You Found Me
22 Capítulo 22 - Vinte Semanas
Notas iniciais
Vinte semanas de gestação e a maior diversão que eu e Jake temos agora é ficar sentindo o bebê se mexendo. Já dá pra saber o sexo do bebê, mas estamos dando muito azar toda vez ele ou ela fica envergonhada e não que mostrar-se. Mas a doutora Jane disse que nesse período as chances são maiores.
Hoje vai ser nossa ultima tentativa, se não vamos deixar pra saber só quando nascer.
- Nessie já está pronta? – perguntou Jake na sala.
- To indo já. – dei um ultimo retoque no gloss e fui para a sala.
- Vamos lá! – disse Dr. Jane passando o aparelho de ultrassom em minha barriga, — Olha só quem está aqui.
- O que já dá pra ver? – perguntou Jake apreensivo.
- Sim e com absoluta certeza uma menininha está vindo por ai. – ela disse.
- Uma menina? – perguntei pra ter certeza se ouvi certo.
- Isso mesmo. – confirmou.
Voltamos para a sala de consulta, com metade do caminho andado já estava na hora de decidir que tipo de parto eu teria.
- Natural. Cesárea só em ultimo caso. – respondi.
- Ela diz que vai ser mais divertido ter que sair correndo para o hospital quando a bolsa estoura. – disse Jake. E é verdade sei que pode não ser igual nos filmes, mas com certeza vai ser mais excitante toda aquela correria.
- Realmente tem gosto para tudo. – falou Jane.
Depois de vermos os resultados de alguns exames rotineiros. Eu e Jake fomos finalmente ver a decoração do quarto.
- Por favor não enche tudo de rosa e mais rosa. – pediu ele.
- Rosa e branco ou verde e branco. São as únicas opções que realmente gostei quando vim com a mamãe. E sabe tive até uma ideia bem legal, como aquele quarto é bem amplo podemos fazer tipo um minicloset e um banheiro.
- Uma reforma agora está fora de cogitação Nessie. – ele disse em quanto olhava uns enfeites de urso.
- Certo então tira o banheiro afinal ela não vai precisa dele por um tempo, mas como eu estava pensado colocamos uma divisória onde pode ser o closet e uma bancada com uma banheira para dá banho no bebê.
- Hum... Sei. E isso tudo vai custar quanto? – Mesmo sendo agora um sócio do meu pai, Jake é muito meticuloso quando o assunto é grana.
- Alguma coisinha. Temos que ver com a arquiteta.
- Ok, mas não inventa de fazer nada que gere muita poeira tá pra não prejudicar você e o bebê e também depois do casamento vamos mora em um lugar maior.
- Jake o casamento ainda vai demorar. Olha que fofa essa bonequinha. – tudo para mim era fofo agora.
- Ness depois podemos conversar sobre isso? – ele disse indo para meu lado.
- Por que falamos falar depois sobre uma boneca?
- Não é sobre a boneca, amor é sobre o casamento.
- Jake... Nós já tivemos uma conversa sobre isso e ficou decidido que seria depois da faculdade.
- É mais você não estava esperando um filho meu naquela época.
- Vou levar isso. — disse mostrando a boneca.
No caminho de volta não conversamos, era sempre assim quando ele tocava no assunto casamento. Fui a primeira a entrar em casa, peguei um copo d’água na cozinha e bebi em um só fôlego.
Na sala Jake estava encostado no sofá como se me esperasse para a derradeira conversa.
- Então é isso você só quer casar comigo por causa do bebê?
- Não.
- Mas é o que está parecendo. Tudo que você fala agora é o bebê pra cá o bebê pra lá, parece até que eu sou uma figurante. – Jake riu.
- Nessie agora nos temos que pensar no bebê. Não é mais eu e você só. Agora somos três.
- Eu sei disso Jacob. Eu sou a que mais sei disso por que eu estou 24 horas por dia com ela. E... e eu não quero me casa gorda do jeito que eu to, com essa cara de bolacha, esse cabelo que tá uma bosta e nem adianta muda o shampoo por que nada resolve isso.
- Você....está....linda. – ele disse pausadamente.
- Não Jake eu não to.
- Está sim. – ele disse se aproximando de mim e me abraçando, — Eu te amo e pouco me importo se você está com cara de bolacha, ou se seu cabelo está feio.
- Sabe o que é isso? – perguntei.
- O que é?
- Falta de SEXO. – depois que a barriga começou a aparecer, Jake começou anega fogo tudo por medo de machucar o bebê, já disse mil vezes que não tem problemas, mas ele fica cheio de receio.
- Amor...
- Jake! Vamos nos divertir um pouquinho! –disse mordendo o lábio inferior.
- Você faz isso por que sabe que não vou resistir, não é?
- Mas você vem resistindo, e muito.
- Acho que não vou aguentar mais. – Jake falou beijando meu ombro.
- Ainda bem! – comemorei.
Jake me carregou até o quarto, tiramos nossas roupas. Só com as preliminares já estava enlouquecendo.
- Se você sentir qualquer coisa me avisa! – Jake pediu antes de me penetrar. Estávamos de conchinha o que diminuía o contado de minhas mãos com ele.
- Jake anda logo! – exigi. Cautela era o novo nome dele, — Jake você pode aumentar o ritmo. – disse tentando de alguma formar tentando controlar a situação.
Para minha alegria ele intensificou mais o ritmo, mas eu tinha a sensação de que daqui a uma semana ia conseguir ter um orgasmo naquela frequência.
- Jake não tá funcionando. – choraminguei.
- Por que? O que houve? – ele perguntou parando as investidas e saindo de mim.
- Não sei, mas não to sentindo AQUELA coisa, sabe?
- Quer para? – ele perguntou, depositando um beijo em minha nuca.
- NÃO, vamos tentar outra posição. Senta! – ordenei.
Sentei de costas para ele em seu colo, dessa forma estaria no comando controlando a penetração e o ritmo.
Jake massageava um de meus seios em quanto com a outra mão fazia movimentos circulares em meu clitóris. Aquilo me deixava completamente extasiada.
Cada estocada provocava uma sensação deliciosa. Consequência da abstinência.
Minutos depois estávamos esgotados, agarrados em meio aos lençóis.
- Ele agora encarnou que quer que casemos logo.
- Ah filha isso é normal nessas circunstancias. – disse minha mãe.
- Está apoiando ele? – perguntei incrédula.
- Não estou apoiando ninguém Renesmee, só acho que você tem quer ser paciente com ele também, não adiantar ele está vinte quatro horas por dia aguentando esses seus picos de humor e no fim você sempre achar que está certa.
- Nossa! Achei que ia me dá uma surra quando terminasse. – disse mal humorada.
- Está vendo? É disso que estou falando. – ela falou séria.
- Desculpa. – disse cabisbaixa. Eu realmente estou ficando uma mala sem alça, mas são esses hormônios que me deixam doida.
- Tudo bem, mas vamos respirar fundo e contar até dez antes de dizer qualquer coisas, ok?
- Certo. – A única pessoa que ainda está conseguindo me deixar na linha é a mamãe, graças a Deus ela veio pra NY, não sei o que seria da minha vida sem ela. E imaginar que disse que ela e o papai não precisavam vir.
- E a faculdade como está? – ela perguntou.
- Ótima, estamos fazendo vários trabalhos de reportagem pela cidade para o fim do semestre.
- Hum... Já abandonou o salto alto?
Agora mais uma pra implicar com meus calçados.
- Ai meus Deus até você mãe! Vejo tanta mulher grávida de salto nessa cidade e você vai implicar com isso.
- Lembre que você é filha de uma ex-desengonçada e muitas vezes isso é hereditário ainda mais nesse seu estado.
- Não se preocupa Jake está fiscalizando isso. Ele não me deixa usar nada que tenha mais de cinco centímetro, ou seja, havaianas são a única coisa que tenho para calçar.
- Deixa de exagero Nessie. – disse Bella reviando os olhos.
- QUERIDA CHEGUEI!- a voz de meu pai resoou no hall de entrada.
- ESTAMOS NA SALA DE TV. – ela avisou. Meu pai lindo e elegante em um Armani entrou na sala.
- Meus três amores aqui. – ele beijou minha mãe e em seguida me deu dois beijinhos um meu e outro da bebê.
- Até quando vou ter que fica chamando minha neta de bebê? – ele perguntou.
- Ai pai, eu e Jake nem falamos sobre isso ainda, com tanta coisa dá faculdade pra fazer e agora a arrumação do quarto. Nem o livro com nome para bebê eu li ainda.
- Vocês podiam combinar o nome da sua mãe com o da dele. – ele sugeriu.
- Nem pensar, minha filha não vai ter um nome estanho já basta eu com esse fardo.
- Não sabia que odiava seu nome. – falou papai magoado.
- Não é que eu odeie, mas ele é bem diferente para os padrões até mesmo hoje em dia.
- Sua mãe realmente exagerou. – ele disse fazendo careta.
- Que eu bem me lembre você disse que era perfeito, único. – disse Bella dando um soco no braço dele.
- Eu estava meio entorpecido de felicidade que nem pude salvar minha filha disso.
- Olha a conversa está ótima, mas já vou indo não quero pego congestionamento. – disse levantando e pegando minha bolsa.
- Certo dirigi com cuidado. – pediu mamãe.
- Sempre! – me despedir deles e fui embora.
POV Jake
- Iai papai do ano! – Sam veio me cumprimentar.
- Tudo beleza Sam. – nos demos um aperto de mão.
- E a Nessie como está? – ele perguntou.
- Bem.
- Cara não sei se você está lembrado mais no sábado é meu aniversario e vou dá uma festinha e seria legal você e a Nessie aparecerem por lá. – ele disse.
- Valeu cara, vou tentar convencer a dona Nessie.
- Tá certo, aqui está o endereço do lugar. – ele disse me entregando um cartão. – Agora deixa-me ir, que vou me encontrar com uma gata.
Algumas coisas nunca mudam, — Vai lá Don Juan!
- JAKE! – ai não agora não!
- Oi Kim! – disse de forma seca.
- Nossa faz um tempão que não nos falamos.
- É mesmo são essas aulas e muita coisa pra estudar e também a Nessie grávida....
- Ah é você vai ser pai, nossa isso é surreal! E também bem repentino. – ela falou.
- Repentino? Por que repentino? – tive a leve impressão de que ela estava insinuando alguma coisa.
- Ah você sabe, estamos na faculdade quem quer ter um bebê nessa fase?
- Eu estou muito feliz com isso Kim e acho que foi o momento perfeito para isso. – dei uma cortada.
-Hum... Eu só vim da uma oi mesmo. – ela disse sem graça.
- Certo, agora eu preciso ir. – disse me afastando.
- Tchau Jake a gente se vê por ai. – ela disse quando dei as costas.
Na mesma hora em que cheguei em frente ao prédio, o carro de Nessie se aproximava,- Chegando agora? – ela perguntou quando saiu do carro.
- É, assisti algumas aulas a mais. – ela se aproximou e me deu um selinho.
- Você o que fez depois da aula? – perguntei.
- Fui ver a mamãe, jogar conversa fora. – entramos abraçados no elevador.
- Sabe vim pensando no caminho, depois de uma pergunta do meu pai, acho que já está na hora de escolhermos o nome dela. – ela disse apontando para a barriga de quatro meses.
- É. Já pensou em algum? – perguntei.
- Nada. A absolutamente nada. – o elevador parou em nosso andar.
- Então vamos começar a pensar. — disse quando entramos no apê. – Você não tem um livro sobre isso?
- Tenho, mas queria que sei lá fosse uma coisa mais espontânea. – ela falou indo pra o quarto.
- Vanessa.
- Não, muito comum. – ela falou.
- Alisha. Esse não é tão comum.
- Alisha? Hum... não curti muito não. – está difícil achar um nome, já devo ter dito uns vinte e nenhum ela gostou e se dizia que era viável não diziam com muita confiança.
- Você não falou nenhum até agora.
- Pronto. Fiz um top cinco. – ela disse levantando os olhos da agenda que tinha nas mãos.
- Diz ai! – pedi.
- Selena, Violet, Julia, Alba e Sophia. Gosto mais de Violet e Sophia.
- São bonitos também gosto.
- Então agora já temos menos opções.
- Ah já ia esquecendo. Nesse fim de semana é o aniversario do Sam é ele convidou a gente.
- Hum... Não sei se estou muito em clima de festa. – ela disse.
- Tudo bem, não vamos.
- Jake. Não precisa ficar enclausurado só porque não quero ir, se você quiser vai. – ela disse fechando a agenda e levantando- se do sofá.
- Não quero deixar você sozinha. – disse.
- Amor, aproveita em quanto pode!
Notas finais
Bjs
PS. Acho quem tem uma galerinha lendo e não está deixando comentário. Olha que a falta de criatividade pode ser falta de estimulo também. Nos autores dependemos disso.
Bj
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