Notas iniciais
Olá minha gente! Tudo belezinha com vocês?
Bom, primeiramente eu tenho que agradecer a styleslinski, a Cherry di Ângelo Horan Hyuuga e a Bloody Countess pelas belíssimas recomendações! Vocês se juntaram para mandar todos juntos e matar a autora de felicidade né? Só pode! AUSUAHS
Sério galera, muito obrigada, de coração! Vocês não têm ideia de como eu fico feliz com isso, de verdade!
Eu nunca pensei que a fic iria tão longe assim! Muito obrigada por todos os review e por todas as recomendações, eu nem tenho palavras pra descrever o que eu sinto a cada elogio que eu recebo, de coração, muito obrigada!
E pra quem não sabe - ninguém sabe - foi a Bloody Countess que me incentivou a postar a fic, porque eu achava a ideia muito doida e não queria postar! Gabs, valeu, sua linda *u* AUSHAUHS
Bom, acho que é isso!
Boa leitura (:

Harry POV

- Nos vemos amanhã então? – Devine perguntou.

- Yeah! Até! – Acenei para Josh, que sorriu e deu partida no carro, seguindo para sua casa.

Virei os calcanhares, tirando as chaves do bolso para abrir o portão da minha casa. Adentrei o jardim e segui direto para os fundos, encontrando minha casa toda fechada. Provavelmente minha mãe estava trabalhando aquele horário, fazendo o jantar.

Chegando à frente de minha residência, procurei outra chave ainda no mesmo chaveiro, já colocando a mão na maçaneta da porta, para abri-a, e então percebendo que a mesma já estava aberta. Entrei em casa e tirei meu casaco, jogando o mesmo no sofá da sala. Segui para o meu quarto, e fiquei confuso quando vi ele deitado na minha cama, lendo uma revista em quadrinho do Capitão América. Encostei-me ao batente da porta e cruzei os braços.

- Eu não me lembro de ter um ursinho de pelúcia do Louis Tomlinson. – Falei, colocando a mão no queixo e forçando uma cara pensativa.

- Harry! – Largou a revista em cima da cama. – Isso são horas?!

- E ele fala como a minha mãe! Nossa, na minha época os brinquedos não eram assim. – Entrei no quarto, fechando a porta com o pé. Louis me olhou bravo e pegou a revista de novo.

- Se divertiu com o Zayn? – Falou sério, enquanto “lia” a revista com mais interesse do que eu acredito que ele tinha.

- Se divertiu na Eleanor? – Olhei sério para ele, que apenas me fitou por cima da revista. – Eu me diverti com meus amigos, vendo um filme, rindo um pouco. Você se divertiu como? – Perguntei enquanto abria o guarda-roupa e procurava meu pijama.

- Me diverti como se diverte com uma namorada. – Deu de ombros.

- Fazendo compras? – Olhei para ele divertido, que apenas rolou os olhos.

- Também, na verdade...

- Hum, então vocês fizeram compras, e então ela deu pra você? – Olhei-o fingindo confusão, me divertindo com a situação.

- Para, Harry! – Largou a revistinha com raiva e cruzou os braços, bravo. – E quem disse que ela deu pra mim?

- Oh, não é um pouco triste se ela não deu? – Perguntei.

- Se nós fizemos algo ou não, não é dá sua conta. – Falou bravo, levantando da cama.

- Bom, então se eu e o Zayn fizemos algo ou não... Não é da sua conta. – Falei simplesmente, pegando uma toalha limpa no guarda-roupa e saindo do quarto, seguindo para o banheiro.

- Aonde você vai? – Louis me seguiu, e eu parei no meio do caminho, o encarando sério.

- Tomar banho? – Perguntei como se fosse óbvio, voltando a caminhar depois.

- E como assim não é da minha conta?! Qualquer coisa que se relacione a você é da minha conta! E se ele te molestou?

- Credo Louis...

- Te estuprou? Te fez fazer coisas que você não queria? – Falava desesperado.

- Para, para! O Zayn não fez nada disso! Dá onde você tira essas coisas?! – Olhei assustado para ele.

- Eu só me preocupo com você. – Deu de ombros. – Algum problema com isso?

- Você não precisa se preocupar. Se eu estiver com o Zayn, eu vou estar bem. – Sorri cínico e entrei no banheiro.

- Harry, você...!

- Assunto encerrado! – Fechei a porta, rindo.

*~~***~~*

- Como você demora no banho, você nem é tão grande assim. – Louis disse assim que eu saí do banheiro. Ele estava parado na parede em frente ao banheiro, com os braços cruzados e cara de tédio.

- Você ficou me esperando esse tempo todo? – Arqueei apenas uma sobrancelha.

- Não, eu fui lá falar com a sua mãe e voltei. Mas eu podia ter salvado Gotham City, poderia ter ressuscitado o Michael Jackson, poderia ter alimentado o Niall, poderia...

- Tá bom, Lou, eu entendi. – Ri, seguindo para meu quarto enquanto enxugava meus cabelos.

Entrei no quarto com Louis em meu encalce, e sentei na cama, a fim de vestir meus calçados e depois a camiseta, que ainda estava em meu ombro. Louis sentou na cadeira do computador, me encarando.

- Meus pais ainda não chegaram. – Falou baixo, e eu olhei para ele. – Eu liguei pra eles e disseram que não vão jantar em casa.

- Estão trabalhando ainda? – Perguntei.

- Sim, estão. – Suspirou. – Eu não os vi o dia inteiro hoje... – Sentou para trás, escorando as costas no encosto da cadeira. – A sua mãe está vendo filme com as meninas, ela vai fazer umas pizzas e nos convidou para comer com elas.

- Pode ser. – Falei, vestindo a camiseta.

Louis levantou da onde estava e se sentou ao meu lado, passando a mão pelo meu cabelo. Puxou alguns cachos, brincando com os mesmos, e sorriu, arrumando tudo depois. Senti sua mão escorregar para a minha bochecha, acariciando-a e apertando-a logo depois. Eu apenas o encarava sério enquanto ele parecia se divertir com o meu rosto.

- Desculpa por falar daquele jeito do Zayn, eu sei que ele não faria nada daquilo. – Fez careta. – Mas eu morro de ciúmes de vocês! – Trincou os dentes, rolando os olhos.

- Tudo bem. – Falei, tentando segurar o sorriso, mas virei o rosto, já que não consegui e não queria que ele me visse sorrindo como um babaca.

- Hey, olha pra mim... – Puxou meu rosto pelo queixo, fazendo-me o encarar e virando o corpo para ficar de frente para mim. – Já te disseram que teus olhos são lindos? – Perguntou divertido, com um pequeno sorriso nos lábios. Eu fiz uma careta e ri pelo nariz.

- Por um segundo eu pensei que isso fosse uma cantada, Lou. – Falei, tentando fazer piada com a situação para ver se minhas mãos paravam de suar e minhas pernas de tremer.

Louis apenas me encarava, com o olhar vago, como se pensasse longe, e com um pequeno sorriso nos lábios. Suspirou, balançando a cabeça para os lados e rindo pelo nariz, e subiu a mão que estava no meu queixo para minha bochecha, movendo os dedos por ela em forma de carinho.

- Lou... – Falei nervoso, olhando suplicante para ele. – Faz alguma coisa logo!...

Tomlinson sorriu maroto, escorregando sua mão para minha nuca, e passando a ponta dos dedos de leve ali, fazendo com que arrepios percorressem o local, e então passassem para o meu corpo inteiro. Tomlinson se aproximou, e eu também, olhando fundo em seus olhos azuis e já sentindo sua respiração em meu rosto.

Colei nossos lábios de uma vez, não aguentando mais aquela distancia, e imediatamente coloquei minha mão em sua cintura, apertando o local. Louis sorriu ainda com nossas bocas juntas, e logo desgrudou nossos lábios, indo alguns centímetros para trás, mas era como se estivéssemos a milhas de distância.

- É isso que você quer que eu faça, hum? – Perguntou com a voz falha, passando a ponta da língua pelo seu lábio inferior.

Não respondi; eu não conseguiria formar nenhuma sentença correta naquela hora. Tudo rodava em volta de Louis me olhando de um jeito tão intenso que eu me sentia praticamente nu em frente a ele. Suspirei fundo quando senti Tomlinson fazer o que ele fazia em sua boca nos meus lábios entreabertos, e fechei os olhos no mesmo instante, sentido sua língua quente tocar a minha, iniciando um beijo lento e intenso.

E de todas as vezes que eu fantasiei aquilo em diversas situações, sendo sozinho no meu quarto ou vendo as bonitas paisagens de Londres, por exemplo, nada se comparava a realmente beija-lo. Era de longe uma das melhores coisas que eu já havia sentido. Era como se por alguns segundos eu realmente estivesse completo.

Aproximei-me dele com um pequeno “pulo” sobre o colchão — aquela distancia que ainda existia me agoniava. Permiti-me escorregar a mão que estava em sua cintura para suas costas, fazendo-o se arquear um pouco em minha direção. Louis pôs seus dedos entre meus cachos, fechando sua mão em seguida e puxando-a, levando consigo meus cabelos, e me fazendo deixar escapar algum som quase inaudível e provavelmente sem sentido algum enquanto continuava com os movimentos que nossas bocas faziam.

- Hazz... – Lou chamou quando infelizmente teve que procurar por algum ar.

- Hum? – Perguntei ainda entorpecido pelo beijo.

- Você vai contar isso a alguém? – Perguntou, mordendo meu lábio inferior logo em seguida.

- Não, por quê? – Olhei confuso para ele, que riu pelo nariz.

-Eleanor definitivamente não pode saber disso! – Riu, mexendo a cabeça negativamente.

- Ela não vai saber! – Coloquei-me sobre os joelhos em cima da cama, passando meus braços pela sua cintura e o abraçando.

- Ela já não gosta de você, se ela descobre isso, sabe-se lá o que a menina pode fazer!– Riu, colocando as mãos em meus ombros, para conseguir nos manter separados.

- Hum, eu sou tipo um amante agora ou o quê? – Ri, puxando os braços dele para baixo e logo voltando a o abraçar, escondendo meu rosto na curva do seu pescoço.

- Não sei se você daria um belo amante... – Falou com um ar pensativo.

- Eu posso tentar de convencer. – Mordi seu pescoço de leve, distribuindo pequenos beijos em seguida.

- Meu amante não pode ter um caso com o Zayn. – Falou, passando a mão em minhas costas.

- Por que esse ciúme todo ele, hein? – Perguntei, o encarando.

- Porque você é meu, oras! E a minha mãe não me ensinou a dividir. – Mordeu o lábio inferior sorrindo.

E naquela hora foi como se o mundo tivesse parado e aquela frase ficasse ecoando envolta da minha cabeça, invadindo meus ouvidos, e se como meus olhos ficassem destinados a olhar apenas para o sorriso sapeca que Louis tinha no rosto.

Eu estava me entregando aquilo mais rápido do que seria saudável, afinal era somente diversão para Louis, como Josh havia dito, e para mim era amor. Mas não havia como pensar naquele momento; como agir com a razão sendo que seu coração será gritando um “foda-se” bem alto dentro de você.

- Garotos! Vamos comer? – Ouvi minha mãe gritar da sala.

- Opa, vamos! – Louis falou e me olhou malicioso, e eu tinha certeza que eu havia corado subitamente com aquilo.

- Já vamos mãe! – Gritei de volta, porque se não respondêssemos, ela continuaria gritando.

Olhei pra Louis, que ainda tinha os braços envoltos em meu pescoço e continuava a mexer em meu cabelo, e colei nossos lábios brevemente, num selinho roubado. Louis sorriu de canto e me beijou de novo, um pouco mais rápido que anteriormente. Apertei-o contra o meu corpo, e escorreguei minhas mãos pelas suas costas até seu... “bumbum”, pressionando-o, fazendo Louis ofegar entre o beijo.

Eu já percebi que você gosta disso, Boo Bear.

Louis abaixou a mão que estava nas minhas costas, imitando o que eu havia feito nele, e eu suguei seu lábio inferior, tentando contar qualquer som que quisesse fugir dos meus lábios. Tomlinson subiu suas mãos novamente, mas dessa vez colocando-as por baixo da minha camiseta, tocando minha pele com suas mãos geladas. Com um pequeno “empurrãozinho”, ele tentou me deitar na cama, mas eu separei nossos lábios com o resto de consciência que ainda me restava.

- Não, não, não. – Falei, levantando. – Chega, vamos lá comer.

- Eu ia comer se você tivesse deitado. – Revirou os olhos. — Comer o que eu não como há dias.

- Credo Louis, para com isso. – Falei sério, o olhando chateado.

- Okay, não se magoe. – Levantou também, me abraçando. – Se eu soubesse que você era gostoso, nós teríamos feito isso antes... – Disse no meu ouvido, rindo fraco e mordendo minha orelha levemente.

- Ótimo, bom saber. – Empurrei-o de leve, virando os calcanhares em seguida, indo em direção à porta.

- Hey, Hazz, me desculpe. – Segurou-me pelo braço. – Sério, desculpa se isso te chateou. – Falou, mas sua expressão era de leve confusão.

- Tá, tudo bem. Vamos? – Abri a porta, olhando para ele.

- Vamos. – Se aproximou, mas antes de sair, selou nossos lábios rapidamente. – Desculpa.

- Eu só te desculpo com uma condição: você tem que pedir desculpas para o Zayn amanhã. – Falei, mordendo o lábio inferior num sorriso sapeca. Louis me olhou com desgosto, revirando os olhos depois.

- O que você não pede sorrindo que eu não faço cometendo suicídio?

- Credo Louis.

- Se eu ganhasse uma libra cada vez que você diz “credo Louis”...

*~~***~~*

- Lou, acorda. – Cutuquei o braço de Tomlinson, que havia dormido enquanto via o filme.

Depois de jantarmos, fomos para a sala com minha mãe e as meninas para vermos um filme. Eu sentei no chão com a Phoebe e Daisy no meu colo, e Lou se jogou em um sofá enquanto minha mãe colocava Procurando Nemo para vermos.

Quando o filme acabou, ajudei mamãe a colocar as gêmeas na cama e disse que acordaria Lou para ele fosse dormir também, já que o mesmo havia “desmaiado” no sofá. Dona Anne concordou e me beijou a testa, dizendo que já ia dormir e não era para eu demorar, pois eu tinha aula amanhã. Concordei e segui para a sala, me ajoelhando ao lado de Louis.

- Lou, acorda logo, coisa preguiçosa. – Dei um tapa no braço dele, que me olhou incrédulo.

- Eu já estou acordado! – Falou bravo. – Eu estava esperando uma coisa mais carinhosa.

- Aah, você não presta mesmo. – Revirei os olhos sorrindo.

- Deita aqui comigo, Curly? Como antigamente? – Perguntou manhoso, fazendo biquinho.

- Não Lou. – Neguei, balançando a cabeça negativamente. Louis deixou o queixo cair, se mostrando incrédulo. – Amanhã nós temos aula, eu estou com sono e nós provavelmente dormiríamos aí, e eu não quero que os seus pais nos vejam assim.

- Mas Harry...!

- Sem “mas”, Lou. Vamos, levante-se. – Estiquei a mão para ele se levantar. Louis torceu a boca em um bico e levantou sem a minha ajuda, deixando minha mão pairando no ar. Girei os olhos com a birra dele e enterrei a mão no bolso, me levantando também.

- Eu estou de mal com você. – Ele calçou os chinelos, mostrando a língua para mim. –Seu bobão.

- Boa noite Boo Bear. – Falei rindo, seguindo para a cozinha, mas antes que eu pudesse ir, Louis me puxou pelo braço, selando nossos lábios por alguns segundos.

- Só você pra me chamar dessa coisa horrível e eu gostar; “boo bear”. – Fez careta. – Boa noite Curly.

E então Louis subiu para o seu quarto, me deixando surpreso no meio do caminho entre a sala e a cozinha. A cada segundo eu amava mais aquele babaca.

- Como se isso fosse possível, Harry. – Ri de mim mesmo, seguindo o caminho que levava a minha casa.

Notas finais
Gostaram? *u*
Escorreu o mel aí também com o amor do Harry? AUHSUASH
AAAH, galera, eu fiz uma oneshot Larry fofinha, se alguém quiser ler, eu ficaria muito feliz com um review de vocês por lá também :3
http://fanfiction.com.br/historia/266335/First_Kiss
Bom, acho que é isso!
Vejo vocês nos review! ;)
BJO BJO BJO