Notas iniciais
Muito obrigada pelos comentários e MUITO, mas MUITO obriga a Oncers Swen e lovegood pelas lindas recomendações que vocês me deram. Vocês fizeram a felicidade da minha semana. Desculpem qualquer erro. Espero que gostem. Musica do capitulo: https://www.youtube.com/watch?v=H5ArpRWcGe0

There's a place that I know, It's not pretty there and few have ever gone. If I show it to you now will it make you run away or will you stay? Even if it hurts. Even if I try to push you out. Will you return? And remind me who I really am. Please remind me who I really am. Everybody's got a dark side. Do you love me? Can you love mine? Nobody's a picture perfect, but we're worth it.You know that we're worth it. Will you love me?. Even with my dark side? Like a diamond, from black dust. It's hard to know we can become. If you give up, so don't give up on me. Please remind me who I really am.

*(Há um lugar que eu conheço, não é muito bonito e poucos foram até lá. Se eu o mostrar a você agora, você vai fugir ou vai ficar? Mesmo que doa, mesmo que eu tente afastar você. Você voltará? Lembre-me de quem eu realmente sou. Por favor, lembre-me de quem eu realmente sou. Todos têm um lado sombrio, você me ama? Você pode amar o meu? Ninguém é perfeito, mas nós valemos a pena. Você sabe que valemos a pena. Você me amará? Mesmo com o meu lado sombrio? Como um diamante Vindo da poeira negra, é difícil saber o que podemos nos tornar se você desistir. Então não desista de mim. Por favor, lembre-me de quem eu realmente sou) Dark side -kelly clarkson.

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[...]R: Eu não vou [sorriu de lado] é só… [encarou a loira] Você não vai acha-la.

E: Por que eu não…?

R: Emma [chamou sentando-se no sofá] tem algo que eu preciso te contar […]

E: O que você quer me contar? [perguntou notando o tom sério da morena]

R: Eu… [seu discurso foi interrompido pelo toque do celular de Emma]

E: Desculpe [disse fazendo uma careta] Eu tenho que atender, é a Ruby.

R: Vá em frente, ela está com Henry.

E: Hey Ruby,… claro, não…. eu estou na Regina, sim… eu vou buscar ele.

R: Alguma coisa aconteceu? [perguntou preocupada]

E: Não [sorriu tranquila tapando o celular com a mão] Ruby disse que o Henry quer vir para cá, posso busca-lo?

R: Claro, meu filho sempre pode ficar na casa dele. Não era para o os seus pais terem pego ele?

E: Aparentemente, minha mãe achou que eu fosse busca-lo antes de ir para casa.

R: Você vai para casa?

E: Eu estou em casa [sorriu dando um selinho em Regina]…. sim Ruby eu ainda estou aqui… eu estou indo busca-lo, ok? [perguntou antes de desligar o telefone] Parece que nossa conversa vai ficar para mais tarde.

R: Sem problemas [respirou aliviada]

E: Sério? Você parecia nervosa.

R: Impressão sua [mentiu] Você vai ligar para os seus pais para avisar que Henry vai ficar aqui?

E: Sim, é melhor eu passar por lá antes que minha mãe faça um escândalo. Nós terminamos essa conversa quando eu voltar?

R: Claro [respondeu mesmo sabendo que era uma mentira] Até logo [sorriu beijando Emma]

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Naquela noite, Regina não contou a verdade para Emma, ela nem tentou. Emma e Henry pareciam tão felizes juntos, o momento era perfeito demais para ser quebrado. A verdade poderia espera um pouco mais...

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Henry Mills podia ser muita coisa, mas ele não era burro, nem cego. Fazia duas semanas que ele estava praticamente morando na mansão novamente. Não que ele estivesse achando isso ruim, não, ele adorava. Suas mães basicamente moravam juntas e por mais que elas fingissem que nada estava acontecendo, Henry sabia que não era verdade, mais uma vez, Henry não era cego, nem burro. Ele começou a perceber pequenos detalhes ao longo das semanas, detalhes que passariam despercebidos para outras pessoas, detalhes como o fato de que Emma basicamente morava com Regina agora, tudo era motivo para a loira dormir na mansão, geralmente Emma vinha com a desculpa de que era apenas para dar privacidade aos seus pais, mas Henry sabia que tinha outros motivos por trás disso. Depois das desculpas, vieram os pequenos detalhes, os pequenos toques. Sua mãe tocava Emma livremente e muitas vezes. Os toques eram sutis como a mão de Regina pressionada nas costas de Emma, quando a morena a chamava para mostrar alguma coisa, o jeito como Emma se apoiava em Regina para ver a morena cozinhar, o jeito como Regina reclamava do péssimo gosto de Emma e depois ria, como uma espécie de brincadeira interna. E uma vez, uma única vez, Henry jurou ter visto, mesmo que rapidamente, sua mãe limpando com o polegar a comida do queixo de Emma.

Duas semanas inteiras em que ele esperou por alguma explicação. Agora eles estavam na sala, assistindo um filme na TV e Emma estava confortavelmente massageando os ombros de Regina enquanto a morena estava sentada entre suas pernas. Era isso, esse era a ultima peça do quebra cabeça.

H: Então [começou inocentemente] Quando vocês vão me contar que estão namorando?

E: Nós não... Nós...

R: Por que você acha isso? [perguntou calmamente, repreendendo Emma por ter parado com a massagem]

H: Bom, isso é meio obvio, não? [perguntou apontando para o jeito como suas mães estavam sentadas]

E: Henry nós...

R: Nós estamos namorando.

E: Isso, nós... Espera. Nós o que? [perguntou surpresa]

H: Eu sabia [disse com um sorriso] finalmente [esticou a mão no ar para Regina bater]

R: Finalmente [sorriu]

E: Espera... O que eu perdi?

R: Henry sabia, ele é um garoto muito esperto.

E: Ele sabia o que?

H: Que mamãe amava você.

E: Sabia? Por que você nunca me disse?

H: Estava calculando quando tempo até você descobrir sozinha, você é bem grandinha, mãe.

R: As vezes, eu acho que ela só tem tamanho [riu piscando para Henry]

E: Então é isso? Você dois estão juntos contra mim? [perguntou fazendo beicinho] Isso não é justo.

R: Não adianta fazer essa cara, querida. Seu filho faz ela há anos.

H: Mas comigo funciona [disse rindo]

E: Você está bem com isso, garoto?

H: Minha família está junta, é claro que eu estou feliz com isso. E...

E: E?

H: É muito bom ver vocês felizes assim.

R: Você está feliz? [perguntou já sabendo a resposta]

H: Mais do que eu já estive na vida.

E: Eu estava pensando em uma coisa.

R: Acontece às vezes.

H: O que você estava pensando mãe? [perguntou rindo da careta que Emma fez para Regina]

E: Nossa arvore genealógica.

R: O que tem ela?

E: Espero que a gente nunca tenha que explica-la para ninguém [disse séria fazendo os outros dois rirem]

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Já passava das onze e Regina estava sorrindo bobamente para uma Emma adormecida em seus braços. Era irreal o quão a loira era especial para ela. Emma era parte da sua família, do seu amor, da sua felicidade. Era engraçado como as palavras de sua mãe ainda perturbavam seus pensamentos "amor é uma fraqueza" ela dizia. E Cora estava certa, Emma era seu ponto fraco e Regina não podia se importar menos com isso. A morena foi tirada de seus pensamentos com batidas fortes em sua porta da frente...

R: Da próxima vez, bata com mais força e quem sabe você quebre a porta [resmungou sem olhar para quem estava do outro lado]

D: Nós precisamos conversar.

R: Vocês querem entrar? [perguntou suavizando um pouco a voz]

S: Não.

D: Sim.

R: É para eu escolher umas das opções? [perguntou levantando a sobrancelha]

S: Nós não vamos entrar.

D: Você quer conversar sobre isso aqui na varanda?

S: Eu não quero conversar sobre isso...

D: Não? E como você espera que a gente saiba a verdade?

S: Nós sabemos a verdade.

D: Não, nós não...

R: Desculpa queridos, mas por mais que seja interessante essa discussão de vocês, são quase meia noite, e eu estou realmente curiosa para saber o que vocês querem.

S: Onde está minha filha?

R: Da ultima vez que eu chequei, ela estava na cama [disse maliciosamente]

S: Nós queremos falar com ela.

R: Fiquem a vontade, eu vou chama-la.

E: Não vai precisar [interrompeu descendo as escadas um pouco sonolenta] Eu estou aqui.

S: Emma, nós precisamos que você pegue o Henry e volte para casa.

E: O que?

D: Snow [advertiu]

S: Foi ela, é culpa dela [gritou apontando para Regina]

R: Desculpe, mas o que é minha culpa, exatamente?

S: Nós encontramos isso [disse jogando um pequeno diário nas mãos de Emma]

E: O que é isso?

D: É da Fada Azul.

R: E o que isso tem a ver comigo?

D: Tem seu nome por toda parte, Regina.

S: Você disse que não sabia nada sobre isso, sobre o desaparecimento dela.

E: O que é isso? Esses nomes todos? [perguntou enquanto folheava o diário]

D: São feitiços.

S: É magia negra, Emma, Gold nos disse.

E: Você foi procurar o Gold?

S: O que você queria que eu fizesse? O nome de Regina está por toda parte.

E: E só por isso ela é automaticamente a culpada? [perguntou com raiva]

D: Nós não estamos culpando a Regina, filha.

S: É claro que estamos. Você não leu até o final, isso é quase um manual de como usar magia negra, fazer um portal, uma maldição.

E: Eu ainda não entendo o que isso tem a ver com Regina.

S: Quem mais saberia todas essas magias?

D: Tem algumas anotações que a Fada Azul fez e algumas delas dizem que Regina abriria um portal para ela.

E: Regina não tem magia no momento. Isso é mentira, ela deve ter armado algo e...

R: Não é mentira [Regina finalmente falou, depois de longos minutos em silencio]

E: Regina...

S: Eu sabia, sabia que você não ficaria muito tempo sem fazer algo ruim.

D: Snow, calma. Nós nem sabemos o que aconteceu com a Azul.

S: Eu vou acordar meu neto para leva-lo para casa.

R: Meu filho pode ficar. Snow. Não é você quem decide isso [advertiu friamente]

S: Emma [chamou]

E: O que está acontecendo, Regina? [sussurrou ignorando os apelos de sua mãe] O que você não está me contando?

R: Eu abri um portal para ela.

S: Eu sabia.

E: Regina...

R: Eu não tive escolha.

E: Por quê? Por que você não falou comigo antes de fazer isso?

R: Eu queria [riu sem humor], mas não era uma opção.

E: Não era uma opção? Você não faria uma coisa assim por nada, é por isso que você está sem sua magia, não é?

R: Sim.

S: Vamos embora, Emma.

E: Por que você fez isso?

R: Porque você morreria se eu não fizesse [admitiu encarando a loira]

D: Morreria?

R: Acho que vocês deveriam entrar e sentar, eu preciso contar uma coisa...

...

S: Isso é ridículo, loucura. Você não espera que a gente acredite nisso.

E: Por que eu não me lembro de nada?

R: Eu tirei suas memórias.

S: Isso é ridículo, então você e minha filha foram jogadas em alguma espécie de futuro, e você abriu um portal só para salvar a vida de Emma? Você quer que acreditemos nisso?

R: Não era um futuro, era uma mentira que a Azul criou.

S: Nenhuma mágica é capaz de inventar um futuro, Regina, até eu sei disso.

D: Só você e Emma sabiam?

R: Sim.

D: Mas por que ela levaria Emma com você? Não seria mais lógico ela levar o Henry, fazer você salva-lo?

R: Eu não sei [deu de ombros]

S: Por que ela pensaria que você salvaria Emma?

R: Eu não tenho ideia [mentiu]

D: Talvez ela soubesse que...

S: Parem com isso [gritou] você odiava Emma, você se beneficiaria muito mais com a morte dela. Por que você se arriscaria para salva-la?

R: Você poderia controlar seu tom de voz? Meu filho está dormindo.

E: Deixem-nos sozinhas [interrompeu]

S: Emma...

E: Por favor, mãe...

S: Você não acredita nessa loucura, acredita?

E: Acredito [disse surpreendendo Regina]

D: Nós vamos para casa, depois você nos liga, ok?

E: Ok.

S: David? [chamou] Você vai mesmo deixar sua filha aqui, com ela?

R: Eu nunca machucaria Emma, Snow. Você sabe disso.

S: Sério? Porque eu acho que você tem feito isso desde que ela nasceu.

R: Eu...

E: Já chega! [gritou] Vai para casa, Snow. Eu ligo para você depois.

S: Mas Emma...

E: Por favor, eu vou ficar bem, eu prometo.

D: Vamos para casa, Snow. Nossa filha pode resolver isso sozinha.

S: Você tem uma hora [encarou Regina] Se minha filha não der nenhum sinal dentro de uma hora, eu vou...

R: Vai o que? [perguntou ameaçadoramente] Acender algumas tochas e começar a caça as bruxas?

E: Regina, para [encarou a morena] Deixe a minha mãe em paz. Eu vou te dar noticias mãe, agora, você precisa ir para casa...

S: Tudo bem [se rendeu indo em direção à porta] Eu vou esperar você voltar para casa.

D: Qualquer coisa você liga para mim [se aproximou de Emma para dar um abraço nela] Talvez você saiba por que ela se sacrificaria por você [sussurrou] pense bem no que você vai fazer.

E: Eu falo com você depois [sorriu fraco]

D: Até depois [disse saindo pela porta]

Emma sentou-se no sofá e colocou a cabeça entre as mãos. A sala entrou em um silencio desconfortável.

R: Se eu tivesse contado, no momento em que voltamos. Você teria acreditado em mim? [perguntou tentando quebrar o silêncio]

A resposta seria”não” e Emma sabia disso.

E: Você poderia ter tentado.

R: Eu poderia.

E: Por que você não tentou?

R: Eu nem sabia direito o que fazer comigo.

E: Você nunca iria me contar?

R: Eu pensei em falar algumas vezes, mas...

E: Mas?

R: Eu não sei [suspirou] Eu fiquei com medo de perder você, de novo.

E: Por que ela me levou com você? Por que ela achou que você sacrificaria você e sua mágica por mim?

R: Você sabe a resposta.

E: Eu preciso pensar [sussurrou levantando-se]

R: Eu entendo [disse triste] Leve o tempo que você precisar. Sua mãe vai ficar aliviada por você voltar para casa.

E: Eu não vou voltar para casa deles [murmurou subindo as escadas]

R: Para onde você vai? [perguntou surpresa]

E: Eu disse que precisava pensar, eu não disse que precisava ficar longe de você.

R: O que isso significa?

E: Significa [respirou fundo] que eu não estou correndo na primeira dificuldade que aparece [murmurou subindo o restante da escada]

R: Você quer ficar sozinha?

E: Não. Mas eu aceitaria um chá [deu de ombros]

R: Eu posso fazer um pouco [sorriu de lado]

E: Ok, eu vou te esperar no quarto...

R: Ok [sussurrou]

...

Regina seguiu Emma alguns minutos depois com duas canecas de chá fumegante, ela não sabia o que esperar. Ela nunca sabia o que esperar de Emma Swan.

R: Você se parece com Henry, você sabe [murmurou se aproximando da loira que estava sentada no chão da varanda]

E: Henry gosta de olhar para o céu também? [perguntou sem encarar a Regina]

R: Não, quer dize, sim ele gosta. Mas eu estou falando da maneira como seus olhos se parecem quando você está triste, mas está tentando não demonstrar [Regina tomou o silencio de Emma como um sinal para continuar. Respirando fundo ela sentou-se ao lado da loira] Quando Henry começou a escola, ele estava tão animado sobre estar perto de crianças da sua idade. Eu acho que ele queria ter seus próprios amigos, ele queria tanto alguém para brincar, que ele achou que iria fazer amigos de imediato. Mas depois de algumas semanas, ele começou a voltar para casa com menos entusiasmo do que ele tinha começado, então ele sentava na cama e ficava olhando para fora da janela, com a mesma expressão que está em seu rosto agora.

E: Qual expressão? [perguntou encarnado Regina]

R: Essa expressão triste que vocês tem quando acham que não há ninguém observando.

E: Eu não estou triste [mentiu]

R: Henry nunca consegue esconder seus sentimentos de mim, pelo visto, você também não.

E: Eu estou triste [admitiu com um suspiro] e estou confusa também. Por que você não tentou me contar? Eu sei que teria sido estranho no começo, mas depois nós viramos amigas, você poderia ter me dito.

R: Você não entende, Emma.

E: Então me explica.

R: Você é a única coisa boa que eu tenho, além do nosso filho, é claro. Você é a unica que aparentemente me faz bem, me faz feliz. E isso me dá um medo gigantesco, porque quando eu olho para todas as coisas boas que eu já tive, todas elas, juro, todas, nenhuma delas está mais comigo, eu perdi tudo, Emma. Então, me desculpa por te esconder algumas coisas, me desculpa por não saber como agir às vezes. Me desculpa por não saber amar direito. Eu não sei amar [admitiu com lagrimas nos olhos] eu fico com esse medo constante e quase absurdo de perder você. E eu não sei se já te disse isso alguma vez, mas eu não quero perder você. Eu não posso perder você…. de novo [sussurrou]

E: Você não pode me esconder as coisas e achar que isso conta como um relacionamento saudável.

R: Eu não sei como relacionamentos saudáveis funcionam [sorriu triste] Eu não sei o que é estar com alguém que me conhece de verdade, Emma. Eu não sei nem como fazer isso [apontou para as duas] funcionar. Então, se você não me ama mais…

E: Você é tão boa em ocultar as coisas [interrompeu] você é tão boa em fingir, e esconder, evitar, mas eu te conheço, Regina [encarou a morena] eu te conheço melhor que qualquer um. E eu sei que você está com medo, você tem tanto medo da quantidade de amor em seu coração, que a ideia de mostra-lo, mostrar suas cartas te apavora então, você esconde as coisas. Mas eu conheço você, eu sei do que seu coração é capaz, do quanto ele pode amar, do quanto ele pode me amar. Eu te amo, Regina e isso não mudou só porque eu fiquei chateada com você, eu estou irritada sim, e isso vai acontecer muitas vezes, porque nós somos assim. Mas eu te amo, e eu nunca pensei que seria possível sentir tanto amor assim por alguém. Então [encarou a morena] é melhor você aprender como um relacionamento saudável funciona, porque eu não quero perder você também…

Sempre fui usuária assídua do termo “quem ama não muda”. Sempre concordei com a ideia de que para uma pessoa te amar você não precisaria mudar nada em si mesma. Afinal, quem ama, ama tudo, não é? Ama o pacote completo, até as coisas ruins, certo? Errado, infelizmente ou não, isso está muito errado. O amor te muda sim, ele ”te cresce”, “te amadurece” e talvez, te torne melhor. Amar é ser continuidade do outro, é saber do que abrir mão e do que manter perto. Amar é entender o gosto musical do parceiro, é assistir aqueles filmes dramáticos com um lencinho ao lado, porque você sabe que ela vai chorar. Amar é apresentar para os pais, os amigos, os vizinhos, apresentar até para a moça do mercadinho da esquina. Amar de verdade é compartilhar séries, livros, os fones de ouvido, o quarto, a vida. Amar de verdade é mudar sim, é se reinventar sem nunca perder a essência inicial. Amar é “brigar” por ciúmes, por falta de tempo. É brigar para fazer as pazes, para ter do que rir depois. Amar é descobrir coisas em você, que você nem sabia que existiam, é aprender sobre si mesmo, sobre o outro. Afinal, de quantas maneiras você pode amar alguém e ainda continuar sendo o mesmo? (Minha autoria)