You Know My Name Not My History
8 Capítulo 8 - Momentos
Notas iniciais
Pov Lisa
– Mas para tudo. — Diz ele com um sorriso
– Porque? — Digo, seria.
– Lisa, estavas com ciúmes. — Diz e eu corei.
– N-Não, simplesmente não sou uma como aquelas que "curtes". — Digo
– Prontos. — Diz ele, ainda com aquele sorriso na cara.
– Agora vamos estudar. — Digo, ele afirma com a cabeça.
Quando estou a estudar, olho para o meu lado e vejo ele a dormir, em cima do seu livro, esta tão sensual, vejo o quanto ele ficou mais bonito durante as ferias. Quantas é que ele pegou durante este verão? Não nos vimos nenhuma vez. Queria tanto que ele me abraça-se, queria tanto que sempre que ele pensa-se em me beijar, pensa-se duas vezes, magoa sabendo que só irei ter aqueles lábios nos meus por segundos, e saber que os quando acontece é que posso os ter. Queria tanto o puder beijar quando quisesse.
Sinto o meu telemovel vibrar, pego nele, e vejo que é o Rayn, sinto-me tão mal, como o tratei despachar hoje. Ele enviou-me uma mensagem "Podemos nos ver hoje linda?" o quanto ele é querido, ele da-me carinho, como nunca ninguém deu, ele esta se tornando especial. Começo a sorrir com os meu pensamentos, um sorriso parvo, mas estou a gostar, ele é carinhoso, e logo no primeiro dia que nos conheçemos foi tão simpatico.
– Porque estas a sorrir? — Diz ele, serio.
– Ja estas acordado? — Digo, ainda com o meu sorriso.
– Parece que sim. Quem era? — Diz, continuando serio.
– Era o Ryan. — Digo
– Como se conheceram? — Diz
– Foi ontem, foi um dos melhores dias da minha vida, fomos a um sitio fantásticos, foi como se nos conhecêssemos a anos. — Digo a sorrir.
– Ontem foi o teu dia de anos? Não foi? — Diz-me
Ele diz aquilo fiquei surpreendida, como ele sabia? Nunca lhe tinha dito. Fiquei chocada.
– Não foi? — Repetindo- meio arrogante.
Porque que começou a falar meio arrogante, o que aconteceu?
– Foi...
– Tentei te contactar.
– Tentas-te? — Digo surpreendida.
–Tentei! Mas no entanto chegou a Rebecca e ficou meia chateada, por isso desisti.
Levantei-me calmamente, dirigi-me para a casa de banho, fechei-me lá dentro, até que oiço uns passos e uma batida na porta, em seguida oiço a voz do Daniel.
–O que aconteceu? Estás bem?
–Deixa-me!
–O que aconteceu?
–Deixa-me!!!
–Mas?
–Tu desististe não foi? Então porque ainda te procupas por mim? Não precisas. A vida é assim!
–Anda, para com as birras. Nem sei porque fazes isso... Eu as vezes não te percebo. És dificil.
–Não estás habituado a lidar com gente como eu, preferes gente fácil, como a Rebecca. Arranjamos um tempo para nós, e tu estragas sempre esse momento. — disse do outro lado da porta.
–Por favor, sai daí! Não sei o que disse de mal! — ele disse.
–Tudo o que sai da tua boca é mau!
– Porque? Não percebo o que digo de mal, diz-me o que eu digo de mal. — Diz
– Esquece é melhor. — Digo
Uns minutos depois, fez se silencio, so o meu telemovel vibrava. Abro a porta, e pego no telemovel, no meu leve movimento olho para o meu lado, vejo o Daniel enconstado a parede, estava numa posição pensativa, cabeço enconstada aos joelhos, no que é que ele estava a pensar?
Com o meu telemovel, tento fazer menos barulho possivel para ele não reparar que eu estou ali, mas sinto uns braços fortes abraçarem-me...
– O que eu digo de mal? Diz-me, eu perciso de saber. — Diz.
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