Notas iniciais
PIMMMPOOOOLHOOOSSSS DA MAMAIN. Digam-me, como estão?
Quem fala aqui é a Del Rey U.U

Eu me diverti escrevendo esse cap SOZINHA, por isso ele tá uma bosta ;-; Mas espero que gostem.

POV Sam

Acordo com a barraca balançando. Ou melhor, com alguém balançando a barraca.

Abro os olhos com dificuldade, ainda com a vista embaçada, procuro um casaco.

— Quem é? — Pergunto, com a voz pesada.

Ouço o suicída capaz de atrapalhar meu sono rindo.

— O cara por quem você trocaria o Palmitão, o boy magia dessa bagaça, o brilho brilhoso que acorda cedo pra ensinar o Sol a brilhar, o...

Sorrio e deslizo o zíper.

O pano cai, revelando um Will radiante e com um arco em mãos.

— Sim — Pergunto.

Um sorriso de dentes extremamente brancos se forma em seus lábios.

— HEY, HO, LET'S GO! — O filho de Apolo canta berra. — VAMOS CAÇAR, EATON!

Cubro os olhos com as mãos e balanço a cabeça em desaprovação.

— Tem gente dormindo, cacete. Para de berrar que nem um elefante parindo. — O repreendo.

Will ri.

— Desculpa. Mas é que somos os únicos arqueiros aqui, e estou cansado de andar com os tiozinhos das espadas. Tipo, eles agem como se estivessem segurando um grande e sagrado....

— Tá bom, eu já entendi, Solace. — Corto-o.

Calço meus chinelos e saio da barraca.

— Mas como sei que você não quer me estuprar ou coisa e tal? — Arqueio as sobrancelhas.

Will sorri.

— Por que pensaria isso?

Dou de ombros.

— Sei lá, filhos de Apolo pensam com o orgão genital. — Digo. — Vai saber.

Will sorri.

— Vai se vestir, preciso de ajuda com algo. E não é nem um pouco seguro contar aqui.

Suspiro.

— Tá, né...

***

Adentramos a floresta. Já despontam os primeiros raios de Sol da manhã, cristalizando a água do lago. Os passáros cantam e nem parece que estamos em uma missão de risco, ou que alguns de nós podem morrer a qualquer momento.

O cheiro das flores é fresco, revirogante, uma sensação nostalgica. Lembra-me de quando eu viajava para N. Y e papai me levava para brincar no Central Park. Embora eu só sentasse no banco com ele e mais algumas pessoas e folheasse meus quadrinhos da Marvel enquanto as outras crianças comiam terra e sujavam os vestidos das mães com sorvete de morango.

— Sam? — Chama Will.

Assinto.

— Ah, é.... O que queria me contar? — Pergunto.

Will hesita.

— Ah, esquece. Besteira. Você nem quer saber.

— Aham. Sei. Desenbucha, Solace. — Insisto.

Will bufa.

— É que... Bem, eu.... eu ACHO, que tô meio que afim de uma garota. Tipo, afim de verdade. — Will finalmente diz. Vejo a vergonha evidente estampada em seu semblante.

Sorrio maliciosamente.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÊEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE, e quem é? Eu conheço? Já chamou ela pra sair, conta, conta! — Exclamo.

Will cora.

— Credo, assim você parece uma das filhas fofas e casamenteiras de Afrodite.

Eu rio.

— Se contar quem é, eu trago a pessoa amada em dez dias. AGORA CONTA, CARAIO! — Grito.

Ele bufa.

— Bem, ahn.... É uma filha de Hefesto. — Ele diz — Ela é linda e durona, não acho que eu tenha chance.

Sorrio novamente.

— Criatura, tu tá gostando da Nyssa? Sério? — Falo, descrente. — Vai ter que se esforçar muito.

Will dá de ombros.

— É, eu... — Ele começa, mas o som de passos o silencia.

A cada segundo parece estar mais perto.

O barulho estálido de pés se chocando desesperadamente contra as folhas aumenta, e eu sei que tem alguém correndo.

Coloco o arco em prontidão, Will faz o mesmo.

Me aproximo vagarosamente de onde vem os passos. Meus olhos trabalham esguios como os de uma águia.

Minha sensação nostálgica de agora a pouco se e esvai e se transfigura em nervosismo.

A dona dos passos sai de trás das árvores.

Ela é alta, olhos azuis tão claros quanto o céu em um dia bonito, os cabelos loiros e ondulads aem-lhe como cascatas em seus ombros magros.

— Por favor, me ajudem, por favor! — Grita a garota, com a respiração ofegante. — Meu amigo, ele está ferido!

Gritos masculinos ecoam pela floresta.

— Onde ele está? — Pergunta Will.

A garota aponta pro local de onde ela veio.

O cheiro de folhas queimadas invade minhas narinas e vejo a fumaça subir.

Corremos apressados mais adentro ainda na floresta.

As folhas e os galhos arranham a minha pele, e a cada passo, o cheiro de fumaça fica mais forte.

Percebo que estamos perto quando avisto um garoto completamente desesperado tentanto aquietar um monstro com uma estaca de madeira. Inútil.

A loira e Will saem para socorrer um garoto quase inconsciente no chão perto do lago.

O monstro se vira para mim.

Seus olhos são vermelhos, a pele pálida e sua aparência fantasmagórica. Em alguns momentos, também parece ser uma garota linda de olhos castanhos e cabelos negros e compridos até a cintura.

Ela sorri assustadoramente, mostrando as presas manchadas de sangue.

Uma empousa.

— Samantha. — Ela sorri. — Pensei ter farejado o apetitoso cheiro de seu sangue jovem antes mesmo de chegar aqui. O faro de uma Empousa nunca mente.

Não sei como ela sabe meu nome e nem quero saber.

Aponto a mira do arco para o pescoço da criatura, mas ela arranca meu arco bruscamente de minhas mãos trémulas.

A empousa se aproxima e eu quase sinto meu coração saltar pelo peito.

Antes que ela faça qualquer coisa contra mim, o garoto da estaca é atingido com uma bola de fogo no peito. Ele cai desacordado.

ÓTIMO, ÓTIMO, A PORRA DA EMPOUSA É FILHA DE HEFESTO POR ACASO?

Vejo uma flecha raspar a pele da empousa perto da orelha.

Ela a quebra, enfurecida.

Olho de relance para perto do lago, Will está alternando em salvar a vida do garoto e salvar a minha vida.

Quando Will se destrai, a empousa atinge minha cabeça com um soco. Meus olhos reviram, minha visão fica embaçada, e tudo parece girar.

Tombo para trás, batendo com a cabeça no chão.

Ouço a risada metálica e sádica da empousa.

— Tenha bons sonhos, semideusa.

Lembro-me da adaga em meu bolso traseiro.

Procuro um momento de distração da empousa e agarro seu tornozelo, fazendo-a cair.

Saco a adaga e cravo em seu peito.

Antes de tudo ficar escuro, Will grita meu nome e então eu apago completamente.

***

Acordo em um lugar completamente diferente da cabana. Meus olhos estão queimando e minha cabeça doendo como se alguém tivesse a feito de bola de baseball.

Olho para o lado e vejo Nico e Tobias. Os dois com expressões preocupadas.

— Que bom que acordou. — Tobias sorri. — Ficamos preocupados.

Arqueio as sobrancelhas.

— Não vão gritar? — Pergunto.

Os dois riem.

— Não precisamos. O Will me contou toda a história. — Diz Nico.

Sorrio.

— Ótimo. E os novos semideuses?

— Descansando. — Responde Tobias.

A porta se abre em um estrondo e uma Lais completamente exasperada entra no quarto.

— SAMANTHA LANCASTER EATON, NUNCA MAIS SAIA ASSIM!- Ela berra.

— Mas eu... — Tento explicar.

— MAS EU TUA BUNDA, GURIA! EU QUASE MORRI DE PREOCUPAÇÃO QUANDO ACORDEI E NÃO TE VI LÁ! — ela me corta.

— ACALMA AS TETAS, COLEGA! — Devolvo.

— ACALMAR. A. TUA. VENTA. — Lais diz pausada e assustadoramente.

Tobias segura seus ombros.

— Acalme-se, Lais. Ela está bem, olha. Não tem motivos para ficar tão nervosa.

Ela suspira.

— Tem razão.

Eu sorrio.

— É, Lazita. De acordo com os gemidos, você teve uma ótima noite de sono. Não precisa ficar estressada.

Um sorriso malicioso brota nos lábios de Nico.

— Eu concordo.

Lais revira os olhos.

— Disse a bonita das marcas roxas no pescoço. — Retruca Lais, apontando pro meu pescoço.

— Ah, então olha pro seu.

Nico e Tobias riem.

— Mas eu...

— Olha, eu adoraria saber quem tem mais chupões e tal, mas temos um exército de mutantes crescendo para nos preocupar. — Corta Luisa, entrando no quarto.

Ouço meu estômago revirar.

Notas finais
Mas até que ficou grassadin u.u DIGAM QUE FICOU PRA EU SER FELIZ UM POUCO, PORRA.
AH, REVIEWS TAMBÉM.