You Are The One That I Want
5 Capítulo 5 - Encontro parte 1
Já era sexta-feira, estava muito nervoso, Sam combinou comigo que iria levar Blaine ao lugar combinado às duas.
Era meio-dia, Amy estava ajudando-me com a minha roupa, mesmo eu achando desnecessário. Terminei de me arrumar e fui para o tal lugar.
# Pov’s Kurt Off #
Tomei um longo banho e um “pouco” de café. Rachel como sempre fez um interrogatório sobre onde eu ia, com quem e fazer o que. Após responder ao interrogatório saí estressado de casa, a caminho da do Sam.
Após um curto trajeto, finalmente cheguei. Dei duas batidas e logo fui recebido por Sam.
– Olá! Que bom que veio Blaine.
– Oi Sammy, vamos jogar?
– Claro! Mas não vai ser aqui.
– Ah, vai ser aonde então?
– Secret.
– Mas, para que tudo isso?
– Considere como uma despedida de solteiro, Anderson –Disse Finn, com um tom malicioso.
– Aff, nem me façam lembrar isso pelo amor de Deus.
– Temos um presentinho para você.
– O que é? –Disse meio desanimado.
– Ingênuo, acha mesmo que falaremos?
– Errr... não! –Ri
– Pergunta idiota.
– Vire-se – Finn.
– Pra que?
– Para de falar porra.
– Ok, Ok. – Me rendi.
Virei-me e eles colocaram uma venda em meus olhos. Pessoalmente achei que eles me levariam para algum tipo de clube de strip ou cassino, não que eu estivesse reclamando claro. Colocaram-me em um carro e seguimos.
Depois de meia hora de trajeto...
– Chegamos Anderson.
– Onde estamos?
– Na Terra, não se preocupe.
– Me acalmou muito.
– De nada querido – Eles me guiaram pelo tal local ainda com os olhos vendados.
# P.O.V Kurt On #
Ouvi um carro chegar, fui até a varanda e avistei Sam e Finn guiando Blaine. No momento em que eu o vi, meus olhos marejaram e minha respiração ficou falha.
Never had much faith in love or miracles
(Nunca botei muita fé no amor ou em milagres)
Never wanna put my heart on the line
( Nunca quis pôr meu coração em jogo)
But swimming in your world is something spiritual
(Mas nadar em seu mundo é algo espiritual)
I'm born again every time you spend the night
(Eu nasço de novo cada vez que você passa a noite)
Cause you make me feel like
(Porque você me faz sentir como)
I've been locked out of heaven
(Se eu estivesse impedido de entrar no céu)
For too long
(Por muito tempo)
Yeah you make me feel like
(Sim, você me faz sentir como)
I've been locked out of heaven
(Se eu estivesse impedido de entrar no céu)
For too long
(Por muito tempo)
Eles o deixaram de pé a minha frente, a sua respiração ao contrário da minha estava calma, provavelmente por que ele não sabia onde estava e com quem estava.
– Finn e Sam, onde eu estou? – Não respondi, apenas segurei uma de suas mãos e a acariciei.
– K-Ku...? – Com a outra mão livre ele retirou a fazia que cobria seus olhos.
Eu estava quase chorando de emoção, saudades etc, me segurei ao máximo. Ele terminou de retirar a faixa e me encarou estático, parecia que ele havia visto um fantasma. Encaramos-nos por alguns segundos e não resisti, o abracei forte, soltando as lágrimas que até então estava segurando, ele retribui o abraço o que fez ter certa esperança.
– Kurt, meu deus – Disse quase num sussurro correspondendo ao abraço.
– Por favor, não se separe mais de mim – Escondi meu rosto em seu peito, tentando esconder as lágrimas que teimavam em cair.
– Não meu pequeno – Ele ergueu meu rosto pelo queixo e olhou em meus olhos – Eu te amo tanto...
–Eu também te amo – Ele se aproximou lentamente seu rosto e me deu um breve beijo.
– Você não sabe o quanto eu senti sua falta, você é tudo pra mim, absolutamente tudo –Sorri envergonhado.
– Pensei que você tinha me esquecido.
– Nunca
– Você casará com a Rachel?
– Isso não depende de mim.
– O que?
– Você está disposto a assumir nosso relacionamento?
–Sim, meu amor – Sorri e o beijei novamente, só que dessa vez com mais desejo, tentando transmitir toda a saudade que senti dele naqueles anos. Ele aprofundava o beijo cada vez mais. Já estávamos ofegantes, mas nenhum de nós ousaria interromper aquilo. Suas mãos arranhavam minhas costas por cima da minha camisa social na tentativa de me pressionar mais contra si mesmo. Com um pouco de relutância, separei alguns centímetros nossos lábios.
– Quanta saudade de você!
– Sh..
– Me segura? –Falei, me referindo como costumávamos fazer antigamente. Ele voltou ao beijo, levando a suas mãos até parte de trás das minhas coxas. Sem interromper o beijo, ele me levantou fazendo com que minhas pernas ficassem em volta de sua cintura. Segurei em sua nuca e prosseguimos. Aquele momento com certeza seria inesquecível para ambos. A falta que ele fazia em mim era surpreendente, meu corpo necessitava do seu toque, era uma atração sobrenatural. Queria tê-lo para sempre e sempre. Separei nossos lábios e pousei minha cabeça em seu pescoço, tentado recuperar o fôlego, Blaine beijou minha cabeça e continuou me segurando só que agora balançava um pouco, como se estivéssemos dançando. Apenas continuei respirando em seu pescoço,assimilando o que estava acontecendo
# P.O.V Kurt Off #
Finalmente Kurt estava comigo.
Can I just stay here
(Posso apenas ficar aqui?)
Spend the rest of my days here
(Passar o resto dos meus dias aqui?)
Can I just stay here?
(Posso apenas ficar aqui?)
Spend the rest of my days here
(Passar o resto dos meus dias aqui?)
O levei até um quarto que ali havia em meus braços e o deitei na cama, me sentando em cima do seu quadril, fui arrancando sua blusa quase a rasgando, afinal, o que serviria as roupas naquele momento tão esplêndido?
Beijei cada extensão daquela perfeita pele de Kurt, enquanto o mesmo soltava longos suspiros de puro prazer.
– O quanto senti falta dessa sua pele, do seu cheiro meu amor – Disse deslizando minhas mãos pelas laterais de sua cintura. Enquanto roçava meu nariz em sua pele branca, subindo, até chegar a seu pescoço. Depositei vários beijos e mordidas por toda a extensão do mesmo o fazendo soltar gritos e gemidos abafados, acho que mordi um pouco forte de mais, ri ao ouvir a reação dele.
– E de sua boca... – Acariciei seus lábios com o meu dedo indicador e o beijei, mordi a parte inferior, puxando e soltando logo em seguida.
Retirei sua calça lentamente, o deixando apenas de cueca,o encarei e ele sorriu maliciosamente.
Amava aquele sorriso.
Retirei a única peça que lhe restava e o masturbei rapidamente, aproximei meu rosto do seu quadril e fiz como ele gostava, ainda me lembro.
Ele soltou um gemido abafado pela sua mão quando chegou ao seu alpice.
–Kur, não abafa não
–Como?
–Geme meu nome -sem aviso o penetrei forte e ele praticamente gritou o meu nome. Me inclinei um pouco e o beijei até realmente nos faltar ar. Nosso ritmo aumentou e nessas alturas nos sabíamos nem nossos próprios nomes .
Saí de dentro do Kurt ainda o beijando. Kurt me empurrou forte nos separando, o olhei confuso.
–Agora é a minha vez.
Fale com o autor