You Set Me Free_1ª Temporada
4 Burial and Funeral
Notas iniciais

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Eu nunca tinha ido a um velório ou enterro realmente, me lembrava de que o máximo que tinha chegado de alguém que morrera, fora há tanto tempo e em velório diferente que os detalhes tinham se tornados nublados, não havia caixões ou mesmo tínhamos que vestir preto, nos velórios de bruxas era cores coloridas para simbolizar o quanto desejávamos que a pessoa sentisse que nos importávamos, mas para minhas irmãs um velório humano era desculpa para elas desfilarem.
Revirei os olhos quando sair do carro que dividia com mais algumas garotas, torcendo para que ninguém ousasse pensar que eu era parte daquele grupinho de aparência esnobe. Passei pelas pessoas que estavam meio embasbacadas com as minhas irmãs e entrei na Igreja de aparência antiga.
Segundo Briana tínhamos que conhecer um pouco a cidade e ser bem mais receptiva a ela, para sermos acolhidas como membros. Baboseira a meu ver.
Sentei-me em banco no fundo colocando minha pequena bolsa no colo, observei os vitrais coloridos que tinha imagens de anjos enquanto mais pessoas entravam. Sentir alguém sentar do meu lado, mas não olhei, só fiquei abismada com a beleza daquela Igreja, porém os bancos de madeira não eram confortáveis e fiquei feliz quando o padre começou a falar e depois passar oportunidades paras os parentes de quem morrera, ao todo eram cinco caixões que eram velados.
— Francesca esta aqui. — Falou uma voz de homem perto da onde eu estava, olhei pela minha visão periférica e pude ver que um homem negro falava com o que estava do meu lado, ele tinha cabelos loiros.
— Deve esta tentando imaginar como vai ficar em um caixão. — A voz do loiro me deu arrepios, fiquei com vontade de sair do seu lado, cruzei meus tornozelos e apertei minha mão para não tremer.
Vir mais a frente Briana e Waleska com as garotas, tão eretas e elegantes que dava para se imaginar que estariam gostando mesmo de sair de casa, mas não estavam deixar a Mãe sozinha não as alegrava.
Felizmente os homens do meu lado não voltaram a falar, estava sentada entre o corredor e outra fileira de bancos, ouvir calada toda a cerimonia e aprendi naquela hora que nunca desejaria um velório naquele estilo, era cansativo e exausto principalmente por ter que caminhamos cinco quilômetros da Igreja até o cemitério.
Rir baixinho vendo Alicia e Mikaela andando na frente com saltos de nove centímetros, elas ficaria com bolhas nos pés, aquilo era certo.
— Realmente é ridículo vim vestida assim em um funeral. — A voz veio de uma garota que caminhava do meu lado, seus cabelos eram castanhos e ela tinha os olhos quase verdes, não conseguir ver direito. Era um palmo mais alta do que eu, e como eu, se vestia simples, com um vestido preto e sapatos baixos.
— Acho que inadequado é mais plausível. — Falei educada e até dei um sorriso de lado, pensar coisas como aquela das minhas irmãs era uma coisa, falar e ouvir alguém falar era outra, minha família sempre seria elas.
Uma fungada alta e chorosa nos vez olhar para frente aonde uma mulher de cabelos pretos e alta, limpava as lágrimas, lágrimas falsas pelo jeito, e seu ar e modo de andar era tão insolente que checava a passar uma falsa impressão de empatia para quem sabia ver, e eu sabia.
— Hipocrisia. — Resmunguei baixinho e incrivelmente a garota do meu lado também falou junto e no mesmo segundo que eu.
Ela me encarou e um sorriso mínimo de diversão se fez presente, eu também sorrir e me sentir até mesmo bem perto da garota, ela parecia mais velha do que eu, talvez vinte e três anos ou mais.
— Sou Hayley. — Se apresentou.
— Anabella. — Disse vendo que chegávamos finalmente a cemitério, sabia por que ele exalava tanta magia que era impossível um ser sobrenatural não ser atraído para ele.
Tinha grades altas, e um portão de ferro que estava aberto, o cheiro de rosas era inebriante e enjoativo. Velas acessas (magicamente)na frente do portão de entrada balançavam pelo vento, as pessoas entravam atrás dos fortes homens que carregavam os caixões.
— Hayley? Não sabia que viria. — A voz quase me fez tropeçar nos meus próprios pés, mas me forcei a voltar a andar.
— Resolvi de última hora, Rebekah esta em casa. — Disse a castanha até um pouco grossa.
Não conseguir mais me segurar e olhei para o lado e os olhos do Original encontraram o meu, em um reconhecimento mútuo.
— Senhorita... — Começou educado.
— Bella! — Gritou a voz de Briana e a vir parada junto com as demais do lado do portão por onde a multidão passava, seu olhar duro me fez ter certeza que ficar distante delas não fora bem visto.
— Ah... — Me virei para a tal Hayley e toda a simpatia que talvez ela pudesse ter por min se fora, seus olhos eram duros e desconfiados, me voltei para Elijah Mikaelson e balancei a cabeça em uma despedida muda, ele fez o mesmo.
Andei mais depressa até as outras paradas ali.
— Não podemos entrar. — Segredou Gabrielle, a única que realmente eu gostava de ter por perto ainda, seus cabelos eram de um tom preto que chegava até serem meio azulados, seus olhos eram preto também, mas sua pele era tão branca que fazia um contraste quase doentio sem maquiagem.
Waleska ficou ereta e cutucou Briana que me encarava duramente, ela se virou e pude ver como parecíamos um pequeno grupo de turistas deslocados atrás das duas, como um grupo de colegiais.
— Waleska, Briana, fico feliz por demostrarem solidariedade para com New Orleans. — Era o loiro que havia se sentado do meu lado que estava falando, e caminhando até as mais velhas, seu sorriso de lado era zombeteiro e malicioso, e sua barba rala fez eu me sentir quente, ao se lembrar de beijos no meu pescoço de Jeofrey que também tinha uma barba rala e me fazia… Mordi os lábios, voltando ao visitante.
— Também ficamos felizes de ver você Niklaus em outra situação que não seja… Sangrenta. — Waleska deu um sorriso de quem não queria continuar a conversa.
Por algum momento Klaus Mikaelson olhou para trás e deu uma boa olhada em todas nos, fiquei um pouco atrás de Sue, a maior de todas, não sei por que, mas não gostei do olhar malicioso que ele nos dava. Ele deu mais algumas palavras para elas e entrou sem problemas no cemitério.
— Venham. — Chamou Briana depois de todos ter entrado, ela falou um feitiço e passou por uma invisível barreira.
Depois de passarmos ela começou a nos entregar velas brancas e longas, outro ritual humano, e nos ajuntamos atrás das pessoas que abriam uma cova de pedra, outras faziam o mesmo, mas em outros lugares.
Fiz um biquinho e assoprei rapidamente fazendo a vela ganhar uma chama azulada e quente, as outras garotas simplesmente passavam os dedos ou abriam as mãos fazendo o fogo nascer. Aparentemente não sabíamos que éramos observadas, mas cruzei os olhos novamente com Elijah Mikaelson e havia curiosidade ali.
Só esperava que aquele dia terminasse logo
Eu nunca tinha ido a um velório ou enterro realmente, me lembrava de que o máximo que tinha chegado de alguém que morrera, fora há tanto tempo e em velório diferente que os detalhes tinham se tornados nublados, não havia caixões ou mesmo tínhamos que vestir preto, nos velórios de bruxas era cores coloridas para simbolizar o quanto desejávamos que a pessoa sentisse que nos importávamos, mas para minhas irmãs um velório humano era desculpa para elas desfilarem.
Revirei os olhos quando sair do carro que dividia com mais algumas garotas, torcendo para que ninguém ousasse pensar que eu era parte daquele grupinho de aparência esnobe. Passei pelas pessoas que estavam meio embasbacadas com as minhas irmãs e entrei na Igreja de aparência antiga.
Segundo Briana tínhamos que conhecer um pouco a cidade e ser bem mais receptiva a ela, para sermos acolhidas como membros. Baboseira a meu ver.
Sentei-me em banco no fundo colocando minha pequena bolsa no colo, observei os vitrais coloridos que tinha imagens de anjos enquanto mais pessoas entravam. Sentir alguém sentar do meu lado, mas não olhei, só fiquei abismada com a beleza daquela Igreja, porém os bancos de madeira não eram confortáveis e fiquei feliz quando o padre começou a falar e depois passar oportunidades paras os parentes de quem morrera, ao todo eram cinco caixões que eram velados.
— Francesca esta aqui. — Falou uma voz de homem perto da onde eu estava, olhei pela minha visão periférica e pude ver que um homem negro falava com o que estava do meu lado, ele tinha cabelos loiros.
— Deve esta tentando imaginar como vai ficar em um caixão. — A voz do loiro me deu arrepios, fiquei com vontade de sair do seu lado, cruzei meus tornozelos e apertei minha mão para não tremer.
Vir mais a frente Briana e Waleska com as garotas, tão eretas e elegantes que dava para se imaginar que estariam gostando mesmo de sair de casa, mas não estavam deixar a Mãe sozinha não as alegrava.
Felizmente os homens do meu lado não voltaram a falar, estava sentada entre o corredor e outra fileira de bancos, ouvir calada toda a cerimonia e aprendi naquela hora que nunca desejaria um velório naquele estilo, era cansativo e exausto principalmente por ter que caminhamos cinco quilômetros da Igreja até o cemitério.
Rir baixinho vendo Alicia e Mikaela andando na frente com saltos de nove centímetros, elas ficaria com bolhas nos pés, aquilo era certo.
— Realmente é ridículo vim vestida assim em um funeral. — A voz veio de uma garota que caminhava do meu lado, seus cabelos eram castanhos e ela tinha os olhos quase verdes, não conseguir ver direito. Era um palmo mais alta do que eu, e como eu, se vestia simples, com um vestido preto e sapatos baixos.
— Acho que inadequado é mais plausível. — Falei educada e até dei um sorriso de lado, pensar coisas como aquela das minhas irmãs era uma coisa, falar e ouvir alguém falar era outra, minha família sempre seria elas.
Uma fungada alta e chorosa nos vez olhar para frente aonde uma mulher de cabelos pretos e alta, limpava as lágrimas, lágrimas falsas pelo jeito, e seu ar e modo de andar era tão insolente que checava a passar uma falsa impressão de empatia para quem sabia ver, e eu sabia.
— Hipocrisia. — Resmunguei baixinho e incrivelmente a garota do meu lado também falou junto e no mesmo segundo que eu.
Ela me encarou e um sorriso mínimo de diversão se fez presente, eu também sorrir e me sentir até mesmo bem perto da garota, ela parecia mais velha do que eu, talvez vinte e três anos ou mais.
— Sou Hayley. — Se apresentou.
— Anabella. — Disse vendo que chegávamos finalmente a cemitério, sabia por que ele exalava tanta magia que era impossível um ser sobrenatural não ser atraído para ele.
Tinha grades altas, e um portão de ferro que estava aberto, o cheiro de rosas era inebriante e enjoativo. Velas acessas (magicamente)na frente do portão de entrada balançavam pelo vento, as pessoas entravam atrás dos fortes homens que carregavam os caixões.
— Hayley? Não sabia que viria. — A voz quase me fez tropeçar nos meus próprios pés, mas me forcei a voltar a andar.
— Resolvi de última hora, Rebekah esta em casa. — Disse a castanha até um pouco grossa.
Não conseguir mais me segurar e olhei para o lado e os olhos do Original encontraram o meu, em um reconhecimento mútuo.
— Senhorita... — Começou educado.
— Bella! — Gritou a voz de Briana e a vir parada junto com as demais do lado do portão por onde a multidão passava, seu olhar duro me fez ter certeza que ficar distante delas não fora bem visto.
— Ah... — Me virei para a tal Hayley e toda a simpatia que talvez ela pudesse ter por min se fora, seus olhos eram duros e desconfiados, me voltei para Elijah Mikaelson e balancei a cabeça em uma despedida muda, ele fez o mesmo.
Andei mais depressa até as outras paradas ali.
— Não podemos entrar. — Segredou Gabrielle, a única que realmente eu gostava de ter por perto ainda, seus cabelos eram de um tom preto que chegava até serem meio azulados, seus olhos eram preto também, mas sua pele era tão branca que fazia um contraste quase doentio sem maquiagem.
Waleska ficou ereta e cutucou Briana que me encarava duramente, ela se virou e pude ver como parecíamos um pequeno grupo de turistas deslocados atrás das duas, como um grupo de colegiais.
— Waleska, Briana, fico feliz por demostrarem solidariedade para com New Orleans. — Era o loiro que havia se sentado do meu lado que estava falando, e caminhando até as mais velhas, seu sorriso de lado era zombeteiro e malicioso, e sua barba rala fez eu me sentir quente, ao se lembrar de beijos no meu pescoço de Jeofrey que também tinha uma barba rala e me fazia… Mordi os lábios, voltando ao visitante.
— Também ficamos felizes de ver você Niklaus em outra situação que não seja… Sangrenta. — Waleska deu um sorriso de quem não queria continuar a conversa.
Por algum momento Klaus Mikaelson olhou para trás e deu uma boa olhada em todas nos, fiquei um pouco atrás de Sue, a maior de todas, não sei por que, mas não gostei do olhar malicioso que ele nos dava. Ele deu mais algumas palavras para elas e entrou sem problemas no cemitério.
— Venham. — Chamou Briana depois de todos ter entrado, ela falou um feitiço e passou por uma invisível barreira.
Depois de passarmos ela começou a nos entregar velas brancas e longas, outro ritual humano, e nos ajuntamos atrás das pessoas que abriam uma cova de pedra, outras faziam o mesmo, mas em outros lugares.
Fiz um biquinho e assoprei rapidamente fazendo a vela ganhar uma chama azulada e quente, as outras garotas simplesmente passavam os dedos ou abriam as mãos fazendo o fogo nascer. Aparentemente não sabíamos que éramos observadas, mas cruzei os olhos novamente com Elijah Mikaelson e havia curiosidade ali.
Só esperava que aquele dia terminasse logo. Aquilo era uma confusão sem limites!
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