You Make It Real - Draco e Mione
25 Verdades...
Notas iniciais
Aqui está mais um capitulo e esse é cheio de revelações que ajudaram vocês a entenderem o anterior e algumas outras coisas!!
Esse capitulo é dedicado a Ester, sim a esposa do Ron, pois amanhã é o aniversário dela! FELIZ ANIVERSÁRIO AMIGA, espero que goste do capitulo e seu presente já está no fato de nessa fic o Ron ser todo seu!! (Anna não pira...)
É isso, Boa leitura!
O dia seguinte ao sequestro de Marie foi um caos completo, ter que ouvir minha filha narrar como ela foi mal tratada pelos caras do Jackson e meu pai, me fez ter vontade de ir até aquele crápula e matá-lo de vez, respirei fundo varias vezes pra não deixar meu nervosismo interferir no que minha filha dizia e por Merlin como foi difícil me controlar. Logo foi minha vez de esclarecer o que aconteceu em casa e como acabei atirando nele, tinha provas suficientes pra deixar Lucio Malfoy na cadeia trouxa por muitos anos e sem contar os outros crimes que seria sentenciado no mundo bruxo, por um lado estava aliviado, mas ainda estava faltando alguma coisa nisso tudo, minha mãe e Hermione falaram um pouco também, logo os policias e o Auror que acompanhou tudo tinham ido embora.
Assim que fechei à porta a campainha voltou a tocar e para minha surpresa, ao abri-la dei de cara com um ruivo irado e um testa rachada com a varinha em punho.
- Cadê a Hermione? – perguntou o Potter.
- Bom dia pra você também, Potter! – falei, sabia que todos os jornais bruxos deviam ter noticiado o que aconteceu na noite passada, mas eles dois foram rápidos em vir atrás dela.
- Quem é papai? – perguntou Marie correndo na direção da porta, olhei rápido pro Potter esconder a varinha e por sorte ele entendeu.
- Uns amigos da Jane, vá chamá-la! – pedi.
- Papai, Jane? – repetiu o Weasley. – Nem sabia que era permitido uma doninha ter filhos.
- Hilário como sempre Weasley! – murmurei dando espaço pra eles entrarem.
Logo Marie voltou trazendo Hermione pela mão e as duas sorriam divertidas, mas quando ela viu quem estava ao meu lado estancou e ficou surpresa.
- O que vocês estão fazendo aqui? – perguntou.
- O que você está fazendo aqui? – Rony repetiu a pergunta e não poderia ser mais claro que o velho ressentimento da infância perdurava.
- Marie, vamos ver como a vovó está! – chamei pegando ela no colo, mas antes que desse muitos passos Hermione me segurou pelo braço.
- A deixe com a Narcisa e volte. – sussurrou.
- Posso ir sozinha, o senhor quer ter conversas de adulto igual as que têm com o tio Gui. — riu Marie e saiu correndo rumo ao quintal.
Fiquei ao lado de Hermione e contive o impulso de segurar a mão dela, afinal não pretendia morrer ainda.
- Será que você pode dizer o que está acontecendo. – pediu o Potter.
Hermione os conduziu até a sala e lhes contou tudo que aconteceu desde que chegou a São Francisco á duas semanas, as fotos nas docas, o reencontro comigo e com Gui, a estadia dela aqui e a noite anterior, os dois ouviram calados a tudo e quando Hermione parou de falar, eles ficaram olhando pra ela com cara de babacas, não que eles já não as tivessem, mas as circunstancias pioraram o que já era visível.
- Então ele não te sequestrou? – perguntou o ruivo.
- Claro que não babaca. – respondi sem me conter.
- Ouviu tudo o que falei Rony? – ele fez que sim. – Então, ele não me sequestrou, foi tudo como narrei!
- Então já que está tudo esclarecido por aqui, vá pegar suas coisas Mione. – disse o testa rachada se levantando.
- Minhas coisas?
- Sim você vai voltar com agente! – concluiu Rony.
- Claro que não vou! Meninos já lhes contei o que aconteceu e viram que estou bem, então podem voltar pra Londres e tranquilizar a Gi e a Ester! – falou Hermione levantando-se também.
- Mione...
- Sem Mione, já sou bem grandinha e não vou voltar pra casa ainda! – disse Hermione e meu coração pulou de alegria, por uns instantes pensei que ela fosse embora com eles.
O testa encarou Hermione por uns instantes e eles pareceram está conversando com os olhos, ele suspirou resignado e seguiu até a porta, como se não conseguisse ficar na minha presença por muito tempo.
- O que? – perguntou o ruivo. – Vamos deixar ela com ele?
- É o que ela quer Rony, vamos embora. – disse o Potter.
- Assim tão fácil? – insistiu o ruivo.
Hermione andou até ele e segurou suas mãos com carinho.
- Ron estou bem, só não posso ir embora assim, ainda tenho que resolver umas coisas e em breve volto pra casa! – disse Hermione e meu coração apertou.
- Você está diferente Mi. – concluiu o ruivo acariciando o rosto dela. – Está como era antes, quan... – o ruivo olhou pra mim com uma ira imensa e só então percebi que ele havia entendido que nós estavamos tendo algo.
Mas antes que ele falasse mais alguma coisa Hermione o abraçou e murmurou algo em seu ouvido, não consegui ouvir o que ela falou, mas o ruivo pareceu ficar menos irritado.
- Amo vocês, agora vão embora! – falou Hermione empurrando eles. – Manda beijos pras crianças e as meninas.
Hermione fechou a porta e encostou-se nela com os olhou fechados, esperei um tempinho e me aproximei dela acariciando seu rosto, mas antes que pudesse falar algo à campainha voltou a tocar e ambos suspiramos antes de abrir.
- Draco, acabei de ver dois caras sumirem da porta da sua casa! – falou Gui assim que a porta se abriu.
- Coisa de bruxo. – sorriu Hermione, beijando o rosto dele.
- Tio Gui! – Marie entrou correndo na sala.
- Princesa, graças a Deus, você está bem! – Gui a pegou no colo e a abraçou forte. – Me perdoa meu amor...
- Tudo bem tio, o papai me explicou tudinho... – disse Marie limpando as lagrimas do rosto do meu amigo. – E o papai também disse que o senhor ia chorar, como eu faço quando caio feio, mas não se preocupe... – ela abaixou a voz e continuou. – Ele sempre dá um chocolate quando choro de verdade.
Gui riu e a abraçou mais uma vez. Logo Liz e as crianças entraram em casa e a algazarra estava feita, era grito pra todos os lados, Sara veio falar comigo antes dos três irem pra piscina com Liz.
- Disse que tudo ia ficar bem... – murmurou enquanto me abraçava. – O senhor é um ótimo pai e todo mundo te ama, nunca, mas nunca esqueça que nós. – ela apontou para seus pais e Narcisa que estava com eles na sala. – Somos a sua família. – sorri pra ela e abracei, senti uma pontada de tristeza por ela não ter incluído a Hermione. – Ela também gosta de você, mas ainda não decidiu!
Sara me deu um beijo no rosto e foi se juntar a mãe e aos pequenos na piscina. Fiquei por uns instantes ali parado tentando não pensar na ultima frase dela e era inevitável não sentir medo, mas antes que eu pirasse minha mãe me chamou e fui me sentar com eles na sala. Era muito estranho ter minha mãe por perto depois de tantos anos, ela estava muito diferente, era uma senhora comum, apesar de ainda ser muito bonita, mas os anos deixaram suas marcas nas feições dela e sem contar que ver aquela cicatriz monstrenga no rosto dela era doloroso demais.
- Filho, terei que ir embora em breve, mas antes preciso esclarecer umas coisas pra vocês! – falou assim que sentei ao seu lado. – Como falei ontem, estava monitorando seu pai á alguns anos e fiz alguns amigos nesse periodo, alguns deles me auxiliaram a salvar Marie ontem, outros reuniram provas contra o Jackson e seus investidores.
- Então foi à senhora...
- Me deixe terminar. – pediu quando a interrompi. – Desde que o Lucio chegou a São Francisco, percebi que ele procurava alguém com quem pudesse usar pra atingir você e depois que você conseguiu condenar o irmão desse Jackson, Lucio tem feito o homem de marionete, porem ao longo desse tempo consegui provas suficientes para encrencar uma boa parcela de pessoas que estavam ligadas a esse cara, também fui eu que armei a morte dele ontem e não me arrependo disso. – ela se virou pra mim, que a encarava impressionado com a frieza das palavras dela e no tanto de informação que ela tinha, era como se ela vivesse comigo esses anos todos. – Infelizmente fui fraca quando você era criança, deveria ter te tirado de perto dele antes e talvez tivesse poupado um pouco do seu sofrimento. Não tive coragem de ajudar você naquela época, mas desde que o Lucio voltou e enlouqueceu ainda mais, percebi que precisava impedi-lo. — ela virou-se para o Gui e falou. – Desculpa por não ter conseguido impedir que ele tirasse a Madeleine de vocês, mas naquele dia falhei outra vez!
- Como assim tirar a Lene? – Gui olhou pra mim e eu assenti confirmando a pergunta que ele não conseguia elaborar. – Mon Dieu! – Hermione sentou ao lodo dele e o envolveu num abraço apertado.
- Sei que é doloroso mexer nessa ferida, mas vocês precisavam saber a verdade. – ela enxugou uma lagrima que caia pelo meu rosto. – Depois daquele dia, precisei me segurar ao maximo pra não vir atrás de você, mas estive todos esses anos ao lado de vocês. Conheço o Gui e sua família linda, vi vocês refazerem a vida, melhor eu mostrar... – ela levantou-se e pegou a varinha, começando a murmurar feitiços e aos poucos as feições dela foram mudando, as roupas e para o meu total espanto ela se transformou na Marta, a babá da Marie.
- Era você o tempo todo? – perguntei olhando o rosto da senhora que me ajudou a criar minha filha.
- Precisava ajudar você, depois que falhei! – disse retirando os feitiços antes que Marie visse.
- Mas como? Foi a Lene que escolheu a babá antes da Marie nascer. – falei bobamente.
- Implantei essa lembrança em você, vim aqui todos os dias que você ficou submerso na dor da perda, mas estava sempre muito bêbado pra perceber e em uma dessas visitas tive a idéia de criar a Marta! – falou segurando minha mão. – Foram anos incríveis filho, vi como você mudou, como amou e ama a Madeleine, como ama a Marie, vi você feliz de verdade. – ela olhou pra Hermione pela primeira vez. – Quando ela apareceu, meus informantes me disseram e percebi que não era mais seguro ficar aqui e fui embora. Algo me dizia que ele iria me encontrar com você, o que seria bem pior, mas não fiquei longe. – ela respirou fundo antes de continuar. – Na noite antes do seqüestro da Marie, Lucio criou uma armadilha pra mim, deve ter percebido que eu estava por perto e aquele atentado que você sofreu era pra me distrair e na manhã seguinte ele levou a Marie.
- Mas era você, a Marta, sei lá, que estava na minha porta naquela manhã. – disse Gui.
- Na verdade era o Lucio, ele criou uma ilusão, você poderia ter visto até o Obama se quisesse. – falou Hermione pela primeira vez. – Já vi uns Comensais da morte fazendo isso. É magia negra!
- Isso mesmo, quando descobri o esconderijo deles, um dos meus ajudantes foi até eles e ajudou a libertar Marie com a chave de portal. – disse minha mãe.
- Então foi por isso que você encontrou minha casa, não estava livre dos feitiços, você sabia onde morava, por que morou aqui! – conclui. – Mas como o Lucio conseguiu nos achar?
- Precisei tirar os feitiços, sou sua mãe e podia fazer isso ou a Marie não viria direto pra casa só com a chave de portal. – ela sorriu constrangida. — Continuando, quando seu pai percebeu o que Marie tinha escapado, viu o homem que tinha ajudado e o espancou até a morte, mas conforme ele ia batendo não percebeu que o homem na verdade era o próprio Jackson que estava sobre o domínio da maldição Imperius, essa foi à melhor parte do plano. – minha mãe sorriu satisfeita. — O resto vocês já sabem, Depois que Lucio saiu de lá, meu verdadeiro ajudante jogou o corpo do Jackson e as provas na delegacia, mas é claro que tenho uma copia comigo, caso alguém queira alterar aquelas. – ela me entregou uma pasta grossa. – Filho, tentei consertar meus erros do passado, não fiz tudo certo, mas fiz meu melhor!
- Se outra pessoa me contasse nunca que iria acreditar! – confessei. – Você fez tudo isso e...
- As coisas poderiam ter sido melhores se tivesse feito as escolhas certas no passado e nunca vou me perdoar por não ter conseguido salvar sua esposa, aquilo que o Lucio disse foi verdade, ela chamou por você... – a voz dele sumiu pela emoção e ela mostrou pela primeira vez um sinal de fraqueza. – Ela era uma moça adorável e só posso agradecer a ela e ao seu amigo aqui por ajudarem você! – ela andou até o Gui e segurou-lhe as mãos. – Perdoe-me e como mãe só posso agradecer por não ter abandonado meu filho, muito obrigada Guillaume!
- Mãe. – chamei e só então percebi que ainda não tinha chamado ela assim desde que havia chegado e ela me olhou maravilhada. – Eu que tenho que agradecer por tudo, você tem cuidado de mim todos esses anos e se não fosse com sua ajuda nunca teria conseguido! – fui ao seu encontro no meio da sala e a abracei. – A Lene teria amado conhecer você, mas não se culpe pelo que aconteceu com ela. – respirei fundo e confessei o que estava martelando na minha cabeça desde a noite anterior. — Eu sou o grande culpado, fui eu que entrei na vida deles...
Assustei-me quando o Gui me segurou pelo colarinho da camisa e me acertou um soco no rosto, tentei revidar mais ele me segurava com força contra a parede mais próxima e só então vi que ele chorava com uma criança, olhei pras duas mulheres que assistiam a tudo boquiabertas.
- Não ouse carregar mais essa culpa, você não tem nada haver com isso! – ele me empurrou contra a parede. – Aquele homem matou minha irmã. – ele me olhava com raiva. — Não quero ver você se martirizando por algo que não estava ao seu alcance, você entendeu Draco? – Gui estava furioso e nunca tinha visto ele assim. – A Lene teve os melhores anos de vida depois que te conheceu, você deu a Marie pra ela e por Deus como ela era feliz com você.
- Eu sei Gui...
- Não você não sabe, se soubesse nem cogitava a possibilidade de ser o culpado, isso tudo foi consequências da história de vocês, mas se você não tivesse aparecido em nossas vidas... – ele foi me soltando aos poucos. – Se você não tivesse aparecido, Sara não estaria viva, eu teria enlouquecido e minha irmã não teria sido feliz!
Gui me soltou por completo e desabou no chão soluçando, já tinha visto meu amigo chorar, mas aquilo era de cortar o coração, ele havia entendido minha linha de raciocínio, ia falar que se não tivesse entrado na vida deles a Lene ainda estaria ali, mas também nunca teria doado a medula a Sara, que poderia ter ocasionado sua morte, nunca teria dado forças para meu amigo aguentar a doença da filha, nunca teria conhecido a Lene e o pior de tudo nunca teria a Marie. Ajoelhei-me em frente a ele e o abracei, não gostava muito dessas coisas, mas depois de anos convivendo com Franceses nem era mais tão estranho e só então percebi que aquele discurso do meu amigo deveria está guardado com ele á anos. Depois de um tempo vi que ele não chorava mais e consegui dizer algo a ele.
- Desculpa Gui. – falei dando um soco de leve no braço dele. – Prometo que vou parar de ter esses pensamentos! – ele me olhou e sorriu triste. – E nem precisava ter me socado. – falei massageando o rosto.
- Só revidei os que você me deu ontem. – sorriu Gui.
- Justo. – sorri. – Os Franceses são sempre chorões assim?
- Cala a boca. – resmungou Gui levantando.
- Vocês são sempre assim? – perguntou Hermione virando meu rosto com raiva pra ver o ferimento. – Dois idiotas, por Merlin poderiam ter se machucado.
- Ai vai com calma, ele é chorão mais sabe bater! – resmunguei.
- Vai já levar outro. – disse Gui. – Você estava merecendo um desses a anos.
Olhei pra ele e do nosso modo sabia que todo e qualquer vestígio de rancor ou culpa de ambas as partes tinham sumido naquela breve conversa, homens são mais difíceis de admitir o que sentem e nós dois apesar de sermos muito amigos, evitávamos falar da Lene, pois sempre foi um assunto doloroso pra ambos.
- Cadê minha mãe? – perguntei percebendo que ela não estava mais na sala.
- Já foi, mas disse que irá voltar, só não sabe quando! – falou Hermione.
- Mas nem me despedi! – não esperava que ela fosse fazer isso.
- E desde quando um Malfoy gosta de drama?! – comentou Hermione. – Exceto o Malfoy que sofreu um tratamento de choque, ou seja, você loiro azedo!
- Sabe-tudo-implicante. – provoquei.
- Ok, sem beijos na minha frente... – reclamou Gui. – Esse cara tem um problema com as mulheres da minha vida. – resmungou antes de sair pela porta que ia pra piscina.
Draco sorriu e olhou direito pra Hermione pela primeira vez desde que havia começado aquela manhã cheia de surpresas, ela ainda estava com raiva pela cena dele com Gui e por Merlin como ficava linda quando estava aborrecida, porem mesmo assim parecia que estava tentando esconder algo de mim ou eu só estava enlouquecendo.
- Por que está me olhando assim Loiro? – perguntou murmurando um feitiço pra fazer sumir o hematoma no meu rosto.
- Você é linda. – falei afastando o cabelo dela do rosto. – E estou bem feliz por você não ter ido com o Potter e o Cenoura.
- E iria perder a melhor parte? Sua mãe ficou com toda gloria dos acontecimentos e quem diria Narcisa Malfoy é uma típica mãe Grifinória! – sorriu.
- Quem diria. – disse antes de envolvê-la pela cintura e beijar aqueles lábios que clamavam por mim, Hermione tinha um sabor incrível, nossos lábios moviam-se sedentos um pelo outro e a cada movimento ela parecia se derreter em meus braços, todos esses anos de amor adormecido eram espelhados na necessidade que sentia todas as vezes que a beijava, era como se a saudade deixasse tudo mais mágico e saboroso...
Ficamos abraçados por um tempo, apenas sentindo nossos corações voltar ao normal, minha cabeça estava um turbilhão, as declarações da minha mãe, a visita do Potter e Weasley, o desabafo do Gui tudo me deixava tonto e cansado... Como se já não bastasse a noite anterior e a noticia que perdi tudo que mais amava por puro egoísmo do cara que tinha por dever me amar, era doloroso demais, ainda me sentia culpado pelo amor que ardia no meu peito, mas o que o Gui dissera foi como uma luz no fim do túnel “isso tudo foi consequências da história de vocês”, talvez eu só precisasse de tempo pra assimilar de tudo e poder conversar com Hermione direito.
Por enquanto só precisava sentir aquele aroma maravilhoso que exalava daHermione, ela cheirava a lírios ou alguma outra flor que não lembrava o nome, mas era gostoso demais sentir aquele perfume, era como um calmante natural. Desde o dia anterior tínhamos vivido tanta coisa que nem parecia que fazia um pouco mais de vinte quatro horas que nos beijamos pela primeira vez, era como se fossemos amantes antigos, algo estava nascendo entre nós dois, ou melhor, no meu caso estava renascendo, com ela ali rente ao meu corpo, tão vulnerável a outro beijo, era como está em casa depois de anos longe... Estava começando a perceber que Hermione não veio para curar minhas feridas ou tomar o lugar da Lene, ela veio pra ocupar o lugar que sempre foi dela, eu sempre amaria Madeleine, Hermione nunca competiria com esse amor, pois eram sentimentos incomparáveis e eu queria muito fazer a mulher que estava nos meus braços feliz e lutaria comigo mesmo pra fazer isso.
Notas finais
Bom amores, tem uma razão para o capitulo ser o maior de todos, vou viajar dia 11 agora e talvez não consiga escrever o próximo capitulo, muita coisa pra providenciar, porem vou ficar fora poucos dias, mas viajar com a família toda exige muita paciência e cuidado!! kkk
Então o capitulo está grande justamente pra compensar o outro, caso não tenha!
Amei escrever esse capitulo, pra mim ele é o marco da fic, apesar de não ter romance, mas aqui pude escrever o Draco como ele se vê e mostrar como ele foi importante pra todos, vocês já viram que essa fic é focada muito nele e em como ele mudou com tudo, então esse capitulo foi o que melhor descrevi essas mudanças... Ele já sabe que ama a Mione, mas caberá a ela a decisão de ficar com ele, deixa eu parar de escrever ou vou colocar muitos sploires...
Beijos meninas e divertam-se!!
AHHH Ester espero que tenha gostado... ^^
Kriss
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