de ir pegar coelhos, e no fim, tinham dez ao todo. Aquela parte da floresta tinha muitos desse bichinhos. A pior parte foi ter de tirar a pele deles. Mandy fez o trabalho, pois May não queria nem saber. Mandy usou suas unhas para tirar a pele dos animais, e então entregou para May, que passou a pele na neve e tirou o sangue. Colocou sobre seu ombro, e então fez o mesmo que o resto das nove peles obtidas. No final, elas tiveram um vestido de pele de coelho. E Mandy disse que May poderia ficar com ele. Mandy não importava de estar ou não com roupa. Tanto faz.

– Vamos procurar alguma arma que possamos usar. – Mandy ordenou, e May concordou.

As duas seguiram, até encontrarem no meio de um arbustos com frutas venenosas, uma pequena faca de caça e um arco e aljava repleto de flechas. May ficou com a faca e Mandy com o arco e a aljava. As duas se colocaram á andar, até encontrarem uma pequena cabana, onde saia fumaça da lareira. Mandy entrou primeiro, e quando viu que não havia perigo, chamou por May. As duas entraram sorrateiramente, e encontraram pegadas de neve derretendo no chão. E logo o barulho de molas de cama antiga. Elas se colocaram na porta do quarto, e viram um garoto e uma garota de cabelos negros e peles branquíssimas deitados na cama.

Mandy deu sinal para May ficar quieta.

– Você moraria aqui comigo?

– Bom, eu até poderia morar, mas teria muito menos paz e sossego.

– Eu tenho certeza que sim. Mas talvez comigo aqui você não se sentisse tão sozinho.

– Eu gosto de me sentir sozinho.

– Você é sozinho.

Mandy sorriu. Eles não estavam nem esperando um ataque. Ela piscou para May, e então as duas arrombaram o quarto.

– Ora, ora, que belo casalzinho nós temos aqui!

Os dois se levantaram da cama assustados, e o menino logo pegou uma besta que estava ao lado da cama. A menina olhou para o guarda-roupas, onde havia uma katana encostada.

– Ah, essa é sua arminha? – perguntou Mandy, indo até a katana e a pegando – É um tanto pesada demais para uma garotinha fraquinha como você.

Os dois continuaram quietos, e imóveis na cama.

– May, pegue a menina. – Mandy falou.

May assentiu e foi até Bolina. No exato momento que Darin saia do transe do susto e apontava a besta para May. A garota se assustou, e não continuou á caminhar. Mandy praguejou e então andou até Darin, e pegou sua orelha, fazendo-o exclamar e virar a besta em sua direção.

– Agora! – Mandy ordenou, e a amiga pegou Bolina e a prendeu com os braços.

Darin olhou para trás, um erro, Mandy o acertou no maxilar, fazendo-o sentir o sangue na boca. Ele havia mordido a bochecha, e agora ela sangrava. Mas Bolina precisava dele, Bolina é que eram mais vulnerável. Sua isca.

– Vamos, garotinho, vá pegar a sua princesinha. – Mandy riu. – Ou você prefere morrer? Eu prometo soltar ela se você concordar.

Darin riu, sarcástico.

– Podem levar ela! A matem mesmo! Essa garota é mais irritante que o homem da cobra! Fiquem a vontade!

– Oh, ele pensa que nos engana! – Mandy riu – Anda, pirralho, eu vou te perfurar com a arminha da sua namoradinha.

– Ela não é minha namorada! – Darin gritou e atirou a besta na direção de Mandy, acertando a cabeça dela. Mandy deu somente mais uma ordem antes de morrer:

– Matem eles, May!

Darin se virou na direção de May, que segurava Bolina, com o braço no pescoço da menina. May sentiu medo, mas não iria demonstrar fraqueza. Ela tinha de vingar Mandy. Ela era a melhor amiga de Mandy, ela tinha de fazer o melhor que conseguia. E então lembrou: Sua faca ainda estava na aba da calça; Ela tirou o objeto do lugar, e então o fincou na cintura de Bolina, fazendo-a estremecer e então gritar, morder seu braço e a fazer soltá-la depressa.

Darin mirou, e acertou a besta em May. Tudo foi se apagando, e a garota finalmente começou á dormir.

º º º

May acordou deitada em uma cadeira. Os fios que os homens de branco haviam colocado nela já não estavam mais lá, e mais onze tributos ainda dormiam. Ela viu Mandy bebendo água, e então correu até a direção da amiga.

– Você está bem? – ela perguntou.

– Sim. – Mandy sorriu. – Só um pouquinho abalada. Pensei que tinha morrido de verdade.

– Eu também! Eles ainda estão lá. E-Eu não consegui, Mandy... Me perdoe...

Mandy sorriu e colocou a mão no ombro de May.

– Que isso, guria. – ela sorriu grandemente. – Você tentou, eu sei que tentou. Na Arena eu vou te proteger.

May sorriu e então abraçou sua melhor amiga. A única amiga que tinha. E ai ela se lembrou de alguém, se lembrou de... Bryan. Seu amigo. Aquele que gostava dela... May fechou os olhos, e então começou á chorar no ombro de Mandy. A outra garota nem perguntou nada, somente deu apoio e ofereceu-lhe um copo d’água. As duas se sentaram no sofá, onde estavam Nicholas e Joshua. Elas começaram á conversar com eles, e o único assunto era: Os que ainda estava no treinamento.

Noah Christhurt

Lucy Sant’Dio

Jason Hadley

Acacia Carter

Bolina Montenegro

Darin Astaroth

Carter Trent

Iago Martins

Anne Agron

Simbad Somma

Kaya Morgan



Notas finais
Genteee! Eu amo vocês, tá!!