Notas iniciais
OLA HAPPY PEOPLE! Aqui está mais um novo capítulo para vocês, seus lindos!!

–- Você pode parar, por favor? — pedi enquanto me sentava na mesa de frente para Clarisse.

–- O que eu estou fazendo? — ela perguntou.

–- Não se faça de idiota.

–- Não estou me fazendo de idiota, eu sou uma. — ela falou em tom brincalhão. — o que eu estou fazendo?

–- Está me olhando desse jeito... Estranho. — reclamei.

–- Eu não estou te olhando de um jeito estranho.

–- Sim, você está. Você olha para mim como se eu fosse uma bomba prestes a explodir.

–- Eu estou te olhando como sempre olhei.

–- Não, você não está!

–- E como eu estou te olhando?

–- Como se eu fosse um ser de outra dimensão que acabou de te pedir em casamento.

Ela riu.

–- Eu estou com nojo ou lisonjeada?

–- Está aborrecida.

–- Gostaria de saber por quê. — ela reclamou.

–- Você poderia me dizer! — disparei.

Era o segundo dia de aula depois das férias e como sempre eu e Clarisse estávamos sentadas nas mesas do refeitório como em todas as aulas livres, apesar de que em vez de estamos conversando sobre comida e reclamando sobre a vida, estávamos brigando uma com a outra.

–- Nick, eu só acho isso estranho!

–- Estranho?

–- Sim, estranho. Eu te conheço desde o sexto ano, somos amigas desde o nosso primeiro dia de aulas, mas você está tão... Argh.

–- Como assim argh?

–- Nick, minha linda panqueca amanteigada de chocolate...

–- Você está me deixando com fome. — reclamei.

–- Você está apaixonada. — ela me ignorou. — Aos seus olhos tudo é corações e flores, beijos e abraços, você acha que tudo é lindo e maravilhoso. Não enxerga o mundo como ele é, um mundo sórdido e mal, one apenas os mais fortes spbrevivem. — ela respirou fundo. — e isso me aborrece.

–- Não seja melodramática.

–- Você não parece a minha Nick! Aquela que reclama, que fala que eu pareço uma chata, que está sempre fazendo brincadeiras comigo e tirando a minha maravilhosa paciência... Onde está essa Nick? — ela levantou as mãos. — onde está a MINHA Nick? Aquela que eu aprendi a amar e me acostumei com os anos? O que eles fizeram com você? — ela pós as mãos em meus ombros e me sacudiu brutalmente. — o que aqueles monstros fizeram com você?

–- Do jeito que você fala parece que eu fui substituída. — eu franzi as sobrancelhas. — espere... como assim aprendeu a amar?

Ela fez uma cara de choro cômica e soltou um suspiro alto.

–- Onde está a minha loira? Onde ela está? Onde está aquela que me faz vir para esse inferno todos os dias de minha vida?

Clarisse deitou a cabeça sobre a mesa e eu ri.

–- Você vai ficar chorando simplesmente por que eu não estou reclamando das super mini saias das lideres de torcida? Ou de o quanto eu não quero esperar seu irmão, mas mesmo assim eu espero, sabendo que ele provavelmente esqueceu da gente? Ou do quanto a comida daqui é ruim?

Ela levantou a cabeça com um sorriso vitorioso.

–- Essa é a Nick que eu aprendi a amar! — ela falou animada enquanto eu rolava os olhos. — parece que uma parte de você ainda está lutando.

–- Lutando contra...

–- Contra o amor. — ela falou dramaticamente.

–- Você precisa de um namorado ou de um gato, o que conseguirmos primeiro. — falei determinada.

–- Vamos passar em um canil quando sairmos da escola e adotaremos um gato? — ela perguntou com um sorriso brincalhão.

–- Você desiste muito rápido.

–- Cala a boca. — ela resmungou com um sorriso no rosto.

–- Não.

Eu deitei a cabeça sobre a mesa, meu cabelo se espalhando sobre a mesma.

–- Você precisa cortar os cabelos. — Clarisse reclamou.

Eu abri a boca para responder, mas alguém tomou a palavra antes de mim.

–- Sinceramente gosto deles assim. — Bruce respondeu brotando atrás da minha cadeira. — como vão meninas?

–- Bem. — Clarisse respondeu.

–- Com sono. — reclamei.

–- Claro que está, dormindo de duas da manhã. — ela resmungou.

–- Dormindo de duas da manhã? — Bruce perguntou.

–- Ela fica falando com Luke até essas horas. As vezes me sinto solitária. — Clarisse reclamou melodramaticamente.

–- Vocês estão mesmo namorando? — ele perguntou com um pouco de decepção na voz.

–- Sim. — respondi erguendo a cabeça e fixando meus olhos em suas orbes castanhas escuras.- Desculpe.

–- Sabe que não importo. — não parece, acrescentei mentalmente uma nota culpada. — só quero que você seja feliz.

–- Ela está. Pode acreditar. — acrescentou Clarisse.

–- Por que você não vai adotar seu gato? — perguntei.

–-Não tenho vontade no momento.

–- As vezes me pergunto se todas as conversas de mulheres são como as de vocês. — Bruce acrescentou se sentando ao lado de Clarisse.

–- Maioria das vezes não. — Clarisse falou. — muitas falam sobre maquiagens e roupas de grife.

–- E sobre o que vocês falam? — ele empurrou o óculos para junto aos olhos.

–- Maioria das vezes brigamos por causa de comida.

–- Vegetarianos versus carnívoros? -ele riu.

–- Sim, vegetarianos versus carnívoros. — ela riu. — mesmo vegetarianos ganhando sempre.

–- Assassina de coelhos. — resmunguei.

–- Abraçadora de árvores. — ela xingou em resposta.

–- Amante de rosbife.

–- Eu amo rosbife. — ela riu.

–- Como se sente matando as pobres vaquinhas?

Bruce esboçou um sorriso ao olhar para meu rosto sério.

–- Você deveria sentir vergonha.

–- Eu sinto. — Clarisse por um momento pareceu triste. — mas geralmente esse sentimento vai embora quando eu ponho um pedaço de bacon na boca.

–- Sinto lhe informar, mas o bacon é feito a partir da bunda do porco, não da vaca.

–- Eca. — Bruce murmurou.

–- Você me entendeu. — reclamou Clarisse.

–- Um dia o fantasma de todos os porquinhos que vocês comeram vão ir atrás de você. — resmunguei fazendo biquinho.

Clarisse e Bruce riram como crianças nesse momento.

–- Sinto pena deles. — uma voz conhecida falou atrás de mim.

Virei-me e dei de cara com Dylan, Luke e outros dois jogadores que eu não fazia a mínima ideia de quem eram.

–- Do que estavam falando? — Luke perguntou olhando ameaçadoramente para Bruce.

–- Disputas entre vegetarianos e carnívoros. — declarou Bruce. — como se sente tendo uma namorada vegetariana e mesmo assim comendo dois big Macs inteiros?

–- Ela não se importa.

–- Minha opinião conta? — perguntei.

–- Tem certeza? — continuou Bruce.

–- Eu sou invisível? — perguntei a Clarisse.

–- Eles que são muito idiotas. — respondeu Dylan afastando Luke para ficar do meu outro lado e sentando de frente para Bruce. — se quiserem se sentar acho que vão ter de buscar outra mesa. — ele se dirigiu a Luke e aos outros jogadores que apenas puxaram uma mesa para mais próxima da nossa.

Luke se sentou ao meu lado puxando minha mão para a sua.

–- O que está fazendo aqui Davis? — Luke perguntou com um sorriso falso.

–- Vendo duas amigas, Sullivan. — respondeu Bruce.

–- Uma amiga e minha namorada.

–- Nunca ouviu falar de amizade entre homens e mulheres?

–- Já, esse termo só não se aplica a você.

–- O que está insinuando? — as orelhas de Bruce estavam vermelhas.

–- Você sabe muito bem.

–- Você gostaria de mais um olho roxo, ein Sullivan?

–- Se você quiser mais um nariz sangrando. Lembre-se de que Nick dessa vez não vai estar lá para ajudar com o pano sangrento. (NA: isso foi depois da primeira briga entre Luke e nick, não sei em qual capítulo.)

–- Divido que tenha coragem para fazer isso.

–- Quer tentar a sorte?

–- Vai ser divertido...

Eu respirei fundo.

–- Vocês poderiam parar com isso e tentarem mostrar que tem idade suficiente para realizar uma conversa civilizada? — perguntei minha voz saindo mais alterada do que eu gostaria.

Os dois se calaram, olhando para mim como se tivessem percebido somente agora que eu estava ali.

Dylan deu uma suave risada.

–- Duvido que ambos esqueçam que você está aqui agora... — sussurrou Dylan na minha orelha de um modo que Luke e Bruce também pudessem ouvir.

–- Bom saber. — respondi rigidamente.

Luke estava sério e carrancudo, mais até do que Bruce. Ele segurava a minha mão ainda do mesmo jeito de quando chegaram, apesar de sua mão estar menos relaxada do que antes.

* * * * * * * * * * * *

Luke me esperava no portão da frente do colégio, os braços cruzados em frente ao peito e a mesma cara carrancuda de antes, apesar de mais suavizada. Um grupo de garotas o observava de longe, como se estivessem o espionando.

Respirei fundo e segui até ele.

–- Oi. — ele falou ainda sério.

–- Oi. — respondi.

–- É melhor nós irmos.

Ele me puxou pela mão de um modo quase bruto e me puxou pelo estacionamento do colégio. Ele andava a passos rápidos e largos, eu praticamente correndo para acompanha-lo em seu ritmo.

Eu tropecei em uma das pedras que estava largada pelo calçamento. Luke me segurou antes que eu caísse me segurando pelos ombros, sua expressão transformada em uma face de preocupação.

–- Você está bem? — ele perguntou olhando para meu rosto aflito.

–- Sim, eu estou. — murmurei em resposta, podia sentir seu hálito perfeitamente.

Ele respirou aliviado.

–- Prefiro você assim. — falei mais para mim mesmo do que para Luke, mas ele não pode deixar de franzir as sobrancelhas ao me ouvir.

–- Assim como?

–- Mais você... Menos carrancudo.

–- Eu não estava carrancudo. — ele resmungou, seus lábios formaram uma linha ranzinza.

–- Estava sim, desde que se encontrou comigo hoje mais cedo.

–- Eu não estava carrancudo. — ele repetiu.

–- Luke...

–- Está bem, eu estava SIM carrancudo. — ele declarou. — mas eu tinha algum motivo para não estar?

–- Motivo? Qual motivo? — perguntei.

Luke suspirou, andou até uma das árvores no parque perto do estacionamento, se encostando, jogando sua mochila na grama e indicando para que eu seguisse seu exemplo. Eu fiquei em pé ao seu lado.

–- Por que você estava carrancudo? — perguntei quando vi que eu teria que iniciar a conversa.

–- Você estava ajudando aquele... Aquele... Representantezinho. — ele reclamou.

Passei minhas mãos pelos cabelos tentando apaziguar minhas emoções. Ele estava com raiva por que eu intervi?

–- Eu não estava ajudando ninguém. — reclamei. — eu estava tentando impedir que vocês se matassem.

–- Se é isso que você diz... — ele fingiu dar de ombros, mas eu conhecia Luke ele estava com raiva, muita raiva.

–- Luke você está com ciúmes? — perguntei incrédula. — Luke eu não tenho nada com Bruce, nada, ele é apenas um amigo.

–- Um amigo que já te beijou. — ele revidou sua voz pingando aspereza.

–- E daí?

–- E daí? E daí que ele gosta de você Nick! Ele se sente atraído por você! Ele pode repetir o beijo!

–- Eu não vou me afastar dele. — eu estava determinada. — ele pode sentir algo por mim, mas tudo que eu sinto por ele é amizade...

Ele me fitou, seus olhos verdes brilhando em baixo das sombras da árvore.

–- Nada além disso. — respondi.

–- Nada além?

–- Nada além.

Ele respirou fundo. Seus olhos verdes parecendo mais aliviados.

–- E Dylan? — ele perguntou depois de alguns segundos.

–- Dylan? — perguntei franzindo as sobrancelhas.

–- Sim, Dylan.

Pude ver uma lampada se iluminando dentro da minha cabeça. Não pude evitar de rir quando vi onde ele queria chegar.

–- Você está bem? — ele perguntou.

Eu tentei manter a compostura. Luke parecia estar decidindo se estava com raiva ou com vontade de rir.

–- Por que haveria algo entre mim e Dylan? — perguntei.

–- Eu não falei que havia algo, eu perguntei se ele sentia algo por você. — ele reclamou.

–- Ele não sente nada. — eu dei uma pausa. — e eu acho que nunca vai sentir.

–- Nick, vocês vivem conversando e vocês já saíram juntos. Ele poderia sentir algo por você...

–- Mas não sente.

–- Como tem tanta certeza? — ele perguntou curioso.

Eu sorri de canto. Eu poderia confiar em Luke, eu já contara meus maiores segredos a ele... Por que não mais um?

–- O que eu vou te dizer agora não pode sair daqui... Esta ouvindo? — perguntei.

–- Sim, mas o que isso tem haver com o fato de Dylan...

Eu me aproximei do seu ouvido, ficando nas pontas dos dedos para alcança-lo. Ele ficou imóvel por um momento até que se suavizou e deixou sua cabeça cair em um dos meus ombros, suas mãos em minha cintura (me pergunto o porquê dele gostar tanto dela...). Ele parecia mais calmo.

–- Eu quero que prometa que não vai contar isso para ninguém.

–- Mas o que isso tem haver com...

–- Apenas prometa. — resmunguei.

–- Eu prometo. — ele resmungou com um pouco de irritação na voz.

Eu respirei fundo, inalando o perfume que saía do cabelo e das roupas de Luke. Eu tinha quase certeza que ele estava fazendo a mesma coisa comigo, apesar de que parecia estar aproveitando mais do que eu pelo jeito que seu nariz estava embrenhado em meus cabelos e que seus lábios estavam de vez em quando roçando em meu pescoço me fazendo ter pequenos calafrios por toda essa área.

Eu suspirei e fechei os olhos.

–- Luke, Dylan é gay.

Ele levantou a cabeça tão rápido que parecia ter levado um choque, batendo a cabeça no tronco da árvore logo em seguida.

–- Isso só pode ser brincadeira... — ele gritou, mas tendo a boca tampada por mim antes de terminar o que tinha a falar

–- Calado. — resmunguei. — você prometeu não falar nada para ninguém.

Ele me olhava com os olhos arregalados.

–- Eu vou soltar sua boca e você vai se acalmar, OK?

Ele fez que sim com a cabeça.

–- Certo...

Eu tirei a mão de cima da boca de Luke devagar.

–- Meu deus... Nick, ele já me viu trocar de roupa. — ele sussurrou. — ele já me viu NÚ.

Eu dei uma pequena risada, o desespero dele era cômico (NA: acho que ela já falou isso antes...).

–- Olhe o lado bom. — eu estava rindo. — ele não sente nada por mim.

–- Nick, eu posso ter sido um brinquedo sexual dele sem nem perceber! — ele sussurrou novamente.

–- Eu acho que você está levando isso muito a sério. — eu estava sem ar de tanto rir.

–- Todos os jogadores trocam de roupa no vestiário, Nick. — ele reclamou. — todos.

Eu estava rindo enquanto Luke tinha uma crise de nervos, isso soava tão irônico.

–- Todos nos já ficamos nús alguma vez lá dentro e Dylan estava vendo isso. — ele gemeu.

–- Luke, vai dizer que vocês nunca olharam uns para os outros quando trocavam de roupa? — perguntei.

–- Eu nunca olhei.

–- Sério? — perguntei olhando em seus olhos.

Ele estremeceu.

–- Eu já olhei, mas não foi desse jeito. — ele resmungou.

–- E foi de que jeito? — perguntei sorrindo.

–- Nós já fizemos concursos. — ele felou.

–- Que tipo de concursos.

–- Do tipo para ver quem tem seus amiguinhos maiores. — ele resmunguou com um sorriso safado no rosto.

Eu arregalei os olhos e olhei espantado para ele.

–- Meu deus...

Foi a vez dele de rir.

–- Se quer saber, eu fiquei em uma boa posição.

–- Meu deus... Como vocês mediram? — falei chocada.

–- Bem nós... — ele começou.

–- Eu não quero saber! — gritei.

Encostei minha cabeça no peito dele, minhas bochechas vermelhas.

–- Isso nunca vai sair de dentro da minha cabeça...

Ele riu baixinho e afagou minhas costas.

–- Eu já te falei coisas piores e você não ficou assim.

–- Mas eu não sabia que você fazia esse tipo de coisas.

Ele gargalhou dessa vez. Senti seus braços me envolverem em um abraço apertado e ele deslizar em direção ao chão me levando junto. Ele se sentou na grama e eu sentei em uma de suas pernas.

Eu tentei ir para o chão, mas ele me apertou mais ainda me fazendo ficar sentada na coxa dele.

–- Luke... — resmunguei.

–- Você vai ficar aqui sentadinha, como uma boa garota.

Deitei minha cabeça em seu ombro, sentindo o cheiro de seu perfume por um tempo.

–- Luke...

–- O quê?

–- Eu to com fome e papai vai ficar com raiva se eu me atrasar.

–- Eu falei com ele.

–- Você falou? — eu levantei minha cebeça do seu ombro.

–- Eu falei que a gente ia fazer um piquenique.

–- Você mentiu para meu pai? — perguntei incrédula.

–- Não, eu não menti.

Ele abriu a mochila e tirou de dentro quatro sanduíches, duas maçãs e duas latas de refrigerante.

Eu sorri.

–- Foi você que fez? — perguntei indicando os sanduíches que só tinham queijo e algumas verduras.

–- Espere, falta a sobremesa.

Ele tirou de dentro uma pequena tijela que ele abriu revelando doía pedeços de uma torta de chocolate.

–- Deve estar delicioso. — ele falou.

–- Eu posso? — perguntei indicando a torta.

–- Por que não? — ele sorriu.

Eu passei o dedo na cobertura de uma das tortas e levei a boca.

–- Como está? — ele perguntou.

–- Deliciosa. — resmunguei enquanto tirava o dedo da boca.

–- Deve estar. — ele lambeu os lábios e me beijou.

O beijo foi bom, apesar de rápido.

–- Realmente estava. — ele falou os lábios formando seu maior sorriso travesso.

–- Idiota...

–- É melhor você não falar isso. — ele ameaçou com um sorriso.

–- Por quê?

–- Depois do que você me contou eu estou um pouco... afetado.

–- Afetado tipo? — perguntei.

–- Eu não vou conseguir aturar muito bem seus charmezinhos hoje.

–- Por quê?

–- Porque suas palavras mexeram comigo. — ele fez uma pequena pausa dramática. — e eu estou lutando contra mim mesmo para não pegar você e te fazer sofrer como nunca sofreu antes.

–- Esta bem. — eu ri. — e quais são meus charmezinhos? Eu tenho que saber para evitar fazer eles.

Ele riu.

–- Morder o lábio, dar risinhos, ficar me chamando de idiota, deitar a cabeça em meu peito ou pescoço, me beijar, me tocar com seus lindos dedinhos e se sentar no meu colo.

–- Luke, eu estou sentada no seu colo.

Um sorriso safado se formou no seu rosto.

–- Eu sei.

Ele avançou contra mim. Luke começou a fazer cócegas em mim.

–- Luke, para! — eu pedi enquanto ele fazia cócegas no meu pescoço com o nariz. — por favor!

Ele me ignorou, enquanto eu me mexia sem parar em seu colo rindo sem parar.

–- Luke, por favor! — eu encostei a cabeça em seu pescoço, meus olhos lacrimejando de tanto rir.

–- Nem pensar.

Notas finais
Bye bye