Notas iniciais
Hey! Somente POV Anna okay? Desculpem por estar fazendo só caps relacionado Anna, porém, precisamos esclarecer algumas coisas, certo?Estou postando mais um capítulo pois sou a pessoa mais linda/gata/gostosa/diva/ desse mundo! dhreawuijeawhiufdjksfds porém não. Só tô postando por que eu tô inspirada hoje! pfmdsajnvgjfadokads porém não. Estou bem mentirosa hoje. Enfim, tô postando por que... Por que esse é um Brasil livre onde eu posso fazer o que eu quiser! fndjaskfvadsjkfdas não né, okay, tô c vontade e fiz novo capítulo. E tô com um pouco de medo sobre os comentários que irão surgir sobre o capítulo anterior... Eu sou muito idiota, sério eanjkfcldasnfasjkdfas, porém, novo capítulo. Me amem!

POV Anna

_Anna – Abri os olhos lentamente e vi minha mãe borrada na minha frente – Anna, até que enfim!

_Oi? Mãe, o que foi? Que aconteceu?

_Anna você caiu e bateu a cabeça num carro. Não foi forte, mas bateu. – Olhei com cara de desentendida pra minha mãe. – Enfim, vamos logo, temos que ir pra casa. Consegue andar? – Ela falou e eu assenti com a cabeça.

Nós fomos andando e chegamos até o carro. Entrei, joguei minhas bolsas no banco de trás e me sentei confusa no banco do passageiro.

_Mãe... Você me acordou ali né? Eu desci do avião, sentei na cadeira, peguei no sono e você me acordou certo? – Olhei pra ela esperando que ela apenas dissesse que sim.

_Ah, não Anna, esqueceu por que você caiu? – Ela olhou pra mim.

_Então não foi um pesadelo? – Olhei pra ela e ela não fez nada, nenhum simples "foi um pesadelo" saiu daquela boca que eu tanto esperava essas três palavras, mas... Nada. – Então espera... Eu vou morar na mesma casa do Gustavo?! Espera o que? Como isso... O que? Não! Mãe, eu tenho que sair desse carro, para o carro e me deixa voltar pra Londres, se quiser volto até pro Brasil, mas não... Mãe, não! Como assim... O quê?! – Olhei pra ela que apenas dirigia. – Mãe olha pra mim! Como assim vou morar na mesma casa do Gustavo?

_Anna... A empresa é do tio dele, ele foi pra Londres por um tempinho, e voltou há três dias. – Filho da puta – Ele só foi lá pra ver um amigo, e voltou. Eu tô morando na mesma casa que ele... Mas não tem problema, ele é super gentil, e você sabe que eu gosto dele, certo? Não fica com birrinha só por que ele é seu ex-namorado, por favor Anna.

Pois é querida mamãe o problema é que você não sabe o que o seu querido Gustavinho fez para sua querida filhinha. Pois é. Não, eu não contei toda a história pra minha mãe. Ela só sabe que eu terminei com ele por que... Ele tinha um beijo ruim. A pior desculpa de todos os tempos, mas me dê um desconto, eu tinha apenas quinze ou dezesseis anos na época.

Olhei pra ela e sorri. Ela não podia desconfiar de nada que aconteceu, nem no Brasil, e muito menos em Londres. Coisas que eu quero apagar da minha vida. Coisas que minha mãe não merece saber, e coisas que irão me condenar até o fim da vida. Melhor deixar tudo escondido, certo? Certo.

Minha mãe continuou dirigindo, e eu desliguei o rádio, peguei meu ipod e comecei a escutar música e olhar pela janela. Comecei a lembrar das piores coisas que eu podia lembrar naquele momento. Saudades de todo mundo que eu tive que deixar pra trás em Londres. Meu pai. O que eu vou fazer a respeito com o que... Com a pior coisa que eu pude fazer na noite anterior? Como eu pude ser tão idiota?

Quando percebi, eu já estava chorando. Como eu posso ser tão fraca?

Don't lose who you are in the blur of the stars

Seeing is deceiving, dreaming is believing

It's okay not to be okay

Sometimes it's hard to follow your heart

Tears don't mean you're losing

Everybody's bruising

Just be true to who you are

Who you are, who you are, who you are...

Esse é o refrão da música Who You Are da Jessie J. Mas eu prefiro a versão de Jillian Jensen, no X Factor americano. Ela se apresentou há alguns meses atrás e eu me apaixonei. Me apaixonei pela música, pela voz dela, e por sua história. Um exemplo de superação para todos. Eu não aguento, e choro nessa música sempre que ouço ela.

De algum jeito ela me faz me sentir mais segura sobre mim mesma. Me faz me sentir mais confiante, e até mesmo melhor. Em relação a tudo. A tudo o que eu passei e a tudo o que eu passo agora.

[...]

Chegamos à casa da minha mãe – Não, eu não vou me acostumar a dizer "minha casa". A casa realmente era enorme e muito linda. Mas já a odeio por um simples motivo inconveniente chamado Gustavo. Deixei minhas malas no lugar onde deveria ser o quarto da minha mãe – Que aliás, era lindo – e fui ver a casa inteira. Ela era realmente enorme, deveriam ter uns cinco quartos, o suficiente para eu me manter o mais longe o possível do Gustavo.

_Anna eu vou sair e já volto, qualquer coisa me liga. – Minha mãe disse mas eu estava muito encantada com o que via na minha frente.

Meu quarto. Todo decorado, exatamente do jeitinho que eu queria. Eu sempre amei meus quartos e agradeci aos meus pais por eles serem do jeito que eu quero, arrumadinhos, médios, mas nada comparado a isso.

Eu estava boquiaberta e impressionada de mais pra gritar ou qualquer outra coisa. Entrei no quarto e comecei a fuçar nas coisas. Olhei minha cama, a mesinha, meu banheiro, e WOW, que banheiro é esse? Sorri mais ainda e fui olhar meu closet que meu deus do céu, que tamanho de closet é esse? Desconfio que minha mãe tenha ganhado na loteria e não me contado.

_Hey! – Senti umas mãos quentes entrelaçando minha barriga e comecei a gritar, dei um chute em quem quer que estivesse atrás de mim, gritei e me virei pegando o abajur que tinha ali. Quando vi quem era. Ah não, ninguém merece. – Anuxa! Quanto tempo não?

_Você sabe que eu não gosto que me chame assim. – Eu disse estendo o braço para que... Gustavo levantasse.

_Então, agora, meio que somos colegas de casa, né? – Ele abriu um sorriso de orelha a orelha e eu sorri junto. Imbecil, por quê? Logo desfiz meu sorriso e voltei a ficar séria.

_Gustavo por que não me avisou que iríamos morar juntos quando estávamos em Londres?

_Ah não sei, queria ver sua cara de surpresa. E foi exatamente assim que eu imaginava, só que sem a dor. – Ele fez um biquinho e logo sorriu novamente. Mas eu não sorri junto.

_Tá legal, agora sai daqui. – Eu disse seca e sem nenhum pingo de alegria, como ele parecia ter.

_Anuxa, não fica assim comigo, por favor.

_Caralho, já te disse pra não me chamar de Anuxa seu idiota. – Disse séria.

_Desde quando você ficou tão fria assim? – Ele disse e riu. – Vamos lá Anna... Não dá para esquecermos o passado? Por favor. Eu não tenho mais nada com você, tá?

_Você nunca teve nada comigo Gustavo. – Eu disse olhando pra ele. – Não foi isso o que pareceu lá em Londres.

_O que? Você está falando da festa? Ah por favor, eu só estava brincando um pouquinho. Me divertindo, já estava sentindo falta de você, por isso quis me divertir. – Ele riu – E sobre aquele seu "amigo", está mesmo namorando aquele cara? Cá entre nós Anna, você merece coisa melhor. – Eu soltei o abajur, e minha expressão de durona mudou para uma pessoa totalmente quebrada por dentro.

_Não, eu não estou namorando aquele traste. Por que ele é igual você. Igualzinho.

_Anna... Tô falando sério, me desculpa. Por tudo? Eu sei que no passado fui um idiota, mas eu mudei, não fiz por mal. Na hora pode até ter sido por mal, mas sei que errei. Então, você desculpa um traste idiota? – Ele disse e se aproximou tanto de mim que nossos corpos já estavam colados e nossas respirações podiam ser confundidas. Mordi o lábio e não respondi nada. – Vou encarar isso como um talvez. – Ele sorriu. – Até depois Anuxa. – Ele riu.

Notas finais
O que acharam? Por favor, deixem reviews por que deu trabalho pra escrever! Sério, hahaha, tô escrevendo faz horaaaas, tô acordada e meus pais nem sabem kk, são 3h15 mas tudo bem. Eu amo escrever, então não tem problema. Mas tô morrendo de sono então boa noite! Xx