Young Love
4 A novata. Parte II
Notas iniciais
recomendando por aqui para o link valer:http://fanfiction.com.br/historia/525664/A_Escolha_Certa/
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Victória
– Quem é você? – perguntou Victória.
– Desculpe, onde está minha educação, meu nome é Quíron o centauro.
– Então foi por isso que eu desmaiei. Eu te vi na parte verdadeira. – disse ela se levantando do dossel – Hum... Por falar nisso... Cadê o seu traseiro de cavalo?
– Quando fico em lugares pequenos, uso essa cadeira mágica, que esconde minha verdadeira forma. Qual é o seu nome? – pergunta Quíron.
– Meu nome é Victória.
– Annabeth? – chama Quíron
– Sim? – pergunta ela
– Me entregue o seu boné dos Yankees e nos de licença. – diz Quíron.
– Por quê? – pergunta ela
– Só me entregue – diz ele
– Ok, Victória, pegue esse mapa do acampamento, e outra eu vou descobrir Quíron – diz ela
Annabeth sai pisando duro, fazendo bico e fechando a porta com força.
– Ave Victória Jackson filha de Poseidon, um dos três grandes, deus dos mares e terremotos – diz Quíron fazendo uma reverencia.
– Ok...? Mais eu já sabia disso. – diz ela como uma voz do tipo: ‘’jura’’?
– É um costume. Seu pai avisou que viria. – diz ele – E também que iria me contar algo.
Victória teve que contar a sua história e com detalhes. Pulando alguns. Ela falava em: Latim, grego, português e em inglês. Ela foi criada no Olimpo por seis meses, treinada por: Ártemis, Apolo, Ares e Poseidon, tanto na forma grega quanto romana, o que é difícil lidar com deuses bipolares ou esquizofrênicos. E quando ela voltou para a população ela foi dada como desaparecida por três semanas. Teve que contar os momentos das aparições dos deuses em sua vida.
– Hum – disse Quíron – você terá de contar um pouco disso na fogueira essa noite.
– Pois é né, meu pai disse isso- disse ela com ironia.
– Sim, claro, você tem algo a acrescentar? –perguntou ele.
Ela não queria contar que ganhou presente dos deuses então só omitiu:
– Ganhei um vestido armadura de Atena e uma essência mortal de Apolo.
– Essência mortal? – perguntou ele.
– Sim, Apolo extraiu do Gabe Cheiroso antes dele virar pedra.
– Compreendo, creio que conhece o senhor D. – diz ele.
– Não, sinto muito, ele existe?
Um clarão surge ao seu lado.
– Quem ousa falar que não existo?
– Eu! Quem é você? – pergunta ela.
–Meu nome é Dionísio – disse Dionísio
– Mais você não morreu? Eu não o via no Olimpo.
– Acalme – se senhor. D — diz Quíron- ela é só uma novata, somente isso.
– Não é não, sinto cheiro de mar a quilômetros, não vou me acalmar – disse o senhor D. aumentando de tamanho – Porque você achou que não existia, sua pertinente!
– Já disse idiota – disse ela aumentando a voz –, já basta você ser o deus da loucura, tomado o lugar de Héstia e agora também esta ficando louco?
Dionísio começa a tortura cerebral.
Pov./Victória. ON
Vejo no seu olhar um bando de pessoas sendo estrangulada por videiras, mais não me reprimo. Desviar o olhar significa submissão, e eu não vou ser submissa a ele, não tenho medo e resolvo encarar. Sou mais forte que ele, ele só foi um semideus que deu sorte. Continuo encarando e parece que ele perdeu força. Falando sério nem tenho remorso disso, qualquer coisa que ele fizer irá comprar a ira de meu pai. Por falar nele, deve estar orgulhoso nesse momento e uma vez me disse que ‘’ o mar não pode ser contido’’, então tecnicamente estou honrando isso. Acabo que por impulso me concentrando no mar. As ondas quebrando, o barulho das espumas, isso sempre me deu força. Percebo que Dionísio diminuiu de altura, uma onda de poder me invade e não me controlo. Sem encostar um dedo no deus, ele voa até a parede atingindo com força e ele acaba se desfazendo em névoa de uvas frescas.
– Como você fez aquilo? – pergunta Quíron
– Eu... Não sei... Isso nunca aconteceu só pensei em água – digo assustada por talvez tiver irritado o cara. – Mais não ligo, orgulhei a quem represento! – digo ainda com receio
– Victória, não é bom comprar briga com o deus da loucura – adverte Quíron
– Mais ele não pode fazer nada comigo...
– Só jure que não irá brigar com os outros deuses, ok? – pergunta ele.
– Zeus e Poseidon me disseram que isso iria ocorrer, eles permitiram, pois bem. Juro pelo Rio Estige que isso não se repetirá, a não ser que eles comprem briga comigo, aí o bicho pega. – assim que acabei de falar caiu um raio lá fora, significava que estava valendo.
– Ok, já me sinto melhor. Só tome cuidado. – diz Quíron – Vá conhecer o acampamento, seu irmão não está mesmo.
– Tudo bem, porque o Percy não está?
– Ele tem um horário... E hoje os campistas começam a chegar. A fogueira começa as oito, o jantar as sete. – diz Quíron.
– Ok, to indo.
– Só não forneça informação sua a ninguém!
– Sim! – grito de volta.
Eu saí da Casa Grande com mochila nas costas pra conhecer o lugar, olhei no relógio ‘’ 15h15min’’, o mapa que Annabeth me deu é perfeito, resolvi sair andando e cantando adentrando na floresta.
– Fui passear na floresta enquanto o seu lobo não vem.
Cantando me perdi, conversei com uma dríade que me colocou de volta na trilha.
– Quatro horas! – me surpreendi por estar andando há quase meia hora
Fui andando pela trilha e peguei o mapa, me guiei até a um lago e fiquei admirando, na minha admiração eu vi um garoto emo, ele estava com a blusa laranja e por cima um casaco de aviador e um jeans preto. Uau! Que gatinho, pensei. Ele estava correndo, eu não liguei aí eu percebi que ele estava correndo em minha direção que nem um doido. Tentei sair de seu caminho, mais não deu ele esbarrou em cima de mim.
–Desculpe – disse ele recolhendo meu livro grosso.
Ele era fofo, me lembrava alguém da família, mais não sei quem.
– Não foi nada – digo com a cabeça baixa para que ele não me visse, mais ele me viu então para que ele não me fizesse nenhuma pergunta continuei dizendo: – obrigada, tchau.
Saí andando, acho que fui grosseira, tanto é que ele se ligou e invés de correr ele andava rápido. Assim que não o vi na floresta, avistei uma árvore de mirtilos, aquela frutinha azul, que afinal é muito gostosa como suco, peguei um punhado e sentei — me ao seu pé, peguei meu livro Divergente, eu sei é pior que celular, eu acho que um livro é uma ligação sem cabo ao corpo, eu tenho a benção de Atena por isso meu como se diz: ‘’Vício por literatura’’. Eu estava na página 288, agora é 16h20min a fogueira só seria ás 20h00min, calculei que acabaria o ler hoje. Ficção não é legal? Ri, chorei me irritei a ponto de queimar o livro, o final foi tão WTF que entrei em choque inexpressivo até absorve – lo. Levantei-me de barriga cheia e fui caminhar. Engraçado você fica p da vida no final mais quer saber o que vem asseguir.
Enquanto andava me perdi de novo, eu tava com uma preguiça de pegar o mapa, fui parar num lugar cheio de casinhas... Chalés! E neles saia gente e entrava gente.
Fiquei o mais longe possível e não falei nada, como Quíron me orientou, até que avistei um amigo meu, eu pensei ‘’ what the hell is this ‘’. O nome dele é Lincoln, ele era um semideus, como? Mantive a cabeça baixa para que ele não me visse, mais infelizmente dei azar, ele me viu e saiu gritando de braços abertos:
–Winnie!Winnie!
Putz, ferrou, fiz a melhor cara de surpresa alegre, ele é meu amigo mais sempre desconfiava de mim, se é que me entende. E sempre mudava de humor, e falava ‘’ eu quero ser bipolar, por que sou vida loka’’, ou porque talvez ele fosse e não queria admitir por todas a tretas que passamos.
Ele chegou e me abraçou com muita força, que quase fez minhas órbitas saltassem para fora. (V/A: Duh é óbvio que é pra fora, incrível seria se fosse para dentro) Eu sei, me deixa.
– Oi, você também é um meio-sangue! Uau! Não acredito! – disse ele, eu que não sou burra captei a desconfiança, e resolvi enrolar.
– Pois é né? He-he-he... Hã você é filho de quem?
– Meu pai é Dionísio, e o seu? – pergunta ele.
Fudeu,pensei, odiei o senhor D e ele quer saber de meu pai, pera, resolvi omitir, para falar a verdade.. eu sempre gostei dele, desde o primeiro dia que o vi, mais isso na minha mente então só eu ouvi.
– Meu pai, está ótimo, obrigada por perguntar.
– Eu não disse isso, tudo bem. Vou reformular a pergunta, qual é o nome do seu pai e sua mãe? – perguntou Lincoln.
Ferrou, deu merda, ainda bem que tenho a benção de Atena. Acabei boiando por um tempo, tendo lembranças meio especiais que tive perto dele. O estranho era de que eu não lembrava de como o conheci. Aí tem coisa. Depois desse flashback emocional respondi:
– Meu pai se chama Pedro e minha mãe Sally.
– Qual seu pai ou mãe divino! Que merda! – gritou ele
– Divino o céu hoje né? Merda? Chama-se cocô ou ‘’Aquele animal defecou’’! Entende? Uh! Olha à hora! Tenho de ir. – e adentrei na floresta novamente.
Corri e escutei-o praguejando em grego, corri tanto que fui parar no lago novamente. Tirei meu tênis e coloquei meus pés dentro do lago, peguei meu MP4 e comecei a escutar e cantar no último volume. Ouvi: Hey Mama, Cruise control, American Idiot e assim por diante. Como o volume estava alto não ouvia ninguém vindo da floresta, até que fui empurrada para dentro do lago. Lá eu estava seca, não podia dizer a mesma coisa do meu aparelho que começou a sair fumaça.
– Não! – gritei – Essa é a melhor parte de Windows Down!
Depois de lamentar em silencio pelo meu bichinho, percebi que, o que me empurrou foi um monstro.
POV/Victória Off
Victória virou-se e viu um pesadelo de três metros de altura com uma aparência horripilante com um rosto flácido. Ela já tinha visto aquele espécime era... Um lestrigão. Esse era jovem com um olhar faminto. Victória saiu do lago ativando sua espada, num momento os dois estavam parados esperando o primeiro ataque.
– Minha primeira luta – murmurou o monstro.
Das suas costas ele tirou um bastão de madeira com cerca de quinhentos pregos, cobertos por uma coloração verde e viscosa. ‘’Veneno’’ – pensou ela. Se aquilo a tocasse certamente morreria. O monstro avançou pra cima dela balançando o bastão em sua direção enquanto a garota se esquivava.
O monstro percebeu que essa manobra não iria dar certo e empunhou a sua espada. A espada da besta era de dois gumes, uma parte de ferro e a outra de bronze celestial. Esse monstro tentou acerta-lá no seu rosto, mais ela se desviou e acertou-lhe somente a sua bochecha, o segundo ataque pegou em suas coxas, ela urrou de dor e o lago a correspondeu.
Ela teve a brilhante ideia de colocar o seu pé oposto a espada dentro do lago.
O monstro a golpeou de novo em sua clavícula que começou a sangrar, num movimento súbito ela colocou seu pé oposto na beirada ergueu sua espada contra o seu tórax e enfiou seu pé no lago.
Uma explosão enorme de água que surgiu levou-a a encontro do bicho, assim que ela chegou ao bicho fincou sua espada nas costelas do monstro que explodiu igual a uma piñhata, só que invés de doce foi um pó dourado.
Assim que a ameaça passou, ela entrou em exaustão, foi muita dor e mesmo a água ter curado seus ferimentos, ela se cansou. Ela acordou depois de um tempo o que pareceu meio segundo, mas, havia se passado trinta minutos.
Victória acordou com uma garota morena estapeando seu rosto com FORÇA e cantando:
– Sua idiota!
– Dá para parar de estapear meu rosto! – gritou Victória.
– Ok! Sua patética! Foi você que matou aquele monstro e fez aquela explosão de água? – perguntou a garota.
– Foi por quê?... – perguntou Victória.
– Meu nome é Clarisse La Rue, eu estava atrás daquele bicho e você o matou! – disse Clarisse
– Idaí...? – disse Victória.
– Argh, quem é seu patrono, Ninfa?- perguntou Clarisse irritada.
Peraí – pensou Victória.
Victória é filha de Poseidon e a garota achava que ela era uma ninfa? “A roupa que estou usando, ta explicado”- pensou. ‘’ Caramba, odeio parecer uma patricinha’’ (N/A: como não sei usar o baguinho das roupas, vou descrever. Blusa roxa, shorts jeans até o joelho, tênis rebook, cabelo solto e delineador preto e em seu pescoço dois colares com essa forma Ψ Ω. O tridente em prata e ômega em bronze, ambos os amuletos de feitiços. Sim, meus queridos, dados por Poseidon, Carter e Sadie. Seus amigos de New Jersey longa história prometo explicar depois.... Explico agora, Victória morava em Jersey, onde foi atropelada e obvio que acabou conhecendo Sadie e Carter que pressentiram uma forte aura de poder, era meio obvio que a garota sabia que os deuses egípcios estavam a ativa, mas, ela jurou não abrir a boca sobre a Casa da Vida e seus mandatos um tanto hediondos para se dizer caso ela contasse. Caso alguém lhe perguntasse sobre os amuletos só diria que fosse presentes altamente sentimentais.)
– Hã? – perguntou ela fazendo a melhor cara de retardada mental.
– Você me fez perder a caçada, quem sabe um choque te lembre. – disse Clarisse tirando de suas costas uma lança dourada com a inscrição: ‘’ Lança nº 2 ‘’.
– Há, há, há! Lança nº 2? Sério?- gargalhou Victória em deboche.
Clarisse encostou a ponta de sua lança nas costelas da garota, invés da garota se jogar no chão pela dormência ela riu
– O que? Isso deve estar quebrado! – disse Clarisse com raiva.
– Ah... Isso era para me machucar? Por favor, continue, está sendo estonteante! – ironizou Victória
– Argh! Volte para o rio sua... Argh!- gritou Clarisse indo embora – Isso não vai ficar assim!
Victória parou de entender tudo quando olhou para seus pés, havia um bastão cheio de pregos e sobre eles um líquido verde viscoso.
– Ela estava atrás disso.
A garota se virou para o rio e viu um corpo sendo formado por líquido. A verdadeira ninfa
– Desculpe – disse Victória – Sabe, por ter me passado por você. Hum... Isso deve pertencer a você.
– Calada, filha de Poseidon, é eu sei ta querida. Essa explosão me doeu o corpo! – gritou a Ninfa – Eu não quero esse bastão.
– Eu não preciso disso. Eu usei seu rio sem sua permissão, é seu. – disse Victória serena e como sempre teimosa.
O rosto de uma ninfa é difícil de focalizar, mas, Victória teve a leve impressão que o rosto do espírito ficou mais calmo.
– Desculpe minha explosão de nervos, estou guardando energia, a luta foi sua e não minha essa arma é sua por direito – disse a Ninfa suavemente.
– Obrigada, sinto muito por ter usado o rio, deve ter te machucado. – disse a garota – Qual é seu nome?
– Isso não importa agora. Você está desculpada por usar meu rio. Victória só tome cuidado com sua jornada. – disse a ninfa sem nome se tornado parte do rio de novo.
– Cuidado com o que?! – perguntou. Mais não obteve resposta.
Victória ficou lá sentada, sozinha, com cara de pamonha enquanto via os peixinhos de água doce. Ela abriu o zíper de sua mochila de Midas e colocou o bastão lá dentro, quem sabe ela usaria depois. Ela se levantou e pegou o mapa em seu bolso, para a última parada o famoso em negrito: Campos de morango. Quando ela começou a sair do rasto da luta já era o pôr – do – sol, ela se virou para admirar quando...
POV/Victória ON
Um choque me atingiu em cheio nas costas. Quem foi o retardado que caiu em cima de mim?!
– Hunpf!Hoje meu dia nem está perto de bom.
– Desculpe – me – disse o garoto levantando e me ajudando a levantar – foi sem querer e...
Sem querer o rapaz! Mas, tenho de admitir, ele é muito GATO! Minha Afrodite que milagre é esse! Vou desmaiar. Não! É muito exagero. Mais bem que podia e... Ele está olhando para mim. Isso ta me deixando sem graça.
– E o que?- pergunto para quebrar o gelo e desvio o olhar porque realmente pintou um clima.
– Desculpe novamente, eu viajei na... Maionese. Mais está tudo bem? Você se machucou? – perguntou ele.
– Não, estou bem, obrigada, tenho de ir. – disse andando para a direção dos campos. Esse garoto é magricela, cabelos castanhos enrolados na altura da orelha, olhos brincalhões e suas orelhas me lembravam os elfos do papai Noel. Em sua cintura havia um cinto com vários bolsos. Eu sei que não o olhei, mas, tenho uma memória fotográfica muito boa, enquanto eu brisava ele me gritou:
– Prazer, meu nome é Leo — gritou Leo.
Eu somente virei, sorri e dei um aceno. Foi à melhor caída no chão até agora. Leo. Hum, quem será o pai ou a mãe... Pausa para brisar... Deixa pra lá.
Dirigi-me ao centro do campo, fui bem recebida pelos sátiros e os ajudei até o horário do jantar.
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