You Make Me Smile
9 Os santinhos são os piores
Notas iniciais
Tae Pov On
-“A área esta limpa”.
Entrei na sala que pertencia ao diretor que por coincidência era meu pai. Ele provavelmente estava em casa naquele horário e ninguém entrava ali sem ser convidado. Então meu plano é bem simples, atraio o coelho ate a toca e depois solto a raposa que sou eu em cima dele. “nossa eu estou parecendo tão ativo ultimamente”.
Ouvi três batidas na porta e fingi uma voz cansada mandando-o entrar. Eu estava sentado com a cadeira virada de costas pra ele.
-Mandou me chamar Sr. Lee? Aconteceu algo?
Girei a cadeira e o Minho pareceu confuso.
-Tae, o que você esta fazendo aqui?
-Fui eu que mandei te chamar. Levantei-me e caminhei ate ele. – Preciso de um favorzinho seu.
-Você ficou doido...estamos no nosso local de trabalho.
-Ah Minho para de ser covarde, ninguém vai entrar aqui, só eu e meu pai temos a chave, essa hora ele já esta em casa. Além disso não estamos fazendo nada demais “ainda”.
-Tae, acho melhor voltarmos, não tem ninguém pra nos cobrir lá fora.
-Se precisar eles chamam, fui ate a porta e virei a chave.- Agora que tal parar de perder tempo e me beijar?
Não precisei pedir duas vezes, apesar de parecer certinho eu sabia que ele também queria, mesmo sem falar seu corpo tinha deixado evidente e pelo volume que pude sentir enquanto dava uns amassos nele não ia demorar muito pra jogar tudo pro alto e deixar se lavar. Eu, É claro, faria questão de ajuda-lo.
Empurrei seu corpo ate a poltrona mais próxima e sentei em seu colo de frente pra ele.
-Hum Minho, você me deixa tão quente. – ataquei seu pescoço, o sentindo estremecer embaixo de mim.
-Taemin eu estou tentando não apressar as coisas, mas você esta tornando isso impossível pra mim.
Ele finalmente parecia ter acordado porque de súbito se levantou comigo no colo e me jogou em cima da mesa. Me beijava como se nunca tivesse provado nada melhor e suas mãos tão controladas passeavam pelo meu corpo, e agora foi minha vez de sentir aquelas mãos grandes apertando meu bumbum.
-Ah Minho isso. Eu ofegava entre os beijos.
Ele levantou minha camisa e passou a beijar meu peito, minhas mãos estavam perdidas entre suas madeixas e o incentivavam a continuar o trabalho. Eu também queria prova-lo por isso puxei sua cabeça para cima e enquanto atacava seus lábios levei minha mão ate a barra da sua camisa e adentrei meus dedos. “hum isso é ate melhor do eu pensava”.
-Minho você é tão gostoso, tão lindo, eu tentava balbuciar.
-Eu não diria isso se posso levar em conta que tenho um anjo perfeito em minhas mãos.
Puxei sua camisa, e a joguei no chão, agora podia ver e tocar. Inverti as posições rapidamente e comecei a chupar seu abdome, dessa vez ele não se afastou quando apertei aquela delicia que ele chama de bunda. Eu parecia faminto, passei a língua por seu corpo e acho que o mordi com certa força porque ele gemeu mais alto, eu nem dei atenção já ia chegando onde tanto queria. No entanto ele inverteu as posições novamente.
-Se você queria acabar com meu controle parabéns conseguiu.
Me controlei pra não gritar: ate que fim, e continuei passando as mãos por aquele corpo esculpido para ser um belo modelo de cuecas. Se pensar direito ele se daria bem como modelo, será que deveria incentiva-lo?. Melhor não, provavelmente não gostaria de dividir aquela visão com os outros.
Cheguei ate o botão do seu Jens e abri com facilidade, olhei pra cima e aqueles olhos pareciam me engolir, ainda o olhando passei a mão em seu membro por cima de sua calça e fiz uma carinha de inocente, como se tivesse esbarrado ali sem nenhum proposito.
-Nossa quem te deixou assim? “É...eu sou muito puto mesmo”
-Sua falsa inocência me deixa mais excitado ainda.
Explicar o olhar do Minho no momento em que falou essas palavras é o mesmo que narrar alguém tendo o mais prazeroso dos orgasmos. Sem encostar em mim ele me despia, eu podia senti-lo me tocando se apertasse mas um pouco minha ereção poderia gozar ali mesmo, fiquei apenas parado feito um criança admirando uma vitrine cheia de doces. Ele deve ter estranhado minha reação, já que eu estava todo tempo empenhado em baixar suas calças.
-Tae, tudo bem?
-Minho eu tenho que te contar uma coisa, mas não quero que você ria de mim, e nem me acha idiota por isso.
Ainda estávamos na mesma posição, eu segurava suas coxas e continuava encarando aqueles olhos que mais pareciam transbordar larva de vulcão. Ele me olhava serio, e balançou a cabeça como um sinal de que estava ouvindo.
-É que eu ssou vvvirgem. Joguei pra fora totalmente sem graça.
-Ei não precisa se envergonhar disso. Mas devo dizer que estou um pouco surpreso.
-Surpreso?
-Ele sorriu. Agora entendi o motivo desse desespero todo.
-Ei eu não estou desesperado. “tah bom, talvez eu estivesse”
-Então é por isso que você me quer dessa forma?. – Seu olhar me pareceu um pouco decepcionado e eu me senti culpado. Agora eu lhe devia uma explicação.
-Bom no começo eu achei que fosse só atração, mas depois, quando comecei a te conhecer melhor eu vi que você é um cara realmente legal, então aconteceu aquele beijo e o que eu senti é difícil de descrever em palavras. Mas ainda me sinto confuso com relação a você.
-Sobre o que você se sente confuso?
-Pra começar é obvio que eu estou a fim de você, que eu te desejo e que minha vontade nesse momento e arrancar sua roupa e fazer o que eu bem entender, e também o que eu sinto não se restringe apenas ao desejo carnal, disso tudo eu tenho certeza. Mas sobre você é que eu não sei nada. Você me correspondeu ate agora, mas ainda não sei como se sente com relação à mim é isso.
-Taemin olhe para mim.
Ele segurou meu queixo entre suas mãos grandes e continuou.
– Não seria absurdo nenhum da minha parte se dissesse que me apaixonei por você a primeira vista.
Se tinha algo mais a ser dito isso ficou pra outro momento porque sua boca se colou de novo a minha, dessa vez com mais intensidade, ele parecia agradecer o fato de eu ter confiado nele. Agarrou-me de novo pelas coxas e me levou de volta à poltrona. Arrancou minha camisa e calça num piscar de olhos.
-Você esta precisando de cuidados que tal se eu te ajudar primeiro. “ótimo, consegui despertar a fera”
Ele beijou meu pescoço e foi fazendo toda uma trilha de lambidas ate meus mamilos, eu acho que nem tinha mais folego pra gemer. Desceu mais um pouco e quando chegou a barra da minha cueca me olhou mais um vez.
-Você é um delicia sabia. Passou a língua por cima do tecido e meu coração disparou. – Estou louco para experimentar o recheio. “ele é tão pervertido quanto eu, é como dizem os quietinhos são os piores”
Puxou minha cueca para baixo e eu senti um alivio que foi totalmente passageiro porque em questão de segundos senti seus lábios tocarem minha glande. Ele a beijava e roçava a lingua, eu estava mais que ancioso.
-Minho engole logo.
-Tae, não sei se devo. “aquela infeliz estava brincando né”
-Ah deve sim, e você vai.
AHHH... Gemi alto quando senti aquela boca quentinha me engolir aos poucos. A boca do Minho era maravilhosa quando me beijava e quando me chupava então, era divina. Sua língua quente passeava em volta enquanto a boca subia e descia fazendo uma pressão gostava. Eu já me contorcia na poltrona procurando algo pra apertar, ele olhou pra cima percebendo meu desespero e quase pude ver um sorrisinho irônico, com ele me olhando ficava mais gostoso ainda, desistir de procurar algo e me agarrei aos seus cabelos ditando o ritmo que meu corpo implorava.
-Minho eu estou quase.
-Então goza, eu quero sentir seu gosto.
Ele chupou com mais força e senti meu mebro descer ate sua garganta, foi demais pra mim, me derramei ali mesmo, olhando pros olhos que pareciam me devorar. Foi como se por alguns segundos nada fizesse sentido, a sala poderia pegar fogo que eu não me importaria, talvez se soubesse que era tão mágico tivesse feito antes, ou foi assim porque era o Minho a me tocar?. Olhei pra ele e parecia ter engolido todo meu sêmen e agora se sentava aos meus pês ofegante.
-Isso foi incrível, tentei falar. – Acho que agora é sua vez. Falei olhando para volume ainda presente na sua calça.
Antes que pudesse me mover Minho se aproximou novamente com os lábios a centímetro do meu
-Eu te desejo demais, você nem sabe o quanto, mas esse não é o lugar nem hora pra te fazer meu. É sua primeira vez e eu quero que seja especial.
-Mas vai ser especial não importa o lugar, vou estar com você, não é suficiente?. Falei já achando que não ia conseguir vê-lo sem calças.
-Essa sua carinha de pidão pode mover montanhas sabia?. – Sorte nossa que sou mais forte que você.
-Minho, já estamos com meio caminho andado, o que custa dar mais alguns passos? “se soubesse não tinha contado porra nenhuma”
-Ah longo prazo você ira me perdoar, agora que já diminui seu fogo vou voltar a trabalhar.
-Assim?...olhei pro seu volume.
-Logo passa.
-Hum,sei um jeito de fazer passar rapidinho.
-Agradeço a oferta mais vou colocar na conta pra cobrar em dobro mais tarde. Tenho certeza que não ficaria satisfeito apenas com a sua boca gostosa.
E depois de vestir a camisa e beijar meus lábios saiu batendo a porta. “será possível, que eu poderia estar desejando-o mais que antes?, sim é possível”.
Onew Pov On
-Appa conta mais um pouco.
Já passava das dez da noite, eu estava debruçado sobre a cama do meu bebê, depois de me fazer contar três capítulos seguidos não aguentou e acabou dormindo antes de ouvir o final. Victoria era a melhor coisa que tinha acontecido desde que conheci minha esposa. Um casamento de cinco anos pode ser terrivelmente longo nos dias atuais, mas para mim é como se a cada dia estivesses no começo.
Minha esposa tem um gênio bem difícil, é autoritária e preocupada demais, mas também é cuidadosa com a casa e a família em excesso e o maior motivo para nossas discursões é o tempo, ou melhor, a falta dele. Não é novidade pra ninguêm que a minha profissão toma a maior parte do meu tempo e mesmo tentando me dobrar em dois ela ainda reclama. Eu ate a entendo, antes quando a vitória ainda não havia nascido o tempo que me sobrava era todo dedicado a ela agora os papeis se inverteram não que ela fosse egoísta e preferisse tomar minha atenção em lugar da nossa filha, mas pra uma mulher na idade dela pode ser realmente solitário.
Beijei a testa do meu bebê e sai do seu quarto, deixando sua porta entreaberta, ainda não me sentia seguro de deixa-la trancada. Quando cheguei ao meu quarto Hyorin estava deitada de lado e provavelmente já dormia. Me deitei aconchegando-me em suas costas e sentindo o cheiro bom que vinham de seus cabelos ruivos.
-Ela dormiu?. -Você é muito mole, já disse que não pode fazer tudo que ela pede.
-Me fez ler três capítulos, mas não aguentou ouvir tudo.
-Sua filha tem sua personalidade, birrenta, chantagista e eufórica.
-Ainda bem que tem sua beleza. – modéstia parte soube escolher muito bem minha esposa.
Agora estávamos um de frente pro outro. Nosso relacionamento, apesar das discursões presentes na vida de qualquer casal, parecia em momento nenhum ter esfriado, ao contrário, era como se ainda fossemos recém-casados. Eu já a beijava quando ouvi a leves batidas na porta. Levantei de um único pulo e Victoria arrastava seu cobertor e coçava os olhinhos pidões.
-Appa eu tive um pesadelo.
A agarrei e levei ate nossa cama, ela se aninhava nos cabelos da mãe, enquanto eu lhe fazia um carinho nas costas.
-Agora pode dormir bebê, o Appa e a Omma estão aqui, ela pareceu se acalmar e fechou os olhinhos.
Quando voltei a olhar pra minha esposa o desejo ainda estava presente em seus olhos assim como deveria estar nos meus. A única coisa que pude fazer foi tocar seus lábios com força e lhe desejar boa noite.
Continua...
Notas finais
Enfim a Família do Onew entrou em cana hem.
Espero que gostem do cap.
Não deixo de agradecer as pessoas que me deixam reviews,vcs são uns fofos...nos vemos em breve, bem breve...rsrrs
kisses
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