Notas iniciais
GWEN SUA LINDA! Morri com sua recomendação, muito linda! E imagino a vontade que tem de me matar KKKK mas mata não, eu prometo que um dia eu viro boazinha, tá? AHSUHAS Obrigada pelos reviews gente, vocês são maravilhosos demais! E desculpa pela demora s2

Expelliarmus!

Protego! – defendeu-se Lúcio rindo. – O que foi meu filho? Isso é tudo que tem para mim? Não quer proteger mesmo sua amada? – então o Malfoy mais velho virou-se novamente na direção e Hermione. – E tudo para salvar uma elfa. Vocês dois me enojam, principalmente você Draco. Você foi e ainda é a maior decepção de sua vida.

– Eu não me importo com sua opinião, pai – disse Draco desgostoso.

– Mas o que eu podia esperar de melhor? Sua mãe sempre foi muito mole com você.

– Cale a boca! – gritou Draco, fazendo seu pai o olhar ligeiramente surpreso. – Lave sua maldita boca para falar de minha mãe. Ela é de longe mil vezes melhor do que você, se não fosse por ela eu seria o mesmo crápula que você é hoje. Estaria nesta mesma situação deplorável. Se olhe no espelho Lúcio!

Esse breve discurso fez com que Lúcio tirasse seus olhos momentaneamente de Hermione, então a mesma aproveitou para aparatar com a Toffe para as proximidades de Hogwarts. Com medo de deixar Draco sozinho, Hermione correu até o estabelecimento mais próximo e bateu com pressa na porta.

– Quem a essa hora...?! – começou um garoto rechonchudo que a garota supôs ser o filho de Rosmerta.

– Me desculpa! Preciso de ajuda, preciso que cuide de Toffe. Eu prometo voltar logo, ela está machucada e Draco está em perigo! – atropelou as palavras e então desaparatou, deixando Tony com uma careta de curiosidade e estupefação.

Hermione na volta aparatou nos portões da mansão Malfoy e para sua alegria o mesmo continuava aberto. Correndo em direção ao Hall de entrada a morena tropeçou algumas vezes, tamanha a afobação a chegar rapidamente ao seu amado. Chegando a porta, ela parou tentando escutar algo. Sem escutar ela abriu a porta.

– Você realmente achou que poderia me derrotar? – perguntou Lúcio com um tom sombrio na voz.

Ele se encontrava sentado sobre as costas do mais jovem. Cada um de seus joelhos se encontravam num dos lados de Draco e sua mão segurava com firmeza os cabelos do garoto, fazendo seu pescoço ficar espichado para cima. Draco tinha um grande corte em seu rosto, sagrando. Com a mão livre, Lúcio apontava sua varinha em direção a cabeça do filho.

– Malfoy! – gritou Hermione em desespero, fazendo com que ambos homem da sala dirigissem seu olhar para ela.

– Saia daqui! – gritou fracamente Draco.

– Olá Granger, achei que não fosse mais voltar. – sorriu Lúcio.

– Pois cá estou. Largue já ele Malfoy! – disse a garota de forma autoritária.

– Isso é forma de falar com seu sogro?

– Saia já daqui Hermione. – disse Draco tentando rolar com seu pai em cima de si, mas o homem impediu, batendo sua cabeça no chão, fazendo com que o nariz de Draco quebra-se com um barulho de arrepiar.

Hermione deu um passo para trás arrepiada, seu rosto manchando-se de vermelho pela raiva que tomara seu corpo.

– Largue ele Malfoy. Agora – disse lentamente, aproximando-se lentamente.

– Mais um passo e ele é um homem morto. – Hermione retesou no lugar.

– O que você quer da gente? – perguntou ela lentamente.

– Hermione... – suplicou Draco, com o sangue escorrendo lhe da face.

– O sofrimento eterno, a morte de um, o esquecimento do outro. Indiferente. – o homem sorriu com maldade ignorando o filho. – O importante é que vocês nunca ficarão juntos. Não enquanto eu viver.

– Por quê? – perguntou Hermione, lentamente deslizando a mão para dentro da capa, uma vez que ela estupidamente esquecera-se de sacar a varinha antes de entrar, tamanho o seu desespero para encontra-lo.

– Por quê? – Malfoy riu alto. – Porque enquanto eu estiver vivo esse pirralho nunca mais manchará a honra da família Malfoy?

– Honra? – gritou Draco tentando distrair o pai, após ver a pequena mão da amada indo lentamente até sua capa. – Que honra? A honra de sermos puros-sangues, matando e destruindo famílias para alegrar aquele desgraçado cara de cobra? Se você não lembra: surpresa! Mas Voldemort morreu!

– A questão nunca foi Voldemort! – Lúcio distraiu-se momentaneamente, o suficiente para Hermione finalmente conseguir sacar a varinha num gesto rápido e apontar na direção dele, gritando um expelliarmus.

Lúcio soltou um grito frustrado. Aproveitando-se da situação, Draco conseguiu finalmente girar o corpo e botar o pai abaixo de si, rolando seus corpos. Com toda força que conseguiu reunir, Draco desceu o punho sobre o maxilar do pai, fazendo o rosto dele fazer um sonoro “Crack” de osso quebrado. O garoto cuspiu na direção do pai, levantando-se com a mão também ferida agora.

– Vamos logo dar o fora daqui, Hermione.

Draco e Hermione correram um na direção do outro, aparatando rapidamente antes que Lúcio pudesse reagir ao choque de ter sido desarmado pela garota. Tudo que Draco gostaria naquele momento era ir até o pai e mata-lo, mas ele nunca faria isso na frente dela. Draco voltaria para mata-lo, mas voltaria sozinho. Aquilo era uma pendencia sua, cuja qual Hermione não deveria participar.

– Ai. – gemeu Draco assim que aparataram sobre a porta do filho de Rosmerta.

– Draco, ai Draco. – sussurrou Hermione olhando para o rosto machucado do loiro.

– Vou ficar bem. Aonde está a Toffe? – perguntou ele.

– Aqui. – disse ela já batendo a porta.

– Olha só... – tentou começar Tony, mas então viu como se encontrava Draco e se calou. – Hum, a elfa está bem, se quer bem saber. Apenas a induzi a um sono.

– Obrigada. – sussurrou Hermione. – Eu sou Hermione e gostaria de me desculpar pelo susto e incomodo, mas bem... ele estava em perigo, esse é Draco Malfoy.

– Eu conheço vocês. – garoto rechonchudo revirou seus pequenos olhos. – Vamos lá, você é a famosa garota do trio de ouro e você, o infeliz ex comensal traidor que conquistou a famosa Granger.

– Eu, hum... – Hermione parecia tímida.

– Bem, espero que estejam bem. Agora se me fazem o favor, gostaria de voltar a dormir.

– Claro rapaz, obrigado. – disse Draco parecendo surpreso, tanto quanto Hermione.

– É, obrigada mais uma vez. – sorriu fraco Hermione.

– Claro. Aqui está. – o pequeno trouxe Toffe em seu colo, enrolada em um pano e com as feridas sob uma pasta verde. – Passei essa pomada, é para bruxos, mas pelo jeito serviu, ela está dormindo feito uma pedra desde que saiu.

– Estou te devendo muito rapaz! – disse Draco emocionado em ver a pequena elfa bem, parecendo uma criança em seus braços agora.

– Eu sou Tony, não rapaz. – o garotinho revirou os olhos.

– Tudo bem. Tony. – sorriu Hermione cansada.

– Agora vão antes que a mãe acorde e surte comigo por estar acordado.

– Ok, até mais Tony.

– Até Hermione e Draco. E obrigado por terem ajudado a nos livrar daquele- que-não-se-deve-nomear.

– Não há de que.

E assim Draco e Hermione seguiram lentamente em direção ao castelo.

Draco’s pov

– Eu não vou na enfermaria! – eu disse pelo que me pareceu a oitava vez desde o ultimo minuto em que havíamos fechado a porta de nosso dormitório

– Draco, você está machucado! – ela cruzou os braços emburrada, me fazendo sorrir.

– Eu tenho certeza que seu feitiço de cura me será mais do que suficiente, agora se fizer o favor de concertar meu nariz eu agradeço. Ele está doendo e me matando enquanto você está discutindo comigo.

Hermione fechou a cara para mim, mas pegou sua varinha e a apontou para meu rosto, curando todas feridas que ali estavam. Sorri satisfeito a notar que a anterior dor não passava de uma leve dormência agora.

– Obrigado. – sorri para a garota que ainda me olhava furiosamente.

– De nada. Agora vá para o banho limpar seu rosto. Você está horrível assim.

– Eu preciso cuidar da Toffe. – ergui meus ombros, pronto para me sentar no chão ao lado do sofá para cuidar da pequena elfa.

– Nem pensar, eu cuido e você vai, ok?

– Ok... mandona. – sussurrei a ultima palavra.

– ei! Eu ouvi isso.

– Era pra escutar mesmo.

Virei as costas e fui para meu quarto, ao longe pude ouvi-la rir baixo.

Tomei meu banho e troquei de roupa, colando minha calça de moletom preta e uma blusa branca qualquer. Ao chegar a sala notei Hermione olhando pensativamente para a lareira e Toffe dormindo tranquilamente no sofá.

– Oi. – eu disse, sentando-me ao lado dela. – No que está pensando?

– Em quão demorado você é no banho. – ela revirou os olhos para mim e se levantou.

– Nem demorei tanto. – disse olhando-a de baixo para cima.

– Demorou, você parece uma mocinha.

– Aff Hermione, cala a boca. – revirei os olhos e ri baixo.

– Cala a boca você Malfoy. – ela sorriu para mim e então foi se afastou em direção a seu quarto. – Minha vez.

– Ok, bom banho. – disse de forma idiota.

Eu não podia acreditar que mais uma vez eu deixaria Lúcio escapar. Eu tinha uma boa desculpa: não deixar Hermione me ver mata-lo. Não queria fazer com que ela carregasse esse fardo, mas eu também não achava que poderia suportar mais muito tempo conviver com o peso de saber que Lúcio sempre estaria por aí. Suspirei alto e impacientemente esperei Hermione sair do banho.

– Olá. – disse Hermione, agora em seu pijama comprido de dormir: uma calça rosa e uma regata branca.

– Olá, linda. – olhei seriamente para ela, tentando memorizar cada detalhe de seu corpo e rosto.

Ela corou suavemente ao elogio, o que me fez sorrir. Estendi a mão em sua direção e ela veio até mim, sentando-se ao meu lado. Ficamos assim, em silencio, encarando a lareira pelo que pareceram longas horas, nossas mãos dadas e mentes pensativas.

– Hermione. – chamei baixo.

– Sim? – sua voz saiu rouca pela falta de uso, então ela tossiu para limpar a garganta. Virei meu rosto em sua direção, deitando o rosto no sofá e ela fez o mesmo. Ficamos mais um bom tempo na mesma posição, somente nos olhando. Seus olhos castanhos brilhavam e refletiam meu olhar.

– Hermione, eu sei que muito provavelmente não quer ouvir isso, mas eu te amo. – ela fechou os olhos a menção de minhas ultimas três palavras. – Eu te amo ainda mais hoje do que antes, por ter tido a coragem de ir até lá comigo e salvar minha elfo. Obrigado, mas por favor, nunca mais faça isso. Eu achei que fosse morrer ao notar o olhar maníaco de meu pai em cima de você.

Agora foi minha vez de fechar os olhos. Balancei a cabeça angustiado.

– Draco. – chamou ela baixinho, soltando minha mão da dela para então levar sua mão até meu rosto. Abri meus olhos. – Não há de que. – ela sorriu suavemente. – E não, eu não vou fazer o que me pediu, porque eu nunca te deixaria ir para lá sozinho ou para qualquer lugar perigoso. Eu me sinto de certa forma responsável por você...

– Responsável por mim?! Tá por um acaso me chamando de filho? – disse exaltado, fazendo-a rir.

– Filho? – ela continuava a rir.

– Pelo jeito que falou. – revirei os olhos e então, ainda rindo, ela se aproximou ainda mais de mim, beijando suavemente o canto de meu lábio, fazendo meu coração parar momentaneamente. -–Hermione! – sussurrei como numa prece. Então, aproveitando a proximidade e sua recente permissão pelo contato, segurei em sua nuca e a puxei para mais perto de mim, grudando meus lábios nos dela.

Selei seus lábios ardentemente e a olhei nos olhos, pedindo permissão. Ela assentiu com um suave balançar de cabeça e então, mais uma vez, meus lábios estavam nos dela, agora implorando por mais, pedindo espaço com minha língua entre seus lábios. Beijamo-nos profundamente pelo que não me pareceu tempo suficiente, mas nossos pulmões imploravam por ar.

– Draco. – sussurrou ela suavemente ao final do beijo, me fazendo suspirar e então beijar sua testa, a olhando com atenção.

Seus olhos estavam fechados, ela mordia seu lábio inferior e suas mãos ainda estavam apoiadas firmemente em meu peito. Algum tempo depois ela volta a me encarar, seus olhos estão ardentes nos meus, mais brilhantes que o normal. Eu podia ver as lagrimas começando a surgir. Meu peito aperto.

– Hermione, ei! O que houve? – perguntei preocupado, puxando suas mãos para meu rosto e beijando seus dedos de forma suave.

– Eu tive mais uma lembrança. – ela sorriu e balançou a cabeça, parecendo tentar desanuviar a mente e me fazer acreditar que estava tudo bem. – É só que ela me... hum, foi um pouco... forte.

– Hermione... – disse segurando-a pela cintura e a puxando para meu colo.

A principio eu podia jurar que ela ia brigar comigo, até mesmo me bater, então aparentemente ela mudou de ideia e se aconchegou melhor, deitando a cabeça em meu ombro. Sua mão suavemente fazia carinhos por meu braço. Esperei um bom tempo antes que ela se tomasse coragem de dizer algo.

– Foi aquele dia em que Greyback nos encontrou e nos trouxe para... sua tia, Bella, bem... você sabe.

– Sei. – trinquei os dentes.

– Você fez o que pedi. – ela soou surpresa e então se afastou para me olhar. — Você salvou Rony e Harry.

– Hum, foi... foi o que me pediu.

Mais uma vez o silencio se instalou na sala, me fazendo relembrar aquele momento de angustia extrema na mansão, quando tive que ver Bella torturar minha garota enquanto Hermione me obrigava a cuidar de seus amigos. Franzi a testa.

– Obrigada. – ela disse.

– Pelo que? Salvar eles?

– Também. – e aqui ela segurou meu rosto entre suas mãos. – Mas obrigada por ter mudado tanto, por estar provando a cada momento não ser aquilo que eu achei que fosse. Me desculpe também por não poder lembrar de tudo que tivemos, mas eu posso dizer que eu te amava com todas as forças.

– Não tem que agradecer Hermione, não tem que agradecer de forma alguma. Se tem alguém aqui que precisa agradecer sou eu, por ter me mostrado o caminho certo a seguir. – deitei meu rosto sobre sua mãos espalmada e logo após beijei sua palma. – E eu sei que me amava Hermione, você me fazia me sentir amado, coisa que eu só sentia com minha mãe e Toffe, e bem... isso era bom, mas não o suficiente. Você me completou. – sorri para ela, passando a mãos suas costas. Ela encostou sua testa na minha e fechou seus belos olhos castanhos.

– Eu sinto muito por não poder ser tudo que queria...

– Você é tudo e muito mais. Com ou sem suas memórias você continua a mesma.

Hermione’s pov

Sem ter uma resposta suficientemente boa para dar, encostei mais uma vez meus lábios nos dele, beijando-o com toda angustia e paixão que existia no meu peito. Eu queria dizer que eu o amava também, mas eu não podia. Não ainda, não enquanto nem eu tivesse certeza de meus sentimentos. Mas eu estava certa de uma coisa: eu estava mais uma vez me apaixonando perdidamente.

Seus lábios nos meus tinham uma suavidade que eu nunca vira antes, seus lábios eram macios nos meus. Ele sabia exatamente como tocar em meu rosto, nuca, cintura... ele sabia exatamente como me fazer ceder facilmente a seus braços. Antes que eu percebesse exatamente o que estava acontecendo, ambos estávamos no chão, Draco por cima de meu corpo, beijando meu pescoço e espalhando mordidas por ali, fazendo todo meu corpo incendiar.

Notas finais
Gente: perdão pelos erros ou frases sem sentido que tiver aí pelo meio, mas como bem sabem eu não tenho tempo nem de escrever, imagina de ficar revisando e tentando ver o que eu escrevi kk perdão mesmo, viu? Oneshot nova (pra ser bem sincera nem lembro bem o que escrevi, mas enfim, pra quem se interessar... HUASHA) http://fanfiction.com.br/historia/541014/A_Lonely_September_-OneShotSongFicDramione/