You are my future
27 Time has brought your heart to me I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more
Notas iniciais
Uma das perguntas que mais tenho recebido ultimamente é essa: “Por que você começou a escrever?” Bom, eu não tenho uma resposta incrível para essa pergunta, então espero que ninguém fique decepcionado comigo. Eu não perdi um grande amor, não perdi o meu melhor amigo, nem nada parecido com isso. Na verdade, eu nunca tive nenhuma dessas coisas para perder, pelo menos não realmente. Então, eu comecei a escrever. Não porque eu precisava curar uma dor, mas sim, porque eu precisava sentir alguma coisa. Já li muitos comentários de pessoas dizendo que queriam ser iguais a mim, foi uma das maiores tolices que já vi. Ser igual a mim, isso não é algo que eu desejaria para qualquer pessoa. Eu escrevi para fugir. Fugir desse nada que eu carrego que sempre carreguei. Comecei a escrever porque assim eu poderia fingir, fingir que eu não afastava todo mundo que se aproximava, que eu não discordava de toda regra que me era imposta, fingir que eu que eu não iria acabar ficando sozinha, embora eu soubesse que iria, eu sempre fico, talvez eu tenha que ficar. Escrevi para fingir que não doía toda vez que escutava um amigo dizer que eu não era o suficiente, que minha amizade não era o suficiente, que minha sinceridade era uma forma exagerada de agressão. Escrevi para fingir que não me sentia mal toda vez que entrava em uma sala cheia de pessoas, ou em alguma aula, bom, eu ainda finjo isso, eu finjo todos os dias. Por vezes, eu escrevia sobre ser uma pessoa diferente, como uma policial que salvava pessoas, uma estrela do rock com fãs, uma escritora de uma série famosa. Imaginava porque talvez assim eu não me sentisse tão sozinha, tão vazia. Levou muito tempo para eu entender que não sou nada disso, e que eu não posso ser nada além de mim mesma. Cultivei amizades que não duraram um ano e me perguntava toda vez o que tinha de errado comigo quando isso acontecia. Eu dou uma importância exagerada para as pequenas coisas e quase nenhuma importância para as grandes. Eu tentava dar conselhos para as pessoas com quem eu me importava, porque assim, talvez elas encontrassem uma luz para seguir porque eu estava no escuro, perdida e sozinha. Tentei avisar as pessoas que se aproximavam os perigos de socializar com alguém como eu, mas elas não escutaram ninguém nunca escuta e isso é uma droga, porque depois de um tempo, elas finalmente se decepcionavam e iam embora, partiam e me deixavam partida, mais uma vez. Comecei a escrever por mim, e apenas para mim. Tornei-me ótima com palavras e excelente em mentiras. Não queiram se como eu, eu sou meio morta por dentro. Ouvi dizer que todos os escritores são. (Minha autoria)
Se você não está pronta para uma longa história, então você não está pronta para mim.
...
[...] Dois anos depois [...]
...
E: Eu acho que vou vomitar.
H: Não, você não vai.
E: Sim, eu vou.
H: Mãe olha para mim.
E: Eu não posso.
H: Você precisa se acalmar.
E: E se eu estragar tudo?... Eu vou estragar tudo Henry.
H: Você não vai [sorriu largamente] você sabe que não vai.
E: Você ha viu?
H: Sim [sorriu] ela está quase tão nervosa quanto você.
E: Ela está?
H: Sim. Olha lá para fora mãe [apontou para a janela] olha para onde estamos agora, aonde chegamos, olha para você, para sua felicidade, olha para a mamãe. Nós conseguimos isso, está acontecendo. Isso é...
E: Nosso final feliz? [perguntou, sorrindo para as pessoas que conversavam animadamente na pequena festa]
H: Não, eu não acredito mais nessa história de final feliz. Isso é nossa vida e por vezes, ela não vai ser tão feliz assim. Vão existir brigas e nós não vamos ser perfeitos sempre. Mas eu quero isso. Você é a salvadora mãe, você não precisa ter medo.
E: Eu não sou a salvadora. No momento em que você bateu na minha porta, você começou a salvar a minha vida. Todo mundo nessa cidade já tinha seus finais felizes de alguma maneira, mesmo que não se lembrassem disso, só eu e sua mãe que não. Você me salvou e você salvou Regina, mesmo que tenhamos passado por fases difíceis, nada disso [apontou para janela] nada disso faria sentido sem você, porque nada disso teria acontecido sem você. Eu não sou a salvadora, Henry, você é. Você salvou a todos nós.
H: Eu amo mãe, você sabe disso, não é?
E: Eu amo você também garoto, você me encontrou.
H: Eu acho que nós encontramos uns aos outros. Nós somos uma família de verdade agora [sorriu com lagrimas nos olhos]
E: Nós sempre fomos filho, nós sempre fomos [sorriu] É melhor eu ir antes que sua mãe apareça sem mim.
H: Isso não é nosso final feliz [sorriu] esse é o nosso começo...
...
Emma saiu da pequena cabana em que estava e caminhou lentamente para a varanda. Seu sorriso ampliou mil vezes quando ela avistou Regina saindo de um dos quartos. Pela primeira vez em anos, Regina estava leve, sorridente e totalmente feliz.
E: Você está linda.
R: Posso dizer o mesmo de você.
E: Será que estaríamos quebrando alguma regra se eu te beijasse agora? [perguntou se aproximando da morena]
R: Desde quando nós seguimos as regras? [sorriu beijando a loira]
E: Estão todos nos esperando.
R: Sim. Isso está acontecendo [sussurrou agarrando com força o braço de Emma]
E: Você está feliz?
R: Mais do que eu imaginei que seria possível [respondeu sinceramente]
Heart beats fast,
colors and promises
How to be brave?
How can I love when I'm afraid to fall
E: Você está com medo?
R: Você está aqui comigo, eu não tenho medo de nada quando você está comigo.
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
E: E você nunca mais precisa ter medo. Eu nunca vou sair do seu lado.
R: É melhor que não saia mesmo, senhorita Swan [riu tentando disfarçar o choro] Vamos?
E: Vamos.
Todos os convidados que estavam sentados em seus lugares, levantaram quando as duas mulheres apareceram de braço dado no começo da pequena passarela central. Ambas sorrindo, ambas de vestido azul claro.
I have died every day waiting for you
Darling don't be afraid
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more
E: E quem diria que chegaríamos aqui? [perguntou parando finalmente no centro, em frente a todas aquelas pessoas] Quem diria que você se casaria comigo?
Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this
R: Quem diria que você seria a minha felicidade?
E: Eu nunca mudaria nada.
One step closer
R: Nunca.
I have died every day waiting for you
Eu morri todos os dias esperando você
Darling don't be afraid Amor, não tenha medo.
I have loved you for a thousand years
Eu te amei por mil anos
I'll love you for a thousand more
Eu te amarei por mais mil
A: Bom [sorriu para as duas mulheres] vamos começar?
E: Manda ver Archie [disse, fazendo os convidados rirem] Você está pronta? [sussurrou para Regina]
R: Eu amo você [respondeu simplesmente]
E: Eu amo você também.
A: Estamos aqui para celebrar a união dessas pessoas tão... Particulares? [riu] Que percorreram uma estrada tão longa para chegar até aqui. Todos nós crescemos escutando histórias e participando delas. Histórias sobre princesas presas em castelos, sobre príncipes corajosos, sobre monstros e rainhas más. Bom, todos nós sabemos agora que a vida real não é tão simples assim. Às vezes, na maioria das vezes, nós perdemos fragmentos de histórias ao longo do caminho. Às vezes, nós encontramos uma princesa que não precisa ser resgatada [sorriu para Emma] Encontramos uma rainha com uma história muito maior do que aquela que contamos para nossas crianças. Encontramos príncipes que podem mentir, princesas que podem se enganar, pessoas incrivelmente doces que guardam seus monstros dentro de seus próprios corações [na primeira fila, Ruby deixou uma lágrima cair de seus olhos] Encontramos pessoas incompletas buscando por seus caminhos. Encontramos crianças perdidas a espera de uma casa, encontramos piratas que sabem amar e deixar ir [Hook levantou seu copo de bebida na ultima fila] Encontramos princesas capazes de transformar ou apenas domar aqueles que chamamos de monstros [sorriu para Belle e Rumple] Encontramos crianças que mesmo com um coração enorme podem cometer erros. Encontramos pais tentando demonstrar seu amor a seus filhos. Encontramos corações incrivelmente vermelhos que podem ficar escuros com apenas algumas ações. Nós encontramos amigos e felicidade, mas também encontramos tristeza e arrependimento. Isso é uma coisa que falta em nossos livros, uma coisa que deveríamos ensinar para nossas crianças, o conceito de arrependimento. E o mais importante, encontramos o amor em suas diferentes tonalidades e diferentes jeitos. Então meu pedido hoje, a todos vocês, é que esqueçam o conceito de luz e trevas, que esqueçam o conceito de bem e mal, que aceitem o que todos nós aprendemos durante esses anos [sorriu para todos] a capacidade de amar ao próximo. Todos nós temos lados escuros e isso é o que nos torna humanos, o que nos trona especiais é o que nos faz sair do pequeno livro de histórias. É pelo que decidimos lutar que realmente importa e se encontramos uma causa para lutarmos lado a lado, então nós encontraremos o equilíbrio da vida. Nós somos mais que um livro de histórias, nós somos nossas próprias histórias e hoje, eu me sinto horado por participar de uma das histórias mais incríveis desta cidade. Hoje, nós celebramos muito mais do que o amor entre duas pessoas, nós celebramos a amor que permanece guardado em cada um de nós. Então, por mais que doa, está na hora de fecharemos o livro. Sim [sorriu triste] É o encerramento desta história, mesmo que não seja o seu fim, porque não existe um fim. Nós o fecharemos e sorriremos para a parede de nossos quartos, ou de qualquer lugar onde estejamos lendo esta história. Nós enceraremos este livro, mas com o sentimento real de que ele nunca realmente acaba, porque as histórias nunca acabam elas continuam, no meu coração e no de vocês. Estamos aqui pelos abraços, pelos sorrisos, pelas lágrimas. Então sim, é o fim desta história, e começo de tantas outras. Fecharemos o livro e o guardaremos em uma estante empoeirada, mas não porque ele termina e sim porque ele continua dentro de nós. O que acontece daqui para frente com as pessoas desta história? Bom [sorriu] eu acho que isso não precisa ser contado. Nós chegamos juntos até aqui e agora, está na hora de seguirmos nossos caminhos e escrevermos nossas próprias histórias. Vocês podem se beijar [sorriu para Emma e Regina] e então, encerraremos isso como todas as grandes histórias. O que acontece depois do “felizes para sempre?” Bem, nós não escrevemos isso ainda. Por que afinal de contas, isso é o final feliz, ou o começo dele?
Emma sorriu e enxugou as lágrimas dos olhos de Regina enquanto se aproxima para o tão esperado beijo. Era o fim, era o começo, era sua própria história...
...
..
.
Quatro horas mais tarde, quando Henry estava sentado sozinho em uma das mesas da festa, um homem jovem que ele nunca tinha visto sentou ao seu lado.
— Grande festa.
H: Sim, elas merecem.
—Sim [sorriu largamente] Você está feliz Henry?
H: Muito... espera, como você sabe meu nome?
— Eu sei muito sobre você.
H: Quem é você?
— Um velho amigo da sua mãe [sorriu] Um velho amigo da Regina.
H: Será que ela te convidou?
— Não, mas ela desejou muitas vezes que eu estivesse aqui para ver isso. Para vê-la feliz.
H: Nós nos conhecemos? Eu tenho a impressão de já ter visto você.
— Nós já nos encontramos algumas vezes, nos seus piores momentos eu diria, mas eu não sou... como posso dizer, eu não pertenço a esse lugar. Eu apareço algumas vezes.
H: Como assim?
— Eu levei você até Nova York, eu te levei até Emma.
H: O que? Eu fui sozinho até lá, ninguém me levou.
— Será? Você era apenas uma criança, eu posso ter ajudado algumas vezes.
H: Você está bêbado? Como você poderia ter me ajudado?
— Digamos que eu gosto de escrever.
H: Você gosta de que ...? Espera [disse encarando pela primeira vez o livro de capa grossa que esse homem segurava nos braços] Você... você é o escritor?
— Nem sempre. Nós poderíamos dizer que eu também tinha um livro, eu ajudei vocês a mudar história que estava sendo escrita, mas eu não a escrevi.
H: Por quê? Por que você iria querer que eu fosse até Emma, você não é amigo da minha mãe? Por que você iria querer que ela ficasse triste?
— Ela já estava triste, eu queria que ela seguisse em frente, mesmo que isso fosse doloroso algumas vezes. Eu nunca manipulei sentimentos Henry, eu apenas deixei que vocês os liberassem.
H: Por que você está aqui?
— Eu vim para te entregar isso [sorriu deixando o livro e uma pequena caneta em cima da mesa] Você estava certo quando disse que poderia escrever sua própria história. Aqui está sua chance, use-a bem.
H: Espera [chamou quando o homem se levantou para ir embora] Por que você está fazendo isso?
— Eu já fiz o que tinha que fazer, foi difícil e eu fiquei frustrado muitas vezes, mas está feito e eu tenho orgulho disso [sorriu encarando Regina que dançava animadamente com Emma no meio do salão]
H: Você não quer falar com ela? [perguntou percebendo para quem o homem estava olhando]
— Não, essa não é a minha história Henry, eu estou contente apenas por ela estar feliz.
H: Eu conheço você [sussurrou assustado] mas... como?
— Uma antiga lenda dizia que as pessoas mais tristes possuem os corações mais fortes e essas pessoas, precisam de anjos da guarda.
H: Você estava aqui esse tempo todo?
— Não, mas eu estive com ela nos piores momentos, eu não consegui ajuda-la sempre, isso estava muito além de mim, mas eu estava com ela, eu sempre estou, de alguma maneira.
H: Espera, se você me fez buscar a Emma, então você já sabia o que iria acontecer?
— Destino é uma coisa muito estranha [sorriu] elas iriam se encontrar de qualquer maneira, você querendo ir atrás da Emma só apressou as coisas.
H: O que você ganha com isso?
—Olhe ao redor [sorriu] todo mundo ganha um pouco com isso. Regina merece.
H: Você realmente a amava, não é?
—Sim.
H: Será que eu vou ver você de novo, Daniel?
— Quem sabe [sorriu] eu estou aqui pela sua família. Você aprendeu muito sobre histórias ao longo desses anos, eu sei que você vai fazer a coisa certa com isso [apontou para o livro]
H: Eu vou [respondeu quando Daniel já tinha sumido] eu vou.
Henry abriu o livro imaginando as diferentes histórias que poderia escrever, seus dedos estavam firmes sobre o papel quando uma coisa chamou sua atenção. Suas mães estavam sorrindo bobamente para o ele do outro lado do salão. Emma sorriu e fez um gesto para que se aproximasse delas . Henry encarou sua família com um sorriso no rosto e foi então, que ele percebeu que ninguém precisava de histórias escritas e prontas, eles estavam em Storybrook, o lugar já era mágico por conta própria. Sorrindo, Henry escreveu uma única frase em seu novo livro antes de partir a caneta ao meio e joga-la no lixo mais próximo.
“Ninguém melhor para escrever o futuro do que as pessoas que vivem nele.”
FIM... Ou seria o começo?
...
Alice me contou uma história, uma história que ela ouviu de um velho coelho que ouviu de um louco sábio que colecionava chapéus. Bela me contou uma história, uma história que ela ouviu de uma fera que estava aprendendo a amar. Mulan me contou uma história, uma história que ela aprendeu enquanto lutava por suas causas durante uma guerra. Branca de Neve me contou uma história, uma história que ela ouviu de uma Rainha Má que talvez, não fosse tão má assim. Peter Pan me contou uma história, uma história que ele ouviu na janela de uma pequena garotinha chamada Wendy. Todos eles me contaram histórias e me ensinaram a escrever as minhas. Talvez eu saiba mais sobre os contos de fadas do que deveria, talvez as pessoas estejam certas quando dizem que eu deveria para de viver sonhando acordada, talvez, talvez. Nunca se sabe. Porque eu aprendi muito com essas histórias. Eu aprendi sobre amor, respeito, amizade. Porque eu tenho sim essa imaginação, porque eu tenho sim esse amor pelo mágico, porque eu tenho sim esse coração de quem acredita. Que me perdoem os que não souberam aproveitar uma bela história contada por tantos personagens diferentes. Que me perdoem os que acham tão lindo gritar aos quatro cantos o quão adulto eles são, me perdoem, mas eu sou muito mais que isso. Eu sou sim uma adulta, mas meus sonhos ainda são recheados de fantasia. Eu sou sim uma adulta, mas de vez em quando, Alice, Bela Adormecida, Branca de Neve, Capitão gancho, Peter Pan e Chapeuzinho Vermelho me fazem uma visita durante a noite. Eu sou uma adulta sim, mas eu ainda gosto de conversar com meu amigo Homem de Lata. Eu sou adulta sim, mas eu sou muito mais que isso. Eu sou um livro de histórias. (minha autoria)
...
Bom, é isso. É muito difícil se preocupar com a luz quando se está acostumado a enxergar no escuro. Porque eu sempre tive essa facilidade em me esconder atrás de uma postura de deboche, porque eu sempre tive essa facilidade em ser grosseira, em afastar todo mundo. Eu sempre acreditei que o amor era uma fraqueza, às vezes eu ainda acredito. Porque eu sou apenas uma menina aterrorizada. Eu demorei muito tempo para aprender a lidar comigo mesma e mais tampo ainda para aprender a lidar com as outras pessoas, bem, eu ainda estou aprendendo. Eu estou em processo de crescimento. Eu aprendi muito cedo a perder, e às vezes, eu não sei fazer outra coisa além disso. Eu me auto saboto. Eu crio essa casca para o mundo, eu sempre sou a primeira a sair, a primeira a desistir. Então, quando eu finalmente consigo criar uma conexão com alguém, quando eu finalmente encontro um amigo, eu tento ser outra pessoa. Eu tento ser alguém que eles iriam gostar. Demorou muito tempo para eu encontrar uma amiga que gostasse de mim do jeito que eu era, mas em apenas alguns meses meu medos me perseguiram de novo e eu comecei fugindo, de novo. Talvez eu nunca consiga me transformar na pessoa que eu quero ser, mas eu estou me enxergando melhor. Eu tenho aprendido sobre amor e sobre perdão, sobre arrependimento e sobre ceder. Eu estou aprendendo a ser uma pessoa melhor e esta história me ajudou com isso. Mais do que apenas escrever para vocês, eu escrevi esta história para mim e ela me ajudou a crescer porque muito além de escrever sobre a Regina, eu escrevi sobre mim. Obrigada a todos que acompanharam, nos vemos por ai.
Um grande obrigada para uma amiga especial que me ameaçou a cada capitulo.
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