You and Me... Forever
16 Acidente
Notas iniciais
Pov. Elena
Eu não sabia se eu dizia a verdade ou mentia, antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ela recebeu outra mensagem.
– Tenho que ir — ela disse
– Mas Bonnie...
– Desculpa Elena, mais tarde a gente se fala — ela saiu.
Eu não havia entendido nada, ela recebeu a mensagem e depois saiu do nada. Voltei para a cozinha.
Mais tarde liguei para Caroline e ela atendeu no primeiro toque.
– Elena?
– Oi Caroline
– Ai meu Deus que bom ouvir a sua voz.
– Por que? O que houve?
– Nada com que tenha que se preocupar, e ai me conte as novidades.
Eu não sabia se contava para ela sobre Bonnie, eu amo a Caroline mas não posso contar certas coisas para ela. Decidi deixar o assunto sobre a Bonnie quieto.
– Na verdade eu não tenho nenhuma. E você?
– Bom... Eu meio que estou saindo com o Klaus. Eu sei que você não gosta dele, mas não queria que você pensasse outra coisa.
– Tipo o que? O cara com quem a minha melhor amiga está saindo tentou me matar, acho que não devo me preocupar com a segurança dela.
– Me desculpe Elena, mas ele é diferente, ele não tão ruim assim.
– Eu espero... — Ouvi uma batida de leve na janela, olhei para atrás e era Damon. — Olha Care, eu tenho que ir, depois eu ligo pra você.
– Ok
Desliguei o celular e fui até a janela.
– Você demorou — digo abrindo a janela.
– Eu estava meio que ocupado — ele disse e me abraçou.
– Ocupado com o que?
Ele se afastou um pouco e encostou sua testa junto a minha. — Nada com você precisa se preocupar meu amor. — ele beijou. Ele começou a acariciar o meu rosto e o abracei ainda mais forte.
– É tão bom estar aqui com você — sussurro.
– De todos os lugares do mundo prefiro estar aqui ao seu lado.
Eu o levei até a cama e nos deitamos, antes que pudéssemos dizer algo, alguém começou a abrir a porta do quarto, Damon desapareceu imediatamente. Era Ric.
– Eu só vim dizer Boa noite — ele disse.
– Boa noite Ric.
– É pra ir dormir, nada de ficar no celular. — ele disse fechando a porta.
– Ok — esperei um pouco e tranquei a porta.
– Bem onde estávamos? — pergunto.
Damon apareceu por trás de mim e me levantou e levou até a cama. Cada vez mais ele me beijava, seus dedos roçando entre os meus, tudo perfeito.
Depois de um tempo o cansaço me dominou, acabei dormindo e antes de pegar no sono senti os braços de Damon se envolvendo em meu corpo. Ele sussurrou: — Boa noite Elena.
Já era de manhã e Damon já ido, olhei para o celular e havia várias mensagens e chamadas perdidas da Bonnie, tentei ligar de volta e ela não atendeu e então mandei uma mensagem, ela não respondeu. Levantei e fui trocar de roupa o mais rápido que consegui, peguei as chaves do carro e disse para mamãe que logo eu voltava.
Dirigi até a casa da Bonnie, parei o carro bem em frente da casa. Fui até a porta e toquei a campainha, demorou só 5 segundos para a avó de Bonnie abrir.
– Oi, a Bonnie está em casa? — pergunto
– Ela saiu logo cedo, disse que uma amiga havia convidado ela para tomar café e pensei que era você.
– Tudo bem, acho que sei onde ela possa estar.
– Ok, até mais.
Voltei para o carro, dirigi o mais rápido, minha preocupação era que algo tinha acontecido com Bonnie, comecei a diminuir a velocidade, e então, eu estava numa estrada que havia uma curva enorme, alguma coisa me chamou atenção, olhei para o lado e vi grande e enorme cervo, quando voltei a atenção para a estrada, Rebekah está parada bem no meio do caminho, fui tentar desviar e tudo ficou escuro.
...
Pov. Damon
Depois de ter saído da casa da Elena fiquei pensando, como a Bonnie poderia ser uma ameaça? O que ela seria capaz de fazer, fiquei pensando nisso por um longo.
– Acho que sei porque a Bonnie pode ser uma ameça — apareceu Stefan. — A família Bennett foi amaldiçoada na primeira geração, essa maldição faz com que ela tenha poderes já mais conhecidos, Damon, se caso ela não tenha controle sobre esses poderes, algo virá a cabeça dela e convencerá ela de matar toda Mystic Falls.
– Então temos que impedi-lá, quando acontece a maldição?
– Ainda não sei...
Meu celular começou a tocar, era Ric.
– Alô?
– Damon — disse Ric, ele parecia nervoso. — É a Elena...
...
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