Notas iniciais
Oi gente eu tenho coisas a dizer sobre esse cap.
1° desculpe pelo que vai acontecer no cap. pois tive que colocar esse ocorrido para poder gerar o conflito no decorrer da fic.
2° Esse cap. sera sobre EMYLLI & DIMYTRI só para vcs não se confundirem.
Bom me desculpe ok?! Beijos é boa leitura *u*

(... Enquanto isso no apartamento de Dimytri...)

Pov. // Emylli

Meu loirinho me parece está tão feliz que me deixa feliz também, não gostava muito da Jullie mais se é ela o motivo daquele belo sorriso nos lábios de Brayan, eu passo á gostar dela...

Como não tinha nada para fazer decidi ir ao apartamento de Dimytri por mais que de uns dias para cá ele vem me tratando muito mal, ás vezes chega a ser grosso ele está me tratando como se me odiasse não sei explicar, mas gosto de está com ele na verdade desde pequena sou apaixonada por ele, mas acho que ele nunca percebeu... Cheguei ao apartamento, toquei a companhia á empregada (Lucy) ela é uma senhora de idade já muito boazinha por sinal, Ela me atendeu;

_Oi, o Dimytri está? – perguntei é vi que ela estava arrumada para sair;

_Está sim, minha filha, ele está no quarto dele. – pausou. _Mas ele não saiu do quarto desde manhã acho que ele bebeu um pouco. – pausou novamente. _tentei tirar ele do quarto, mas ele não quer sair. — disse ela sorrindo, como eu pensava ele anda muito estranho eu não sei o porquê.

_Ah obrigada. – eu disse retribuindo o sorriso;

_Hoje é minha noite de folga então, vou indo. – disse á mesma;

_A claro, boa folga então. – disse sorrindo e lhe dando um beijo no rosto;

_Obrigada. – ela saiu fechando a porta, fui até o quarto de Dimytri eu quero o ver mais não quero que ele me trate mal, bati na porta;

_Lucy já disse que... – disse ele abrindo a porta estava apenas com uma calça sem camisa com seu belo físico á amostra não pude evitar que meus olhos não trilhasse um caminho pelo seu abdômen, ele tentou falar mais foi interrompido quando viu que era eu... Senti um pouco de cheiro de bebida quando ele falou; _Oque faz aqui? – perguntou o mesmo com um tom de voz seco e frio;

_Eu... Eu vim te ver. – sorri timidamente, ele permaneceu serio foi até a cama sentou-se é deu um gole em uma garrafa de Uísque que estava ao lado da cama, eu realmente não me entendo eu não deveria insistir em falar com ele já que está a me tratar tão mal, mas e mais forte que eu não poço evitar querer está ao seu lado;

_Já viu pode ir. – ele disse, eu quero entender por que está me tratando assim não fiz nada.

_Dimytri, pare de me tratar assim. – disse sentando-me ao seu lado na cama, ele permaneceu em silencio. _Dimytri fala comigo? Eu te fiz algo? – perguntei carinhosamente, mas uma vez ele não me respondeu, eu estava desistindo de perguntar levantei-me da cama iria embora se ele não que falar eu não vou obriga-lo, mas senti sua mão envolver meu pulso, ele levantou-se ficando de frente para mim ainda com meu pulso em sua mão;

_Quero ficar com alguém hoje. – disse ele o cheiro de Uísque estava bem forte em seu aleto, Ele sorriu maliciosamente ele nunca sorriu assim para mim, fiquei um pouco sem reação ele estava muito perto de mim eu o queria, Queria muito mais não bêbado.

_Procura uma prostituta. – pausei olhando para o chão. _tem muitas pelas esquinas. – eu não quero que ele me use é jogue fora como o vejo fazendo com muitas, puxei meu pulso de suas mãos é fui endereção á porta do quarto o senti envolver minha cintura com bastante força por trás.

_Ah para de gracinha Emyllinda, eu sei que você também que. – disse ele com uma voz muito rouca em meu ouvido, me fez arrepiar mais ele estava enganado não! Eu não quero.

_Dimytri, eu não quero. – pausei. _ Me solta, por favor. – pedi com educação, eu não entendo por que ele não me escuta, senti suas mãos me virarem para que eu ficasse de frente para ele, tentei me soltar de seus braços mais era impossível sou uma vampira mais não tão forte á muito tempo não tomo sangue humano na verdade já faz anos, agora ele toda vez que fica com uma garota toma o sangue dela, em um movimento rápido ele empresou meu corpo contra a parede sempre sonhei em como seria ter minha primeira vez com ele, mas não assim... Senti as mãos do mesmo passear pelo meu corpo meus olhos já estava marejado mais eu não irei chorar, senti seus lábios tocarem meu pescoço, coloquei minha mão sobre seu peito é tentei o empurrar de certa forma ele estava me machucando me pressionava muito forte contra parede, ele acariciava meu seio por cima da blusa até que a arrancou sem o menor cuidado...

_Dimytri... Para. _pausei, tentando me soltar. _Você está bêbado para... Está me machucando. – tentei, tentei mais não consegui conter as lágrimas, ele não se importou com meu desespero com meu medo, prendeu meus braços encima de minha cabeça é começou a abrir o zíper da minha calça...

Por que ele está fazendo isso, será que não percebe que não quero. Ainda estava com minha calça ele colocou uma das mãos por dentro dela sobre meu bumbum, nunca pensei que fosse pensar isso mais estou com nojo de Dimytri, seus lábios desceram para meus seios senti o cheiro de bebida que ficava em minha pele por onde seus lábios passavam... Dimytri meio que diminuiu a força que usava em meus braços, por um segundo de distração dele o empurrei, vi o mesmo cair, não pensei duas vezes abri a porta do quarto só queria sai dali já chorava de soluçar quando cheguei perto da porta da saída, senti dos braços envolver minha cintura com fúria.

_Dimytri, por favor, não. – eu disse entre lágrimas e soluços.

_Shiu, cala a boca sei você vai gostar. — ele me olhava com de um jeito que dava medo, me jogou no sofá é ficou por cima de mim beijava-me de um jeito horrível que chegava até doer, o senti tirar minha calça mais nem lembro como me deixou apenas de calcinha é sutiã tentei cobrir meu corpo com minhas mãos mais era inútil ele tirava, senti uma fisgada em meu pescoço Dimytri havia me mordido me deixando mais fraca ainda, ele pegou-me em seu colo me levou novamente para o quarto me jogou com força na cama bati minha cabeça no colchão dei um gemido com o empaqueto, voltei meu olhar para ele, o vi tirar a calça ficou apenas de Boxer e veio em minha direção já não aguentava mais chorar, já não aguentava mais pedir para ele parar estava fraca é com medo, senti o peso de seu corpo encima do meu...

_Dimytri para! – Gritei é senti-o olhar para mim, parando de me beijar.

_Emylli você e uma vadia, eu já perdi as contas, de com quantos caras eu já vi com você, por que essa frescura agora!. – pausou ele gritou, me olhando com fúria. _Será apenas uma transa á mais para você, é para mim. – deu um sorriso mais malicioso que os outros, senti mais vontade de chorar com essas palavras eu nunca fui até o fim com ninguém, não sou vadia...

_Não, Não vai ser mais uma Transa... – meu rosto já estava encharcado de lágrimas. _Se você continuar... Será a primeira. – disse olhando para o outro lado, ele se afastou surpreso, logo voltou a se aproximar do meu corpo.

_Eu sei que e mentira. – disse ele em meu ouvido, senti ele morde a ponta da minha orelha, não adianta estou exausta nada que eu faça vai o fazer parar... Ele tirou meu sutiã, apalpava meus seios não apertava brutalmente meus seios gemi de dor, mas nada o fazia parar, o pior se passava em minha cabeça em pensar que o Homem que eu amei desde quando tinha cinco anos está prestes a me machucar, a me estrupa. As lágrimas escorriam voluntariamente... Percebi que ele já havia tirado oque sobrou das minhas peças intimas estava completamente nua na frente dele, não sei como ele também já estava nu, o senti puxar minhas pernas tentei fecha-las mais ele as prendeu em volta de sua cintura, o senti rígido, fechei meus olhos com força queria pensar que tudo aquilo era apenas um sonho ruim:

_Por favor, não faz isso. – eu estava segurando seu rosto e pedia como ultima saída.

_Shiu. – ele resmungou, comecei o sentir indo cada vez mais dentro de mim, Aquilo doía, doía muito. _Ai! – não consegui conter o grito era uma dor insuportável, ele parecia está sentindo prazer em minha dor. _Ah!!! – gritei sentindo uma dor aguda, finquei minhas unhas no colchão, ele havia penetrado fundo dentro de mim sem o menor cuidado, Ele ia é vinha cada movimento dele uma dor diferente, nunca senti tanto nojo de mim mesma nunca senti tanta vontade de desaparecer... Depois de certo tempo de tortura ele saiu de dentro de mim e deitou-se ao meu lado, me sentia dolorida é suja. Ainda ofegante ele me olhou assustado quando viu o sangue da minha virgindade:

_Emylli... Você... Você era virgem mesmo. – ele disse ainda me olhando com a respiração descontrolada o mesmo tentou tocar meu rosto mais eu me afastei, eu já não conseguia fazer outra coisa se não chorar, sentei-me na cama;

_Eu... Eu te odeio. – disse é ele ainda olhava para mim.

_E... Desculpa-me. – eu não consigo acreditar nessas palavras, elas só me trazem mais raiva:

_Eu te amava, seu nojento. – Minhas palavras, o fez me olhar com mais surpresa ainda nunca o disse que amava, tentei levantar-me queria sair dali, queria ver Brayan queria, queria ficar longe de Dimytri, mas quando pus meus pés no chão minhas pernas não sustentaram o peso do meu corpo, cai no chão... Dimytri segurou meu braço eu não queria que ele me tocasse, mas não pude impedir estava sem forças, ele me segurou é me levou até o banheiro ligou o chuveiro é me pôs de baixo, eu não queria o olhar apenas fiquei embaixo do chuveiro sentindo minhas lágrimas se misturar á água olhei para trás é vi que os olhos dele estavam com lágrimas, nojento agora senti culpa...

_ótimo, faz isso comigo... É agora fica me olhando com pena. – disse revirando os olhos.

_Emylli, não sei oque me deu... Por favor, me desculpe. – eu não estou ouvindo isso, não, não estou parece que vou enlouquecer.

_Sai daqui. – pedi ainda calma. _Sai Daqui!!! – gritei em desespero com uma mistura de raiva decepção é nojo. Logo depois o vi sair do banheiro secando os olhos.

Eu não consegui nem me mexer... Sentia vontade de morrer sumir, eu amava tanto ele, eu sonhei tantas vezzes com ele eu quis desejei amei tanto ele, é ele fez isso comigo....

Pov. // Dimytri

Eu... Eu não sei oque me deu por que eu fiz isso, eu a machuquei, não... Não eu sou um idiota mesmo... Sai do banheiro é sentei-me no chão ao lado da porta, pude escutar os soluços dela coitada eu fui um desgraçado, ela nunca vai me perdoar nunca.

_Ai... Por que eu fiz isso?! Por quê?! – disse para mim mesmo, batendo com a mão em minha cabeça... Emylli nunca vai me perdoar, agora eu vejo a burrada que fiz ela vai me odiar... Os soluços dela estava cada vez mais alto dentro do banheiro, droga eu tirei a virgindade dela assim dessa maneira sou um idiota...

_Me desculpa Emylli... Me desculpa... — disse começando a sentir lagrimas em meus olhos...

Notas finais
E ai gente foi meio pesado neh?! desculpe-me qualquer coisa. *-* Love vcs o proximo cap. será segunda ok?! bijinhs mereço comentarios ?????? Bom, fui até.... sua divas.... XD