Notas iniciais
Boa tarde!! Atrasadinha como sempre (aproveitei o feriado para responder os comentários de vocês e depois levar meus bebês, aka doguinhos, para vacinar, e só cheguei agora). Mais um capítulo que precisei arrancar os cabelos para conseguir fazer alguma coisa, mas confesso que desta vez curti o resultado. Espero que gostem também!! Palavra do dia [Do.ma.is] ²[Figurado] Refrear, reprimir: domar paixões, impulsos.

— Está ficando maluco Steve? — ralhou Sam, enquanto saiam do gramado.

— Podia ter se quebrado todo — concordou Bucky — o que foi aquilo?

Era verdade que cada célula de seu corpo protestava depois do tombo, mas não reclamou. Ainda pensava nela.

— Eu... vi uma coisa.

Os dois se entreolharam e logo mataram a charada. Sam soltou um palavrão.

— Não me diga que era...

— Quieto — disse Steve. Estavam passando pela imprensa.

— Tudo bem, mas lembre-se do velho ditado, parceiro.

Steve ergueu uma sobrancelha.

— Domais vossas paixões ou acabareis estirados no chão — debochou o amigo.

Bucky riu.

— Babacas.

— Até que foi engraçadinho — disse Natasha.

Notas finais
Como eu disse antes, amo o álbum Lover. Agora a tarde enquanto escrevia, procurava uma música que combinasse com o capítulo e quando estava quase desistindo, The Man apareceu na minha setlist e senti que era essa, amo o tom ácido e as críticas que ela faz. Escrevi esse capítulo pensando justamente em como seria a reação dos amigos depois do tombo do Steve e como nos filmes é visível que eles tem uma sincronia absurda ( ou no caso, compartilham o neurônio) tanto que perceberam pela cara do Steve na hora o que tava acontecendo. E obviamente, não iam perder a oportunidade de alfinetar o amigo. Estou muito ansiosa pelos próximos capítulos, porque finalmente vai chegar na parte que mais planejei dessa história ( e espero muito que de tudo certo). Mas por hora é isso, espero que estejam gostando. Um beijão e até mais!!!