Notas iniciais
Oie Amorees. Eu queria avisar, que a fanfic vai ter maratona de 4 capítulos. Porém, só vou postar a maratona quando seis pessoinhas amadas tiverem favoritado a história. No momento estamos com 3. 😭 Então, favoritem. E antes que me esqueça, esse capítulo está um pouquinho mais forte. Bjs 😘

Pov Austin


– Quer saber? Que se dane. – disse, e a puxei para um beijo, um pouco mais rápido que o anterior. Mas ainda assim romântico.

– Então você não se arrependeu? – Ally pergunta.

– Nunca – Respondo. E ficamos nos encarando feito dois bobos. Até ouvir Trish limpando a garganta.


– Atrapalho? – pergunta ela com um sorrisinho malicioso nos lábios. Ally estava corada.


– Na verdade, um pouco. – Respondo


– Austin! – repreende Ally. — Não Trish, o que houve?


– Bem, é que o que o médico disse que como sua melhora foi rápida, você pode ir embora amanhã, e essa noite fica em observação. Só tem um probleminha.


– Qual? – perguntamos Ally e eu em uníssono


– Você vai ter que se mudar Ally – Diz Trish com lágrimas nos olhos.


– O que? Por quê? – responde Ally visivelmente apavorada.


– Você ainda é de menor. A sua guarda vai ficar com sua avó. E bem, ela mora em outro país.


– Mas eu não quero, eu não posso deixar vocês Trish, você o Dez e o Austin foram a única família que me sobrou. Eu simplesmente não posso. – Diz Allyentre lágrimas. Eu e Trish a abraçamos, e Dez chegou no quarto.

– Own! Eu também quero participar. – disse ele se juntando ao abraço. – Mas por que estamos nos abraçando mesmo?- perguntou Dez sem entender nada.


– A Ally vai se mudar Dez, ela vai ter ir morar com a avó em outro país. — responde Trish.


– Mas por que ela não pode morar sozinha? Eu não quero que ela vá. – Diz Dez chorando.


– Ela não é emancipada como você Dez. – Respondo.


– Eu vou sentir muitas saudades de vocês pessoal, mas eu não fui ainda. Quando eu sair daqui, eu quero vocês quatro lá em casa comigo 24 horas. Entenderam? – diz Ally com um leve sorriso de canto e algumas lágrimas nos olhos.


– Pera, quatro? – perguntou Trish. Ally apontou para a porta e um garoto moreno estava de pé encostado nela.


– Trent! – gritou Trish, visivelmente feliz. – Eu já volto Ally. – fala Trish.
–Eu vou tirar a água do joelho. — Dez vai ao banheiro, nos deixando sozinhos novamente.


– Sobre antes... – a beijei novamente, no início ela não correspondeu, acho que por causa do susto. Mas depois, como os outros dois primeiros, acabou se tornando mais um para lista dos melhores beijos da minha vida. Lista a qual que só a morena ocupava.


– Eu vou sentir sua falta. – eu digo.


– Nós só nos conhecemos a alguns dias. – diz ela rindo. – Não me importa, você é tão perfeita que apenas em alguns dias já conseguiu me conquistar. – Vi Ally corar violentamente. Ela ficava linda assim.


– Mas afinal, em qual país sua avó mora? – pergunto. – Ela mora em...Piper? – sua voz mudou de alegre, para confusa e irritada

Pov Piper
Maldito dia em que eu resolvi ficar com o Dallas. Após o nosso pequeno diálogo, ele tentou me dar um beijo, e eu mordi sua língua por isso. O tarado ainda teve a cara de pau de apalpar o meu seio. Eu só gritava para ele parar. Eu não quero ser estuprada. Mas, mais que isso, eu não queria ser massacrada. Mas infelizmente, querer não é poder. Ele me desatou da cadeira, e rasgou minha blusa. Após, me amarrou a uma viga com as costas para fora. Essa hora eu já estava com o rosto todo cheio de lágrimas, que se juntaram a meus gritos de dor assim que Dallas começou a me dar chibatadas. Sim, ele pegou um chicote de couro, e o bateu cinco vezes contra minhas costas. Lembrei me que no tempo da escravidão, isso acontecia o tempo todo. Se eles aguentaram, eu também deveria aguentar. Por que eu estava sendo tão teimosa? Por que eu não poderia deixar ele fazer isso com outra garota inocente. Depois das chicotadas, ele desceu meu jeans, e bem...acho que já deu para sacar. Eu apenas gritava por socorro. Eu ainda estava amarrada ao poste, e a nova etapa do seu massacre, foi com uma máquina de choque. Ele passou aquilo por todas as áreas do meu corpo. Ao final disso, eu já estava pendurada naquela viga. Estremeci de dor e de frio também. Afinal, eu ainda estava sem roupas. E Dallas apenas parecia se divertir com tudo isso. Ele me forçava a ficar de pé. Mas eu estava demasiada cansada para isso. Toda vez que levantava, o meu corpo caia de encontro com o chão. O garoto, cansado da minha demora. Puxou me os cabelos e saiu me arrastando pelo piso velho e mofado daquela lugar. Ele me arrastou até a cadeira. Me sentou e me amarrou novamente. E por fim, ele pegou um canivete, e o cravou no meu joelho, girando o objeto dentro da minha pele. Sem forças para mais nada, eu gritei:


– Para! Eu aceito, mas por favor para! – vencida pela dor e pelas lágrimas, desmaiei.


Acordei em um quarto vermelho, com cama redonda. Obviamente era um motel. Olhei em volta do meu corpo, eu estava com curativos em todos as áreas em que Dallas havia mé ferido. Algumas manchas roxas onde a máquina de choque havia passado. Eu estava só de lingerie. Me levantei, com muita dor e me olhei em um espelho que tinha de frente para a cama. Eu estava horrível. Essa não parecia a mesma Piper cheia de vida de dois dias atrás. Me assustei com o som da porta batendo, e percebi que era Dallas que tinha entrado. E trazia com sigo uma sacola de loja de roupas feminina.


– Você está horrível. Toma, veste. – ele disse com aquele sorriso sacana.

Peguei a roupa, era um vestido floral, uma jaqueta jeans azul e uma sapatilha preta. Vesti o vestido e percebi Dallas mordendo o lábio. Calcei a sapatilha, e quando fui colocar a jaqueta, gritei de dor. Dallas me olhou como se eu fosse louca.


– Minhas costas! – eu disse, entre lágrimas.


– Foda – se você. Eu vou sair, e quando voltar, espero que esteja pronta. Assim que Dallas saiu, entrou outro garoto.


– Oi, eu sou Elliot. Sou seu médico. – ele disse.


– Quantas? – pergunto


– Quantas o que? – Elliot responde


– Quantas garotas ele já fez isso? – pergunto entre lágrimas.


– Três, contando com você. – ele responde cabisbaixo.


– Por que você não faz nada? Como pode deixar, vocês todos deveriam ser presos. – Digo chorando.


– Quando vi a primeira garota, a primeira coisa que fiz, foi sair correndo. Eu estava disposto a avisar as autoridades. Mas Dallas me encontrou e disse que se eu fizesse isso de novo, mataria minha irmã. E não duvide dele, pois a primeira garota, não aguentou aos ferimentos e morreu.


– Nós podíamos nos unir e acabar com isso, de uma vez por todas.


– Eu Lamento, mas eu não vou fazer nada disso. – responde e sussurra um sim no meu ouvido. Pega um cartão do seus bolso e finge ser curativo.

Eu o pego e escondo na minha roupa. Pelo visto, à câmeras em todos os lados. Elliot me deu um remédio para dor, e Dallas me fez ir visitar Ally no hospital. Eu estava na porta do seu quarto, observando o quanto ela parecia bem pela janela de vidro que nos dá uma boa visão do quarto. Resolvi entrar de uma vez.


– Ela mora em...Piper? – disse Ally.

Notas finais
As 18:00 tem capítulo novo. Favoritem a fanfic. Bjs a até