You belong with me.

28 Epílogo - 15 anos depois...


Notas iniciais
O ULTIMO CAPÍTULO DA FANFIC!!! eu amei escrever para vocês, sim eu amei muito, mas tudo que é bom acaba... Eu gostaria de agradecer a todos que leram a fanfic até o final, que gostaram dela e as que se apaixonaram também. Eu sei que algumas não vão gostar, mas isso é algo natural. Tudo acaba, fanfic também. Aproveitem e tentem não chorar!

Fui acordada com vários beijos no pescoço, me fazendo sorrir interna e exteriormente.

Ele já estava começando o dia mais irritante do que nunca.

Suas mãos passaram pela minha barriga me comprimindo contra seu corpo, os dedos dele entrando pela blusa e acariciando a pele próxima ao meu umbigo.

Ele tirou alguns cabelos do meus pescoço e depositou mais beijos, dessa vez mais próximos a minha orelha, provocando algumas cócegas.

Agarrei-me aos braços dele, que nesse momento me envolviam como um quente e macio cobertor.

Ele baixou os lábios para meus ombros.

–- Hora de acordar, querida. — Luke sussurrou em meu ouvido.

–- Mais cinco minutos? — perguntei.

–- Nós não podemos fazer isso.

–- Só mais cinco minutinhos.

–- Nick...

–- Eles ainda nem acordaram. — resmunguei.

–- Como pode ter tanta certeza?

–- Eu conheço meus bebês.

–- Eu não sou um bebê! — ouvi uma vozinha aguda resmungar.

Abri os olhos lentamente e me vi olhando para uma menininha de cinco anos e um menininho de três me olhando de perto.

A menininha de cinco anos olhava furiosa para Luke, que ria divertido. Ela havia herdado os olhos do pai, mas era apenas isso. Os cabelos loiros estavam bagunçados e o pijama estava todo amaçado apesar de ela não parecer muito enteressanda nisso no momento, pelo jeito que olhava irritada.

–- Eu não sou um bebê! — ela repetiu.

–- Lucy, você sempre será a nossa bebezinha. — Luke riu.

–- Eu não sou um bebê! — ela repetiu amarrando a cara.

Luke se sentou na cama, o rosto expressando a mais pura felicidade enquanto pegava a pequenina no colo e começava a abraça-la e puxar suas bochechas. Era impressionante como ele não havia mudado desde quando nós namoravamos, mesmo que já tivesse uma postura e uma aparencia mais parecida com um homem e um pai de família do que com um adolescente idiota. Ele começou a fazer cosquinhas na garotinha que já estava quase chorando de tanto rir. Algumas coisas nunca mudam.

Olhei para o pequenino de três que me observava mais distante das bagunças do pai da garotinha. Eu sorri e o puxei para perto de mim abraçando-o apertado.

–- Bom dia, meu bebê. — murmurei.

–- Bom dia, mamãe. — ele respondeu tirando o polegar da boca e se afastando um pouquinho.

–- Dormiu bem?

Ele coçou os lindos cabelos castanhos escuros iguais aos do pai e sorriu.

–- Sim! — ele respondeu animado. — eu sonhei com dragões.

–- Dragões? — perguntei.

–- Sim! Bem grandes, que cospem fogo e que voam bem alto! — ele apontou para o teto. — eu posso ter um dragão quando for mais velho?

Eu sorri com tamanha inocência, James havia puxado ao pai em quase tudo, até mesmo a imaginação e os sorrisos, apesar de que uma versão de Luke com os olhos azuis ficou muito mais bonita.

–- Por que não? — perguntei dando um beijo nos cabelos bagunçados.

–- Mamãe! — ouvi Lucy exclamar do outro lado da cama onde seu pai havia parado de fazer cócegas e agora apertava as bochechinhas dela.

–- Luke, pare com isso! — reclamei, sentei na cama com James no colo. — vai arrancar as bochechas dela.

–- Desculpe. — ele pediu a garotinha, que se acomodou no colo do pai e começou a massagear as bochechas. — ela é tão parecida com você quando eramos pequenos, da vontade de apertar.

–- Idiota. — reclamei baixinho.

–- Eu te amo. — ele falou com um sorriso nos lábios.

–- Eu também te amo. — falei com um sorriso.

James apertou minha cintura bem forte em um abraço de urso, mais um hábito do pai.

–- O que foi, James? — perguntei.

O pequeno me olhou intensamente, as bochechas coradas.

–- Mamãe, eu te amo. — ele resmungou imprensando seu rosto contra meus peitos.

–- James, eu te amo. — falei, puxei James para um dos abraços mais apertados de sua vida. Nunca tinha ouvido ele dizer eu te amo.

Era tão bom.

–- Mamãe, você está triste? — Lucy perguntou.

Eu estava chorando. Ainda me lembrava de o quanto o parto deles havia doido e o quanto eu e Luke ficamos feliz quando eles nasceram. Eu tinha vontade de chorar sempre que me lembrava o quanto tudo valeu a pena.

–- Não, eu não estou. — respondi secando as lágrimas.

–- Tem certeza? — James perguntou baixinho.

–- Eu tenho. — resmunguei. — nunca tive tanta certeza.

Luke largou a menininha e me abraçou forte, os lábios cravados em minha cabeça.

–- Eu te amo. — sussurrei em seu ouvido.

–- Eu sei. — ele respondeu. — eu também te amo, muito, muito mesmo.

Pergunto-me como tudo séria se nunca tivesse me apaixonado por Luke. Se eu seria tão feliz como sou agora, se eu teria filhos como esses, se eu amaria meu marido tanto como amo ele... Mas eu amo Luke, amo meus filhos e não trocaria nenhum deles por nada.

Notas finais
Bye bye!! ( talvez forever)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!