You Really Got Me
30 Cigarros, varanda e cama
Notas iniciais
Acabei de chegar do meu primeiro dia de trabalho ):
Entãããão, eu sei que eu não respondi os reviews, mas assim, a partir de hoje, eu vou ficar completamente sem tempo, o meu tempo vago vai ser para escrever a fic, senão vocês vão ficar looooongos dias sem ela =/
Meu horário é horrivel!!
Mas vocês sabem que eu leio e amo todos os reviews, né? Continuem mandando! Vamos chegar aos 1000 antes do "fechamento" do Nyah? Conto com vocês ;)
Bem, esse cap... Eu tô com vergonha, boa sorte para vocês
E boa leitura...
♥
Sexta-feira; 17hrs09min.
Zayn POV
A semana foi tranquila. Foi tão tranquila que chegou a ser estranha. Nenhuma confusão, nenhuma briga – tirando as implicâncias que Louis tinha comigo, é claro. Louis e Harry estavam em um desespero que chegava a ser cômico. Em público, eles nem ao menos olhavam para a cara um do outro, e Harry prendia a respiração sempre que Perrie passava por ele e o fitava tão intensamente que chegava a dar medo. Parecia que a qualquer momento ela ia subir em uma mesa do refeitório e gritar para a escola que Louis Tomlinson era gay e estava tendo um affair com o filho da empregada.
Seria cômico, não seria? Trágico, porém cômico.
Louis e Harry eram... Como eu posso chama-los? Burros como uma porta. Se beijar em público? Tudo bem que o estacionamento estava “vazio” – aos olhos deles -, mas mesmo assim é burrice. Não é algo que um casal que quer ser mantido em segredo faria. Eles moram juntos, não podem esperar chegar em casa? Burros como portas, e não mudo de expressão.
Eu passei anos tendo casos de uma noite – ou dia, dependo das nossas necessidades – com o Liam e nunca fomos pegos nos flagra. E olha que nós ficávamos na própria casa do Liam, ou às vezes na minha, e isso nunca aconteceu.
Porque eu, obviamente, tenho cérebro. Diferente do outros dois.
Agora vocês me perguntam: e o Josh? Bem, eu havia parado de irritar Josh por algum tempo. Eu achei que se eu parasse de incomodar, ele viria conversar. O que não aconteceu. Eu me decepcionei, é claro, mas o que eu posso fazer se ele não entende que a culpa do policial ter nos parado não foi minha, e que a culpa de ele se sentir atraído por um cara não é minha também, é dos hormônios dele? Ele não entende! E eu não vou perder meu precioso tempo tentando convencê-lo.
Liam disse que gostou da ideia, porque eu só estava permitido a ir mais longe com Josh depois que ele conseguisse uma noite de amores com o Niall. Ele achava injusto eu estar a menos tempo com Josh – e nem estar, na verdade – e já ir para os “finalmentes”, coisa que ele e Niall ainda não tinham feito.
Liam e Niall eram um casal de família, e eu e Josh éramos dois loucos com tensões sexuais mal resolvidas.
Porém, hoje Devine veio falar comigo. Eu havia esquecido completamente do tal trabalho de biologia, mas ele não. Chegou a mim na hora do recreio e falou que podia fazer o trabalho a partir das 16hrs, e como eu estava livre, marcamos para as 17hrs na minha casa.
Agora eram 17hrs14min e eu estava sentado na varanda do meu quarto. O tempo estava feio, chuviscava e o céu estava um completo breu. Os vidros na varanda estavam abertos, já que pela direção da chuva, nada ali seria molhado. Traguei o cigarro pela ultima vez, deixando a fumaça presa nos pulmões para alguns segundos depois solta-la na varanda, tão cinza quanto o céu.
Joguei o filtro do cigarro pela janela assim que ouvi a campainha tocar. Apalpei o bolso da calça jeans a procura de alguma bala, para tentar tirar aquele cheiro desagradável. Saí do quarto, descendo as escadas e vi que minha mãe já abria a porta para Josh. Ele sorriu e cumprimentou-a, que fez o mesmo. Arqueei apenas uma sobrancelha ao perceber que ela estava toda arrumada.
– Zayn! – Exclamou assim que me viu. – Filho, eu e as meninas vamos sair, temos que ir fazer cabelo, unha e coisas de meninas para amanhã. A mamãe fez uns biscoitos para vocês e tem um bolo também. – Disse indo até o sofá enquanto as meninas surgiam da cozinha e cumprimentavam Josh, que corou na hora.
– Mas o que vocês têm amanhã de importante? – Perguntei.
– Você vive no mundo da lua, não é, Zayn? – Minha mãe colocou as mãos na cintura. – É o aniversário da sua tia Adilah. Mas não se preocupe, você não precisa ir se não quiser, você nunca vai a nada da família mesmo. – Revirou os olhos.
– Ainda bem, porque eu não queria ir. – Falei.
– Bom, nós vamos nos atrasar! Tchau filho, prazer Josh, bom trabalho e juízo! Até mais tarde. – Minha mãe e as meninas acenaram, saindo de casa.
– Estamos apenas nós? – Josh perguntou, me olhando de canto.
– Sim. – Encarei-o.
Isso não vai prestar.
– Vamos começar? – Perguntei, e Josh assentiu. – Então vamos. – Falei, subindo as escadas.
– Vamos fazer no seu quarto?
– Sim, eu não gosto de usar o computador dos outros. Não repara a bagunça. – Falei assim que abri a porta do quarto.
– “Mantenha-se longe”? – Leu a placa que havia na porta do meu quarto.
– Digamos que eu não gosto que entrem no meu quarto. É o meu espaço. – Falei, sentando na cadeira do computador.
– Entendo... – Falou, olhando em volta. – Quarto azul? Só isso? – Riu, e eu olhei para ele confuso. – Eu imaginava alguns desenhos sombrios, paredes pintadas de preto com chamas no chão. Algo bem digno da sua rebeldia. – Sorriu. – Eu não imaginava paredes azuis com fotos da família e do Liam num quadrinho.
– Vocês acham que eu sou um ser humano sem coração que vive de sexo. – Falei.
– Exatamente. – Me olhou cínico. – Olha – apontou para um porta-retratos no meu criado-mudo, que de um lado tinha uma foto minha com minhas irmãs e do outro uma foto minha e de Liam quando tínhamos treze anos. — que fotos lindas.
– Vamos fazer esse trabalho logo para terminar de uma vez. – Falei, cortando o assunto.
*~~***~~*
– E... Terminei! – Josh exclamou.
Josh falou que eu era lento para ler as coisas e praticamente me tirou na cadeira do computador, começando a fazer o trabalho sozinho. Emburrei e vim para a varanda novamente, deixando-o fazer o trabalho como ele queria.
– Vou colocar apenas o meu nome no trabalho, não é Malik? – Ele apareceu na porta da varanda, e eu não respondi, apenas peguei um cigarro na mesinha que havia ali e o acendi. – Você fuma?
– Não está vendo?
– Eu nunca te vi fumando. – Continuou com o assunto. Ele parecia nervoso, e parecia também querer puxar assunto.
– Não gosto de fumar na frente dos outros. Só faço isso quando eu estou irritado ou nervoso.
– Você não devia fumar, isso faz mal. – Falou, e eu revirei os olhos de imediato.
– E quem é você para me dizer o que eu devo ou não fazer. – Levantei, indo para o quarto.
– Isso faz você ficar sexy. – Falou, e eu virei rápido para ele. Eu ouvi certo? – Eu quero dizer, mais sexy. – Virou o rosto, fitando o chão. — O meu plano não funcionou, Zayn. – Riu pelo nariz, uma risadinha com um sorriso cínico. – Só piorou tudo.
– E você tem algum plano agora? – Me aproximei dele, com uma sobrancelha arqueada.
Josh deu dois passos para trás, se encostando ao vidro da varanda. Ele abriu a boca e fechou, como se não soubesse o que dizer, e levantou os olhos, me encarando. Suas bochechas estavam coradas.
– O que foi? Aquele dia no carro você praticamente abusou de mim e agora está com vergonha? – Me aproximei mais, parando bem a sua frente.
– Eu surtei aquele dia. Eu não estou acostumado com esse tipo de coisa. – Falou baixo. – Mas eu apenas piorei a situação, e agora não sei o que fazer.
– Talvez seu plano não funcionou porque você não terminou. – Traguei o cigarro pela ultima vez, e joguei o filtro pela fresta dos vidros. Soltei a fumaça no rosto de Josh, que fechou os olhos. – Talvez se você terminar, tudo isso passa. – Sussurrei bem próximo ao rosto dele.
– E se não passar? – Sussurrou também, aproximando ainda mais o rosto e colando nossas bochechas, fazendo com que o seu hálito batesse contra a minha orelha.
– Aí nós continuamos tentando. – Falei.
Mordi o lóbulo da sua orelha, e depois arrastei os lábios pela sua bochecha até chegar a sua boca, passando a ponta da língua pelo seu lábio inferior. Senti as mãos de Josh pousarem na minha cintura, me puxando mais para perto, e ele entreabriu os lábios, tocando a ponta da sua língua na minha. Sorri maroto, colocando minhas mãos sobre as dele.
– Não podemos ficar na varanda. – Falei, dando passos para trás e puxando-o junto pelas mãos.
– Podem nos ver né?! – Falou preocupado, olhando para a rua pelo vidro.
– Meu pai pode chegar em casa a qualquer instante. Não quero traumatizar o velho. – Ri fraco. – “Beije quem você quiser, Zayn, mas não me deixe ver!” – Lembrei das palavras dele quando eu contei que havia beijado um menino para ele e a mamãe. Não me olhou por uma semana. Não sei era decepção ou vergonha até hoje.
– Você já contou para eles? – Me olhou surpreso.
– Claro, porque eu esconderia? – Perguntei, e ele mordeu o lábio inferior, como se pensasse o que responder.
– Eu ainda não sei o que pensar sobre isso. – Me olhou perdido.
Para de ser adorável, Josh.
Oh no, falei igual o Liam agora.
– Você não tem que se preocupar com isso. – Tentei sorrir reconfortante, o que era difícil, e aproximei o rosto do dele, selando nossos lábios.
Josh passou os braços em volta do meu tórax, abraçando meu corpo, e eu levei minhas mãos aos seus braços, apertando-os.
Já comentei o quão forte dele era?
Mordi seu lábio inferior e quando soltei-o, Devine logo tratou de adentrar minha boca com a língua, iniciando um beijo mais intenso. Apertei seus braços com mais força, enquanto Josh deixava suas mãos se esfregarem contra as minhas costas.
Separei o beijo, levando os lábios até o seu pescoço e mordendo. Devine apertou ainda mais o meu corpo, e agora não havia nenhum tipo de espaço entre nós. Abaixou uma das suas mãos, levando-a até minha bunda e apertando-a, fazendo com que nossos quadris batessem um contra o outro, me fazendo morder o pescoço dele com mais força e fazê-lo gemer baixo numa mistura de prazer e dor.
Devine começou a andar para frente, consequentemente me levanto junto, e só quando eu senti minha perna tocar a madeira da minha cama que eu percebi que ele estava me levando para lá.
– O que você quer?
– Que você deite. – E num piscar de olhos eu já estava deitado na cama, pela força que Josh havia me empurrado pelos ombros para cima dela.
Quando eu ia reclamar e protestar sobre aquela violência desnecessária, olhei para cima, encontrando Josh de pé em minha frente, tirando o casaco que ele estava e jogando na cadeira do computador. Senti minhas pernas tremerem.
Ele queria mesmo aquilo?
Deixei meus lábios se entreabrirem num gesto totalmente involuntário assim que Josh começou a abrir os botões da camisa branca que ele vestia. Não era a primeira vez que eu via Josh sem camisa, mas essa cena com certeza seria memorável.
Devine se abaixou, ficando de joelhos entre minhas pernas e parando o rosto sobre o meu.
– Você vai tirar alguma coisa – perguntou num sussurro – ou vai querer que eu te ajude? – levou os lábios até meu pescoço, depositando um beijo molhado.
– Para quem estava com vergonha. – Ri nervoso.
– Se eu ficar nervoso e com vergonha, você vai comandar, e eu acho que a partir desse ponto já não tem mais como ter vergonha. – Josh pousou a mão na minha coxa, apertando-a.
– Você é estranho, Josh. – Falei.
– Faz tudo parte do meu plano, eu só queria que você começasse, Zayn, agora – Abaixou o quadril, esfregando seu membro sob a calça jeans no meu também coberto. – agora é comigo. – Riu baixo, maroto, e eu senti os pelos do meu corpo inteiro se eriçarem.
Levei minha mão até sua nuca, trazendo seu rosto de encontro ao meu e iniciando mais um daqueles beijos. Josh levou as mãos até o casaco de moletom que eu usava, puxando-o devagar para cima, encostando propositalmente suas mãos no meu corpo. Ele pareceu um pouco surpreso quando percebeu que eu não usava nada por baixo do casaco.
Moletom é confortável, e eu não estava sentindo tanto frio.
Muito menos agora.
Josh continuava a roçar seu membro – já desperto – contra o meu, e eu já não podia ficar mais excitado. Levei minhas mãos até o botão da sua calça, abrindo logo, e Josh fez o mesmo comigo, enquanto seus dentes faziam questão de machucar o meu ombro.
Em alguns movimentos rápidos, estávamos apenas em boxers, e umas das minhas mãos faziam questão de apertar a bunda dele e trazê-lo mais para perto. Nós nem ao menos tentávamos segurar os gemidos que aquele atrito de boxers causava, e Josh apenas gemia um pouco mais baixo por não desgrudava a boca do meu pescoço, enquanto minhas pequenas unhas tentavam arranhar suas costas.
Josh abaixou o rosto, descendo os beijos para o peito, e eu já senti meu coração acelerar na hora. Porém, ele parou em um dois meus mamilos, e eu soltei um gemido um pouco mais alto quando ele resolveu passar a ponta da língua por dele, enquanto passava o dedo no outro. Começou a fazer movimentos circulares nos dois, e eu apenas apertei o lençol entre os dedos.
Olhei assustado quando o meu celular, que estava ao nosso lado começou a tocar, e Josh me olhou com cara de poucos amigos.
– Josh, eu... – Levei a mão ao celular, mas ele tirou de mim.
– Não mesmo. – jogou o celular na poltrona que havia do outro lado do quarto. – Você não vai atender agora. Nada vai atrapalhar hoje. – Aproximou o rosto do meu quando eu abri a boca para protestar. – Você liga quando eu terminar de te foder. – Mordeu meu lábio inferior.
Eu não fiz nada além de concordar, um pouco perplexo pelo o que ele disse, mas naquela hora eu não podia negar. Eu queria tanto isso que nem me importava.
Josh desceu pelo meu abdômen novamente, passando aponta da língua por ele, e quando chegou na barra da calça, levantou os olhos, me encarando.
– Eu não vou te chupar. – Falou, sorrindo cínico.
– Ah Josh, por favor. – Falei manhoso, levantando um pouco o quadril, mas Devine retirou o rosto.
– Desiste. – Riu maldoso, e eu soltei um muxoxo de protesto.
Devine levou os dedos até a barra da minha boxer, puxando-a para baixo. Ele nem ao menos me olhou nessa hora, apenas observou meu pênis sendo descoberto atentamente. Quando ele retirou a peça por completo, eu sentei na cama, enquanto Josh ainda estava de joelhos entre as minhas pernas, e fiz o mesmo com ele, abaixando sua boxer azul até uma parte, e depois ele retirou sozinho. Deitei novamente.
– Você já fez isso com um cara, não é? – Josh perguntou, deitando sobre mim novamente. Soltamos um gemido juntos quando nossos membros agora libertos se tocaram.
– Já, mas... – Falei, e ele me olhou curioso. – Eu nunca fiquei... Na posição que eu estou. – Contei, sentindo minhas bochechas queimarem.
Merda, eu odeio sentir vergonha.
– Eu não vou te machucar. – Falou, selando nossos lábios brevemente.
– Tem... Tem lubrificante ali na gaveta do criado-mudo. – Falei, e ele me olhou desconfiado. – Meu pai me deu de aniversário para zoar da minha cara, eu não estava planejando isso, igual você fica fazendo.
– Meus planos dão certo, okay. – Se moveu até o criado, abrindo a gaveta e pegando o tubinho vermelho.
– Aham, diz isso para o policial. – Zombei, e ele me olhou sério.
– Eu vou entrar a seco.
– Querido, com isso aí – apontei para o seu membro – vai doer de qualquer jeito. – Ri fraco, enquanto ele corava de leve.
Josh se posicionou entre as minhas pernas novamente, mas agora não deitou sobre mim, apenas ficou ali e abriu o tubinho, lambuzando dois dedos.
– Você tem certeza que...
– Vai logo antes que eu desista. – Falei, chegando os olhos com fora.
Devine deitou sobre o meu corpo, colando seus lábios contra os meus. Senti algo gelado tocar a minha entrada, e tentei ficar o mais calmo o possível enquanto ele forçava um de seus dedos contra mim. Senti aquele desconforto e uma dor quando ele finalmente estava dentro, mas tentei não demostrar.
– Está doendo? – Perguntou.
– Não. – Menti.
– Mentiroso. – Sussurrou. Josh levou os lábios até o meu ombro e iniciou uma série de beijos que eram distribuídos ali e no meu peito, enquanto seu indicador ainda tentava me acostumar com o que ainda estava por vir.
Levou a boca até o meu outro mamilo, mordiscando-o e lambendo-o, enquanto retirava o indicador e agora entrava com os dois. Não pude deixar de gemer de dor com aquilo.
Devine suspirou passado, como se tivesse preocupado, e resolveu subir o beijo novamente, chegando aos meus lábios. Levei minha mão aos seus cabelos, puxando-os, enquanto ele fazia movimentos de vai-e-vem lentos com os dedos.
Soltei um gemido mais alto quando finalmente senti-o passar a mão pelo meu membro, fazendo os movimentos na mesma velocidade que ele fazia com dedos.
Josh se retirou, separando o beijo também, e ficou de joelhos sobre a cama, me olhando. Pegou aquele mesmo tubinho vermelho, colocando mais um pouco sobre a sua mão e começando a passar pelo seu membro, deixando alguns gemidos escaparem. Levei minha mão ao meu pênis, acariciando-o enquanto observava Josh fazer o mesmo.
Ele ficou de quatro sobre mim novamente, e pôs as mãos nas minhas pernas, abrindo-as enquanto se aproximava mais. Olhou para mim, e eu apenas assenti, fechando os olhos e colocando um braço sobre o meu rosto.
Mordi o lábio quando senti Josh entrando, e não pude segurar mais um gemido de dor. Ele ficou parado por alguns segundos antes de começar a se movimentar devagar, e eu grudei minhas mãos nas suas costas, apertando-as. Ele não havia entrado por inteiro e se movimentava lentamente, soltando gemidos manhosos. Imagino o autocontrole nessa hora, de não entrar totalmente e se movimentar aos poucos.
– Ah, Zayn... – Ele falou entre gemidos. – Como você é apertado...
– Josh, cala a boca... – Escorreguei minhas mãos para os seus braços, apertando-os com força.
– Você fica se contraindo... Para com isso... – Deitou a cabeça sobre o meu ombro, mordendo-o.
– Você está me rasgando, o que você queria? – Mordi o ombro dele também, ainda mais forte. Ele apenas gemeu.
– Queria poder te foder logo. – Sussurrou no meu ouvido.
Devine resolveu penetrar por completo, e ao mesmo tempo ele escorregou a mão pelo meu abdômen, indo até o meu membro e fazendo o que fazia antes, esfregando-o na mesma velocidade das estocadas.
Eu já estava me acostumando com a dor quando comecei a movimentar o quadril contra ele, que começou a aumentar a velocidade aos poucos. Logo a dor já não era tão latejante perto da excitação de ter Josh me tocando e gemendo baixo no meu ouvido. Eu apenas queria mais dele.
Desci minhas mãos por toda a suas costas, chegando até sua bunda e apertando-a, forçando levemente seu corpo para frente, e Josh arfou como se pensasse “finalmente”. Devine levou a mão livre até o meu quadril, me segurando com força, e começou a movimentar um pouco mais rápido, fazendo os mesmos movimentos no meu membro.
– Argh Zayn, como você é gostoso... – Falou entre suspiros.
– Vai continuar dizendo que não é gay? – Ri cínico, e ele deu uma estocada com força. – Ah, Josh, puta merda... – Soltei um gemido.
– Não sou eu que estou levando... – Falou no mesmo tom de voz.
– Mas você ia gostar... – Fechei os olhos, arqueando as costas quando ele resolveu repetir a estocada.
– Sua puta... – Falou no meu ouvido.
Com a mão que estava no meu quadril ele começou a me fazer rebolar contra ele, e eu apenas segui os movimentos impostos. O quarto era um silencio total a não ser pelo barulho produzido pelo corpo de Josh batendo contra o meu e todos aqueles gemidos perdidos.
Ele aumentou a velocidade, e eu continuava rebolando enquanto ele me masturbava. Devine colou a testa na minha, me olhando intensamente, e de repente diminuiu a velocidade de novo.
– Você quer que eu termine? – Riu maldoso.
– Vai de uma vez, Josh, não brinca. – Joguei o quadril contra ele, que mordeu o lábio inferior.
– Pede “por favor”. – Riu. Abri a boca em completa indignação. Como ele pode “brincar” numa hora dessas?! – Vai, vadia, pede “por favor”. – Subiu a mão pelo meu pênis, apertando a glande com o polegar. Puxei seus cabelos.
– Por favor, Josh, me fode de uma vez. – Falei com raiva, e Josh riu maroto.
Assim ele continuou com os movimentos, mas agora ainda mais rápidos, nos fazendo gemer alto, enquanto eu apertava seus braços e ele escorregava a mão do meu quadril até uma das minhas coxas, apertando-a.
– Ah Devine, é só isso que você sabe fazer? Não consegue ir mais rápido? – Ri da cara dele, que me olhou com raiva.
No mesmo instante Josh foi ainda mais rápido e com mais força, me fazendo segurar um meio grito meio gemido na garganta. Sua mão descia rápido pelo meu membro, e eu sabia que logo eu me desmancharia nele.
– Vai logo, Josh... – Falei manhoso.
Josh já quase perdia o ritmo, e eu jogava o meu corpo contra o dele. Mas algumas estocadas foram necessárias para que eu chegasse ao ápice em sua mão, sujando nossas barrigas, e logo depois Josh se derramasse dentro de mim.
Com um suspiro pesado ele caiu sobre mim, deitado a cabeça no meu ombro. Tentei me mexer e nos arrumar na cama, mas Josh facilitou as coisas, deitando ao meu lado.
– Seria digno se você fumasse agora. – Ele falou depois de um tempo, com a respiração falha, escondendo o rosto no travesseiro
– Eu deixei na varanda. – Olhei para ele.
– Você não vai levantar daqui.
– Não mesmo. – Ri.
– Desculpa se eu te machuquei.
– Não machucou. Mas devia se sentir honrado por eu deixar você ser o ativo.
– Eu não iria fazer se não fosse o ativo... Eu não estou preparado para isso.
– Eu imaginei. E eu não ia aguentar mais um dia ter que me lembrar daquele domingo e me lamentar. – Ri e ele me acompanhou.
– Eu espero que essa tensão passe. – Falou. Virei de lado, ficando de frente para ele.
– Se não passar, nós fazemos de novo.
– Essa foi...
– “A ultima vez”. Sim, acredito em você. – Ri irônico, e ele me olhou bravo. – Você entrou nessa Josh, agora vai ter que aguentar. – Falei. – Não foi ruim, senão você não tinha gemido tanto. – Falei baixo.
– Vai passar, você vai ver. – Falou, todo confiante.
– Esperaremos então. – Passei meu braço por cima dele, abraçando-o. Ele fechou os olhos, e eu fiz o mesmo. Estávamos ambos cansados.
O Liam vai me matar...
Notas finais
Me digam o que acharam, queria um reviewzinho de todo mundo...
Enfim, é isso...
Ainda estou com vergonha
Vejo vocês nos reviews?
BJO BJO BJO
♥♥♥
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