You Set Me Free_1ª Temporada

30 Alliances Made ​​and Broken


Notas iniciais
Oi oi meus amores! Caraca , sorry pela demora em postar , final de ano deixa a todos com um tempo de 24hrs para 12. Sério estou sem tempo nenhum :( O que me faz ficar doida para chegar logo em casa tomar um banho e dormir. Então peço desculpas e peço novamente que tenham paciência que não vou correr na fic tá? E que sim , terá coisas parecidas com a segunda temporada de T.O mas não Tudo! Boa leitura!

O leve suspirar da respiração do quarto de Elijah fez Klaus entrar. Ele tentou achar a cena cômica, mas não conseguiu nem achar suas próprias piadas para debochar um pouco. O barulho no banheiro, dizia que o irmão estava tomando banho. Então o híbrido se atreveu a chegar mais perto da cama do irmão. Os cabelos loiros jogados para o lado davam total contraste a cena da jovem mulher dormindo suavemente. Aquilo quase fez ele lembrar da doce Caroline Forbes, em sua total humanidade, mesmo para uma vampira. O leve ressonar de Bella, parecia puramente vida, pensou Klaus, para o quarto inutilizado do irmão naquele aspecto.

Quando saiu do quarto, sorrateiramente como uma sombra, passou pelo quarto de Hayley e entrou no de Hope, não havia mais nada que lembrava que aquilo, algum dia fora um quarto de bebê. Rebekah fizera um bom trabalho. Mesmo que ele soubesse que a filha estava longe, mas perto ao mesmo tempo, ainda assim, não pode evitar se sentir angustiado.

Um copo, ou dez de uísque parecia uma ideia boa naquele momento. E foi bebendo que Elijah o encontrou uma hora depois.

– Espero que tudo esteja bem agora? – Perguntou Elijah já totalmente limpo e alinhado , se servindo ele mesmo da bebida que descansava na mesa de centro. Depois se sentou de forma cansada encarando o irmão. – Como você esperava?

– Não sei do que está falando. – Rebateu Niklaus com o maior sorriso que podia dar.

– Você salvou Bella, ganhou pontos com os bruxos, depois, com toda a certeza do mundo, salvou os lobos, acho que bem na hora certa, e com seu jeito de fazer teatro. – Elijah tomou um gole, saboreando o ardor por um segundo. – Imagino que ganhou finalmente a lealdade dos dois lados. Eles se curvaram também?!

A gargalhada, que há muito tempo Elijah não ouvia, preencheu o ambiente. Klaus tinha até lágrimas nos olhos quando parou para respirar.

– Céus irmão! Como você é inteligente, as vezes me esqueço. – Klaus olhava para o teto ao falar, com seu corpo desleixadamente sobre a poltrona, e as botas sujas em cima da mesa de centro, pareceu que ganhou o mundo. Ou só uma batalha. – Ou muito burro, por ter uma bela dama no seu quarto e preferir ficar conversando comigo.

– O que está planejando irmão? – Perguntou Elijah ignorando completamente a última frase do loiro. – Porque não confia em mim?

Os olhos sinceros de Elijah o pegaram como uma armadilha, o que o irritou profundamente,

– Por que? Por que estou vendo o que está acontecendo aqui. – Klaus e sua voz sombria chegaram até Elijah como se o quisesse o ferir. – Você e Rebekah, tão humanos … Não posso colocar meus planos a sua exposição, quando sei que não agiram como eu quero.

– E como você quer que agimos? – A pergunta de Elijah, pareceu até mesmo zombeteira , como se perguntasse a uma criança o que ela queria ganhar de natal do papai Noel. O loiro travou sua mandíbula em irritação e depois suspirou fundo antes de responder.

– Se eu conseguir a lealdade da matilha, de todas as matilhas … – Klaus divagou, olhando para longe com a mão embaixo do queixo. – Talvez não precisamos mais dos bruxos então, se eu pedisse para você matar a doce e jovem Bella, você faria? – Klaus encarou o irmão que não parecia nada surpreso com a fala dele.

– Você sempre faz isso. – Elijah exalou superioridade naquele segundo, bem mais do que gostaria de demonstrar. Depois balançou a cabeça negativamente. Descartando qualquer respostar a dar ao irmão. Já que não achava que o híbrido tinha mesmo feito uma pergunta. – Acha que qualquer pessoa, que entre em nossas vidas, pode nos fazer esquecer a nossa lealdade e amor a você.

Por alguns minutos Klaus não ousou se movimentar. Nem respirar , só observou seu irmão mais velho terminar sua bebida , colocar o copo na mesa de centro , e se levantar ajeitando sua gravata. Mas por dentro o híbrido se pegou desejando que o irmão estivesse errado. Será que ele não entendia que ele era tudo que ele tinha? Se perguntou Klaus mentalmente , mordendo o interior de sua bochecha. Não tinha Rebekah que estava afastada dele. Nem Hayley que estava instável apesar de tudo.Klaus sentiu algo quente perturbar seu peito assim que aquelas palavras o atingiram. Algo que acabou o obrigando a engolir em seco depois de perceber que não estava respirando.

– Vou te falar duas coisas Niklaus. – Elijah chamou novamente a atenção do irmão com aquelas palavras sérias. Ele encarou o mais velho como se o desafiasse a mandar ele fazer qualquer coisa que ele não quisesse. – Talvez seja a hora de você se acostumar com mais pessoas ao seu redor , aceitar que talvez a família cresça! Sem bater o pé como um adolescente.

O híbrido logo deixou sua expressão de descaso tomar conta de sua foce composta.

– E o que mais? – Klaus sorriu debochadamente como se não ligasse para as palavras do irmão.

Elijah sorriu de lado e colocou uma mão no bolso de sua calça , enquanto analisava a sua mão direita aonde sua aliança de compromisso brilhava . O que vez o loiro sentir que algo estava por vim.

– Não entre novamente no meu quarto, quando Anabella estiver. – O aviso de Elijah veio tão ríspido e calmo , que era quase um alerta de tempestade.

Sem esperar mais o original de terno se dirigiu a saída da sala. E mesmo Klaus achando que não era uma boa hora para falar mais com o irmão , não se conteve ao perguntar.

– Aonde vai?

Elijah parou de andar e olhou para trás sem virar seu corpo. Viu como o irmão parecia tenso e como precisava de companhia. Mesmo quando Klaus não demonstrava o mais velho podia o ler como mais ninguém podia. Todavia , Elijah não podia ficar . Não podia se comprometer mais com Klaus , quando era óbvio que aquilo estava sendo a causa do problema dele não conseguir colocar Bella em um nível respeitoso e familiar para todos. Ou mais para o híbrido mesmo.

– Me comprometer mais um pouco.

Os passos suaves de Elijah foram ouvidos por longos minutos. Até que Klaus pode ouvir o carro sendo ligado e só havia ele na casa. Com a garota do irmão. O que Elijah estava tramando? Se perguntou Klaus olhando seu celular , esperando ansiosamente seu artesão trazer sua encomenda. O híbrido encheu novamente seu copo esperando que o tempo passasse logo.



A noite chegou fria em Nova Orleans. Com golpes de ar por todo o cassarão dos Mikaelson que fazia as tabuas rangerem de forma agourenta. E foi em um desses barulhos que Bella acordou assustada , olhando para todos os lados como se imaginasse aonde estava. Logo o perfume no cobertor lhe trouxe a memória de Elijah e seu quarto. Mas porque estava sozinha? Se perguntou , ao mesmo tempo que levantava jogando as cobertas para o lado. Foi até uma das janelas e a abriu vendo a noite do lado de fora. Com um abrir de mão , algumas velas se acenderam por todo o quarto. O que fez a loira ver um roupão preto no pé da grande cama. Sem esperar pensar mais ela o vestiu e saiu do quarto.

Portas por entre portas, ela procurava qualquer sinal de que não estava sozinha naquele casarão. O incomodo de não ter acesso a nenhum celular, ou ver nenhum telefone a fazia ficar cada vez mais ansiosa para tentar obter notícias.

Um tilintar de vidro, por entre o silencio, fez Bella parar, entortar o pescoço, e girar os calcanhares, ao mesmo tempo que seguia para o final do corredor. Aonde uma porta entre-aberta, a fez ficar momentaneamente aliviada, talvez fosse Elijah. E aquilo a alegrou por um segundo. Torcendo para que ela não estivesse tão desarrumada, quanto achava que estava, ela levantou a mão em punho e bateu na madeira. Não demorou muito para que a porta se abrisse completamente.

Bella tentou não tirar o sorriso do rosto, mas a insatisfação era tanta, que ela soube que não foi bem sucedida.

– Vejo que a bela adormecida acordou. – Klaus disse com um sorriso arrogante em seus lábios, fazendo o seu rosto brilhar com certa satisfação.

– Só pra constar, eu já ouvi essa piada muitas vezes. – Bella falou sarcástica, cruzando os braços na altura do peito e continuou. – E nunca tem graça.

– Tem razão. – Ele consentiu ainda com o ar casual, como se eles fossem amigos há muito tempo. – Uma bebida? Tudo fica mais divertido com uma boa bebida.

Bella deu de ombros, apertando um pouco mais o roupão, e entrou no cômodo, podendo ver a sala bem cuidada e grande. Como uma sala de estar e jantar ao mesmo tempo, sem nenhum aparato moderno. Em cima da mesa, ela viu pedras negras em uma pasta, que refletiam as luzes das velas, que estavam por todo lado em castiçais de prata.

– Essa são as pedras que você encontrou? – Ousou perguntar Bella ao mesmo tempo que as tocava, pegando uma a girando entre seus dedos.

– Eu achei que como elas estavam lá, prontas para serem usadas, não havia motivos para não fazê-lo. – Klaus lhe ofereceu um copo de cristal, onde Bella pode sentir o cheiro forte de conhaque, com direito a uma rodela de limão. Ela aceitou sem pestanejar. – Eu levei-as brutas pra um artesão, que devo dizer, fez um trabalho muito bom em tempo recorde. – O híbrido pegou a pedra da mão da jovem bruxa e devolveu para a maleta aberta.

– Realmente. – Foi tudo que Bella achou que devia falar, ao levar o copo até seus lábios, a bebida desceu queimando, toda a frieza de seu corpo se evaporou. Klaus a encarou, como se encara um livro antes de lê-lo. A loira se sentou arrastando a cadeira, sentindo certo incomodo no olhar dele. Não resistiu e perguntou o encarando de baixo. – O que foi?

– Você parece bem para quem foi sequestrada e ameaçada. – Brincou ele, com um sorriso misterioso nos lábios. – Isso é um bom sinal para entrar na família.

– Pode ser … Mas não fale mais isso. – Pediu a loira suspirando fundo em um sussurro, com certa infantilidade que o fez abrir mais o sorriso. – “Sequestrada”. Sério, só eu acho que isso mostra o quanto fui … – Ela não conseguiu terminar de falar, pois foi interrompida.

– Fraca. – Klaus também puxou uma cadeira, da cabeceira de mogno, virando ela para ficar de frente a loira. Mexeu seu rosto a analisando, vendo nos olhos claros da jovem bruxa o quanto ela esperava ouvir algo que a tranquilizasse. – Às vezes aprendemos mais com nossas fraquezas do que com nossa força. Não há problema em ser fraca, desde que seja algo temporário.

– Fácil é falar. – Resmungou ela, desviando o olhar dele, para sua bebida. – Você tecnicamente não é o todo invencível híbrido?!

– Sim, sou. – confirmou como se fosse óbvio – Por isso tome cuidado. – Avisou de forma superior e orgulhosa, a fazendo rir e voltar a encará-lo.

– Da próxima vez, trarei uma oferenda ao seu altar. – Comentou Bella sorrindo inocentemente. Depois seus olhos ficaram desfocados, como se lembrasse de algo. – Ei! Eu nem te agradeci por tudo …

– E nem precisa. – Klaus disse de forma ríspida e incomodado, se levantando de forma rápida. Mas parou ao sentir a pequena mão dela, segurar a sua com certa força.

– Niklaus. – Chamou a loira e esperou pacientemente ele lhe encarar, o que demorou , mas aconteceu. – Obrigada, de verdade.

Klaus assentiu com cabeça, sentindo um certo incomodo quente perturbar seu peito. Bella achou que de certa forma, ele achava que não merecesse um simples obrigado. O híbrido, por outro lado, não sabia o que pensar, só afastou a mão dela da dele, de forma dura, e ficou de costas para ela, para depois se virar com uma máscara de felicidade apática, com as mãos no encosto da cadeira, que a segundos antes ele estava sentado.

– Voltando ao assunto, você deve querer saber porque eu peguei essas pedras? — Perguntou de repente, fazendo a loira se voltar novamente para as pedras na maleta. Na verdade, não ela não queria saber. E ele notou. Mas mesmo assim ele continuou. – Eu respondo, são para fazer anéis da lua ... São para alguns lobisomens de uma matilha leal a mim, que não tem nenhum tipo de risco ao seu clã. Claro que eu preciso de bruxas para fazer. Bruxas de confianças.

– E você quer a minha ajuda? – Bella deixou um pouco seu peso na mesa, ao se aproximar mais do outro. Analisando cada palavra que ele tinha dito, como só uma mulher pode fazer, antes de comprar, ou não, algo. Não soube dizer que aquilo ultrapassava ou não os “limites” que Elijah tinha dito. Mas falaria com ele depois. Sempre seria sincera com Elijah. Mas queria garantir que ele não precisaria escolher entre ela e o irmão. Eles poderiam ser amigos. Ela sorriu com a ideia antes de responder.– Tá! Eu ajudo.

– Simples assim? – A postura relaxada dele se fora em um segundo, e deu lugar a uma desconfiada. Ele cruzou os braços a vendo tomar o resto da bebida de forma calma e divertida.

– Claro, porque não! – Exclamou ela dando de ombros. – Você me ajudou de novo, não vejo porque não o ajudar. Aliás ,ainda estou te devendo o feitiço de reversão se não me engano, não é?!

– Sim você está. Bem lembrado. – Klaus levantou o dedo em riste, como se fosse a lembrar de algo mais. – Se vai me ajudar, e ajudar os Crescentes, precisa saber de algo.

Bella ouviu tudo calada, e paralisada, enquanto ele contava o que seu clã estava planejando fazer com os lobos. Ela não queria acreditar que Dimitri pudesse ter feito um absurdo,como dar um de monarca tirado, e esperar que sacrificando lobisomens para ter ela, ou qualquer outra de volta, faria deles bem-vindo na cidade.

– Mas eles estão bem? – A pergunta de Bella saiu dos seus lábios, antes que ela percebesse.

– Ah sim. – Klaus suspirou quase tristemente. – Mas infelizmente, eles não estão nada receptivos com tudo que aconteceu. Sinceramente, mesmo que eu fique de olho neles, é impossível saber até aonde a ofensa da desconfiança pode ter ido. Ninguém sabe o que eles podem querer, ou se querem vingança.

– Isso é horrível! – Exclamou Bella, se levantando de forma brusca. Ela foi até a janela, esperando que pudesse respirar de forma mais natural. Mas a mesma estava fechada. Toda a casa parecia estranhamente fechada. Sem vida. O que era muito estranho. Balançou a cabeça voltando ao assunto principal.– Agora nem minhas irmãs e nem eu, poderemos andar pela cidade, sem ter medo.

– Verdade. – Concordou Klaus seriamente. – Mas, é claro que me ajudando com os anéis, eu poderia garantir um tipo de aliança entre vocês, quero dizer, se eu tivesse a palavra de alguém, do seu clã que isso nunca mais aconteceria, que os Crescentes, independentemente de serem lobisomens, seriam tratados com a mesma honra que vocês, bruxos.

Bella se virou para o híbrido, mordendo seus lábios em apreensão. Saboreando as palavras dele, como uma criança saborearia uma oferta de um doce. Mas ela não era criança. Sentia que havia uma pitada de manipulação ali. Uma grande, enorme, porção de manipulação.

– Você está tentando ajuntar os lobisomens, os seus lobisomens, com o meu clã, e ser o representante legal não é?! – Bella sabia que era uma pergunta retórica, mas ele só confirmou quando seu rosto ficou tecnicamente irritado e impressionado ao mesmo tempo. – Eu sinceramente não me importo Niklaus, desde que seja para ter um pouco de paz, porque sim, eu quero paz. E se eu peguei seu raciocínio, você está certo, unir pelo menos dois clãs já é um começo, um grande começo. Mas não entendo porque você quer tentar fazer isso sozinho.

Klaus se aproximou dela, a encarando de baixo. Bella não ousou se mover. Se sentia mais que nunca analisada. Como se estivesse em uma entrevista de emprego, e ele estivesse vendo se ela era boa o suficiente para o cargo.

– Eu já confiei demais. – A voz rouca dele, pareceu ter sido forçada para sair.

– Mas não em min. – Bella deu um passo para trás, esperando ter soada tão sincera quanto era. Sentia que ele tinha medo de confiar nos seus planos, mas não por ele, por sua filha. E talvez todas as palavras que Elijah tinha já tido sobre o irmão fizeram sentindo. Ele não confiava nela. Não para falar demais ou para a incluir na família. – Eu vou falar com algumas amigas, se tivermos o feitiço do anel da lua, pode ir mais rápido.

– Já entrando com tudo. – Klaus falou de forma divertida, sorrindo como um felino antes de atacar por alguns segundos.Novamente Bella teve a sensação de olhar para um precipício pela beirada. Ao encarar os olhos dele. – Mais alguma ideia?

– Vou pensar em alguma coisa. – Garantiu ela, o vendo assentir.

Sem mais delongas, Bella passou por ele e abriu a porta, que ainda estava entreaberta para dar ao corredor. Quando estava voltando para o quarto já na metade das portas do terceiro andar. Se lembrou que precisava fazer certas ligações. Se sentia um pouco cansada , mas dormiria depois que pelo menos falasse com Davina. Precisava urgentemente saber porque ficava vendo a garota em suas visões.

Deu meia volta e se preparou para chamar Klaus. Mas na volta um barulho no primeiro andar como portas sendo abertas chamou-lhe atenção. Deixou suas apoiadas na cerca de madeira e olhou para baixo esperando ver qualquer coisa. Quando viu Elijah com uma mala muito familiar , porque era enorme e de rodinhas com muitas bandeiras , como era a sua aparecendo no centro do enorme pátio central. Se preparou para falar algo. Mas não teve voz para nada quando viu quem vinha se aproximando com ele. Dimitri do lado esquerdo , e Jeofrey do lado direito. Pressentindo que era observado Elijah olhou para cima vendo os outros fazendo o mesmo.

Como sempre Dimitri foi o primeiro a falar algo quando a viu. Quase como era, quando eles eram crianças.

Belle vous êtes bien! – Dimitri sorriu e se aproximou ficando ao pé da escada.

Bella era quase não pode raciocinar , só se movimentou. Um passo depois o outro. Sentiu o abraço do amigo antes do que imaginava. Tudo passou em câmera lenta quando viu os olhos claros de Jeofrey. Ela não pode captar nada ali. Só uma mascara de frieza que aparentemente ele lutava para manter.

– Seus amigos queriam garantir que você estava bem. – A voz suave de Elijah fez ela o encarar , ao mesmo tempo que saia dos braços de Dimitri que mordia os lábios em apreensão. Bella encarou o Original que sorriu de lado , como se quisesse manter certa compostura a mais na frente deles. – Antes de você disser a eles que não há problemas em você ficar aqui.

Bella olhou para sua mala , porque era sem sombra de dúvida sua mala e se voltou para os olhos um pouco mais apelativos de Elijah. Ela assentiu com um movimento de cabeça. Claro que ficaria ali , com ele.

– Excelente. – O vampiro de terno se voltou para o bruxo atrás dele, sorrindo estranhamente orgulhoso. Jeofrey encarou Elijah com certa prepotência e acidez. Quase como se estivesse em seu limite.– Eu disse , não há problemas aqui.

Bella encarou Dimitri ao seu lado , que deu de ombros, como se disse-se que aquele sempre seria Jeofrey.

– Eu vou conversar ... – Ela tentou falar , mas sua voz estava rouca , o que a fez tossi altivelmente , recebendo o olhar dos três. – Eu vou conversar com eles , enquanto você leva a mala para o …. quarto. Tudo bem Elijah?

– Claro. – Elijah sorriu e se aproximou , ao mesmo tempo que Dimitri voltava para o amigo. Bella notou como o morlock negro segurou firmemente os ombros de Jeofrey. Depois voltou a encarar Elijah que já se encontrava na sua frente. – Não demore muito , você precisa se alimentar.

Ela sorriu um pouco mais relaxada e certamente mais derretida. Era difícil Bella se lembrar de ter alguém que se preocupava com suas necessidades mais básicas.

– Certamente. – Garantiu a loira , passando por ele o ouvindo subir.

Com um movimento de cabeça ela caminhou sem encarar os dois para uma das salas do primeiro andar a abrindo , como se fosse a dona da casa , deixou a porta aberta esperando eles entrarem. Aquilo não passou despercebido por Jeofrey, quando ele entrou a encarando a todo momento. Dimitri suspirou fundo se sentando para a conversa que viria ao mesmo tempo que tirou um incenso do bolso para fazer um feitiço de ocultação.

– Como vai ma Belle? – Perguntou a voz de Jeofrey fazendo a loira o encarar com certo nervosizo, seu estômago deu um giro desagradável quando encarou os olhos dele. Havia certa raiva ali e abandono que a feriu por dentro.

E a irritou também. Será que ele não tinha seguido em frente? Será que Dimitri não tinha notado que ela estava tentando seguir em frente? Tantas perguntas , quando tudo que ela queria era poder dizer que sentia muito. Mas não de todo o coração. Estava começando a sentir algo por Elijah , aquilo era claro. Mas o que sentia ainda por Jeofrey? Pensou em o abraçar , péssima ideia , mas ele ainda tinha algo que fazia ela lembrar de seu amigo maroto e não de seu namorado e primeiro amor. Céus! Ela não sabia o que fazer.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Não é meu melhor capítulo , mas de certa forma faz a fic andar kkkk Beijinhos e Até!