You Set Me Free_ 2°Temporada
8 So intense.
Notas iniciais

Anabella
– Acho que ele logo acordará. – Garantiu Dimitri depois de uma inspeção no híbrido. Ele virou seu pescoço me encarando de uma forma intensa e preocupada. – Que energia foi aquela que eu sentir a pouco?
– Esther. – Dei de ombros olhando a parede a minha frente. Me perguntava se tinha realmente sido Esther que fez Dimitri ficar totalmente arrepiado ou … Eu? Não era muito possível. Sim eu estava mais forte , mas também estava diferente. Suspirei fundo e olhei novamente o bruxo negro. – Acha que pode levá-lo até o carro?
Dimitri levantou a sobrancelha em completo deboche e eu revirei os olhos contornando o corpo de Klaus para ficar do outro lado ajoelhada de frente para o bruxo. Ofereci minha mão esperando a dele.
– Vai mesmo querer fazer isso? É horrível! – Exclamou de forma tão maliciosa e inocente ao mesmo tempo , que eu acabei rindo.
– Aos velhos tempos. – Garantir e ele deu de ombros me dando sua mão.
Quando éramos crianças fazíamos aquilo , principalmente em Jeofrey quando dormia primeiro. Minha mão ficou aberta com a palma virada para baixo direcionada ao peito do híbrido a da Dimitri em cima da minha.
– Eletric. – Dizemos juntos e como teias de aranha o ar crepitou um centímetro ao redor delas, fazendo as linhas azuis aparecerem como pura eletricidade estática.
Antigamente era apenas uma forma de saber qual era o nível de poder que nós tínhamos antes da adolescência aflorada nos ensinar que mexer com fogo sem experiência era o mesmo que atirar no próprio pé. Finalmente tomei coragem para aproximar a mão do peito do híbrido fazendo seu corpo tremer violentamente. Seus olhos se abriram e tanto eu quanto Dimitri nos levantamos rapidamente para não ser empecilho do seu “espasmo” violento. Fui rapidamente para o lado de Dimitri temendo que Niklaus só visse ele para o machucar, ou que meu amigo risse como sempre fazia (quando não era ele que levava um choque de mais de 220/w).
– Esther? Aonde ela esta? – Perguntou Klaus balançando a cabeça como se estivesse se situando enquanto se levantando , nos impressionando com sua facilidade de superar a dor.
– Saiu voando. – Respondi passando uma mão no meu cabelo para garantir que ainda estava bem amarrado em um coque apertado. Mais um tique nervoso mesmo. – Espero que ela tenha te dado uma dica da onde colocou Elijah , porque nossa conversa foi péssima.
Ele tinha seus lábios apertando em uma linha fina, suas mãos tão apertadas em punho que as veias dos dedos saltavam , seu rosto pálido me fez pensar se ele não estava tendo um pesadelo quando o acordamos.
– Tenho uma ideia … Vamos! – Ele passou pelo meio de nos , batendo no nosso ombro, fazendo tanto eu e Dimitri nos desequilibrarmos por meio segundo. Seus passos ecoavam pelo piso de madeira como um animal prestes a atacar.
Olhei para Dimitri pensativa.
– Só eu acho que devíamos ter usado mais força para o acordá-lo? – Perguntou ele colocando suas mãos no bolso de seu terno creme , suspirando pesaroso.
– Não leia minha mente Dimi. – Avisei lhe dando uma piscadela antes de começar a seguir Klaus que já estava indo para o seu carro.
– Ele deve esta no cemitério de Lafayette , tudo indica isso. – Garantiu Klaus abrindo a porta do seu jeep. Ele entrou com um pé e me olhou por sobre o ombro. – Você disse que conversou com minha mãe, o que ela lhe disse?
– Como assim? – Perguntei confusa já preparada para entrar no carro de Dimitri que já o religava.
– Quero saber … – Klaus se voltou para min tão sério com sua expressão fria como gelo como se quisesse me cortar. Podia sentir que ele queria algo de min pela profundidade de seu olhar. A verdade. – Se ela lhe falou sobre sua oferta de criar uma família de bruxos.
– Oh … Sim ela falou , mas qual é o problema? – Soei irritada pensando em como ele podia querer ficar ali conversando quando tínhamos que salvar Elijah.
– Qual é o problema? – Rebateu sarcasticamente balançava a cabeça sem qualquer paciência com minha “lerdeza”. Levantei a mão pedindo que Dimitri parasse , porque pelo barulho ele tinha tentado novamente sair do carro. – Se esta pensando em ver essa oferta da minha mãe como algo conveniente para você … É bom rever suas opções. – Me alertou Klaus não se importando com nada, me olhando de cima , altivo e analítico. Franzir o rosto ainda não entendendo o ponto da conversa. Klaus bateu ruidosamente suas mãos na lateral das suas coxas , fazendo com que o barulho soasse dolorido. – Se pensa em manipular Elijah para ser como minha mãe quer , um bruxo…
– Espera aí Niklaus! – Exclamei me mostrando ofendida também elevando o máximo de autoridade na minha voz e na minha posse para ser levada a sério. – Se Elijah quiser ser um bruxo , aceitando a oferta da sua mãe , é ele que vai decidir. Eu não vou ter nada haver …
Ele riu de forma debochada só movimentado os ombros, me fazendo parar de falar como se não acredita-se nenhum pouco em min.
– Você é uma mulher , sempre vai visar o melhor para você. – Klaus segurou meu braço com força e me fez ficar mais perto dele , e eu sentir medo pela primeira vez de como ele parecia ameaçador. – Se tirar meu irmão de min , eu te mato e mato toda sua família. – Sussurrou ele de modo agourento e sombrio. Como se eu de alguma forma o tivesse o ofendido mesmo sem ter intenção.
– Vejo que tem medo de ficar sem a única pessoa que aceita suas grosserias …. – As palavras mal saíam da minha boca de tão irritada que eu estava. O empurrei fortemente com a mão no seu peitoral mas ele só se mexeu minimamente. – Suas paranoias , desconfianças , falta de desrespeito … – A cada palavra eu o empurrava mais e mais , até que ele me soltou e deu um passo para trás , visivelmente tentando se controlar para não me atacar , seu rosto baixo e seus lábios apertados só me deixavam mais irritada. Eu só queria o ferir de alguma forma. Mas me controlei. – Elijah ama você seu idiota. – Sussurrei segurando com minhas mãos seu colarinho o encarando tão tensa por me abrir um pouco com ele , que me sentir acuada emocionalmente e fisicamente. – Eu nunca vou tirar ele de você … Eu prometo.– Garantir tentando prender ele com meu olhar , mas ele desviou o olhar, e em seus olhos eu vir que ele demonstrava, mesmo que por um segundo o quanto a ideia o deixava vulnerável e o quanto a perda de seu irmão em poucos dias o deixou literalmente sem chão. Segurei seu queixo com força fazendo minhas unhas apertarem a carne ali , e ele nem ao menos revidou , como eu não revidei a minutos atrás quando ele apertou meu braço. – E eu amo Elijah , e consequentemente vou aprender a te amar , apenas deixe. – Não soei doce ou mesmo suave como gostaria naquele pedido bizarro. Mas forte e severa, como se quisesse quebrar os muros que ele havia feito para nada além da família o penetrar. Empurrei seu queixo enquanto me afastava e entrava no carro de Dimitri que tinha os olhos o tempo todo na cena.
– Eu vou na frente. – Avisou Niklaus neutro e distante entrando em seu carro.
Entrei também , mas no do Dimitri que me encarava enervado. Apenas lhe toquei a mão em cima da marcha , dizendo sem palavras que estava tudo bem. Demorou um pouco mais logo chegamos ao cemitério.
Jeofrey estava com algumas bruxas ali , quando sair novamente ele buscava em seu olhar algo que eu nunca mais poderia lhe dar. Ele suspirou fundo e deu palmadinhas no ombro de Dimitri que lhe cumprimentava. O céu já parcialmente escuro , cheios de estrelas , mas sem nenhum sinal de lua. A névoa que cobria ali me deixou com frio quando o vento bateu no corpo. Olhei por sobre as grandes grades do cemitério, e depois me aproximei empurrando o portão notando o problema.
– Quebrem. – Pedir encarando as bruxas que assentiram com a cabeça.
Dei um passo para trás vendo o escudo ao redor do cemitério ser forçado até o seu limite. E finalmente ruiu como pequenos pedaços de vidro que voltou a areia se evaporando ao vento. Dei um passo além do portão , confiante que estava tudo bem , e foi assim.
– Qual é o plano agora? – Perguntou Dimitri preparado para tudo.
– Que tal dividir e conquistar? – Opinei recebendo um aceno de concordância. Klaus passou por min parando na minha frente, suas costas ficaram tensas e notei que ele captava qualquer odor ou barulho diferente. – Quem não quiser entrar . – Continuei soando muito mandona por meu próprio gosto. – Pode ficar ao redor , e garantir que ninguém entre.
– Ótimo. – Disse Alice e notei em sua voz um toque de ironia ali.
Revirei os olhos vendo algumas bruxas fazerem aquilo. O clima mesmo sendo pesado me deixou aliviada , não por temos chances de falhar , mas sim por temos chance de se unir mais , em um único propósito , mesmo que fosse só meu.
– Eu vou com você … – Tentou dizer Jeofrey parando do meu lado , enquanto eu via Dimitri começar a comandar as duplas.
– Ela vai comigo. – Garantiu Niklaus em sua voz que não deixava brechas para discussão.
Revirei os olhos olhando para aquilo, e olhei além da paisagem fúnebre dos mausoléus, túmulos e lápides. Apertei minha jaqueta mais ao corpo e dei um passo para ficar ao lado do híbrido , para minha surpresa ele segurou firmemente minha cintura como uma cobra que deu um bote tão rápido que você nem viu, sentir meus pés fora do chão por quase meio minuto e tudo ao meu redor ficou cinza passando tão rápido que eu fechei os olhos me sentindo enjoada. Então tão rápido como começou parou. Estava novamente em um chão plano irritada por ele fazer aquilo de velocidade de vampiro sem me avisar. O encarei irritada mais ele nem ao menos se prestou a me encarar , olhava ao redor além da névoa tensa , como se certificasse que estávamos sozinhos.
– Vejo que conseguiu os unir de novo. – Disse Niklaus tão baixo que precisei o olhar abaixo do seu rosto para garantir que seus lábios se moviam , enquanto andávamos lado a lado de modo lento agora depois de alguns minutos em pleno silêncio. – Sua família.
– Parece até um elogio. – Apontei com um ar de diversão, tão baixo quanto ele.
Ele parou de andar me fazendo parar de andar também. Quando encarou minimamente meu rosto e depois o chão e batucou ritmicamente seu pé no chão de terra batida. Desviou seu olhar do meu mordendo seus lábios fortemente.
– Se eu soubesse que Elijah , ou mesmo minha eu estaríamos bem em outros corpos... – Ele voltou a me encarar e seus olhos levemente escuros brilhavam intensamente mesmo por causa da falta de luz me deixando nervosa. – Talvez isso fosse bom … Mas não estaríamos , nossos inimigos veriam a chance perfeita para nos atacar , Anabella.
– E vocês tem muitos não é mesmo?! – Rebati engolindo em seco , sentindo um pouquinho da ideia me penetrar. Como seria? Elijah bruxo ou mesmo humano?
– Sim muitos. – Garantiu o híbrido levantando sua mão na altura do meu rosto como se fosse me tocar, eu dei um passo para trás sem mesmo pensar , mas antes mesmo ele a abaixou rapidamente parecendo se dar conta do movimento nervoso. – Você lembrou Rebekah agora a pouco.
Refletir se aquilo era realmente um elogio olhando por sobre seu ombro. Klaus tinha um anjo enorme atrás dele de pedra segurando um cajado. Ele franziu o rosto percebendo o que eu achava curioso então seu corpo se jogou contra o meu e já não estávamos no mesmo local. Mas longe do anjo que levantava poeira quando se espatifou no chão.
– Acho que estamos chegando ao lugar certo. – Comentou Klaus voltando a ser o híbrido maldoso cheio de extintos assassinos quando se virou para encarar a pequena orda de lobisomens que apareciam em pulos por todos os nossos lados além da névoa com sorrisos que beirava a insanidade. – É ótimo ver que a corrente de uma bruxa fez vocês se tornarem cachorrinhos mansos. – Ofendeu o híbrido em voz alta e tom belicoso. Alguns lobisomens rosnaram pela ofensa maldosa.
Percebi que seu corpo cobria o meu perfeitamente , quase como se me protegesse. Abrir minhas mãos sentindo a magia ancestral ondular por todos os cantos dali , quase como se estivesse preparada para eu a usar.
– Klaus. – Chamei ele em uma voz baixa minimamente se inclinou em direção a min. – Se você for matar eles , eu vou ter que me meter porque claro que eu não posso ser protegida enquanto você degola ou faz cirurgia de peito aberto em lobisomens idiotas! – Reclamei elevando minha voz gradativamente.
– E o que você quer que eu faça? Finja que eles têm opções? – Debochou Klaus olhando demoradamente o rostos dos lobisomens ali. Eu quase podia ver uma lâmpada se formando em sua cabeça quando ele parecia ter tido uma ideia. – Ah mais eles tem! Tem a opção de abrir caminho para nos , e se juntar ao nosso lado , ao lado que não dispensa criaturas tão impotentes como pedaços de carne fresca! Leonore é só uma jogadora habilidosa que ver em vocês peças de xadrez , e ela dispensaria qualquer um de vocês em piscar de olhos. Pelo céus! Vocês são adestrados agora?
Apertei minha têmpora não acreditando que era daquele jeito que ele queria evitar uma brigar.
– Ficar do seu lado? – Perguntou um lobisomens jovem do lado direito do circulo fazendo Klaus se virar para ele , e consequentemente eu também. Ele tinha um ar jovem , mas um olhar duro. – Você nem ao mesmo é um lobisomem completo.
Klaus fechou a mão em punho e riu sadicamente, mesmo assim ele estreitou seus olhos como se não acreditasse na ousadia, fazendo minha coluna se retesar. Era incrível como Klaus parecia um prato cheio para psicanalistas. Fazia minha cabeça rodar.
– Que falar mesmo do que é ser um lobisomem completo … Aidan? – Rebateu o híbrido. A malícia explicita na voz do híbrido fez o outro dar um passo para a frente , como se quisesse o atacar, mas outro segurou o tal Aidan com uma chave de braço forte. – Vocês se julgam superiores por que são cem por cento lobisomens?Mas o que ganharam com isso? – Perguntou girando seus pés para os encarar melhor. – Exílio , maldições e esse é apenas o começo da lista. – Debochou como se gostasse de ver a ira no olhar deles.
A tensão do momento me fez respirar mais duramente só pelo nariz.
– Ele tem razão. – Todos olharam para os lados em busca do altor de tal frase suicida.
O homem em cima de uma cripta pareceu sair da própria névoa. Ele parecia já ter mais de quarenta anos e se vestia como a maioria ali , calças jeans surradas , camisa branca , blusa de flanela cinza e botas marrons. Em suas costas uma Balestra de caça que eu costumava ver apenas nas paredes de algumas casas de Innsmouth estava aparecendo ,e eu achava que o homem se orgulhava dela. Seu rosto meio quadrado me lembrava alguém … Eu só não soube quem até que eu percebi o olhar vidrado nele em Klaus, o encarando da mesma forma. Como se tivesse visto um fantasma.
– Pai … – O sussurro do híbrido foi tão curto que eu não ouvir realmente , apenas li as palavras saindo dos seus lábios.
– Você não tem autoridade aqui Ansel. – Disse alguém , mas eu não conseguir nem olhar para ver quem era , estava abismada para não dizer o mínimo.
– Chega! Vamos começar logo com isso. – Klaus me encarou e em seus olhos um turbilhão de emoções nada passionais transpassavam.
Assentir minimamente com a cabeça sabendo que ele precisava de min. Ou contava seria melhor a palavra. Abrir a palma das mãos sem levantá-las respirando fundo , sentindo as batidas do meu coração como se olhasse para um relógio. Tentei me ligar a paisagem ao meu redor , não tão fundo , mas o suficiente para minhas mãos tremerem de ansiedade e de desejo de conseguir acabar mesmo com aquilo e achar logo Elijah. Sentir a familiar onda de calor começar pelo meu coração seguindo o fluxo de sangue como uma represa sendo aberta , e tocar cada poro do meu do corpo. O chão tremeu aos meus pés fazendo os lobisomens se desequilibrarem. O grito de Klaus , como um grito de guerra fez alguns lobisomens darem um passo para trás , confusos para a orda de bruxas (os) além deles que apareciam. Parei de canalizar minha magia e sorrir minimamente aliviada de Klaus obviamente ter “batido aquele papo” para dar tempo dos meus familiares chegarem.
– Não queremos matar ninguém . – Garantiu a voz de Dimitri.
– Apenas saiam daqui. – Mandou Jeofrey. – Imediatamente.
Percebi que o tal Ansel se aproximava de Klaus passando os lobisomens já muitos receosos.
– Não vou deixar bruxas matarem lobisomens, achei que tinha ouvido você falar algo sobre um acordo. – Ansel tocou o ombro de Klaus que encarou o homem como se fosse um bicho gosmento. – Filho.
– Acha mesmo que é … – Começou a dizer confuso , mas depois sorriu brilhantemente. – Esse é um truque de Esther! – Klaus segurou a mão do homem ainda no seu ombro e o afastou grosseiramente.
– Esse não é um truque de Esther , eu sou de carne e osso. – Rosnou Ansel cara a cara com o loiro. – Sua carne e osso.
Klaus balançou negativamente a cabeça e se pôs sem me olhar oferecer sua mão. Eu estava o tempo todo apenas um passo atrás dele , em sua lateral direta preparada para tudo , não para seu “chamado”. Revirei os olhos e aceitei sua mão sendo pujada sem me preparar. Caminhamos até uma barreira e eu acabei olhando para trás vendo Dimitri e os outros passando por uma passagem aberta também por lobisomens , eles começaram a nos seguirem. De vinte lobisomens havia cerca de dez bruxos contando comigo , mas obviamente os lobos não eram idiotas , estávamos em vantagem naquele terreno. Me voltei para Klaus tentando seguir seus passos , e separando abruptamente nossas mãos , ele não ligou , apenas levantou o rosto para a barreira de lobisomens na nossa frente deixando claro que ia atacar qualquer um que ficasse em seu caminho , eles finalmente também abriram passagem com rosto amargos mas de certa forma aliviados. Não ouve lutas , mas ouve derrotas.
Chegamos finalmente no único mausoléus que tinha velas acessas. Não havia dúvidas , Elijah estava ali. Sentir meu coração doer de ansiedade. E me preparei para entrar.
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