Your Choice
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Lucy estava em casa, sozinha, olhava para a janela de seu quarto e via as trevas dominando tudo em sua volta. A ensolarada e clama vila, se transformou em caos. Quando um novo Império surgiu.
Os Heartphilia lutaram bravamente contra o exercito das trevas, mas, não foi o suficiente. Toda vila caiu em pedaços, como tantas outras já atacadas. E de uma hora para a outra Lucy estava sozinha, e teve de viver sozinha até então. Sem família ou amigos, sua vida parecia estar sendo destruída a cada instante. Assim como sua mente, e a cada instante se alimentava das trevas.
Ela tentava duramente resistir a tentação de simplesmente desistir, e se entregar a ela. Passara bom tempo resistindo, mas, depois de um tempo, parecia que era sua única opção.
‘’Talvez não tivesse motivos para lutar, afinal, que sentido faz lutar em uma luta já perdida ? ‘’Pensou Lucy, depois de pensar um pouco, suspirou profundamente, e se dirigiu ao banheiro. Se olhou no espelho e estava literalmente um caco, novamente suspirou e começou a escovar os dentes.
‘’Acho que a única coisa boa de praticamente uma nação estar destruída, é não ter mais a esquipe da Colgate para me perturbar quando estou escovando os dentes...’’ Resmungou.
Depois de um breve momento, foi dormir. Decidiu que logo ao amanhecer iria para o castelo dos Dragneel e finalmente decidir se juntar ao lado da escuridão. E você pergunta, como ela ainda não foi morta? Ela ainda esta viva pelo simples fato do lorde Igneel adorar ve-la se contorcer de dor ao tentar ignorar sua única opção. Mas isso foi antes, ele já havia se cansado e deu a ela um prazo de duas semanas, e esse prazo iria acabar daqui a 5 dias. Então ela devia sair amanhã, se quiser chegar a tempo, pois o castelo ficava bem distante de sua vila.
Logo de manhã, pegou suas coisas e foi andando rumo ao seu destino, seu terrível destino. Mas antes, parou antes na ‘’casa’’ de seu melhor amigo, o único responsável pela resistência até agora. O meu, o seu, Gray Fullbuster.
‘’Bom dia Lucy, a que devo sua visita?’’ Ur, comentou sem rodeios. Já acostumada a ver Lucy frequentemente. Ela costumava a ajudar Lucy quando seus pais morreram, foi assim que ela conheceu Gray. Sua casa ficava escondida um pouco distante da vila.
‘’Bom dia, na verdade, eu só queria falar um instante com Gray.’’ Comentou Lucy, com a cabeça abaixada, não querendo olhar para Ur, considerando que isto seria um adeus.
Ur acenou com a cabeça, entrou em casa, e chamou Gray que cuja aparência mostrava que acabara de acordar.
‘’Hm.. ?’’ Ele disse sonolento. Mas ainda com um tipo de sorriso irritante-adoravel no rosto.
‘’Gray, e-eu não sei como dizer isso, mas vou me render.’’
‘’O que?’’ E de repente, parece que o sono desapareceu. E o sorriso que antes estava, também desaparecera.
‘’É isso, Gray. Não tenho mais opções, se eu não me render eles me matarão. E Eu, eu, prefiro viver.’’
‘’Como assim te matarão? Eu não estou entendo...”
‘’Há alguns dias minha casa foi descoberta por um dos capangas e agora eu tenho que me render em pelo menos 5 dias. Não te disse nada porque sabia que iria ficar preocupado. Olhe, eu sei que não é certo. Mas é minha única opção...’’
‘’Não! Você esta errada!, as trevas não é uma opção!’’
‘’Gray, por favor, entenda... Eu só vim mesmo para me despedir. Sentirei sua falta.’’
‘’...’’
‘’E-eu acho melhor ir andan-’’ E ela foi cortada por Gray que a puxou pelo braço.
‘’Eu vou com você.’’ Ele disse sério.
‘’ O que?”
‘’Eu vou com você! e vou fazer com que você desista dessa ideia!’’
‘’O que... ? Não!, eles vão te matar!’’
‘’há!, parece até que não confia em mim. Esqueceu que ninguém pode me vencer, hein?’’
‘’Gray, querido, É UM EXERCITO! Você deve ter 1% de chance de ganhar deles.’’
‘’Eu sei que devo ter 1% de ganhar, mas é nesse 1% que nos escolhemos acreditar.’’
‘’(...) Peraí, nós?’’
‘’É, o meu exercito... Bom, na verdade, só tem 7 pessoas. Mas eu gosto de falar assim’’
‘’E por que isso?’’
‘’Sei lá.’’ Ele sorriu e entrou em casa, pegou uma mochila e gritou para sua mãe rapidamente. ‘’Manhê, eu vou ali derrotar as forças do mal, o.k ?’’
‘’Tudo bem, filh-Peraí!, como assim ? Volta aqui!’’ E quando se deu conta, estava gritando feito uma louca a toa. Pois seu filho e Lucy já haviam saído. Ela suspirou, deu um pequeno sorriso e voltou a fazer o que estava fazendo antes. ‘’Bom, é melhor ele voltar vivo, ou eu mato ele.’’ Pensou Ur.
‘’O que você pretende fazer ? Ir até lá, e esperar vencer um exercito das trevas?’’ Lucy perguntou agora parando de correr dos gritos de Ur, que ainda podiam ser ouvidos.
‘’Nah!, não esquente com isso agora. Você vai mudar de ideias. E além do mais, Eu tenho outros amigos que podem nos ajudar..’’
‘’Como quem?’’
‘’A resistência’’ Ele disse Abrindo a porta.
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