Notas iniciais
Boa leitura ^^

Pov. Damon

Agora que eu estava melhor eu ia a fundo sobre esses massacres, não sei porque Klaus está querendo ajudar mas sei que ele tem algo a ver com isso.

– Cara — começou Ric. — você tem que parar de prometer coisas que não vai cumprir pra Elena.

– Como assim?

– Você entendeu, não faça promessas que não possa cumprir.

Fiquei em silêncio. Lexi apareceu na sala as pressas.

– Você disse que o primeiro massacre aconteceu em 1910, eu descobri um nome que pode está envolvido nisso. William Thomás. Isso pode ser boatos mas dizem que ele tentou matar a própria filha porque descobriu que ela era uma vampira. — disse Lexi.

– Ele queria matar a filha porque ela era uma vampira? — disse Ric.

– Isso me parece familiar — sussurro.

Os dois me olharam diretamente e antes que eu pudesse dizer algo, Stefan apareceu.

– Nosso pai e seu ódio por vampiros o fez uma pessoa cruel, e que pensou em matar nós dois sem pensar duas vezes, ele queria arrancar nossos corações e pisar neles.

– Isso era o amor de pai dele. — digo

– Não consigo imaginar que alguém possa matar os próprios filhos por eles serem vampiros — sussurrou Lexi.

Todos ficaram em silêncio.

– E sabe alguma coisa da filha do cara? — pergunto

– Só sei que o nome dela era Maggie. — respondeu Lexi.

Pov. Elena

Mamãe queria que eu e Jeremy ficasse com ela durante a tarde, ela prometeu que as 18:30 liberaria a gente. Enquanto ela fazia bolo, eu e Jeremy estávamos sentando na mesa jogando cartas, que como sempre estou perdendo, eu não estava nem um pouco animada com isso, eu só pensava no massacre e que Damon quase morreu.

– Mãe porque você nos quer aqui? Você não faz isso com a gente desde dos 10 anos. — disse Jeremy

– Eu só quero passar um tempo com meus filhos — ela disse — será que eu posso pedir isso?

– Pode mas... — eu o interrompi.

– Você está preocupada que aconteça algo com a gente por conta dos massacres?

Ela ficou em silêncio e nos olhou.

– Eu sou mãe... Tenho direito de me preocupar... — ela disse.

Ficamos quietos, Jeremy não sabia o que dizer.

– Tenho medo quando vocês passam por aquela porta e nunca mais voltarem, e agora com o acidente da Elena e esses massacres tudo na mesma semana, não é atoa eu me preocupar.

– Vamos tomar cuidado — sussurrou Jeremy.

– Vamos sim — digo. Me levanto e vou até a bancada e seguro a sua mão. — Vamos ficar bem.

Ela concordou com a cabeça e voltou sua atenção pra massa de bolo.

...

Um pouco mais tarde, decido ligar para Bonnie e Caroline e marcarmos de jantar no grill, pedi para que Jeremy me levasse até lá, mamãe e Ric me proibiram de dirigir e então.
Fiquei esperando Bonnie e Caroline na porta do grill, passou 10 minutos da hora marcada e elas ainda não tinha chegado, fiquei andando pro lados digitando no celular quando tombei com uma garota.

– Ai me desculpe — digo a ajudando a levantar.

– Eu que peço desculpas, não deveria andar correndo — ela disse. sua voz era doce.

– Qual o seu nome? — pergunto.

– Maggie, Maggie Thomás.

– Você está indo para algum lugar?

– Só estou tentando chegar ao centro da cidade...

– Ah, é só você seguir reto e logo chegará.

– Ok, obrigada.

– Por nada, tenha cuidado Maggie.

...

Depois que Caroline e Bonnie finalmente apareceram, colocamos o papo em dia e quando Caroline simplesmente notou uma mancha na minha bolsa.

– O que foi isso? — ela perguntou.

– Ah, deve ter sido na hora que eu tombei com uma garota, nós duas caímos.

– E porque vocês tombaram? — perguntou Bonnie.

– Eu estava digitando no celular e enquanto Maggie estava com pressa.

– Maggie? — disse Caroline

– Sim, o nome dela é Maggie.

– Maggie Thomás? — sua voz era de surpresa

Concordei. E ela ainda estava surpresa.

– Conhece ela? — perguntou Bonnie.

– Eu já ouvi falar nela, minha mãe falava sobre ela com um cara. Disse que ela estava morta, desde de 1910.

...

Pov. Damon

– Tem certeza que esse era o nome dela? Maggie Thomás? — pergunto

– Sim...

– E qual era a aparência dela? — perguntou Lexi enquanto o celular estava no viva voz.

– Ela era baixa, loira, com aparência de uma menina de 15 anos. — respondeu Elena

– Talvez William Thomás não tenha matado a filha. — disse Lexi.

– Ou talvez ela tenha simplesmente sumido da face da terra. — digo.

– Ela estava com muito pressa, mas percebi que estava assustada e desesperada.

– Então vamos ter que encontra-la — digo.

...

Pov. Elena

– Sua mãe não te deixa mais dirigir? — perguntou Damon.

– Não — digo — Não ela e Ric querem receber outra ligação de que estou no hospital.

– Também não queria receber essa ligação, mas Ric esqueceu do detalhe de que agora você é uma vampira.

– Só porque somos vampiros não quer dizer que somos imortais, tá podemos nos curar e curar pessoas com o nosso sangue mas isso não impede de um arrancar a cabeça ou o coração um do outro.

– Isso é verdade.

Olhei para a janela do carro e vi uma menina bem parecida com Maggie, ela estava andando de um lado para o outro desesperada como se estivesse esperando alguém. Paramos o carro e antes mesmo de saímos apareceu Savannah e foi até ela.

– O que Savannah iria querer com a Maggie? — pergunto

– Precisamos descobrir...

...

Elas ficaram conversando há mais de 30 minutos, tentamos ouvir a conversa mas estavam sussurrando.

– Será que tem alguma coisa a haver com Bonnie e seus poderes? — digo

– Savannah disse que ela tinha que aprender a controlar seus poderes ou poderá destruir toda Mystic Falls.

Processei cada palavra, me lembrei das palavras ditas por Savannah e os massacres, será que eles podem estar ligados?

– Damon, como terminou o massacre de 1910?

– Ainda não sabemos, acho que essa tal de Maggie, se ela for mesmo a filha de William Thomás, pode nos dar a resposta. Por que?

– Fiquei pensando se a Bonnie e o massacre estão ligados...

– Como assim?

– Savannah disse que ela pode ser a destruição e os autores desses massacres querem as criaturas sobrenaturais mortas. A Bonnie pode ser a chave para a salvação ou a destruição de Mystic Falls.

– Talvez esteja certa, deve ser por isso que Savannah quer que Bonnie controle os poderes...

– Estamos meio do caminho dessa investigação.

...

Notas finais
O que será que pode acontecer?