You say that you missed me all along
26 O QUE É ISSO?
Notas iniciais
Me desculpem MESMO por não ter postado esses dias.
É que eu estava com problemas e também com receio de postar esse capítulo, pois eu sou uma merda nesses capítulos e esse ficou mais detalhado e tal.
Bom, eu queria pedir para vocês que me ajudem a chegar as 50 reviews. Eu adoraria, sério mesmo.
Mais então, hoje não tenho nada de interessante para falar então curtam o capítulo.
Espero que vocês gostem, espero mesmo!
Pov Driélly
Saímos da casa dos meninos em direção ao apartamento, Harry colocou uma rádio e logo estávamos cantando as músicas, até que começou a tocar Live While We’re Young e eu dei um grito histérico. Harry riu da minha cara.
– Você vai sempre fazer isso quando ouvir músicas nossas?
– Cala a boca você tá na radio e eu quero cantar a sua música. – retruquei divertidamente enquanto a voz de Liam já ecoava pelo carro. Comecei a cantar como se fosse uma fanática e Harry me acompanhou. Claro que eu fiquei hipnotizada com ele cantando pra mim né. Aquela voz rouca e linda ao vivo nem a namorada dele aguenta. Mas espera.
Eu sou a namorada dele. Sorri com meus pensamentos.
Senti meu estômago roncar e logo coloquei meu plano em prática. Abaixei o som para que pudéssemos conversar sem que Harry parasse de prestar a atenção no trânsito.
– Amor, eu estou com fome. – fiz uma carinha fofa, ele tinha que cair.
– Tudo bem minha baixinha, onde quer comer? – sorriu de lado.
– Ern, Harry... na verdade eu queria que você fosse comprar algo para nós enquanto eu ficava em casa, você se importa amor? – fiz beicinho e ele me olhou e sorriu.
– Claro que não Dry, então vou te deixar em casa e vou comprar alguma coisa pra nós comermos. Pode ser tacos?
– Claro Haroldinho, é sua comida preferida eu aceito até se for ruim. Tudo por você.
– Te amo. – parou no sinal e me deu um selinho, que logo se tornou um beijo aprofundado e o clima estava ficando quente.
– Harry acho melhor pararmos ou você não quer transar no carro né? – parei o beijo segurando sua nuca, ao que ele deu um sorriso de lado.
– Eu adoraria. – me deu um selinho.
– Harry! – gargalhei. – Anda logo seu pervertido, o sinal já abriu.
– Você que me deixa assim. – deu de ombros enquanto voltava a dirigir o carro.
– Bobo. – aumentei novamente o volume do rádio e voltamos a cantar enquanto não chegávamos.
Enfim Harry parou em frente ao apartamento e me deu um selinho. Disse que iria demorar uns quarenta minutos, pois o restaurante não era muito perto. Comemorei mentalmente e pedi para que quando ele estivesse no caminho para casa, para que me ligasse. Ele acabou assentindo, ao que vi ele dando partida no carro e logo sumindo da minha vista.
Em disparada, corri até o elevador, eu teria que ser rápida. Abri a porta tacando a bolsa no sofá e logo tirando a blusa que me incomodava, prendendo o cabelo para que começasse meu trabalho. Preparei a cama primeiro, pétalas de rosas vermelhas em um lençol negro e coloquei algumas velas pretas em volta. Apaguei todas as luzes e escrevi um bilhete. O colei na porta e em seguida voltei aos meus preparativos, coloquei algumas velas e pétalas de rosas pelo chão formando um rastro até meu quarto. Coloquei no rádio umas músicas bem animadas, para que a noite fosse conforme eu planejei. Vendo que tinha poucos minutos, peguei uma caixa de veludo vermelha onde tinha a minha roupa, ou melhor, fantasia (http://www.polyvore.com/night_hot/set?id=62224765) [n/a: finjam que o corpo da Driélly é esse que está na fantasia.] que iria usar. Essa noite iria ser maravilhosa nós dois. Fui até o banheiro e me despi, relaxando por pouco tempo com a água quente sobre meu corpo. Desliguei o chuveiro, colocando delicadamente a calcinha preta nada inocente, em seguida colocando a saia e por último a (mini) blusa. Coloquei o sapato e ouvi um barulho.
Meu telefone tocando.
Corri para atendê-lo, e era Harry dizendo que estaria em casa em quinze minutos. Desliguei e me apressei. Passei uma maquiagem marcante, uma sombra esfumaçada preta com um batom vermelho. Peguei meu perfume e coloquei no pescoço e borrifei um pouco no quarto. Estava pronta, só faltava meu namorado para a festa começar.
Pov Harry
Estacionei o carro e peguei o jantar que iríamos comer. Apesar de minha menina ter vindo comigo jantar em um restaurante, eu estava feliz, pois poderíamos dormir sozinhos esta noite. Tranquei o carro e cheguei até o elevador, apertando o número do andar desejado.
A porta do elevador foi aberta e logo na frente da porta de entrada do apartamento das meninas continha um bilhete:
“ Olá meu amor,
Sei que você não deve estar entendendo muita coisa, apenas peço para que não acenda nenhuma luz e que coloque a comida em cima da mesa, espero que você curta essa noite o tanto quanto eu.
Eu te amo, Driélly Birthless Styles.”
Sorri com o bilhete, ainda mais com a parte final, “Driélly Birthless Styles”.
Coloquei a chave na porta e abri com cuidado. Estranhei a casa, que estava toda escura, mas fiz o que minha baixinha mandou. Coloquei a comida em cima da mesa, assim como tirei meu all star rapidamente. Fui andando, onde vi rastros de pétalas de rosa vermelha e velas pretas pelo chão.
“Driélly deve estar aprontando” pensei comigo.
O rastro acabava no quarto de quem eu já esperava.
Da minha menina.
Girei a maçaneta lentamente e encontrei a cama com um lençol preto e pétalas em cima, o ambiente tinha o cheiro do perfume da minha baixinha. A musica ecoava sobre o quarto, uma musica sensual. Sorri abertamente com aquilo tudo, ela planejava ser minha essa noite. Eu queria aquilo, queria muito. Lembro-me que Niall nos contou que ainda não transou com Denise, não sei como ele conseguia. Ele disse que estava esperando o momento certo, que a amava. Quando me apaixonei por Driélly senti que esperaria o tempo que fosse para tê-la em meus braços. Quando você está apaixonado você faz qualquer coisa.
Qualquer coisa.
Não encontrei minha baixinha, onde será que ela estaria? Será que deveria chamá-la? Eu estava confuso.
– Dry? – falei receoso.
– Já estou indo meu príncipe. – ouvi a voz doce que não passava de um sussurro.
Esperei. Esperei. Esperei. Nada.
Estava ficando nervoso, até que vejo uma sombra atrás da tela preta. Uma sombra cheia de curvas. Uma sombra da minha menina.
– Está pronto? – sua voz era baixa, como se quisesse que só eu ouvisse.
– Pra você? Sempre! – sorri e ouvi uma gargalhada baixa.
– Então tá, ai vai. – ela mudou a musica da rádio com o controle, colocando uma lenta. Assim que começou a musica Driélly saiu de trás da tela. Minha boca logo se abriu, demonstrando a surpresa. Ela estava muito linda.
Ah, foda-se. A quem eu estou querendo enganar? Ela estava muito gostosa.
Assim que me viu sorriu timidamente.
– Driélly, mais o que...
– Isso é tudo pra você. Eu te amo.
Pov Driélly
Foi até ele e o beijei. O beijo de inicio foi calmo, pedi passagem com a língua e sua boca correspondeu sem hesitar. Tirei lentamente o blazer dele, enquanto suas mãos pousavam em minha cintura, e às vezes, descia até o meu bumbum, dando leves apertos. Tirei sua blusa lentamente, acariciando sua barriga, que se arrepiou com o meu toque. Paramos o beijo e ele desceu até meu pescoço, dando leves mordidas e chupões fracos. Acariciei seu membro já pulsante sobre a calça, e decidi me livrar daquela quantidade de roupas que ele ainda tinha. Me ajoelhei lentamente e desafivelei o cinto, sorrindo para ele. Abri lentamente a calça e logo abaixei, revelando a box preta já preenchida com tanto volume.
Levantei calmamente e ele me puxou, fazendo com que eu caísse na cama com um certo impacto. Senti seu corpo pousando sobre o meu sem peso, e logo voltou a me beijar. Dessa vez o beijo era voraz e já sentia meus lábios um pouco doloridos.
Ainda com o beijo senti as mãos do meu príncipe acariciando minha intimidade, me fazendo soltar um baixo gemido. Satisfeito com o que me causou, tirou minha saia e minha calcinha e penetrou um dedo em mim. Gemi entre seus lábios e ele sorriu. Decidi que já era a hora de brincar um pouco com ele. Rapidamente subi em cima dele, o deixando por baixo.
Rebolei em cima do seu membro e ele gemeu baixinho, mordendo os lábios. Sorri e abaixei para dar um selinho em seus lábios, ainda rebolando. Cansada de torturar e ser torturada, fui dando beijos molhados pelo seu peito e barriga, chegando até o objetivo maior. Coloquei os dedos entre o cós da boxer e o olhei como se pudesse fazer aquilo. Logo ele assentiu sorrindo, e eu abaixei sua boxer, jogando em seguida sobre a pilha de roupas que já tinha sido feita no canto do quarto.
Vendo como o seu membro já se encontrava extremamente rígido mordi os lábios aprovando.
Passei a língua lentamente sobre ele e logo senti seu corpo estremecendo. O masturbei o mais rápido que consegui. Logo ele me puxou e ficou por cima de mim.
– Já chega de brincar comigo né. – sua voz rouca era ofegante, gargalhei baixinho e logo o senti totalmente em mim. Gemi alto e ele também. Logo aumentou o ritmo das estocadas, e tirou minha blusa, lambendo e mordiscando meus seios sem pena. Ficamos no ritmo por algum tempo até que cheguei ao orgasmo e ele chegou em seguida. Caimos na cama exaustos e ele me abraçou de conchinha.
– Eu te amo minha linda. Foi ótimo.
– Eu também te amo meu príncipe.
– Você que planejou tudo isso, até eu sair para comprar comida né? – ele perguntou sorrindo contra meu ombro.
– Foi. Você não gostou? – peguei sua mão, que estava na minha cintura.
– Adorei. – respondeu beijando meu pescoço e logo adormecemos.
Notas finais
Beijos lindas, até o próximo capítulo.
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