Notas iniciais
Feliz Ano Novo meus amorecos *_* Sinceramente estou muito feliz pelo retorno da fic , pelos leitores que comentam e me animam a continuar. Sim , eu iria tentar terminar a fic no ano passado , mas não rolou espero poder terminar esse mês sem falta. Desejo a todos um ótimo começo de ano! XD Boa leitura ;)

Com uma agilidade fora do comum , Jeofrey abriu o mapa com um puxão forte , em cima da mesa . Passando suas mãos nas dobras que estavam amassadas. Com um sorriso cafajeste ele fez um aceno para o mapa.

– Vai , é com você. – declarou encarando Dimitri do lado da porta de mogno que evitava sorrir.

Bufando com certa raiva,segurei o punhal que havia ganhado no meu noivado. O cabo branco de osso com pedras azuis de lapiz lazuli criavam um artefato único.

No meio do mapa havia uma escova de cabelo bege. Alguns fios de cabelo ainda estavam nela , fios castanhos , fios de Davina. Segurei com força o cabo afiado , colocando a ponta bem no meio do mapa. Desci minha mão até a parte translucida de prata , a apertando. A dor aguda , me fez fechar os olhos e morder os lábios. Como a dor veio , ela se fora.

Logo o sangue desceu por entre minha mão , e desceu para o mapa. As gotas fizeram um caminho rápido até a beirada do mapa , fazendo um quadrado perfeito. Tirei minha mão deixando a adaga ainda lá e sussurrei com a palma da mão aberta.

Apparaît, prouve sorcière . – a onda eletromagnética de poder pinicou minha pele. – Apparaît, prouve sorcière...

Murmurei as mesmas palavras , até que o mapa começou a queimar , o sangue havia se tornado um condutor natural , como óleo. Mas um condutor mágica. Podia visualizar perfeitamente um sobro de ar , passando por todos os cantos da cidade , que o mapa tocava. Procurando e procurando. Uma fumaça negra me fez tossir e dar alguns passos para trás.

– Droga. – resmunguei com raiva , vendo as cinzas do mapa se evaporem. Não sobrou nenhum pedaço. Peguei um lenço ali perto e limpei minha mão.– Como é possível isso?

– A garota tem uma ligação com os ancestrais da cidade , por isso achamos que ela esta canalizando algum tipo de poder , que a faz desaparecer de nos. – Contou Dimitri de braços cruzados sentado no sofá da sala. – Levando com ela, o papai Mikael.

– Seu futuro sogro. – Comentou perversamente Jeofrey se jogando um espaço para o lado de Dimitri.

Encarei o teto , em uma prece de uma divindade qualquer vim me ajudar a levar na brincadeira, o que parecia uma profecia vinda de Jeofrey. Dei as costas para ele encarando o French Quater.

Eu tentei , e finalmente tinha conseguido ver, que contar para Klaus a verdade sobre a volta do pai , que estava em uma coleira de Davina , era o certo. Fechei meus olhos me lembrando do momento.

Da expressão assustada do híbrido , que tocou meu coração de uma maneira muito humana. Depois os olhos vidrados de ódio e por fim , a resignação de que faria de tudo para o pai voltar a seu status de morto.

Klaus . – o chamado da minha voz fez ele me encarar , Elijah do lado do bar preparando uma bebida para o irmão tentava muito não parecer que ouvia aquilo. – Sobre Davina …

Não. – Disse ele fechando as mãos em punho. – Ela tem que pagar por isso.

Eu tentei falar , mas não achei palavras que fizesse o híbrido ver, o que eu via. Que a culpa era dele. Davina tinha trazido um terror , como antes Rebekah , para deter a malignidade dele. Porém suspirei fundo e disse;

Você me deve . – Cruzei os braços me deixando altiva , e sem chance de brechas. Os olhos afiados do híbrido se voltaram para min com uma força predadora animalesca. – Ou, não te ajudei, como toda essa família quando pude? Não dei os anéis para os Crescentes que não se transformaram? Pois dei e fiz!

Para minha surpresa Klaus tinha gargalhado , fazendo seu rosto ficar um pouco púrpura.

Oh Deus! Ela já é da família mesmo não é Elijah? – não pareceu exatamente uma pergunta do loiro que sorriu para min e recebeu a bebida do irmão de forma automática. Sem nem o olhar. – E o que você quer , exatamente?

Quero que me prometa que não machucará Davina, de forma alguma. – Falei de forma firme sem demonstrar o quanto estava sendo difícil manter a compostura com os dois de pé me encarando. – Independente do que dizem , eu vou acreditar. Então prometa!

No final , depois de muito sarcasmo , Klaus havia prometido , sem deboche , sem farsa. Só pedindo em troca , que eu ajudasse a encontrar a garota , e se fosse preciso acabar com Mikael. Eu nem precisei prometer , pois já iria fazer aquilo. Agora só precisava achar Davina. Depois me lembrei da noite como Elijah me olhava feliz de estamos bem sobre aquele assunto.

Quando me deitei sobre minha cama no casarão , sentir meu corpo dolorido da tensão do momento anterior. Porém, as mãos de Elijah encontraram aqueles pontos duros , e massagearam com precisão enquanto ele falava.

Parece que você esta aprendendo a lidar com Klaus. – Comentou ele ao pé do meu ouvido , fazendo meu corpo esquentar.

E isso é bom? – realmente queria saber o que ele achava daquilo.

Elijah sempre seria um irmão , antes de marido , talvez com o tempo aquilo mudasse. Mas, ele sempre amaria sua família. E eu amava aquilo nele. Então, faria tudo para me incluir na lista de prioridade do original , sem que ninguém saísse.

Na verdade , é assustador. – as mãos dele desceram até meus ombros , minhas costas sentiram a firmeza de seu peitoral , então ele me envolveu em seus braços, como se me abraçasse. – Mas bom ao mesmo tempo.

Abrir meus olhos vendo a mesma paisagem burlesca e moderna de minutos atrás. Balancei a cabeça espantando as memórias e me voltei para os bruxos sentados , que estavam aparentemente cansados.

– Agradeço por estarem me ajudando rapazes. – Disse tomando consciência de que devia uma a eles.

– Nem sei porque você se preocupa com ela... – começou Dimitri deixando o peso do seu corpo sobre as coxas ao se curvar.

– Não é óbvio? – rebateu Jeofrey antes de eu abrir minha boca. – Bella se ver nela. Ou você não lembra da garota rebelde que ela era? Sempre fugindo e dando problemas.

Dimitri riu alto com aquilo e se levantou. Provavelmente tentaria ver que meus esforços eram vazios e sem sentindo. Ele passou suavemente seus braços ao redor da minha cintura me fazendo abrir com força as mãos para o empurrar. Porém algo me travou. Não havia marca do corte que eu havia feito a minutos atrás, só uma linha fina rosada.

Vendo para onde eu olhava o morlock de pele escura , segurou minha mão , e franziu as sobrancelhas, depois encarou a adaga ainda no meio da mesa.

– Um objeto feito por suas ancestrais, não machucam fatalmente você. – a voz suave de Dimitri retornou enquanto eu balançava a cabeça concordando. – Bem , já vamos indo. A propósito , tem uma festa no meu novo apartamento.

– Muita bebida. – resumiu Jeofrey se levantando com as mãos dentro da jaqueta de couro preta. Um sorriso maroto nos lábios me dizia que ele estava a par dos preparativos da festa.

– Se você quiser ir , leve Elijah..

– Não dar. – Me voltei para as portas caminhando com eles atrás de min. – Meus pais chegaram hoje esqueceram? Vamos jantar com eles.

– Imagino quais serão os pratos. – disse Dimitri rindo. – Você, em molho branco? Encarando seus pais como adulta?

Revirei os olhos , me sentindo vingativa e furiosa com a piadinha de mal gosto , descendo as escadas que iam para o patamar principal com eles me seguindo não segurei minha mente maquiavélica ao reparar na grande área aberta, que já se encontrava com mais vida. As janelas abertas , junto a flores em vasos , e a fonte aonde jorrava água. Fazia parecer quase uma casa habitável.

– Ora Dimitri, imagino quando será que você passará por isso. – disse sarcástica , e olhei de soslaio o rosto dele que se contraiu em raiva. Não era segredo que os homens da família detestavam se casar com quem não conheciam. Eles faziam a tarefa de colocar um gato na banheira parecer fácil.– Não quer se casar bonitão? Ou tem algum amor platônico não correspondido?

Olhei descaradamente para Jeofrey que futucava em seu celular.Dimitri fez um barulho nojento com a garganta como se fosse vomitar. Jeofrey ficou estranhamente corado, com a boca levemente aberta em choque , não acreditando na insinuação , o que me fez gargalhar da ideia absurda. Sem mais delongas chegamos a área da calçada aonde a moto de Jeofrey estava.

– Como você é engraçada Bella. – Disse Dimitri me dando um beijo na bochecha, enquanto mexia em seus bolsos , fazendo um barulho de metal contra metal, mostrar um chaveiro de uma bola de futebol americana com muitas chaves embutidas. Seu carro criou vida do outro lado da rua.Um Rolls Royce branco , digno de gangster. – Nos vemos depois.

Acenei com a cabeça e com a mão , um adeus. Ao me voltar para Jeofrey que colocava seu rayban no rosto e subia na moto tentei dizer até logo.

– Sabe , você precisa parar de ver seus pais como seus inimigos. – as palavras de Jeofrey me fez girar nos calcanhares, esquecer de tentar se educada, e me preparar para entrar novamente no casarão , porém não fui suficiente rápida para não ouvir. – Quando você dorme com um.

Segurei a vontade de mostrar meu dedo do meio , quando o ouvir rir da minha raiva , como se eu fosse uma garotinha que não soubesse ouvir a verdade. Mesmo com Jeofrey e eu nos acertando aos poucos , eu procurava muito ficar afastada de todo seu cinismo e sarcasmo. E só nos dávamos bem , quando outra pessoa se encontrava por perto é claro.

Fui diretamente para a cozinha. Sentindo meu estômago reclamar de fome. Fazia dois dias que estava de volta ao casarão no Franch Quater. Já sem lobisomens malucos a procura de vingança contra os originais. Por ora!

Hayley e Jackson estavam sendo figuras de inspiração para a comunidade loba. Seja lá o que aquilo significasse. Os lobisomens Crescentes não haviam se transformando na lua cheia. Graças a pequena aliança “sugerida” por Klaus com meu coven. Que rendeu a eles anéis da lua.

A associação de Francesca Guerreira fora destruída com sua morte prematura. Balancei a cabeça tentando não pensar naquilo. Mas era tão estranho esta dentro de uma família que lidava com mortes o tempo todo, que achei que precisava criar um lugar dentro de min mesma para lidar com o luto. Mesmo que eu não gostasse da mulher loba , não via sua morte como uma coisa boa. Deixando claro para min mesma que ela não se lamentaria pela minha morte , suspirei fundo me forçando a esquecer.

Abrir a geladeira antiga , tirando alguns tomates e alface. Fiz rapidamente uma salada e me sentei na bancada tentando não sentir que o tempo corria para a noite.

– Bella? – a voz contida de Elijah me fez inclinar meu corpo em direção a porta. Era óbvio que ele sabia que eu estava ali , mas educadamente havia se anunciado. – Seus amigos já foram aparentemente.

Balancei a cabeça consentindo. A beleza de outro mundo de Elijah sempre me fazia ficar paralisada , como se ela fosse sumir a qualquer momento. Ele se aproximou com roupas casuais que fazia a sensação de esta em casa , me chocar ainda mais. Tocando meu rosto , com as pontas de seus dedos gelados , me derreti sobre seu toque me encurvando para tocar seus lábios em um beijo doce e suave. Céus! Só faltava eu ronronar com um gatinho.

– Aonde foi? – perguntei me acordando da sensação idiota de necessidade de mais contato. Quando ele se afastou. Me voltei para minha salada , e ele se sentou na minha frente em outro banco alto.

– Pegar isso . – Elijah levantou um rolo de pergaminho tirado de seu bolso . Amarelado , com um lacre vermelho. Minha garganta se fechou e meus lábios ficaram secos.

– Achei que você já tinha recebido. – Garantir tentado não parecer ansiosa ou nervosa.

– Se eu tivesse lido , não teria te acusado de estar com Davina no caso do meu pai. – Rebateu ele prontamente. De uma maneira suave e quase envergonhada – É um contrato de casamento que qualquer homem gostaria de ter. – O comentário pareceu ter o intuído de me alegrar. Porém me deixou de cabeça baixa em um estado quase melancólico. – Você já leu ele?

Olhei pelo canto do olho o vampiro que me encarava intensamente.

– Sim , quando … quando tinha treze anos. – Dei de ombros em um meio sorriso. Qualquer garota na sua primeiro ciclo mestrual , esperava ter dicas de maquiagem , eu por outro lado , tive de como seria ser verdadeiramente uma mulher para o bem da família.

– Então … – Elijah demorou um pouco , me dando tempo de me preparar para terminar duas batidas do meu coração . Um barulho de papel sendo desenrolado me fez passar meus pés uns nos outros , tentando os aquecer embaixo da mesa , por cima da rasteirinha que usava. – Desde do noivado , aonde será incluso , por gentileza da família, em fé na outra parte , a noiva não poderá usar de palavras ludibriosas , para o exclusivo bem, que visará o do esposo. Esse feitiço , perdurara , até ambas as partes concordarem. Ele voltou a fechar o pergaminho e bateu com ele enrolado na minha mão. – Ludibriar significa mentir. Você não pode mentir para min ,não é isso?



Depois que ele terminou de ler aquela clausulá , e fazer aquela pergunta, sentir um gosto amargo na minha boca. Eu poderia ficar feliz por ele saber daquilo. Porém, me sentia aberta , como se me revelasse de uma maneira nova por ele.

– Porque ninguém , ou melhor , porque você não me disse isso? – Elijah perguntou , não bravo , mas de certa forma , maravilhado.

O que só me fez acreditar que ele usaria aquela informação muito bem.

– Achei que não era exatamente minha obrigação. – Não era mentira eu sabia. Mas até minha voz saiu meio rude. Meu corpo estava novamente extasiado de ter ele tão perto de min. Mesmo assim meu coração e minha mente batalhavam contra o desejo e o medo.– Briana ou Waleska , já deveriam ter lhe dado isso.

Ele sorriu de lado e tirou o garfo da minha mão , para me puxar para seu colo quando enrolou sua mão envolta do meu pulso. Em um movimento tão rápido que minha visão ficou embaçada sentia seu corpo esquentar o meu.

Evitava o encarar, porém meu corpo reagia de certa forma que me envergonhava , e me entregava.

Minha respiração ficou descompassada , meu pulso enlouqueceu, minhas pernas ficaram moles. O toque gentil dele no meu ombro, levou ondas de eletricidade até meu estômago , esquentando minha coxas. E um frison de sensações me faziam querer me aproximar mais e mais , até que estaríamos fundidos em um.

Sua outra mão envolvia minha cintura com delicadeza , como se eu fosse quebrar se ele exercesse mais força.

– Não vou usar isso contra você. – Seus dedos massagearam meus lábios , como se me marcasse , algo extremamente erótico, que me fez estremecer. – Eu prometo.

Balancei a cabeça , sem nenhuma voz para responder. Minhas pernas entre as dele criavam certo espaço ainda entre nos. Fiquei de lado e ele me puxou para sentar na sua coxa direita , fazendo minhas pernas passar a esquerda e balançarem no ar.

– Tem outra coisa que você precisa saber. – disse me lembrando de algo importante. Passei um dos meus braços ao redor dos ombros dele , e toquei seus cabelos macios.Seus olhos escuros me analisavam na espera.

– Conte-me. – Pediu ele em um sussurro , fazendo seu hálito fresco tocar meu pescoço.

Fechei meus olhos sentindo prazer com aquilo. As vezes eu achava que ele, não sabia, o que qualquer contato entre nos , fazia com meu corpo. Já outras , achava que sabia, e adorava. Principalmente quando ele sorria totarmente.

– Eu, meio , que … – era tão difícil falar aquilo , já que eu também não tinha certeza. Porém respirei fundo e continuei. – Vejo , pequenos vislumbres do futuro.

O silencio só não foi completo pelo barulho da geladeira antiga , o vento na janela que fazia os sinos artísticos balançarem e nossas respirações.

– Quer me contar sobre isso? – Perguntou ele diretamente, depois de bons minutos de silêncio.

– Não exatamente. – disse procurando em min mesma a resposta. – Eu , procurei por muito tempo não mexer nessa magia. Toda magia tem seu preso , mesmo quando é uma magia herdada. Porém , quando se esta em uma guerra , não faz sentido não usar todas as armas não é? Mas quero que saiba. – Toquei seu rosto com outra mão e continuei soando totalmente sincera. – Que quando eu ver , algo , qualquer coisa , não significa que vai acontecer , e se acontecer , vai ser diferente. Porque não se pode mexer , ou simplesmente ver o futuro , sem o mudar.

Elijah assentiu a cabeça como se pudesse entender o que eu dizia. Me remexi em seu colo tentando sair , mas obviamente não tínhamos terminado a conversa.

– Vamos conversar mais sobre isso, depois. – disse ele um pouco mais sério. Só consentir com um aceno de cabeça. – Não deveria esta se arrumando?

– Ainda tenho tempo. – Disse dando de ombros. – E seu irmão, aonde esta?

– Com os lobos na Bayou. – Elijah deu de ombros realmente não se importando com o que seu irmão fazia. – Mas também esta a procura de Davina e Mikael , como eu.

– Como nós. – corrigir contando o que tinha acontecido antes dele chegar , sobre Jeofrey e Dimitri também estarem me ajudando. – Jeofrey acha que ela logo vai se expor, não se pode fazer uma magia tão grande e forte ao se encobrir na idade dela, quero dizer , com o corpo dela ainda em mudanças tão drásticas. Ser uma adolescente bruxa não é nada fácil sabe.

– Você ainda é amiga dele? – Por um segundo pensei ver um olhar mais duro na face perfeita do vampiro, mas logo não estava ali. Sua expressão era suave como sempre.

– Claro. Como você e Hayley. – sorrir mais abertamente me retirando de seu colo. Mas Elijah apareceu como um vulto na minha frente me barrando entre ele e o balcão.

– Quer que eu sinta ciúmes? – perguntou de forma divertida me fazendo morder os lábios para não rir.

– Oh não querido , não ousaria pedir tanto do nosso relacionamento. – Talvez tenha saído frias demais , aquelas palavras.

Mas sentir que fora mais uma isca , precisava saber o quanto ele gostava de min. Meu coração lutava para não aceitar o que eu sentia por ele , um contrato de casamento não visava o amor em nenhuma claúsula.

Elijah simplesmente sorriu como se , concordasse que eu estava indo pelo melhor caminho, do nosso relacionamento , o que me feriu interiormente. Mas sorrir ignorando qualquer dor que viesse, porque veio. Ele se aproximou para , claramente, me beijar , porém passei por ele com uma girada rápida e disse por sobre os ombros. Ignorando seu olhar confuso.

– Preciso me arrumar, meus pais não gostam de atrasos!

Ao fechar a porta do banheiro , para me banhar. Sentir minha garganta arder , e meus olhos lagrimejarem. Não segurei algumas lágrimas rolarem debaixo do chuveiro ardente do box. Eu estava completamente ferrada , se pensava que não estava cem por cento apaixonada por Elijah Mikaelson. E que nosso casamento não era puramente um contrato em sua base.

Eu não podia pedir nada dele até saber que ele sentia o mesmo que eu. Bem , eu iria descobrir. Me prometi fechando os olhos para apreciar a sensação de calor nas minhas costas, e suspirando fundo, me sentir mais calma.