Notas iniciais
Lah nesta budega!

Cap novo pra ocês,meus pootenhos ♥

POV Luisa

Quíron e Nico já tinham chegado,eles enchiam cada um de nós de perguntas,e mais perguntas,até que Quíron finalmente foi embora,deixando-nos sozinhos.

–Então...-Começa Nico,corando levemente.-Posso saber o que a minha namorada estava fazendo longe dos limites do acampamento com esse cara?-Perguntou Nico,dando ênfase no”namorada” e “esse cara”,e se voltando para Tobias.

–Claro!-Sorriu Sam.-“Esse cara”,-falou,fazendo aspas no ar-é meu irmão!

Okey,isso foi tenso.

Não só pra mim,quanto pra Nico,Travis,Amy,e principalmente Lais.(Ela chegou aqui há alguns minutos atrás.)

Todos estavam extremamente pálidos.Sam e Tobias prendiam o riso,era evidente em suas covinhas.

Depois de três minutos ou mais de silêncio,Amy finalmente disse:

–E mais uma coisa!-Exclamou Amy,balançando a cabeça.-Por que raios você estava fora dos limites do acampamento?

Sam suspirou,estava pronta para responder,mas foi interrompida por Tobias.

– Tem certeza?

Sam assentiu.

– Bem. A Drew leu meu antigo diário. — Ela respondeu — Lá, tinham coisas como... quando fui abandonada pelo papai, quando garotas más me atacavam nos corredores e nos banheiros da escola, quando eu praticava coisas ruins, e outras coisas....

Quando ela parou,todos pareciam incrédulos.

Sam bufou e continuou:

– Então, eu me senti envergonhada e saí correndo. — ela olhou para Tobias — E foi aí que eu o encontrei.

***


POV Nico


– Que tipo de coisas ruins você fazia? — Pergunto. Ela dá de ombros.

– Coisas idiotas como auto mutilação.

Fico boquiaberto e Sam gargalha

– O que?! — Exclamo. Sammy ri ainda mais — Você tinha ideia do que isso era, né? Tipo....

Sam coloca o indicador nos lábios, claramente pedindo pra que eu pare de falar.



– Eu era uma menina idiota – Ela se justifica – Não faço nada do tipo desde que tinha treze anos.



Ela sorri e encosta a cabeça em meu ombro

– E por que você fazia? – Eu pergunto.

Ouço-a soltar um suspiro leve e curto.

– Bem, eu não pensava direito. Tinha medo, não tinha amigos, e rancor de sobra – ela diz – Eu achava que ninguém me amava. Então sucumbi aos hábitos de tratar a mim mesma como se eu fosse lixo.

Deslizo minhas mãos para sua cintura e beijo o topo de sua cabeça, que está á altura de minha boca.

– Você não precisa mais se preocupar com isso.

– E por que não?

Mordo meu lábio inferior e roço meu queixo em seus cabelos

– Porque eu te amo.

Ela tira a cabeça de meu ombro e me encara:

– É a primeira vez que alguém que não é da minha família me diz isso – eu rio – O que é bom, e estranho também.

Ela dá um sorriso de canto

– E... eu também te amo.

Notas finais
Nicamantha ♥