Notas iniciais
Oi oi *_* Esse capítulo não esta tão grande , porque ele é bem grande , então resolvi postar um pouco hoje. Espero que entendam que tudo tem seu tempo na fic , e bem , que as coisas vão acontecer quando tiverem que acontecer . Sei que estão ansiosos , mas tenho uma surpresa pra vocês . Eu tenho algumas cenas que andei trabalhando com a ajuda da Melany *_* Valeu fofa! Que pretendo mandar por MP para os melhores comentários Algumas Partes!!! E uma MP especial para quem descobrir pelo Gif quem é o ator que eu escolhi para Jeofrey :)
Você é minha. Eu te disse antes eu não iria mentir.Eu preciso de você. E mais .Tenho que ficar com você, estou seguro com você. Deixe-me repetir Caso você tenha esquecido. O amor é uma montanha e nos estamos no topo.
Porque eu vejo o futuro em seus olhos

França Três Meses Antes



– Aqui esta. – Sua voz me fez virar para o encarar , com um sorriso mais calmo aceitei o champanhe sem pestanejar.

Eu ainda não acreditava que Jeofrey podia ter mudado de uma hora para outra , mesmo com um comportamento melhor , ainda me mantinha um pouco afastada esperando uma mudança verdadeira. Mesmo assim , aquilo não me impediu de ir até o casamento da família com ele.

– Obrigada. – Agradeci levando a taça até meus lábios.

– A propósito , você esta linda. – Sentir minhas bochechas esquentarem com aquele elogio.Ele sorriu sabendo o quanto me afetava.

– Você também não esta nada mal. – Falei virando um pouco o corpo para ver os noivos dançando. – Apesar de achar que você deveria ter cortado o cabelo.

Ele riu ficando do meu lado com sua própria taça.

– Acha que algum dia podia ser ...bem . – Jeofrey procurava claramente não parecer envergonhado ,mesmo que eu soubesse que ele estava. Mordi os lábios tentando não rir. – Ser algum dia nos? Quero dizer … Nos casamos?

Suspirei fundo sentindo meu coração bater mais rápido. Encarando a noiva eu via nos seus olhos , o quanto ela tentava parecer feliz ou mesmo um pouco apaixonada. Tratado de casamento da família , em sua maioria era daquele jeito. O sorriso lascivo do noivo já era outra história. A lua de mel daria dor de cabeça para alguém.

– Você sabe que não podemos nos casar sem consentimento da família. – O lembrei perspicaz. – E você esta longe, de voltar, pro status namorado. – O sarcasmo camuflou totalmente , meu desejo de poder ser mais romântica com ele em todo aquele cenário tão belo.

– E que status estamos agora? – Perguntou ele ficando na minha frente, com o sorrisinho de moleque travesso que só ele sabia dar.

– Amigos . – Dei de ombros , levantando a taça parcialmente vazia para fazer um brinde imaginário com ele.

– Sugiro então que minha amiga. – Jeofrey falou aquela palavra de um jeito tão malicioso , quanto seu olhar no meu vestido e a parada sugestiva no decote , me fazendo engolir em seco. – Fique parada enquanto eu faço o que quero fazer o dia todo.

A mão livre dele foi tão rápida que só a sentir ao redor da minha cintura , e em um puxão firme seu corpo colado com o meu fez um meu corpo levar uma onda de adrenalina. Os lábios dele esmagaram os meus de forma bruta , como era de seu feitio , me pegando de surpresa , mesmo assim o beijo roubado foi retribuído. Sentindo sua barba rala arranhar meu rosto, o que me fez acordar do frenesi que me encontrava.

Dei um passo para trás , sentindo a mão dele se afastar assim como todo seu corpo.

– Isso não muda muita coisa Jeofrey. – Talvez aquela era a primeira vez que eu estava sendo tão durona. O que de certa forma deixou-me orgulhosa.

Jeofrey balançou a cabeça , como se me entende-se completamente.

– Mesmo assim eu precisava fazer. – Ele deu de ombros terminando seu champanhe e me fazendo tomar o meu, resignada a não sorrir pra ele.

Voltamos nossos olhos juntos para a festa de casamento que se seguia.

Nova Orleans Agora

Caminhar ao lado de Elijah, mesmo que no pequeno restaurante, era percorrer um longo caminho em uma passarela cheia de holofotes. Todos no restaurante nos olhava . Felizmente havia optado por um vestido azul escuro de mangas de rendas, até a metade da coxa. Não havia decote na frente só atrás, como eu gostava. O que me deixava um pouco confortável por parecer bem..

Meu cabelo foi trançado rápido para o lado porque não tive muito tempo de me arrumar, talvez, como a ocasião exigia.

Ao me sentar em frente ao vampiro elegantemente vestido, em uma mesa afastada e discreta, encarava todos os lugares menos os seus olhos. Tentava ao máximo não ficar nervosa, porque aquilo estava parecendo muito um encontro e bem, eu não era boa em encontros. Minhas mãos suavam pelo nervosismo. Meu estomago teimava em se revirar desconfortavelmente.

– Isso também é novo para mim. – Contou ele me fazendo o encarar. Seu sorriso divertido fez toda a minha mascara cair.

– Sério? Porque não parece. – Disse suspirando fundo encarando o redor. – Você com seu sotaque deve quebrar corações.

Fiquei paralisada depois que me toquei que tinha colocado meus pensamentos em palavras.

– Encararei isso como um elogio. – Elijah fez um gesto displicente com a mão assim o garçom se aproximou ao mesmo tempo que eu ria.

Depois de fazermos o pedido, conversamos coisas banais sobre Nova Orleans e etc.

– Mas me conte mais sobre você. – Pediu ele no meio do primeiro prato.

– Bem não há muito o que dizer. – Declarei separando as ervilhas para não tocar no tomate. – Eu nasci em uma pequena cidade de Massachusetts . Depois me mudei para a França aos cinco anos, quando minha magia brotou. – Levei um pedaço de alface a minha boca e mastiguei devagar voltando a olhar o vampiro que quase não tinha tocado na sua salada.

– Quer dizer Salém? – Elijah perguntou visivelmente mais interessado.

– Mesmo não tendo magia ancestral , ou seja tirar dos mortos o nosso poder , ainda temos uma conexão forte com os nossos antepassados. – Expliquei de forma suave. – A maioria de nos nasceu lá , é quase um ritual.

– E na França , você gostava de lá? – Elijah parecia querer mudar de assunto , ou era impressão minha. Mesmo assim o vampiro elegantemente ainda sorria.

Bien sur, la France est la ville des rêves . – Disse orgulhosa , falando que era claro que eu amava a França e que ela era a cidade dos sonhos.

Et la passion . – Completou Elijah em um Francês perfeito me fazendo sorrir.

Tentei não levar no duplo sentindo o que ele tinha falado. Mas de todas as coisas que ele podia falar sobre a França , falar que ela era a cidade dos apaixonados não foi o que eu esperei.

– Eu sair da casa dos meus tutores aos dezessete anos . – Contei já no segundo prato. A sopa de tomate estava deliciosa . – Eu já tinha muito autocontrole , e não queria o perder recebendo ordens.

– Acho que devo dizer, que é desnecessário acrescentar ,que você não é o que eu disse outro dia. – A voz suave de Elijah fez eu o encarar , esquecendo meu prato. – Eu sinto muito se alguma vez a ofendi .

– Aceito suas desculpas, parcialmente ,por dizer ,que eu sou uma criança mimada Elijah. – Mordi meus lábios e depois soltei acrescentando . – Porque as vezes eu sou mesmo. Saiba disso ok? Não espere que eu me comporte como uma senhora quando … Quando estivemos . – Suspirei fundo ainda o encarando. – Casados.

– Meus irmãos tem mais de mil anos, e nenhum deles agem como a idade Bella. – Elijah levantou a mão , como se espanasse um mosquito a moveu. – Não espero isso de você , mas espero que seja sincera comigo.

Eu poderia dizer a ele , que enquanto estivesse ligada a ele teria que ser sincera a todo momento. Mas o pedido tão simples que ele fez , me atingiu , como uma pequena onda de ternura.

– Eu prometo ,sempre , ser sincera com você . – A promessa fez ele me dar um um pequeno gesto inesperado , minha mão em cima da mesa foi tocada pela sua em um aperto leve que eu devolvir.

Depois mais pratos e mais conversas , acabei , talvez , porque eu não queria acreditar tão rápido naquilo , mas talvez acabei vendo um futuro ali . Acabamos rindo de coisas bobas como as lembranças dele da cidade em outro tempo e meu desejo de ter vivido naquela época.

– Naquela época, um casamento como esse , seria bem mais normal, é claro. – Coloquei meu pensamento em pauta.

– É verdade, e até mesmo um relacionamento entre um vampiro e uma bruxa também seria. – Apontou Elijah suavemente, sorrindo de lado ao mesmo tempo que levava a taça de champanhe para um brinde relacionado a provavelmente a sua frase anterior: Ver o melhor de tudo.

– Sabe, estou curiosa. – Encarei os lados e empurrei minha cadeira para mais perto dele como se fosse falar um segredo, ou melhor perguntar um.

– Sobre? – Elijah se aproximou mais e seu perfume amadeirado que me rondava se tornou mais potente.

Nossos olhos se conectaram e eu coloquei meu queixo na palma da mão tentando parecer inocentemente curiosa.

– Sua alimentação?! Quer dizer até entendo seu irmão comer, mas você também come e bebe normalmente. – Ele franziu a sobrancelha e eu me aproximei mais. – Não sente sede como um vampiro normal?

– É relevante, mesmo agora sei lutar contra meus instintos. – Ele deu um sorriso mais aberto e sua beleza meio que me deixou minimamente desnorteada. – Não posso dizer o mesmo da sua sobremesa.

– Ei! – Exclamei envergonhada o fazendo rir. – Era bolo de chocolate ok?! Nenhuma mulher resiste a chocolate. – Falei me defendendo infantilmente.

– É uma boa dica, tentarei isso com Rebekah. – Comentou mais pra si mesmo, me fazendo rir.

Ao saímos do restaurante, as luzes fizeram meus olhos piscarem rapidamente. Amarrei com força o meu sobretudo preto. E encarei por sobre o ombro o vampiro que vinha atrás encarando os lados antes de se aproximar da beirada da calçada que eu estava.

– Foi uma boa noite. – Comentou ele sorrindo.

l fait encore nuit . – Lembrei , falando em Francês, dando um passo para trás e mais outro mordendo meus lábios meio sapeca e caminhei um pouco de costas o vendo me encarar meio desconfiado. – Anda Elijah, não está com medo está?

Ele deu uma risada curta, porém me seguiu, eu não ia mesmo deixar a noite acabar ali depois de me arrumar toda. Não ia mesmo. Ao caminhar do meu lado passei meu braço ao redor do dele e mesmo na surpresa que o peguei, ele parecia confortável.

– Não mesmo. – Declarou o vampiro parando de andar.

– Não acredito que você não dança?! – Ri ficando em sua frente, e bem mais na frente uma boate que tinha visto quando estava no carro me convidava sem palavras ou voz.

– Sim, eu danço. – Elijah balançou a cabeça divertido, provavelmente, pela minha alegria tão óbvia. – Músicas normais.

– E o que seria música normais para você?! Lenta? – Perguntei colocando minhas mãos em seus ombros, colando mais nossos corpos, talvez fosse a bebida da noite toda me deixando menos inibida, mas eu cria que era seu jeito de me tratar que estava me deixando cada vez mais confortável. – Por favor, só um pouquinho?!

Minha melhor cara pidona estava sendo colocada à prova de vampiros e eu só esperava um bom resultado. Ele mordeu os lábios suspirando fundo e me encarou para depois olhar as minhas mãos no seu ombro.

– Quanto é um pouquinho? – Perguntou rendido me fazendo o abraçar alegre.

– Isso vai ser incrível. – Declarei me afastando o vendo meio paralisado e confuso. – Vamos?

Ele assentiu com a cabeça e começou a me seguiu. Lado a lado com a mão na minha cintura. A sensação era meio estranha mas não era de todo ruim. Um toque diferente do meu celular, porque eu nunca colocaria um toque tão clássico daqueles, fez Elijah parar de andar e me segurar para não continuar sem ele.

– Só um momento. – Pediu ele tirando um celular do bolso e atendendo rapidamente me fez suspirar em desagrado. Mesmo assim comecei a ouvir o que parecia um monólogo. – Sim … Não exatamente.... Sem problemas …. Até.

Ele desligou e guardou sem presa o celular no bolso interior do terno. Mordi meus lábios esperando ansiosamente ele falar que a boate teria que ser deixada para outro dia. É, eu era pessimista e sabia.

– Eu preciso resolver algo. – Contou em um tom baixo, o que provavelmente diria que era algo sério.

– Tá certo, então eu vou pegar meu carro e dormir mais cedo … – Tagarelei tentando me afastar, mas sua mão meio que me prendeu perto do seu corpo.

– Na verdade você pode vim comigo, se quiser. – Não era exatamente uma pergunta.

Sorrir assentindo com a cabeça.

– Aposto que isso tem dedo do seu irmão? – Ele confirmou com um suspirar cansado. O que me fez imaginar que talvez Elijah precisa-se de um tempo de Niklaus.

Notas finais
Leram as Notas inicias? Espero que sim. Até Quarta Feira , no máximo , de noite , esperem receber a MP especial ok?! Beijinhos e Até!