Notas iniciais
OLLLLAAAAA
a minha critividade para os títulos é uma treta.
Bem aqui esta mais um capítulo! Obrigada a quem está a ler :)
Agora como já vejo a minha doida mais contente com as coisas que escrevi ontem e com o cap da Sofs vou postar xD mas não te vou fazer chorar n te preocupes Ana xD
Este cap não ta nada de jeito fiquei sem imaginação lá mais para o fim xD
Haley

Mas... Mas... Como?

— Hey Haley! Uau já foi á tanto tempo. Um ano?

— Ainda te lembras de mim? Faz um ano sim...

— Sim.. Ugh... Também não é muito difícil com o James amuado um ano inteiro.

— E-ele não se esqueceu?

— Nunca... Lembro-me como se fosse hoje. Ele ligou para o Skype e estava mesmo mal. Contou-nos tudo e até acho que o vi a chorar. E-ele ainda te ama. — disse o Carlos com um sorriso.

Afaguei o meu colar. Ele ainda se lembrava da nossa promessa. Ele ainda se lembrava de mim.

— Então aqueles tweets...

— Sim toda a gente pensou que era sobre a Halston mas na verdade eram mesmo sobre ti. Eu nunca vi o James assim Hal. Desconcentrado, olhar se expressão. Acabou por melhorar mas depois viemos para aqui e... As lembranças voltaram. — começamos a andar.

— A mim também. Estava a pensar em tudo o que tínhamos passado juntos e... E como tinha saudades. Como fui embora de repente não trocamos contactos. A minha vida deu uma reviravolta inesperada e acabei outra vez aqui... Mas desta vez já não vim sozinha.

— Então neste caso foste tu que...

— Não não, eu vim com umas amigas minhas. Eu não esqueci o James. — afaguei novamente o colar. Era coisa que fazia muitas vezes. Era como se aquela promessa de eu não estar mais sozinha estivesse ali dentro. Era como se ele estivesse ali para me proteger.

— Então vamos? — perguntou o Carlos e eu acordei dos meus pensamentos.

— A-Aonde?

— Achas que eu te encontrava na rua e não te levava ao James?

Estava na frente de um hotel gigantesco perto de um dos milhares de canais da cidade. O James estava ali. Tinha estado tão perdida nos meus pensamentos que nem me lembrara disso. O nervosismo encheu o meu corpo e sentia o meu coração a bater cada vez mais rápido. Pensei que ele iria saltar pela boca. O Carlos abriu a porta e de repente estava no quarto deles.

Vi-me dentro de um quarto enorme com duas camas de casal e dois sofás enormes. Não era normal encontrar um hotel assim. Num dos sofás estavam o Logan e o Kendall a jogar consola. Lembrei-me do primeiro dia em que os vi e sorri.Olhei em volta. Na cama de cabeça enfiada na almofada. Era ele.

As duas cabeças no sofá viraram-se para mim com olhos esbugalhados logo passando para o rapaz na cama e de volta para mim.

— Hey cabeça de almofada? Trouxe alguém para te ver. — disse o Carlos a fechar a porta.

— Não quero ver ninguém.

— Va lá. Pelo menos olha para aqui.

O James levantou a cabeça, olhou para a porta e enfiou a cabeça novamente na almofada, mas logo a seguir levantou-a outra vez e abriu os olhos e a boca.

— H-Hal?

— olá James.

Deu um estalo a si próprio com muita força e abanou a cabeça. Eu sorri. Ele pensava que eu era um sonho ou uma miragem para estar a ter aquele tipi de atitudes. Será que ele também é fruto dum sonho meu? Belisquei o meu braço discretamente. Não... Tinha reencontrado o rapaz que eu amava.

Numa mistura de felicidade e ansiedade andei na sua direcção e pus-lhe os braços á volta do pescoço.

— Tive saudades tuas — disse baixo ao seu ouvido.

— Eu tive mais — disse beijando a minha testa e logo depois encostando-a á sua.

— Bem a tenho que ir ali... Venham comigo Logan, Carlos — ouvi a voz do Kendall.

— Sim, sim.

A porta bateu e ficamos sozinhos. Ele pegou-me nas mãos e senti que nunca tinha saído de ao pé dele.

James

E-ela.

Um ano deprimido, sem saber o que fazer, perdido. Quando os rapazes me trouxeram aqui piorei. As memórias de tudo o que tinha acontecido tinham voltado e eu pensei que nunca a voltara a ver... Mas ela esta aqui ao meu lado, como se nunca nos tivéssemos separado.

Ela mexia no colar e sorria. E-era o colar que eu lhe tinha dado.

— T-tu ainda o usas?

— Ainda não o tirei desde que o puseste aqui... L-lembra-me que não estou sozinha. E deu-Ne confiança.

— Como está a tua vida... Melhor? — perguntei a medo.

— ainda sofro muito com a perda do meu avo... Mas houve uma grande reviravolta. Arranjei umas amigas e se calhar vamos todas estudar este ano para Los angeles. Convenci os meus pais. — disse com um sorriso triunfante.

— Estou muito feliz por ti. É bom ter pessoas para te apoiar. E finalmente conseguires tornar a tua vida no que querias.

— Obrigada. — os olhos dela brilhavam enquanto olhava directamente para os meus.

— Obrigada? Por que?

— Foste tu quem me deu confiança e mostrou que eu não estava sozinha. Obrigada por fazeres a minha vida melhor... A-apesar de ter sofrido sem ti...

Aquilo deixou-me sem palavras. Eu tinha-a ajudado nos dias piores mesmo não estando ao pé dela. E ela tinha saudades minhas. E eu que pensara que ela me tinha esquecido.

— t-tens lido os meus tweets?

— sim... — disse baixando a cabeça.

— também pensaste que eram sobre a Halston?

— Pensei por momentos... Mas mantive a esperança que ainda não me tinhas esquecido.

— Eu nunca te poderia ter esquecido. Mesmo que quisesse tu não me saias da cabeça.

Ela encostou a cabeça no meu ombro e finalmente após um ano senti-me realmente feliz. Pus os braços á volta dela e beijei-lhe a cabeça.

— Vamos recuperar o tempo perdido — disse baixo ao seu ouvido, beijando o seu pescoço a seguir.

— Eh James! Ela acabou de voltar e tu já lhe beijas o pescoço?! Elá — ouvi a voz do Kendall seguida de risos.

— Vamos dar uma volta, lovebirds? — perguntou o Carlos.

— umm... Tenho uma ideia. Querem conhecer umas pessoas? Venham eu levo-vós lá!- disse a Hal puxando-me para eu me levantar.

Seguimos-a por Veneza até á frente de uma casa enorme. A Hal abriu a porta. Aquilo ali dentro era um palácio.

— Venham... Mas façam pouco barulho.

Atravessamos a casa. A decoração era tipo castelo. Lustros maravilhosos no tecto, mobília antiga. Sentadas no chão estavam 3 raparigas. Provavelmente as tais amigas da Hal.

— Hey Malta... Encontrei umas pessoas que vós gostavam de dizer olá.

— Olá meninas — dissemos todos ao mesmo tempo.

As raparigas que haviam estado a conversar levantaram os olhos para nós e foi como se congelassem.

— S-são os... — uma rapariga de olhos verdes e cabelos pretos lisos disse.

— Aham. — disse a Hal sorrindo.

— M-mas como? — disse outra de olhos castanhos e cabelo da mesma cor pelos ombros.

— Eu nunca vos contei a história... É um pouco longa, quando tiver mais tempo... Logo vão perceber.

— e... O que tens a dizer sobre isso — disse a ultima de olhos acinzentados e cabelo loiro muito encaracolado, apontado para a minha mão e a da Haley entrelaçadas. Ela olhou para mim sorrindo.

— Acho que esta incluído nessa longa história.

Sentamo-nos todos no chão da sala a conversar. Todas elas eram bastante simpáticas e divertidas. Eram pessoas diferentes mas parecidas na maneira de pensar. Se calhar por isso é que a Hal tinha-se tornado amiga delas. Contaram que tinham-se todas conhecido na net e que aquela era a casa de ferias dos tios da Liliana ou seja a Lily como todos lhe chamavam. Era a rapariga de olhos e cabelo castanho pelos ombros. A rapariga de olhos verdes e cabelo preto chamava-se Rafaela e a de cabelos loiros encaracolados era a Filipa, a quem chamavam Pipa.

Olhei para a Hal. No ano passado a sua expressão era mais triste... Deprimida. Vejo que ela ganhou coragem e tem amigas que a fazem sentir bem. Nunca a tinha visto sorrir tanto. Eu amo aquele sorriso.

Pipa

Eu parei um pouco e pensei. Eu estava no mesmo quarto que os meus ídolos. A Haley estava de mão dada com o James Maslow. Eu tinha o Carlos Pena mesmo sentado ao meu lado com aquele sorriso enorme perfeito. E ainda não sabia como tudo aquilo era possível. Por fora estava controlada mas por dentro parecia que havia uma festa gigante dentro de mim. Havia uma parte de mim que chorava, outra ria e sentia um nó no estômago maior que eu sei lá o que.

Tínhamos acabado de chegar a Veneza, íamos ficar duas semanas aqui, na casa dos meus tios que me tinham criado maior parte do tempo pois os meus pais tinham ambos bastante negócios e não tinham tempo para nada. Em 24 horas vi a Haley entrar em depressão e não nos contar nada e depois sai de casa e aparece-nos com os BTR em casa.

Estávamos a conversar sobre coisas ao calhas e o meu olhar encontrou o do Carlos. Não me perguntem como aconteceu, só sei que quando me apercebi disso sorri e olhei imediatamente para o chão, provavelmente com a cara toda vermelha. Só sabes fazer porcaria Filipa, já estas a fazer figura de parva. Quando recuperei o fôlego olhei novamente para cima e disfarçadamente para o lado onde estava o Carlos. Ele estava assim tão perto de mim há pouco?

Notas finais
Bem o que será que vai acontecer com os BTR e as raparigas? Alguma coisa de interessante? XD
Obrigada por lerem deixem reviews pleaaase
XxCarol
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.