Notas iniciais
Oi meus amores *-* Fico muito feliz pelos comentários e espero que goste desse capítulo que tive uma grande ajuda da Melany Mikaelson . Você é Diva Flor valeu mesmo :D Viram a nova capa? Agradecimentos a Absinthe e sua generosidade *-* Aqui estão as alianças; www.reisman.com.br/imagens-aliancas/aliancas-volga.jpg Aqui a música de ínicio :http://letras.mus.br/bonnie-tyler/33/traducao.html Boa leitura!!!!!

E eu preciso de você agora nesta noite
E eu preciso de você mais que nunca
E se você ao apenas me abraçasse forte
Nós nos manteríamos firmes para sempre
E iremos apenas fazer isso certo
Pois nunca estaremos errados
Juntos nós podemos levar isso até o fim da linha
O teu amor é como uma sombra sobre mim o tempo todo
Eu não sei o que fazer e estou sempre na escuridão
Estamos vivendo em um barril de pólvora e soltando faíscas
Eu realmente preciso de você nesta noite
A eternidade começa nesta noite

~~x~~

Os raios caiam ao redor do pentagrama fazendo os bruxos andarem para trás. Raios e mais raios perfuravam o chão, queimando-o e transformando o pentagrama em um liquido transparente. Todos os ingredientes colocados ali não existiam mais. O ar estava frio como um anúncio de uma tempestade. O vento fazia os cabelos de todos balançarem. O cheiro de rosas e sangue inundou o ambiente. Não era agressivo, era suave e firme. Salgado e doce.

– Eu juro que já vi isso – Sussurrou Niklaus para a irmã ao seu lado. Seu rosto era quase inexpressivo.

– Quando éramos humanos, não se lembra? Mamãe adorava participar desses rituais – Rebekah também se mandia neutra tanto quanto possível.

Já Elijah, dentro do círculo, lutava contra seus extintos. Seu lado vampírico nunca estivera tão aflorado. Menos sua visão que estava embaçada e quando tentava abrir os olhos tudo que via era flashes de luzes. Sua audição podia distinguir todos os corações do local. Seu nariz ardia por dentro de tantos perfumes diferentes que ele sentia, mas o cheiro de sangue fazia sua garganta arder. E ele sentiu aquilo que sempre sentia antes de estar pronto para se alimentar, desejo. Mas mantinha-se firme, lutando contra aquele instinto. Era como se estivesse se segurando para não cair de um penhasco. Mas a gravidade, sua inimiga, o empurrava para baixo. Seu corpo recebia choques e doía como queimaduras feitas por ferro quente.

Então ele se lembrou “Não lute”. Fora a dica da garota. E fora a dica que ele seguiu para tentar acabar com aquilo o mais rápido possível.

Seu ouvido parou de zunir alto como um rádio na baixa frequência ele conseguiu distinguir um “tum tum” que, diferente dos outros corações, não lhe dava aquele maldito desejo de estraçalhar simplesmente para que o barulho acabasse. Seus passos antes pesados se tornaram leves que ele jurou que podia flutuar. Abriu os olhos e os raios formavam uma redoma ao redor do pentagrama. Agora não podia distinguir com clareza os rostos das garotas que pareciam em transe. Mas seu corpo agiu por si só e ele seguiu o som e o perfume que lhe chamavam atenção. Fechou os olhos novamente porque um raio caiu perto dele o deixando temporariamente cego.

O extinto de proteção, inexplicavelmente, já não era para si, mas para a pessoa que estava tão próxima que despertou em si uma forte atração. Era como um imã. Toda dor se fora quando ele envolveu o corpo pequeno no seu. O cheiro de sangue fora embora e o perfume de rosas intensificou.

Quando Elijah pode ouvir aplausos por todos os lados, ele abriu os olhos e notou que os raios haviam sumido, ele olhou para baixo e olhos azuis lhe encaravam assustados.

– Surpreendente – Falou Niklaus, sorrindo zombeteiro, mas com uma pontada de ódio e ciúmes vazando por suas palavras.

Rebekah revirou os olhos vendo o novo casal no meio do pentagrama.

Elijah abraçava protetoramente Anabella, que tentava se afastar discretamente, com o coração batendo tão rápido quanto um tambor. Mas até pra ela parecia impossível. Seu corpo vibrava como um violão implorando para ser tocado. As outras garotas já tinham saído do local para mudarem de roupa, pois só era permitido a noiva vestir branco.

Os aplausos cessaram e Bellla se virou lentamente, ainda podendo sentir as mãos dele em sua cintura e o olhar em seu rosto. Ele fez o mesmo, lembrando-se que não estavam sozinhos, ficando lado a lado para observar melhor quem sem aproximava. Anabella encarou o homem de cabelos brancos que olhava para o chão ao se aproximar.

Ele se vestia com vestes marrom estranhas, como um monge antigo e se ajoelhou ao pés do casal, movimentando as mãos sobre uma fina linha restante do pentagrama. Uma fina linha como vidro derretido subiu até suas mãos. Em movimentos fluidos ele entrelaçava o líquido que moldava-se lentamente num formato circular.

As conversas recomeçaram e a música suave tocada por harpas e violões também.

A primeira pessoa a cumprimentar os recém noivos foi a mãe, como esperado, seguida pelos anciões.

– Ah céus! Isso é magnífico. — Sorriu a velha, sendo incrivelmente seguida pelos elogios dos demais.

As vozes bagunçadas deles fizeram Bella e Elijah se sentirem ainda grogues. O feitiço ainda era potente e Elijah tinha certeza que era o único motivo para ele segurar com força a cintura da loira.

– Cassandra. — O morlock que se vestia como um monge deu um passo à frente.

– Ah sim. — A mãe balançou a cabeça concordando. — Faça.

– Elas parecem que vão ficar lindas não é Vânia? — Perguntou um ancião para outra. Abrindo espaço para o artesão ficar na frente dos dois. O artesão tornou a moldar magicamente o objeto, tornando-o anelar. Lentamente ele foi separado em duas partes e uma fenda, que abria espaço para os dedos de Anabella e Elijah se abriu.

A bruxa observava toda a transformação do anel com deslumbre, pois apesar de estar familiarizada com a magia era como se tudo ainda fosse novo. O casal soube que deveriam esticar suas mãos esquerdas na direção do objeto e assim o fizeram enquanto este ainda tomava suas formas finais em seus dedos.

O artesão dava os últimos toques, transformando lentamente a fina camada de vidro que representava o anel em uma grossa camada de ouro branco, côncava na parte externa e anatomicamente confortável na interna. Ela reluzia timidamente conforme a luz do salão a atravessava e, um detalhe em diamante fora adicionado na aliança de Bella. Ele media 4,5 milímetros e unia uma parte do círculo a outra. Adornando delicadamente o dedo da moça. Enquanto a de Elijah permaneceu lisa, polida e séria, como se imitasse parte de sua personalidade. Ele lançou um olhar, através do canto de seus olhos para a mulher com quem estava noivando, pensou intimamente no quão deslumbrante ela ficava e, de certa forma possessivamente, sentiu-se feliz por ela pertencer a ele.

Aquilo seria a magia falando?

A noite correu com uma pitada de normalidade que Elijah achou estranho . Já que os noivos ficaram posicionados em uma mesa farta de comida enquanto todos os familiares se apresentavam com presentes. Bella evitava olhar pra Elijah pois toda vez que só encarava o vampiro por segundos se sentia envergonhada, confusa, confortável, hipnotizada e meio grogue. Era obvio que o feitiço ainda estava tento efeitos colateral nos dois. Como uma ressaca depois do dia de festa.

A loira balançou a cabeça e tirou os olhos dos pratos que estava na mesa , em todo o jardim a ceia de noivado era servida em pequenas mesas aonde os familiares riam , bebiam, comiam mas principalmente bebiam. Bella encarou o senhor que se apresentava a Elijah.

– Tiberius Valeryus da casa décima. Seja bem vindo a família.- O senhor disse sorrindo educado e Elijah agradeceu polidamente , Tiberius pediu a mão da loira e a beijou na palma. Depois com um gesto discreto um parente mais novo colocou sobre a mesa uma caixa de madeira envernizada.- Meu presente e da minha casa.

– Agradecemos.- Elijah tratou como sempre de ser educado e polido mesmo não sabendo qual seria a utilidade de ter uma caixa de madeira antiga. Já tinha ganhado espadas , facas , livros tão raros que ele daria tudo pra ler, ovos de ouro com rubis no estilo russo, ações da bolsa de valores e muitas coisas úteis que se encontrava ao lado da mesa bem empilhados .

Tiberius sorriu orgulhoso quando os olhos de Bella ficaram maiores e ela ficou claramente impressionada.

– Oh agradecemos de verdade caro ancião.- Garantiu a loira e o velho se retirou mais orgulhoso ainda. Bella pegou a caixa com cuidado e a encarou de todos os ângulos possíveis.- Incrível.- Sussurrou ela maravilhada para si mesmo.

– O que é isso?- Perguntou Elijah suavemente sem a encarar diretamente. Tinha noção que os irmãos conversando a uma mesa de distancia com Dimitri e algumas garotas que eram obviamente livres para paquerar agora , podiam ouvir tudo se quisesse.

– Uma guardadora.- Explicou rapidamente.- Ela guarda o que você mais deseja que seja escondido , então com uma senha mental ela se fecha e só abre para você.- Bella mordeu os lábios e se virou para o vampiro que tomava um gole de vinho.

Seus olhos se encontraram e novamente o estômago da jovem deu um loop ansioso por algo que ela não sabia o que era.

– Bom... Pena que é só uma então só um de nos pode usar.- Brincou Elijah tentando puxar assunto.

Bella balançou a cabeça sorrindo e afastou seu prato comido pela metade colocando a caixa aonde ele estava em sua frente e depois pegou um enfeite de mesa. Um prendedor de guardanapo , que mais parecia uma pulseira fininha entalhada com flores amarelas e colocou dentro da caixa depois voltou a fechar e ficou pensativa por segundos a segurando pelos lados . Depois abriu e não estava nada lá dentro.

Elijah franziu as sobrancelha entendendo agora porque era uma guardadora.

– Agora você pode usar também , ela é infinita de espaço.- Deu de ombros a loira sem o olhar notando outro familiar se aproximando com outro pressente.

Elijah assentiu com a cabeça entendendo agora . Mas convidados mais presentes. Bella sorria agradecendo quase automaticamente pelos elogios , sentindo o peso da aliança de compromisso como um novo membro que tinha nascido no seu corpo. Podia ver pela visão periférica que Elijah rodava a sua esfregando os dedos de minutos em minutos. Não era necessariamente incômodo. Mas era como colocar aparelho dentário e ficar passando a língua até que um dia você se esquece que o usa. E como um aparelho a aliança não saia. Os dois disfarçadamente tentaram puxar para tirar e tentar em outros dedos mas nem a super força de Elijah conseguiu a arrancar. Era obviamente mágica.

– Uma nova irmã … Sempre sonhei em ter uma.- Falou Rebekah se aproximando com uma caixinha dourada de embalagem da mesa deles.

– Você fala como se não fossemos suficiente irmã. Assim magoa — Disse Elijah colocando a mão no coração teatralmente ,fazendo Bella se sentir mais confortável com eles pelas piadas amistosas e o jeito doce que se encaravam.

– O que posso dizer?! Vocês dão muito trabalho , já cansei de aguentar sozinha.- Rebekah sorriu , para a outra colocando o presente na mesa. Elijah riu suavemente bebendo mais vinho.- Bem vinda a família querida , esse é um presente meu e espero que goste.

– Sei que vou adorar … Muito obrigada.- Bella sorriu aceitando o presente e vendo como a loira original a encarava como uma criança ansiosa esperando aprovação , abriu com cuidado para não rasgar a embalagem tão bonita, um costume que tinha. Se deu com um caderno médio encadernado com o que parecia pele de algum animal. Achou que era uma piada de mal gosto mas o abriu tentando deixar o asco de lado e viu folhas antigas com desenhos elaborados e escritas tão antigas , como latim , maias e asteca.

– Rebekah.- Sussurrou Elijah meio repreensivo.

Bella levantou o pescoço vendo a loira dando um sorriso altivo e enorme e Elijah um pouco paralisado e irritado, algo que ela não entendia.

– Esse grimório parece muito antigo.- Declarou tento certeza que era um grimório.

– E é , era da minha mãe, um dos muitos , achei que faria mais uso a você do que guardado na coleção assustadora de Niklaus.- Rebekah deu uma piscadela para a noiva e saiu não se importando com os dentes trincados do irmão mais velho.

Bella vasculhou mais algumas páginas vendo mais do que apenas feitiços. Era uma enciclopédia de conhecimentos diversos. A loira levantou os olhos e ainda vendo o vampiro incomodado ousou perguntar debochadamente.

– É um ótimo presente não acha?- Bella não sabia porque ficou irritada do nada , talvez fosse porque ele parecia prestes a tomar aquilo das suas mãos , como se ela fosse uma criança levada que não soubesse dar valor a algo tão raro.

Ele não soube o que responder , nem soube ser era realmente uma pergunta ou uma acusação, suspirou fundo para não magoar alguém que passaria algum tempo junto a si. Não era sua intenção ser levado para suas preocupações novamente. Mas precisava começar a confiar na bruxa do seu lado e mostrar que também era de confiança. Em uma cidade aonde ele e os irmãos era a minoria, toda a ajuda era bem vinda.

– Ana ...- Ele começou a falar suavemente recebendo os olhos dela altivos como resposta antes mesmo de falar mais foi interrompido.

– Só posso desejar felicidades!- Exclamou Niklaus com um presente fino e grande embrulhado em cetim preto. Elijah suspirou fundo sabendo que era um quadro.- E dizer que estou aqui disponível para quando meu irmão...- O híbrido riu um pouco alto e aparentemente alterado pela bebida que parecia mais que alcoólica, pensou Elijah notando que já tinha bebido muito , e já se sentia meio grogue.Mexeu nervosamente em sua taça voltando a prestar atenção no irmão. — A deixar entediada minha querida.

– Ah … Acho que agradeço.- Bella disse dando um sorriso irônico que fez Klaus rir mais alto.

– Aqui esta meu presente , peço que não abra agora , é pra depois.- Sorrindo o híbrido charmosamente colocando o seu presente ao lado da pilha. – Agora irei me divertir um pouco … Façam o mesmo.- Disse com duplo sentindo fazendo Bella encarar as próprias mãos envergonhada. E Elijah se empertigar .

– Irmão esta tudo bem?- Perguntou Elijah achando e sabendo que Niklaus só agia daquela forma quando estava a beira de se sentir magoado.

– Claro que esta irmão , claro que está!- Exclamou o híbrido sorrindo psicoticamente e se afastando a passos largos e pesados.

Bella nada falou só voltou a sorver sua água e remexer no seu prato.

– O que tem nessa bebida?- Perguntou o vampiro original analisando novamente a taça.

– É puro , de uvas puras e fervido com algo que não me lembro agora.- Disse Bella dando de ombros.- Ah sim dizem que é afrodisíaco.

Elijah nada falou , mas não voltou a beber. Mas realmente a bebida parecia afrodisíaca, pois quando o amanhecer ia ganhando mais escuridão na madrugada os mais velhos iam embora e os mais novos estavam sem inibições. Ele podia ouvir casais formados recentemente nos cantos escuros. Gemidos inexplicáveis. E o pior que achou, uma pista de dança foi feita e a algazarra estava completa com a música alta e remixada. Mãos passadas nos corpos de um jeito sem pudor ou sem vergonha com nada era o ritmo da música.

Bella parecia ver a cena mais normal na vida e via, aquilo era normal para ela. Só se sentia um pouco cansada e segurou um bochecho colocando a mão delicadamente na boca e sentiu seus olhos lagrimejarem. Já era quase três horas da manhã e a festa parecia que tinha começado.

A loira se virou para o vampiro que parecia paralisado e com a mente longe.

– Eu vou subir , preciso tirar esse vestido e descansar um pouco.- Avisou se levantando e não esperando que ele fizesse o mesmo ,mas ele fez.

– Eu vou com você.- A urgência na voz dele não deixou ela questionar.

Bella subiu os degraus da escada com cuidado, com ele atrás a seguindo, para não fazer barulho para os visitantes mais velhos que já dormiam nos quartos distribuídos . Também teve cuidado de levar os presentes mais raros e mais valiosos que ganhou para seu quarto como o grimório de Rebekah.

Não podia acordar também os mais novos que não tinham permissão para ficar até tão tarde. A casa estava tão silenciosa que o vampiro jurou que era algum feitiço de silencio. Que no fundo do seu ser, adorou. A festa parecia esta a quilômetros de distancia. Ela encontrou seu quarto sem problemas e abriu a porta segurando a maçaneta para ele entrar. O que ele fez , Bella fechou a porta e colocou seus presentes em cima da penteadeira ao lado da porta trancada.

– Quando isso acaba mesmo?- Elijah entrou suspirando fundo e encontrando um sofá pequeno de dois lugares ao pé da grande cama se sentou tirando o smolking e colocando ao seu lado relaxou um pouco.

– Por isso você quer dizer nosso noivado.- Zombou Bella com um ar professoral caminhando até seu guarda roupa.- São vinte quatro horas meu querido , deveria saber.

– Céus!- Exclamou ele baixinho passando a mão no rosto. – Tudo bem que sou um vampiro mas estou …

– Exausto mentalmente? -Bella sorriu compassiva e se virou para ele já com peças de roupa limpa enrolada nos braços.- Eu também estou . Mas são vinte quatro horas de bajulações , tipo café da manhã , almoço , uma saída antes do jantar e o jantar , então a meia noite de amanhã seremos almas gêmeas.- Ela deu uma curta gargalhada maldosa ao ver ele seriamente sem cor , era o cansaço falando por si.- Você precisa aprender a entender minhas piadas! É só um horário , não sei realmente o significado , muita teologia pro meu gosto.

– Entendo.- Ele balançou a cabeça positivamente a vendo seguir para uma porta deveria ser o banheiro do quarto, depois a ouviu e viu ela suspirando fundo cansada encarando o chão um pouco corada.

Ele tinha certeza que não era o único envergonhado do que estava acontecendo com eles em tão pouco tempo.

Mas pensando em como seria mais estranho se fosse com uma completa desconhecida que tivesse noivando se perguntou. Como seria agora? Ele estaria menos desconfortável? Provavelmente não.

Abriu os botões do pulso da sua camisa ainda sentindo o gosto do vinho misterioso em sua boca. Sentiu vontade de descer e ir beber mais. Todavia lutou contra o desejo bizarro e se distraiu vendo o quarto da jovem mulher dava para dizer que ela não morava ali há muito tempo.

Não havia fotos nem nada espalhado. A cama era bem arrumada e não havia detalhes infantis. Mas o cheiro de rosas inundava novamente o ambiente e seus sentidos. Fechou os olhos por um segundo que mais pareceram uma hora e os abriu meio grogue com o barulho da porta rangendo.

Bella apareceu bochechava quando saiu do banheiro vestindo uma camisola branca até o joelho de alças e sem decote , ela se sentou do lado do vampiro que desviou o olhar cavalheirescamente para o chão. Ela revirou os olhos e pegou a escova que tinha levado depois de um banho demorado e suspirando fundo ao mesmo tempo que penteava seus cabelos tentou iniciar uma conversa que ambos não sabiam por onde começar, de limites primordiais.

Aquilo ia ser novo para os dois. E mesmo Bella ansiando deitar e dormir um pouco , precisava ser dito algumas coisas.

Notas finais
E aí gostaram? Recomendações? Comentários? Espero que sim e até logo!!