Your Hunger Games - Fanfic Interativa
72 Artur, o Impiedoso (Final)
Notas iniciais
Artur, o Impiedoso
Eu mal podia ouvir meus próprio choro, quanto mais sentí-lo escorrer pelo meu rosto. Não, eu não choro, isso foi... Uma recaída, Samantha era uma boa menina. Isso é sério! Eu não choro desde que... Ah, a quem vamos enganar? Eu estou chorando por causa dela mesmo... Eu sei, é difícil admitir, mas acontece que Samantha fez com que eu me sentisse ligado a ela, do jeito que eu teria deprotegê-la o quanto mais eu pudesse.
- Você tinha razão, Art... — sua voz era quase inaudível. — Você tinha razão, e-eu sou mais fraca que e-la.
Suas mãos soavam e tremiam, e seu corpo se curvava enquanto a dor das flechas tomava conta dela. Havia caído de mais de 10 metros de altura, havia lutado contra uma grande adversária somente com uma faca, e ainda morrera se odiando só porque eu sou um idiota de ter dito por meio de minhas ações que eu não gostava dela. Putz, eu já havia dito a ela que e não sabia demonstrar emoções, como eu ia dizer "EU também te amo"? Isso é vergonhoso! Homens não dizem isso! Só bichinhas fraquinhas, baitolas...
- Eu te amo... — ela disse com sua voz ainda por um fio.
- Eu sei disso. — respondi.
Ah, isso poderia ter mudado tudo! Ela poderia ter morrido sabendo que eu gostava sim dela. E de onde ela tirou a idéia de eu gostar daquele demônio dragoníaco da Ivanny? Olhe, meu caro parceiro Leo tem um péssimo bom gosto, cá entre nós. Mas que se dane, ela morreu, não morreu? Pronto, acabou, uma página virada. Não há o que fazer, só deixá-la morta, então, eu estou de boa. Infelizmente meus olhos não entendiam isto.
Assim que eu ouvi seu canhão, senti um soco tremendamente forte me atingir no peito. Era como se eu estivesse sendo atacado por dez Arturs ao mesmo tempo. Peguei-a do chão. Havia uma flecha em sua nuca, que havia feito seu cabelo louro e liso ser tomado por uma tinta vermelha de puro sangue. Em meus braços, eu só consegui enxergar um rosto indo, sorridente, e com um monte de piadas idiotas para me contar.
- E-eu vou voltar, Frangz! — avisei sem me virar para não mostrar que havia chorado — Vingaça é algo que se come frio, crú e mal passado. — trinquei os dentes e sai daquele lugar antes que eles pudesse atirar uma flecha em mim.
Voltei para meu acampamento. Samantha estava gelada, então a cobri com um cobertor, dentro de nosso tronco. Tirei os cabos das flechas que ainda estavam por seu corpo. Era injusto! Ela estava tão bem, na luta... Havia desviado as primeiras flechas de um jeito que eu jamais iria imaginar ela fazendo, e havia aproveitado o momento em que Ivanny olhava para mim para lhe golpear no rosto, deixando uma horrível cicatriz. Samantha definitivamente não era mais fraca que Ivanny, era muito mais forte. Muito.
Mas vamos parar de falar da Samantha, bem, este é meu único vídeo então... Oi! Sou Artur, o Impiedoso, e tenho 14 anos, e não se engane, não sou tão infantil quanto pensa. Eu resolvi fazer este vídeo porque... Sempre via Samantha fazer os dela, claro não ficava ouvindo, pois ela me mataria se eu fizesse isso, mas eu sempre via ela gravando, então... Achei que um meio bom de me aproximar dela seria um vídeo. Bem... Esse é meu último, pois eu vou matar de uma vez por todas os Frangz e os Três Monsqueteiros. Sem Samantha, não tenho muto o que fazer aqui para perder tempo.
Olhe eu de novo falando nela! Desculpe, mas minha vida só começou de verdade quando eu fiquei esperando aquela linda e bela menina acordar no meio da mata, após ter queimado viva uma garota do Distrito 3. Confesso que eu só poupei Samantha por que eu não queria ter muitos inimigos nos Jogos. Ta, e também porque ela era a menina mais bonita da arena, mas isto é nosso segredo, ok?
Bem, creio que Samantha já deve ter contado a triste e insignificante história do orfão Artur, então... Não preciso dizer nada em relação a isso. Eu já superei, e não sinto mais falta de minha mãe, ela me ajudou, sim, quando eu precisei, mas isso foi depois, agora eu estou por minha própria conta.
- Não quero te enterrar... — falei mexendo em seu cabelo.
Eu sabia que se retirasse a flecha de sua nuca, um vazamento ecxessívo de sangue iria começar a sair. E eu não poderia evitar, então deixei a flecha em seu lugar, e coloquei curativos nos lugares onde estavam as feridas das flechas, algumas farpas me fizeram errar o caminho, mas eu as retirei. O rosto de Samantha estava pálido e doentio.
Sabe, eu acho que não devíamos enterrar quem a gente ama no chão. Afinal, a pessoa foi tão boa com a gente, tão legal, e a gente só coloca ela dentro de um buraco fedido e sujo no solo... Isso é meio sem-coração, eu acho. Mas olhe quem esta falando! Artur, o Garoto do Distrito 4! Grande coisa essas palavras vindas de mim!
Eu mal podia ouvir meus próprio choro, quanto mais sentí-lo escorrer pelo meu rosto. Não, eu não choro, isso foi... Uma recaída, Samantha era uma boa menina. Isso é sério! Eu não choro desde que... Ah, a quem vamos enganar? Eu estou chorando por causa dela mesmo... Eu sei, é difícil admitir, mas acontece que Samantha fez com que eu me sentisse ligado a ela, do jeito que eu teria deprotegê-la o quanto mais eu pudesse.
- Você tinha razão, Art... — sua voz era quase inaudível. — Você tinha razão, e-eu sou mais fraca que e-la.
Suas mãos soavam e tremiam, e seu corpo se curvava enquanto a dor das flechas tomava conta dela. Havia caído de mais de 10 metros de altura, havia lutado contra uma grande adversária somente com uma faca, e ainda morrera se odiando só porque eu sou um idiota de ter dito por meio de minhas ações que eu não gostava dela. Putz, eu já havia dito a ela que e não sabia demonstrar emoções, como eu ia dizer "EU também te amo"? Isso é vergonhoso! Homens não dizem isso! Só bichinhas fraquinhas, baitolas...
- Eu te amo... — ela disse com sua voz ainda por um fio.
- Eu sei disso. — respondi.
Ah, isso poderia ter mudado tudo! Ela poderia ter morrido sabendo que eu gostava sim dela. E de onde ela tirou a idéia de eu gostar daquele demônio dragoníaco da Ivanny? Olhe, meu caro parceiro Leo tem um péssimo bom gosto, cá entre nós. Mas que se dane, ela morreu, não morreu? Pronto, acabou, uma página virada. Não há o que fazer, só deixá-la morta, então, eu estou de boa. Infelizmente meus olhos não entendiam isto.
Assim que eu ouvi seu canhão, senti um soco tremendamente forte me atingir no peito. Era como se eu estivesse sendo atacado por dez Arturs ao mesmo tempo. Peguei-a do chão. Havia uma flecha em sua nuca, que havia feito seu cabelo louro e liso ser tomado por uma tinta vermelha de puro sangue. Em meus braços, eu só consegui enxergar um rosto indo, sorridente, e com um monte de piadas idiotas para me contar.
- E-eu vou voltar, Frangz! — avisei sem me virar para não mostrar que havia chorado — Vingaça é algo que se come frio, crú e mal passado. — trinquei os dentes e sai daquele lugar antes que eles pudesse atirar uma flecha em mim.
Voltei para meu acampamento. Samantha estava gelada, então a cobri com um cobertor, dentro de nosso tronco. Tirei os cabos das flechas que ainda estavam por seu corpo. Era injusto! Ela estava tão bem, na luta... Havia desviado as primeiras flechas de um jeito que eu jamais iria imaginar ela fazendo, e havia aproveitado o momento em que Ivanny olhava para mim para lhe golpear no rosto, deixando uma horrível cicatriz. Samantha definitivamente não era mais fraca que Ivanny, era muito mais forte. Muito.
Mas vamos parar de falar da Samantha, bem, este é meu único vídeo então... Oi! Sou Artur, o Impiedoso, e tenho 14 anos, e não se engane, não sou tão infantil quanto pensa. Eu resolvi fazer este vídeo porque... Sempre via Samantha fazer os dela, claro não ficava ouvindo, pois ela me mataria se eu fizesse isso, mas eu sempre via ela gravando, então... Achei que um meio bom de me aproximar dela seria um vídeo. Bem... Esse é meu último, pois eu vou matar de uma vez por todas os Frangz e os Três Monsqueteiros. Sem Samantha, não tenho muto o que fazer aqui para perder tempo.
Olhe eu de novo falando nela! Desculpe, mas minha vida só começou de verdade quando eu fiquei esperando aquela linda e bela menina acordar no meio da mata, após ter queimado viva uma garota do Distrito 3. Confesso que eu só poupei Samantha por que eu não queria ter muitos inimigos nos Jogos. Ta, e também porque ela era a menina mais bonita da arena, mas isto é nosso segredo, ok?
Bem, creio que Samantha já deve ter contado a triste e insignificante história do orfão Artur, então... Não preciso dizer nada em relação a isso. Eu já superei, e não sinto mais falta de minha mãe, ela me ajudou, sim, quando eu precisei, mas isso foi depois, agora eu estou por minha própria conta.
- Não quero te enterrar... — falei mexendo em seu cabelo.
Eu sabia que se retirasse a flecha de sua nuca, um vazamento ecxessívo de sangue iria começar a sair. E eu não poderia evitar, então deixei a flecha em seu lugar, e coloquei curativos nos lugares onde estavam as feridas das flechas, algumas farpas me fizeram errar o caminho, mas eu as retirei. O rosto de Samantha estava pálido e doentio.
Sabe, eu acho que não devíamos enterrar quem a gente ama no chão. Afinal, a pessoa foi tão boa com a gente, tão legal, e a gente só coloca ela dentro de um buraco fedido e sujo no solo... Isso é meio sem-coração, eu acho. Mas olhe quem esta falando! Artur, o Garoto do Distrito 4! Grande coisa essas palavras vindas de mim!
Eu mal podia ouvir meus próprio choro, quanto mais sentí-lo escorrer pelo meu rosto. Não, eu não choro, isso foi... Uma recaída, Samantha era uma boa menina. Isso é sério! Eu não choro desde que... Ah, a quem vamos enganar? Eu estou chorando por causa dela mesmo... Eu sei, é difícil admitir, mas acontece que Samantha fez com que eu me sentisse ligado a ela, do jeito que eu teria deprotegê-la o quanto mais eu pudesse.
- Você tinha razão, Art... — sua voz era quase inaudível. — Você tinha razão, e-eu sou mais fraca que e-la.
Suas mãos soavam e tremiam, e seu corpo se curvava enquanto a dor das flechas tomava conta dela. Havia caído de mais de 10 metros de altura, havia lutado contra uma grande adversária somente com uma faca, e ainda morrera se odiando só porque eu sou um idiota de ter dito por meio de minhas ações que eu não gostava dela. Putz, eu já havia dito a ela que e não sabia demonstrar emoções, como eu ia dizer "EU também te amo"? Isso é vergonhoso! Homens não dizem isso! Só bichinhas fraquinhas, baitolas...
- Eu te amo... — ela disse com sua voz ainda por um fio.
- Eu sei disso. — respondi.
Ah, isso poderia ter mudado tudo! Ela poderia ter morrido sabendo que eu gostava sim dela. E de onde ela tirou a idéia de eu gostar daquele demônio dragoníaco da Ivanny? Olhe, meu caro parceiro Leo tem um péssimo bom gosto, cá entre nós. Mas que se dane, ela morreu, não morreu? Pronto, acabou, uma página virada. Não há o que fazer, só deixá-la morta, então, eu estou de boa. Infelizmente meus olhos não entendiam isto.
Assim que eu ouvi seu canhão, senti um soco tremendamente forte me atingir no peito. Era como se eu estivesse sendo atacado por dez Arturs ao mesmo tempo. Peguei-a do chão. Havia uma flecha em sua nuca, que havia feito seu cabelo louro e liso ser tomado por uma tinta vermelha de puro sangue. Em meus braços, eu só consegui enxergar um rosto indo, sorridente, e com um monte de piadas idiotas para me contar.
- E-eu vou voltar, Frangz! — avisei sem me virar para não mostrar que havia chorado — Vingaça é algo que se come frio, crú e mal passado. — trinquei os dentes e sai daquele lugar antes que eles pudesse atirar uma flecha em mim.
Voltei para meu acampamento. Samantha estava gelada, então a cobri com um cobertor, dentro de nosso tronco. Tirei os cabos das flechas que ainda estavam por seu corpo. Era injusto! Ela estava tão bem, na luta... Havia desviado as primeiras flechas de um jeito que eu jamais iria imaginar ela fazendo, e havia aproveitado o momento em que Ivanny olhava para mim para lhe golpear no rosto, deixando uma horrível cicatriz. Samantha definitivamente não era mais fraca que Ivanny, era muito mais forte. Muito.
Mas vamos parar de falar da Samantha, bem, este é meu único vídeo então... Oi! Sou Artur, o Impiedoso, e tenho 14 anos, e não se engane, não sou tão infantil quanto pensa. Eu resolvi fazer este vídeo porque... Sempre via Samantha fazer os dela, claro não ficava ouvindo, pois ela me mataria se eu fizesse isso, mas eu sempre via ela gravando, então... Achei que um meio bom de me aproximar dela seria um vídeo. Bem... Esse é meu último, pois eu vou matar de uma vez por todas os Frangz e os Três Monsqueteiros. Sem Samantha, não tenho muto o que fazer aqui para perder tempo.
Olhe eu de novo falando nela! Desculpe, mas minha vida só começou de verdade quando eu fiquei esperando aquela linda e bela menina acordar no meio da mata, após ter queimado viva uma garota do Distrito 3. Confesso que eu só poupei Samantha por que eu não queria ter muitos inimigos nos Jogos. Ta, e também porque ela era a menina mais bonita da arena, mas isto é nosso segredo, ok?
Bem, creio que Samantha já deve ter contado a triste e insignificante história do orfão Artur, então... Não preciso dizer nada em relação a isso. Eu já superei, e não sinto mais falta de minha mãe, ela me ajudou, sim, quando eu precisei, mas isso foi depois, agora eu estou por minha própria conta.
- Não quero te enterrar... — falei mexendo em seu cabelo.
Eu sabia que se retirasse a flecha de sua nuca, um vazamento ecxessívo de sangue iria começar a sair. E eu não poderia evitar, então deixei a flecha em seu lugar, e coloquei curativos nos lugares onde estavam as feridas das flechas, algumas farpas me fizeram errar o caminho, mas eu as retirei. O rosto de Samantha estava pálido e doentio.
Sabe, eu acho que não devíamos enterrar quem a gente ama no chão. Afinal, a pessoa foi tão boa com a gente, tão legal, e a gente só coloca ela dentro de um buraco fedido e sujo no solo... Isso é meio sem-coração, eu acho. Mas olhe quem esta falando! Artur, o Garoto do Distrito 4! Grande coisa essas palavras vindas de mim!
Bom, não tenho muito a falar então... Bem, é isso. Até mais, até eu matar os Frangz...
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