You Must Die.

2 Lar doce lar?


Notas iniciais
Postei esse novo capitulo por que estava pronto e eu queria escrever mais, então ta ai.

Desta vez ao acordar, ela sabia o onde estava, era seu quarto. A porta se abriu cuidadosamente, e ela pode ver sua mãe Liz Cooper, que sorriu ao ver a filha acordada. Ela se aproximou calmamente e se sentou ao lado da garota, após alguns segundos de silencio, ela disse:

_O que esta acontecendo? – sua mãe estudou seu olhar, e depois de um suspiro, respondeu baixo:

_Pelo que os médicos disseram você entrou em coma, por algum trauma, ou até mesmo por medo, sua mente decidiu se fechar, querida. Mas ira ficar tudo bem agora, você está em casa, e em segurança, Alison.

Alison era o seu nome, ela nem mesmo se lembrava disso. E então, procurando mais alguma coisa em sua mente, ela se lembrou da enfermeira, do recepcionista, das pessoas, todos com aqueles dentes e caras pavorosas. Com os olhos verdes arregalados, ela sussurrou para a mãe:
_ Quem eram eles? Aqueles monstros. Quem eram?

_Querida, você ficou um bom tempo desacordada. E sua mente pode ter criado alucinações, ou até mesmo os remédios fizeram isso. Seja lá o que você viu, não era real, não se preocupe – a mulher disse beijando a testa de sua filha e saindo do quarto.

Alison tentava se convencer que aquele pesadelo realmente fizera parte de sua imaginação, mas então enquanto ela passava suas delicadas mãos em seus braços, algo a causou dor, ela viu o pequeno e vermelho corte que aquela enfermeira causou, e sem duvidas, aquilo não era imaginário. Enquanto ela tentava achar um motivo razoável para o que havia acontecido, Lilian, a empregada da casa, entrou com uma bandeja de comida.

_Sua mãe pediu que eu trouxesse, coma pelo menos um pouco, tudo bem? – disse a mulher se retirando.

Ela olhava para o prato coberto, e não sabia se conseguiria comer, mas tentou arriscar. Ao tirar a tampa do prato, o que ela viu a fez sentir vontade de vomitar, lesmas se retorcendo sobre o prato de lousa branca. Ela fechou os olhos com força, querendo esquecer aquela imagem, e ao abri-los, aquilo não se passava de macarronada, sua comida preferia, ou pelo menos, um dia já foi sua comida preferida. Empurrando o prato para longe de si, ela se sentou na cama, fitando o chão e então ela ergueu os olhos devagar, até a cama vazia a sua frente, o coração apertado, um nó na garganta se formou. Com o olhar na parede, ela pode ler “Julie” ao lado de seu nome com grandes letras de madeira. No criado mudo, um pequeno abajur e um porta retrato com a foto de uma menininha, de uns 4 anos, sua irmã Julie que havia falecido a dois anos.

Aquilo era demais para ela, sua mãe e seu pai vinham discutindo frequentemente após a morte de Julie, e ela agora estava ficando louca? Não era demais para uma garota de 15 anos, que não ai bem na escola, com seus amigos que se pode contar nos dedos de uma mão, ela nem estava certa que eles eram realmente amigos, ela não estava certa se as alucinações foram realmente reais depois do macarrão que se movia, ela não estava certa de nada em sua vida. Sete meses antes de isso tudo acontecer, quando ela ainda tinha 14 anos e sua vida era normal, ela acordava todas as manhãs e se arrumava para ir à escola, Alison tentava se acostumar a ir sozinha, já que antes acompanhava a irmã que estudava a uma quadra antes da sua escola. Ao chegar em casa, ela tinha que ouvir sua mãe fingindo estar preocupada com ela dizendo “Como foi o dia na escola, querida?”. Ela nem gostava que a chamassem de querida, soava tão falso, e hoje, sua mãe parecia tão doce e preocupada, ela só podia estar brincando. Ela passava o dia no quarto, lendo algum livro ou fazendo qualquer outra coisa, saindo de lá apenas para as refeições. Até isso era melhor do que o que ela estava vivendo no último mês cheio de dias desacordada, monstros com dentes de tubarão e alimentos que estavam vivos.

Depois de um banho demorado, ela decide se deitar. Como sempre, o sono demorou a chegar, ela se mexia na cama tentando achar uma posição confortável, mas aparentemente essa posição não existia.

Já devia ter passado de 1:30 da manhã quando ela consegui dormir, e mesmo que ela quisesse, e ela queira; aquela não seria uma noite com bons sonhos.

...

Notas finais
DESCULPA, eu sei que não está tão bom, mas eu vou tentar melhorar, juro pelo rio Estige :[ kk
No próximo capitulo vai ser mais "medonho", o sonho será mais como um pesadelo ( totalmente ), é isso que estou pensando em escrever, então, até lá *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.