You Know My Name Not My History
13 Capítulo 13 - A verdade
Notas iniciais
Daniel POV
Acordei, ia-me a mexer mas reparei que tinha alguém ao meu lado e olhei para ver quem era, era a Lisa, ela estava tão linda. Começo a tocar na sua cara, começo a fazer festas nela, ela estava tão linda, sinto ela acordar, mas a minha mão continuava no mesmo sitio. Ela acordou e olhou para mim, os nossos olhares cruzaram-se, no meio desta distancia eles cruzaram-se.
– És linda princesa. — Digo.
Ela cora, ela é perfeita quando cora, ela sorri para mim... Quando vi o sorriso dela desaparece, ela levanta-se da cama.
– O que eu estava a fazer na cama contigo? — Pergunta-me ela, porque me pergunta isto, a seguir de eu a elogiar.
– A Dormir... — Digo
– A dormir... — Diz, olhando para o chão
– Sim, Lisa nos estávamos a dormir... Só a dormir, porque estas sempre assim relaxa, eu nunca te iria tocar sem a tua autorizaçao.
– Porque?
– Porque não sei, mas o meu coração diz isso, e eu não consigo te tocar, sem dares a permissão.
– É bom ouvir isso...
Aproximo-me dela, e levanto a cabeça dela, e beijo os seus lábios, ela corresponde.
– Amo-te — Diz-me
Fiquei chocado, ela disse que me ama, ela ama-me, não sabia, nunca pensei isso deixa-me feliz, porque ela nunca me disse. Olho para ela e ela estava com a mão na boca dela, acho que ela ja tinha pensado no que disse, será que se arrependeu... Porque que faz aquela cara...
– OMG, o que eu disse... Daniel, esquece, tu nunca ouvis-te isto, esquece. — Diz-me, como ela quer que eu esqueça isto, isto bateu...
Agarro as mãos delas, aquelas que cobriam a boca dela.
– Eu também te amo... A seguir de eu dizer isto ela olhou seria para mim. Porque?
– Daniel, estas a fazer isto por pena, certo?
– Não, estou a dizer a verdade...
– Rebecca diz-te algo? Não sou burra.
– É verdade que a Rebecca tem um grande significado na minha vida, mas não mais que tu.
Joana POV
Sai da escola. Foi para casa, a primeira coisa que fiz foi tomar banho, vesti-me, umas calças de ganga, e uma camisola vermelha, com um casaco de cavas castanho, e um chapéu castanho e umas botas castanhas.
Olhei-me outra vez ao espelho para ver se estava bem, e sai... Estava a caminhar pelas ruas que iam dar ao parque, onde eu e o Axel nos combinamos nos encontrar. Fiquei sentada num banco, a espera dele, ele estava a demorar, se calhar ele esta a gozar com a minha cara, e não vem... Vi uns malabaristas, estavam a fazer bué palhaçadas e a puxar-me com eles. Acabei por ir com eles, mas estou preocupada na verdade devia estar naquele sitio, foi onde eu marquei o meu "encontro".
Segui eles, eles tinham-me levado a um pequeno circo, que estava montado numa parte pequena do parque, la dentro tinham um palco fiquei assustada, la no fundo, olhei e estava uma pessoa a fazer acrobacias no ar, essa pessoa era fantástica, sabia fazer muito bem, bom não só la muito perita nisto, por isso acho tudo impressionante, aproximei-me mais e vi quem era, era uma pessoa conhecida, ou se calhar ate mais aos meus olhos, era o Axel.
Ele olha para mim e eu reparo que ele ficou envergonhado. Olhei para ele e sorri, ele virou a cara, questionei-me o porque, chegou a minha beira, pediu para falar-mos disse sim...
Sai-mos para o parque, nenhum de nos os dois abriu a boca...
– Fazes acrobacias fantásticas, és muito bom. — Falei sorrindo.
– Obrigada... Pensei que me irias julgar. — Diz
– Te julgar? Porque eu irei fazer isso?
– Porque sei la, eu tenho vergonha de viver num circo, somos tratados como gente pobre e nómada, sei la o que tu pensas, não quero ser odiado, por viver num circo.
– Eu nunca te julgaria por viveres num circo tudo pelo contrario, tens um talento enorme. E eu adoro o teu talento, e as pessoas que te julgam elas gostavam de ter o teu talento. — Digo, olhando para ele, sentamos-nos.- Sabes eu amo a patinagem, especialmente no gelo.
– Eu amo fazer acrobacias, aquilo relaxa-me posso fazer la tudo, com força ou sem força, relaxa-me. Eu nunca vivi num sitio por muito tempo, mas agora eu já tenho idade para decidir, por isso eu quero e estudar durante ou pelo menos 1 ano seguido na mesma escola.
– Bom, já eu vivo aqui desde sempre. — Digo
– Obrigada por não me julgares.
– Já te disse as pessoas que te julgam tem muita inveja... — Digo sorrindo e ele abraça-me o abraço dele é forte e quente.
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