Young And Hopeless
1 Dont know why...
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Acordei com dores no corpo. Não era pra menos, eu lembrava muito bem o que havia acontecido na noite anterior. Com certeza estava com várias marcas pelo corpo. Pelo menos não teria que aguentar a escola. Santo sábado...
Levantei devagar e encarei o celular: 10:33hr. Ótimo, já não tinha ninguém em casa, pelo menos teria paz... Paz! "HÁ HÁ" Ri sem humor algum. Desde quando eu tinha paz!? Fui andando lentamente até o banheiro... Me olhei no espelho, encarando minhas olheiras que já estavam bem fundas; o cabelo estava quebradiço e sem vida, e havia um corte perto do meu lábio superior. "Culpa dele" pensei. "Ou melhor, culpa minha. Fui eu quem sempre deixo isso acontecer" continuei refletindo enquanto ainda encarava meu reflexo no espelho. Justin era incrível, de verdade. Mas depois de um tempo, ele passou a se drogar de mais, e bebe sem controle; ele joga sua vida no lixo... E depois desconta em mim. A imbecil. Ele vira um monstro, perde a cabeça, e me bate até cansar; ele me trata como uma vadia, e daí eu venho pra casa chorando. E ainda tenho coragem de sonhar com ele... Mas, eu ainda sei, que ele é uma boa pessoa por dentro. Justin pode ser um imbecil, mas eu ainda o amo. Se alguém soubesse que eu continuo vendo ele... Se meus pais soubessem que ele vem aqui de noite, sobe pela árvore e entra na janela do meu quarto... E mesmo eu não querendo, ele me obriga a transar com ele... "Mesmo eu não querendo... haha Quando eu não quero!? Eu sou uma vadia mesmo..." resolvi interromper meus pensamentos e tomar um banho. Pra pensar em outra coisa. Tive que pegar uma calça jeans, e blusa de manga. De jeito nenhum eu podia sair com aqueles hematomas a vista... Quando terminei de colocar a roupa, minha mente vagou distante. Até ele pra ser exata. Eu queria vê-lo. Mesmo depois de tudo que ele me fez, e continua fazendo; esse garoto é viciante.
Andei devagar por muito tempo, até chegar a casa dele. Entrei pela porta dos fundos, e subi as escadas. Sabia que Justin estaria sozinho. Pattie estava trabalhando. Cheguei a porta do quarto dele, e girei a maçaneta. Trancada. Bati duas vezes, e ouvi ele perguntar "Quem é!?"; não respondi, e ouvi ele resmungar alguma coisa, e abrir a porta. Lá estava ele. Perfeito como sempre. Não estava sóbrio, era visível, mas ainda assim, quando ele não estava com raiva conseguia fazer minhas pernas bambearem com apenas um olhar. Sua expressão de desprezo era visível, assim como a cara de quem acordou agora e estava de ressaca. Mas eu considerava isso como um jeito de deixá-lo ainda mais lindo.
- Qual o seu problema, garota!? O que você está fazendo aqui!? — Falou alto e irritado.
- E-eu, vim te ver; entrei pelos fundos...
- Minha mãe estava aqui!? Ela te viu? — Ele perguntou, me puxando pra dentro do quarto.
- Não eu chequei a garagem antes, ela já foi pro trabalho.
- Sua imbecil. — Ele disse e eu bufei.
- Eu...
- Não acha que está cedo pra vir me pertubar!? Eu fui até sua casa ontem!
- Eu sei, mas é que... — Eu embolava as palavras sem achar uma explicação para estar ali. Eu só queria ele. Isso não bastava!?
- Droga. Tudo bem, vamos pular a parte que você tenta se explicar; vai direto ao ponto.
Puxei Justin pelos ombros, e colei nossos lábios; ele agarrou minha cintura e juntou nossos corpos, me empurrando contra a parede. Nós nos beijávamos rapidamente, e as mãos dele seguravam firme meu cabelo, puxando forte; quase de propósito...
- Vadia idiota... Por que não vai embora enquanto tem tempo? — Ele disse, se afastando um pouco; em seguida mordeu meu pescoço com força, e eu gemi. De dor. Ele puxou minha blusa pra cima e eu ajudei a tirar.
- Hmm... manga pra esconder as marcas? Inteligente da sua parte. — Ele com certeza fez com que soasse como um insulto. Queria simplesmente sair dali, e empurrá-lo para longe... Mas eu não podia. Aquilo era mais forte do que eu. Ele estava quase me esmagando contra a parede.
- À propósito... belas marcas, não? — Ele disse sarcástico, estalando um tapa em mim. Justin abriu meu zíper, e escorregou a calça pela minha perna, enquando brincava com meus seios, e tirava o meu sutiã. Segurei sua nuca mais firme, e aprofundei o beijo. Tirei minha calcinha bem rápido, e Justin deu um tapa forte no meu quadril. Ele tirou sua calça, e o volume que eu já conhecia estava ali, bem visível. Em segundos ele já estava sem cueca. Segurei seu membro, e senti minha mão tremer; ele levantou minha perna na altura da sua cintura, e me penetrou lentamente. Meu corpo todo estremeceu. Apesar de tudo, Justin era meio violento enquanto me penetrava, e eu sabia que ele fazia de propósito; então tentava ao máximo não me concentrar na dor. Senti que Justin estava perto de gozar, quando ele segurou minha cintura e jogou o pescoço para trás, gemendo alto e rouco. Meu Deus, aquilo me fazia surtar. Justin segurou minha cintura mais forte, e eu agarrei seus ombros; ele foi mais fundo e gemeu de dor. Senti Justin amolecer e endurecer de novo, quase que instantaneamente dentro de mim. Então ele começou a entocar cada vez mais rápido. Senti meu orgasmo chegar, e cravei as unhas em seus ombros, sabendo que ele iria reclamar depois. Justin estava indo muito fundo, fazendo com que as nossas respirações não saíssem por falta de ar; senti meu líquido escorrer pelas minhas pernas, e achei que ele fosse parar, mas ele me chocava cada vez mais forte contra a parede; aquilo estava me machucando, mas decidi que podia aguentar até ele chegar ao ápice. Mais algumas entocadas fundas e Justin gemeu abafado e alto de novo, apertando minha cintura; então gozou de novo.
Ele se afastou de mim, colocando a calça que estava usando antes. Então eu comecei a colocar minhas roupas. Apesar de estar com muito calor, tive que vestir aquela blusa de manga mais uma vez.
Justin se sentou na cama, e pegou um cigarro com um cheiro forte horrível. Eu já sabia que era maconha.
- Por que ainda faz isso? Você está jogando sua vida no lixo...
- Não é da sua conta, certo? Além do mais, o que está fazendo aqui ainda!? — Eu odiava quando ele agia daquele jeito.
O quarto já estava bastante esfumaçado; fui até a janela e a abri, fazendo com que escapasse em pouco daquele cheiro forte. Olhei para ele por mais um tempo, então saí do quarto.
- E nem pense em contar pra alguém! — ouvi ele gritar.
Desci as escadas e fui andando devagar até em casa. O resto do dia foi tedioso.
Notas finais
Tenho que terminar a minha outra Fic, e também esperar a semana de testes na escola acabar; daí eu vou postar aqui DIRETOO.
Quero saber o que vocês estão achando, ou então pelo menos mandem um "Oi!", tá?
Até o próximo capítulo; xoxo
Fale com o autor