Your Hunger Games - Fanfic Interativa
68 Samantha Christopper XI
Notas iniciais
Samantha Christopper
- Quer um beijo? – perguntei. Artur estava nervoso, pois hoje seria um dia decisivo.
- Ahn... Acho que sim. – ele respondeu.
Lhe dei um selinho, e ele sorriu. Iríamos matar Pray, para depois matar os Três Mosqueteiros e assim a batalha final, Ivanny e Leo. Queríamos que os Patrocinadores nos vissem como dois jovens casais protegendo um ao outro. Eu e Artur iríamos dar a eles a batalha mais esperada de todos os Jogos, e isso garantiria muitos votos para nós dois. Ouvi um barulho, como sinos, e sorri para Artur.
- Presentinho de Patrocinador... – cantarolei enquanto saia para ver o que era.
Eu esperava qualquer coisa, uma pequena faca, um pouco de comida, um bilhete que fosse, mas quando vi o tamanho daquilo, logo notei que eu tinha muitos mais Patrocinadores do que esperava. Era um arco profissional, dourado como ouro, e com desenhos de letras : SAMANTHA. Não, era de ouro. As pontas do arco eram feitas de lâminas, como se fossem uma segunda alternativa pra quem os segurasse. Lâminas muito afiadas. A corda estava bem colocada e era grossa, como se fosse feita para disparar mais de uma flecha por segundo. Uma aljava estava a seu lado, uma aljava com mais de cem flechas, todas com penas negras e pontas afiadíssimas. A aljava era de couro, e se ajustava bem ao meu busto. O arco tinha quase e o meu tamanho, e era, vamos dizer, perfeito.
- O que é? – Artur perguntou de dentro de nosso tronco.
Assim que entrei com as armas, ele arregalou os olhos e me encarou, com um tanto de aprovação e satisfação.
- A senhorita está agradando muitos Patrocinadores para o meu gosto... – ele tentou parecer enciumado.
Era verdade, num momento desses, nos Jogos, uma arma dessas seria muito cara. Só quem tivesse muitos Patrocinadores poderia obter isso. Artur tirou as armas da minha mão e a aljava de minhas costas, segurou meu queixo e me fez beijar seus lábios. Comecei levemente, só um selinho, então ele prendeu meu corpo, na verdade minha cintura, com o joelho e mordeu meu lábio, como se estivesse pedindo para entrar em minha boca, eu aceitei, é claro, e ele logo adentrou. Nossas línguas se conheciam cada vez mais, enquanto sua mão acariciava o vão entre minhas pernas, me deixando muito arrepiada.
- Para... Artur... – pedi arfando, enquanto ele me dava beijos molhados no pescoço.
Mas ele não parou. Tínhamos que ir matar a Pray, ele não podia jogar mais um dia no lixo só para me beijar. Sua mão que estava entre minhas pernas subiu, adentrando minha camiseta, e ponderando a ponta dos dedos nas bordas de meu sutiã. Devagar, ele subiu novamente os beijos, e segurou minha boca com os dentes. Isso, com os dentes. Doeu, mas ao mesmo tempo era como uma distração para eu não dar atenção com o que ele fazia com minha roupa. Artur estava ficando experiente demais. Será que eu era uma professora tão boa assim? Assim que me dei conta, ele já havia arrancado minha camiseta, e beijava-me nos seios, enquanto eu, as vezes, emitia um som parecido com gritinho e risada. Fazia cócegas a barbicha que nascia em seu queixo, e ele passava as mãos pelos meus seios, ameaçando abrir o fecho de meu sutiã.
Segurei seu rosto, fazendo-o olhar para mim, e o puxei para cima, fazendo nossas bocas se encontrarem novamente. Enquanto ele apertava minha cintura, e me fazia arrepiar e estremecer de... Felicidade? Não sei, mas era algo bom.
- Samantha, o Chaminé... – ele sussurrou em meu ouvido, mas eu só consegui puxá-lo novamente para minha boca.
Sem perceber, eu havia levantado sua camiseta até a metade das costas, e Artur terminou de tirá-la. Meu coração parou. U-A-U. Foi o que consegui pensar. Artur era musculoso e grande. Seu peito nu me deixava ainda mais arrepiada, e ele não queria saber de nada, só voltou a me beijar, enquanto eu, ainda com o coração parado, ficava perplexa. Aquela visão havia quase me matado.
Assim que meu coração começou a acelerar de repente, senti minha calça escorregando pelas minhas pernas, espere, aquela era eu tirando minhas calças na frente de Artur? Onde eu estava com a cabeça? Mas no momento eu não pensava em nada, agia por agir. E Artur só mantinha um sorriso cheio de malícia nos lábios.
- Samantha... – ele riu para si mesmo.
Sorri de volta e avancei nele, beijando-o e segurando o zíper de sua bermuda. Sim, eu estava fazendo exatamente isso que você está pensando. Abaixei suas calças. Eu tentei, mas não consegui, olhei. Olhei, eu não sou de ferro! Claro, já vi de muitos homens por causa de minha antiga “profissão” mas o de Artur era... Bem maior... Ai, que vergonha de dizer isso...
- Uau... – soltei sem perceber.
Artur só caiu na gargalhada, enquanto me puxava e me levava para mais adentro de nosso tronco, bem no lugar escuro, onde o ar era mais pesado, e a luz do dia não chegava. Eu sabia o que ele queria. Também sabia o que eu queria. Sabia o que Chaminé queria. Mas infelizmente eu não podia oferecer naquele momento.
- N-não, Artur... – pedi.
- Samantha, tudo bem?
- Sim, tudo ótimo, é só que... – engoli em seco. – Isto está mais tenso do que minha primeira vez...
Ele suspirou, infeliz, e deu de ombros.
- Claro, Sam, eu respeito você. Se não quiser nada, tudo bem, eu entendo... – sua voz era a mesma de um garoto de quatorze anos, não de um “Impiedoso”.
Pronto! Estão vendo? Com essa simples frase Artur me fez mais do que querer aquilo. Mas agora era tarde.
- Obrigada, Artur, você realmente é um homem diferente. – beijei sua testa, mas assim que me afastava, para ir buscar minhas roupas, senti sua mão firme segurar meu braço.
- Espere ai, Samantha, — ele sorriu pervertidamente. – ainda não acabamos...
Entendi, ele queria mais beijo.
- Tudo, — sorri – a Pray pode esperar mais um dia para morrer...
E comecei a atacar Artur. Não chegamos tão longe, como minutos atrás, sempre que começávamos a ir alem do possível a controlar, parávamos e começávamos de novo. Até eu estar dormindo em seus braços.
Fale com o autor