You ve Got The Love (Dear Diary)
54 Miss You Love .
Notas iniciais
Bom e isso, boa leitura.... e desculpe-me qualquer coisa... ♥
A POR FAVOR QUEM PODER DAR UMA OLHADINHA NA OUTRA FIC>>>
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http://fanfiction.com.br/historia/348751/I_Wont_Give_Up/
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Eu FICAREI MUITO FELIZ ESTOU QUASE DESISTINDO DELA NINGUÈM COMENTA :'(
Pov. // Emylli.
Passei o dia e à noite passado mal vomitei me senti tonta e mal consegui me levantar para me despedir da minha mãe, ela voltou para casa já que Brayan voltou, mais antes de ir me fez prometer que iria ao medico, e como eu prometi eu decidi cumprir, levantei-me com muito custo e fui arrumei-me e sai havia marcado uma consulta no medico para agora.
[...]
Cheguei e fiquei esperando até que me chama-se, peguei uma revista e fiquei folheando-a uma por uma, mesmo sem ver direito oque mostrava as paginas, por algum motivo estou nervosa ansiosa e com medo, não sei explicar só sei que tenho medo sobre oque eu tenho. Folhei toda a revista mais posso dizer que não vi nada, o medico chamou meu nome oque fez meu coração disparar por imediato, não gosto de clinicas, não gosto de medico. Entrei na sala sentei-me na cadeira de frente para o doutor, mais não pude controlar minha perna que batia pelo nervosismo, ele olhou-me e perguntou oque eu sentia, descrevi tudo que havia sentido nesses dias que se passou, ele olhou-me e me entregou um papel com um pedido de exame de sangue que era para mim fazer que ainda hoje eu teria o resultado, sai da sala dele e fui até a sala de exames oque me assustava um pouquinho, a enfermeira pegou uma seringa que contia uma agulha bem grande por sinal, agora, como pode sou uma vampira com medo de uma seringa fechei meus olhos e senti uma fisgada em meu braço, quando abri meus olhos o sangue já havia sido coletado, esperei por quase umas três horas até que fui chamada novamente na sala do doutor, já estou menos nervosa;
_Então oque eu tenho doutor? — perguntei, olhando para ele que sorriu animado, lendo algumas coisas em um papel que parecia meu exame?!
_Não se preocupe você está muito bem... -- pausou. _Você apenas está gravida. — sorriu ele um sorriso largo, minha face se apagou pelo susto fiquei encarando o nada por alguns segundos, eu estava gravida, gravida de Dimytri, Dimytri. Aos poucos meus lábios sorriram voluntariamente, não estou triste com isso, uma parte dele continua viva, viva e cresce dentro de mim, sorri dessa vez um sorriso bem largo.
_Eu too gravida?! -- perguntei muito animada o medico apenas fez que sim sorrindo. _Ai Meu Deus eu too Gravida. — ele me entregou o exame de sangue que comprovava isso.
_Por isso pedi o exame para ter certeza. — disse ele, escrevendo algumas coisas em um papel. _Tome você agora terá que ter mais cuidado com as coisas que come toma, certas coisas fará mal para seu filho. — assenti e peguei a receita medica que ele havia escrito. _Tenho certeza que o pai da criança fica muito feliz. — falou ele oque fez meu largo sorriso se apagar um pouco.
_O Pai... Do meu filho ele... Bom, ele morreu. — falei um pouco sem graça, mais com uma enorme alegria dentro de mim, eu vou ter um filho meu filho.
_Ah Desculpe-me. falou ele e sorriu.
_Tudo bem, já posso ir? perguntei, estou com fome ainda não come nada, e estou um pouco cansada.
_Claro que sim, cuide-se. falou ele enquanto eu saia pela porta não aguento ficar mais nenhum segundo aqui, Gravida eu estou Gravida! Essa Palavra gritava dentro de mim desesperadamente, Sei que esse filho e fruto de algo que me fez sofrer tanto, que foi Dimytri ter me forçado a ficar com ele, mais oque posso fazer se mesmo com tudo Dimytri ainda e o meu primeiro amor, ele se foi mais deixou um presente em meu ventre... Meu Filho... Nosso Filho...
Pov. // Victor..
Há um mês depois da minha da uma reviravolta complicada de entender, fiz uma prova para vê se conseguia entrar em uma das universidades em Londres, bom eu não imaginava que iria conseguir, mais hoje de manhã recebi uma carta que me convidava a empresar nessa universidade como bolsista eu quero, quero muito aceitar mais e Jullie ela vai ficar sozinha? Eu não posso a deixar sozinha, não sei oque fazer, quando me levantei hoje de manhã não vi ela acho que não dormiu em casa tentei ligar mais seu celular estava desligado, resolvi ir para o meu curso depois tentaria ligar novamente para ela, quero saber se ela está bem e quero conversar sobre isso de eu ir para a Universidade de Londres, oque me parece uma boa oportunidade eu só não quero a deixar sozinha aqui...
As horas se passaram voando, eu nem ao menos sei oque o professor do curso disse apenas fiquei pensando em qual decisão eu tomaria, sai e fui para casa tentei ligar para Júh no caminho mais continuava desligado oque já estava acabando com a minha paciência oque essa menina está fazendo que não atende o celular?! Bufei, e continuei andando até em casa que não era tão longe do curso, ao chegar ao portão da nossa casa vi que tinha um carro parado na frente não conhecia aquele carro, entrei em casa e estava tudo um silencio, mais pelo menos tive a certeza que Júh havia chegado, pois fui até a cozinha e Looky já estava com sua comida e a bola de Júh estava jogada no sofá, subi as escadas e fui logo ao quarto da mesma a porta não estava trancada ao abrir tomei um susto, Jullie estava colocando uma blusa preta larga e tinha um cara deitado na cama dela, olhei bem e me lembrei d rosto era o Brayan da sala dela, achei que ela o odiasse e agora ele está na cama dela, como assim?! Quando pensei em questionar a imagem com que eu me deparei Jullie me puxou para fora do quarto colocando suas mãos sobre minha boca oque me fez olha-la com raiva;
_Oque aconteceu nesse quarto? — perguntei eu quase gritando, ela, pois um dos dedos sobre os lábios fazendo sinal para que eu falasse mais baixo, o fulano ainda estava dormindo.
_Victor... Eu já não sou uma criancinha. — falou ela baixo, mais tão baixo que eu quase não ouvi.
_Mais Jullie, você é ele... Vocês... — não conseguia formar uma frase se quer completa apenas estava indignado com a cena que me deparei... _Ele... Ele te obrigou? — finalmente uma frase saiu de meus lábios por completo, disse eu serrando os punhos e olhando em direção à porta do quarto dela, que se, pois na frente para que eu olhasse para ela e não para a porta.
_Victor, pare ok, não, ele não me obrigou a nada, eu simplesmente amo ele, e oque aconteceu entre agente foi à prova que eu confio e o amo. — disse ela, com um tom firme cheio de certeza, mais como assim ela o ama? Por que eu nunca soube nada dele? Mais oque posso fazer não posso mandar nela e nem no coração dela, mais bem que eu desejaria poder mandar.
_Mais... — ela me interrompeu.
_Mais nada, pare com isso. — disse ela e eu resolvi parar de falar sobre aquilo.
_Tudo bem, você o ama? — perguntei e ela apenas fez que sim, sorrindo. _Ok então, Mais se ele te magoar eu mato ele e te proíbo de chorar depois. — Falei e me aproximei dela a beijei na bochecha ela retribui enquanto ria do que eu havia falado. _Preciso conversar com você. — disse eu por fim, e ela me olhou com uma carinha de curiosa.
_Vou me vesti e desço para falar contigo, está bom? — falou ela e eu fiz que sim, ela beijou-me na bochecha e entrou novamente no quarto, voltei para sala ainda não estou muito conformado com isso de Júh amar esse Brayan, ela nunca me disse nada, isso me deixa ainda mais chateado, sentei-me no sofá e fiquei esperando ela.
Pov. // Jullie.
Nossa que susto eu levei com o Victor entrando no meu quarto daquele jeito, ele quer conversar comigo mais oque será que ele quer dizer me parece que e algo serio. Entrei em meu quarto novamente e vi Brayan sentado na cama coçando os olhos oque o deixou muito fofo, eu realmente sou uma pessoa muito forte, mesmo me achando uma fraca na maior parte do tempo, não sei como consegui ficar dois meses longe dele, e... Eu sou forte mesmo, me aproximei e sentei em seu colo, beijei seu pescoço com calma mesmo estando muito curiosa eu não consigo resistir à tentação de beija-lo.
_Senti tanta falta de você. — disse ele envolvendo minha cintura com os braços.
_Eu também... — sussurrei em seu ouvido enquanto ainda o beijava...
_Seu irmão, deve me odiar. — falou ele oque me fez olha-lo confusa.
_Acho que ele não te odeia só está tentando me proteger... Mais... — pausei o olhando. _Como você sabe disso?... — perguntei curiosa.
_Eu sei, pois... — senti sua mão repuxar o cabelo na minha nuca. _Caso você tenha esquecido, eu sou um vampiro e posso ouvir certas conversas se estiver em uma distancia considerável. — falou ele por fim, omg ele ouviu.
_Seu fofoqueiro. — falei brincando, e o abraçando pela nuca.
_Há eu não tenho culpa, mô. — Disse ele fazendo um biquinho delicioso.
_Awn... Eu sei, vamos esquecer um pouquinho isso. — beijei seus lábios de leve e levantei-me de seu colo, começando a colocar minha roupa, o mesmo se levantou e foi até a mim abraçando-me por trás.
_Está louca para saber oque ele quer com você não é? — perguntou ele.
_Sou muito curiosa e logico que estou louca para saber. Seu Fofoqueiro. — falei e ele sorriu me soltando e indo por suas roupas também.
_Há eu não sou fofoqueiro... — disse ele e eu ri. _Bom, vou para casa quero ver Emylli ela anda passando muito mal, e eu não entendo o porquê. — terminei de me vestir, Brayan já havia terminado a certo tempo ficou sentando na cama me olhando.
_Vamos descer? — falei beijando a testa dele.
_Vamos, mais espero que seu irmão não tente me matar. — disse ele se levantando da cama e segurando a minha mão direita.
_Hm... Um vampiro com medo, que legal. — ironizei, e ele me olhou serrando os olhos.
_Hm... Não estou com medo do seu irmão, e você sabe disso sua menina teimosa. — falou ele e eu gargalhei, já tem tanto tempo que não escuto essa "Menina Teimosa" Que até senti saudades disso. Descemos as escadas e Victor estava sentado no sofá olhando para nós dois descendo.
_Bom, vou indo. — Brayan disse e beijou-me. _Tchau. — disse ele para mim. _Tchau Victor. — disse ele e Victor o olhou com uma cara feia, Brayan não se controlou e riu, o empurrei até a porta ele ainda ria oque deu nesse menino ficou louco?! Acabei rindo, mais não deixei que Victor visse que eu estava rindo dele.
_Vai logo, Depois agente se vê. — disse tentando fechar a porta.
_Você vai ir ver o Kol? — perguntou fazendo careta.
_Vou sim. — o respondi.
_Hm... Eu acho que ele gosta de você. — disse ele fazendo uma carinha triste.
_Mais eu gosto de você, só de você. — falei e o beijei, Victor tossiu na sala e eu desgrudei meus lábios dos lábios de Brayan, me despedi dele, e fechei a porta Victor me olhava com uma cara brava, mais não tocou no assunto do Brayan isso me alegrou não quero falar sobre mim e Brayan, são muitas confusões e melhor deixar Victor longe disso.
_Júh eu queria falar com você sobre uma decisão que eu tenho que tomar, mais preciso da sua permissão. — eu estava ficando preocupada com ele e com oque ele queria falar.
_Diz logo meu pequeno, minha permissão? — falei um pouco nervosa e me sentei ao lado dele no sofá.
_Ok, eu serei direto... — pausou. _Há Um Mês eu fiz umas provas para algumas universidades de Londres, eu achei que não iria conseguir passar em nenhuma mais... Hoje recebia uma carta que me oferecia uma vaga como bolsista em umas delas, mais, agora não sei oque fazer me parece uma oportunidade incrível mais não quero lhe deixar sozinha. — nossa coloca direto nisso, pensei eu, ele conseguiu isso e uma oportunidade incrível ele não pode perder mais eu mais uma vez vou ficar sozinha. Senti uma lágrima se formar em meus olhos.
_Para quando? — perguntei.
_Para depois de amanhã. — respondeu ele, proibi minhas lágrimas de escorrerem e me fiz de forte, ele não pode permanecer preso a mim, à uma vida lá fora, ele não poder perde as oportunidades que a vida o oferece por mim...
_Ok, por mim está tudo bem, eu te amo, e a sua alegria e a minha alegria. — pausei e o abracei. _Meu pequeno cresceu. — ele retribui o meu abraço e apertou-me em seus braços.
_Você tem certeza, Jullie, eu posso ficar aqui com você. — disse ele, não Victor você não pode deixar de viver por mim.
_Nunca tive tanta certeza na minha vida meu amor, apenas tome cuidado, e não se esqueça de mim. — as lágrimas escorreram eu irei sentir falta de você meu pequeno príncipe.
_Nunca vou esquecer a razão do meu viver, nunca. — disse ele secando minhas lágrimas e me abraçando novamente [...].
"Amar não e cortar as asas da liberdade, Amar e ajudar a dar impulso e por mais que seja doloroso, apreciar o belo voo, amar não e torce para que volte logo, mais sim torcer para que tenha valido apena o esforço de crescer..."
(D.C ;)
Notas finais
Bjs e boa noite....
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