You Are My Dream

17 Capítulo 17 - será que eu fiz a coisa certa?


- CALA A BOCA CHAZ! disse me virando e o olhando. Olhei pro Justin e ele fitava o chão um pouco triste.
- Taylor! disse o Tay pegando na minha mão.
- Fala. disse olhando pra ele.
- vamos nos ver amanhã?
- Taylor... — olha...- acho que eu vou ter umas coisas pra resolver...e se caso eu não for eu te ligo. disse um pouco sem jeito.
- tudo bem. disse ele vindo pra me beijar, mas eu virei o rosto fazendo ele beijar minha bochecha.
- até depois. disse o olhando, ele estava sem graça.
- até. disse e ele saiu andando, respirei fundo e fechei a porta. voltei pro meu lugar no sofá e todos estavam em silencio me olhando.
- que foi gente? disse vermelha.
- tenho umas coisas pra resolver amanhã? disse Chaz me olhando... — você deu um fora no cara que te salvou?
- isso mesmo.
- mas porque?
- Já tenho um bandido em minha vida, acho que não tem espaço pra um herói já que o bandido levou tudo. Chaz me olhou confuso e eu olhei pro Justin que estava sorrindo de orelha a orelha.
- Bandido?- quem é o bandido?
- quem mais poderia ser? disse e olhei pro Justin.
- o JUSTIN?- logo ele?
- é. — somente ele. disse sorrindo e olhando nos olhos do Justin.
- eu te amo. disse o Justin, colocando a mão no meu rosto.
- eu também te amo. disse sorrindo e o Justin me puxou pra um beijo.
- Obrigado gente! — por me fazer pagar mó vela. — to vazando. disse ele levantando do sofá e indo lá pra dentro.
- em fim sós. disse Justin sorrindo.
- nada disso mocinho. — tenho que ir pra casa descançar.
- antes deixa eu fazer uma coisa?
- claro. disse sorrindo. Justin levantou e foi até um armário, pegou uma maletinha branca e colocou no sofá, abriu e pegou uma pomada.
- o que é isso?
- vai fazer isso ai curar rapidinho. — amanhã já tá bom.
- ele é mágica pra sumir assim... — até amanhã?
- não, mas misturada com mais uma coisa ela vai ficar perfeita. disse ele rindo.
- que coisa?
- me dá seu braço. disse ele, e eu estiquei meu braço onde estava o roxo. Ele começou a dar beijinhos onde estava machucado. Sabe quando agente se machuca e a mãe beija? Ele estava fazendo assim, eu ri da idéia dele.
- Agora é só colocar um pouquinho disso aqui. — que tudo ficará bem. Disse ele enquanto passava a pomada no meu braço.
- tudo mesmo? perguntei séria e ele me olhou.
- eu prometo. disse ele me dando um selinho. Guardou a caixa no lugar e sentou no meu lado.
- agora eu tenho que ir. disse sorrindo.
- antes quero fazer uma coisa.
- que foi agora Bieber? — vai querer me levar pra casa no colo? — eu machuquei o braço não a perna. disse bufando.
- não é uma má ideia. disse ele me pegando no colo.
- me coloca no chão Bieber! disse o olhando séria.
- que menininha brava, mas eu sou o bandido, o fora da lei. — não obedeço ordens. disse ele rindo.
- que idiota. disse revirando os olhos.
- hey.
- que foi. — é mesmo.
- o idiota que você ama. disse ele sorrindo de canto.
- um idiota mesmo. disse e dei um tapa nas costas dele. — me coloca no chão Justin!
- não. disse ele sorrindo.
- me põe no chão.
- não.
- eu vou te morder. disse um pouco alto.
- morde. disse ele mordendo o lábio inferior, então eu fiz dei um jeito e mordi o ombro dele.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAI. -solta!
- se você me por no chão. disse ainda com os dentes nele.
- tá. — eu coloco você no chão.
- ok. disse e o soltei.- agora me põe no chão.
- não.
- mas Justin, você me disse que...Ele deu inicio ao um beijo me fazendo ficar queta. Foi uma ótima maneira de me fazer calar a boca! Foi um beijo longo eu estava me sentindo segura, não sei... com ele sinto coisas que nunca senti com garoto nenhum. O que vivo com ele é oque sempre sonhei. É como se de um hora pra outra meus sonhos se tornassem reais, e ele fosse o meu principe encantado.
- agora eu vou te por no chão sua gorda. — ta pesada. disse ele rindo e me colocando no chão.
- gorda? disse fazendo bico e cruzando os braços.
- minha gorda. disse ele colocando a mão na minha cintura.
- sai Justin. disse empurrando ele, me finjindo de braba.
- aaaaaah. — oque eu posso fazer pra você me perdoar? disse ele virando o meu rosto pra ele.
- se comportar. disse sorrindo.
- isso pra mim é quase impossivel.
- never say never, gatinho! disse rindo dele.
- isso não é justo. disse ele fazendo biquinho.
- pra mim parece justo. disse rindo baixo e indo em direção a porta.
- opa, espera ai. disse ele pegando no braço, fazendo eu olhar pra ele.
- que foi agora? revirei os olhos.
- eu abro a porta. disse ele sorrindo e abrindo a porta.
- obrigada. disse e sai do apartamento dele, parei em frente a porta dele e sorri pra ele. Me virei e quando ia dar um passo ele corre em minha direção e me pega no colo.
- JUSTIN! gritei.
- você que deu a ideia de eu te levar no meu colo pro seu apartamento.
- só falta agora tu me deixar na minha cama e me por pra dormir. disse revirando os olhos.
- não é uma má ideia. disse ele sorrindo maliciosamente.
- ah é senhor Bieber, vai ser ótimo meu pai ir me acordar de manhã com você deitado comigo em minha cama. disse ironica e depois cai na gargalhada.
- eu não me importo em fugir antes do amanhecer.
- chega disso Bieber! — me coloca no chão. disse bufando. (estavamos parados no meio do corredor, entre o apartemento dele e o meu)
- vou te levar no colo. disse ele e começou a andar, parou em frente a minha porta e tentou abrir, mas foi em vão. Revirei os olhos e abri a porta empurrando -a fazendo bater na parede com força

- ops.
- ops, né Taylor? disse minha mãe aparecendo na porta.
- desculpa mãe. disse sem graça ainda no colo do Justin.
- que foi agora, machucou o pé? disse ela me olhando preocupada.
- não mãe, o Justin que insistiu. Olhei pra ele. — em me trazer aqui carregada. olhei pra ela e bufei.
- só quis fazer uma gentileza. — mas você não gosta, né Taylor? disse ele e eu revirei os olhos.
- entre Justin. — a Taylor deve estar pesada. disse minha mãe dando passagem pra gente e Jus me colocou no sofá.
- tá vendo Taylor, até sua mãe te chama de... olhei pra ele com olhar matador.
- de que Bieber? perguntei levantando e ficando bem perto dele.
- de... — de... — de... ele olhou pra minha mãe querendo dizer: — me ajuda.
- Taylor, para de assustar o rapaz. disse minha mãe rindo e saindo andando pra cozinha.
- é Taylor, pare de me assustar. disse ele fazendo biquinho.
- eu te assusto é? perguntei mordendo o lábio inferior.
- assusta. disse ele maliciosamente.
- então até amanhã Bieber. disse indo em direção ao meu quarto.
- hey? — é assim? — cutuca a onça e depois foge?
- não estou fugindo, estou cansada. disse me encostando na parede.
- então eu vou, mas antes... o interrompi com um selinho.
- boa noite Justin. disse sorrindo e fui pro meu quarto. Me joguei na cama e suspirei. Fechei os olhos e depois senti alguem pulando em cima de mim.
- Você é maluco Justin? — podem te pegar aqui e dar problema pra mim. disse tentando tirar ele de cima de mim, oque foi em vão ele é muito pesado.
- Sou maluco por você. disse ele mordendo o lábio inferior. — e eu não ligo se me pegarem aqui com você.
- pode arrumar problema pra mim Justin. — sai de cima. disse tentando empurrar ele.
- não vai conseguir me tirar de cima de você. disse ele olhando no fundo dos meus olhos.
- não vai conseguir nada comigo se não sair de cima de mim. disse dando lingua pra ele.
- nunca te disseram que quem da lingua pede beijo? disse ele encostado os seus lábios nos meus. Senti um arrepio descer tomado conta de todo o meu corpo, nosso beijo foi passado de lento e cheio de amor, pra rápido e cheio de desejo. Meu corpo chamava pelo dele, eu queria te-lo pra mim, ali e agora.
- Jus...- Justin. disse em meio aos beijos.
- que foi? perguntou ele apertando a minha coxa, acariciando até a minha cintura a apertando de leve.
- não podemos fazer aqui, meus pais e meus irmãos estão ai.
- agente fecha a porta. disse ele se afastando de mim, levatou e passou a chave na porta e pulou em cima de mim novamente.
- Justin não podemos, não aqui.
- tudo bem. — mas me deixa ficar aqui com você?
- dormir aqui? — Jus... — eu...
- shiuuu. disse ele colocando o dedo indicador. — eu vou embora antes de todos acordarem prometo.
- mas...
- por favor. disse ele me olhando com aqueles olhos profundos da cor mel.
- não consigo resistir, não com esse seu olhar pra mim...
- por favor. disse ele fazendo biquinho.
- se prometer se comportar... — e ir embora antes de todos acordarem.
- prometo.
- Pode ficar. disse sorrindo.
- Vou tomar um banho e já volto... — se importa?
- claro que não pode ir. disse ele sorrindo e deitando na minha cama.