You Are...
1 Único - ...the reason of the smile on my lips.
Notas iniciais
Mas e aí coelhones, será que vale um emoticon vomitando glitter? q ♥
Encontrei-me com Gackt hoje mais cedo.
Imagino que você, diário, já deva estar de saco cheio de mim, afinal, quase tudo o que escrevo aqui se resume a ele.
Já devia estar acostumado com isso.
Pra começar, eu paguei por você, o que te torna meu escravo. E outra, sem mim, você não passa de um diário vazio. Tudo bem, um diário do Snoopy com folhas azuis decoradas, mas ainda assim, sem a emoção da minha vida diária. Por último, eu acho que te amo.
. . . Brincadeirinha.
Você me conhece melhor do que ninguém, então sabe que passei anos tentando descobrir quem era Gackt. Entender o que havia naquele homem que me perturbava... Além do perfume irritante, do sorriso cínico, da preguiça e das piadas fora de hora. Saber por que aquela presença me afetava tanto. Como uma voz podia ser capaz de me fazer estremecer por dentro com tanta intensidade? Por que aquele olhar me deixava tão desnorteado?
Foi necessário que ele saísse do Malice Mizer. Que nos estranhássemos por anos, numa guerra absurdamente idiota e, o melhor de tudo: sem qualquer motivo óbvio...
Bom, parece que hoje eu finalmente descobri.
Deixemos bem claro que eu jamais teria ido fazer compras se a situação não tivesse me obrigado a isso. Meu uísque favorito tinha acabado. Ficar sem uísque no verão (ou qualquer outra estação do ano!) é coisa de louco. Eu poderia ter mandado alguém comprá-lo, mas mesmo que desse todas as recomendações, ninguém além de mim poderia encontrar a garrafa perfeita.
Tinha de ser aquela marca, e aquela somente.
Adentrei a loja de conveniência, caminhando direto e reto para o corredor das bebidas. A garrafa estava ali, reluzindo na prateleira ao lado de outras. Era a última. Apressei-me com um sorriso triunfante, já de braço estendido visando tocar o prêmio, quando minha carteira caiu do bolso do sobretudo. Deve estar se perguntando como isso foi possível. Ah, meu querido, quando se está numa corrida desesperada por um litro de álcool, até mesmo o bolso mais fundo torna-se um aclive de perda de objetos. Vi-me num dilema. A loja estava cheia, se eu voltasse para pegar a carteira alguém podia muito bem pegar a garrafa antes de mim. Por outro lado, se eu pegasse a garrafa primeiro, algum espertinho pegaria minha carteira e, além de perder alguns documentos (que revelariam meu nome completo e minha data de nascimento, céus!), eu não poderia pagar pelo whisky.
"Droga" resmunguei enquanto voltava para recolher as coisas que haviam caído da carteira. Não demorou muito para que uma simpática mão viesse em meu auxílio.
– Deixa que eu pego pra você.
– Obrigado, mas não precis-- AH!
A pessoa sorriu. Não podia ser... Mas era!
– GACKT? O que está fazendo aqui?
Não precisei esperar a resposta. Ali, na mão esquerda do imbecil, estava uma garrafa de uísque. A minha garrafa de uísque.
– O que vai fazer com...? — Apontei trêmulo.
– Isso? Vou comprar, oras. É o último, acho que dei sorte.
– Ah, não vai não. Essa garrafa é minha!
– Não estou vendo seu nome nela — disse ele, brincando, percorrendo os olhos pela garrafa que agora girava nas mãos. Não estava dando a mínima para minha indignação. — Desculpe, mas é esse mesmo que vou levar. Com licença, Mana.
Após dar um soquinho no meu queixo, levantou-se na maior tranquilidade e dirigiu-se ao caixa. Tirou o dinheiro do bolso, pagou a bebida, acenou para mim e cruzou a porta. Fiquei ali no chão do corredor, olhando a cena com uma cara de babaca que só quem viu poderia descrever. A mesma expressão de metade das minhas fotos, afinal, já li por aí (lê-se: fã engraçadinho, encontrei teu blog, filho de meretriz!) que até minha cara de prazer é a mesma.
Vamos recapitular: meu uísque acabou, saí para comprar um novo, derrubei a carteira no corredor da loja de conveniência, reencontrei Gackt e...
– Ele... Levou... Meu uísque...
Só aí acordei para a situação. Guardei o resto das coisas na carteira, soquei-a no bolso e levantei-me na pressa, indo desesperadamente na mesma direção do vocal. Por sorte, consegui avistá-lo antes que dobrasse a outra esquina.
– Volte aqui com meu uísque, seu tratante! — gritei, correndo atrás dele.
Não preciso dizer que chamei a atenção de todos que passavam, você pode deduzir sozinho os porquês. Primeiro, eu estava gritando. Mana-Sama, gritando? Não, era ridículo. Inconcebível! Segundo, eu estava correndo atrás de ninguém mais, ninguém menos, que Gackt Camui. Terceiro, a razão da perseguição era uma garrafa de uísque. Aquilo com certeza estaria nos jornais na manhã seguinte.
Ele se virou para trás. Parou, olhando para mim com incredulidade. Achei que fosse se render e devolver o que me pertencia, entretanto, ele apenas riu e apressou o passo. Quando me dei conta, já tinha dado a volta no quarteirão atrás daquele maluco, que corria numa velocidade absurda. Perdi a conta de quantas vezes tive de parar para recuperar o fôlego. Acha que é fácil ficar correndo por aí, de roupa preta, debaixo de um sol escaldante, atrás de um retardado que foge com sua garrafa de uísque?
Gackt entrou em um beco e eu, cego pelo ódio, simplesmente entrei também.
– Devolva minha garrafa agora mesmo — ordenei, apossando-me da tampa de uma lixeira qualquer.
– O que vai fazer se eu não devolver?
– Atirar essa tampa na sua cabeça.
– Que selvageria...
Ele sorriu.
– Faça-o se for capaz.
Eu não era. Poderia atirar qualquer outra coisa naquele maldito, qualquer coisa mesmo, como uma baqueta, um vidro de perfume ou quem sabe um microfone. Mas não algo daquele tamanho. Não queria machucá-lo.
...
Não muito.
Sabe aquela cena do desenho em que o personagem se vê a ponto de fazer alguma merda, e aparecem duas versões do seu subconsciente, uma em cada ombro, sussurrando o que você deve ou não deve fazer e te deixam puto? Então. No ombro direito estava a lolita de vestido branco; no esquerdo, o bonitão de sobretudo preto. Ah, qual é, você conhece bem essa foto porque está em todos os perfis de doação no Orkut que me têm como temática. E também me lembra vagamente daquele CD da banda do rapazinho que se assumiu transexual... Como é? Ms. Albino & Mr. Carbon ou algo parecido... Enfim, só sei que um me dizia pra devolver a tampa a sua devida lixeira e o outro me dizia jogá-la no pescoço de Gackt como se fosse um frisbee. E enquanto esses malditos faziam essa farra nos meus ombros e ouvidos, foi a deixa perfeita para Camui se aproximar e segurar meus pulsos. Só acordei com ao barulho ensurdecedor do metal batendo no chão. Perdi meu escudo, merda! Tinha um cara me imobilizando, merda dupla! E se eu continuasse multiplicando as merdas acabaria me sentindo em um aterro sanitário.
– Gac--
Fui empurrado contra a parede sem qualquer cuidado. O impacto tirou de mim um pequeno resmungo de dor, mas isso não pareceu comover Camui, que me encarava friamente apertando meus pulsos com cada vez mais força. Seu peito se forçando contra o meu, tirando-me o ar e fazendo com que meu corpo abaixo das roupas esquentasse mais do que deveria.
– Cala a boca.
Meus olhos saltaram de tal forma que jurei que fosse perder as lentes. Estava prensado na parede fria de um beco, sendo encarado por um completo idiota, com a respiração descompassada e o corpo estático, sem obedecer a um único comando que eu dava. Engoli em seco, sem ao menos conseguir piscar e desviar meus olhos dos dele. Esperava por algo que já sabia perfeitamente o que era, e ao mesmo tempo não sabia pelo que esperar – ou se deveria esperar por alguma coisa. Só sabia que meu coração estava disparado e eu rezava para que Camui não ouvisse. Seria bom se também não tivesse ouvido o gemido que soltei quando sua destra me adentrou a camisa, tocando diretamente meu abdômen. Eu sabia e sentia que minhas maçãs do rosto estavam vermelhas e quentes. A perna de Camui raspando contra minha virilha, introduzindo-se naquele espaço apertado e forçando minhas pernas a se separarem. Seu rosto cada vez mais próximo do meu, as respirações se misturando e se confundindo. Os lábios dele roçando nos meus, tomando-os num beijo calmo e totalmente invasivo. Sua língua quente me domando aos poucos, acelerando junto da minha roubando não apenas meu fôlego como também meu bom senso...!
Não sei dizer quanto tempo passamos nos beijando, mas pensei em protestar quando acabou. Os lábios de Camui se descolaram dos meus, traçando um pequeno caminho de beijos por minha bochecha esquerda até chegarem ao pé de meu ouvido. Uma nova baforada quente em minha pele arrepiou todos os pêlos que eu não tinha.
– Mana...
Pelo amor do santo DIX, aquele sussurro me fez ter um orgasmo nas orelhas.
– Eu te amo.
Abri os olhos num sobressalto. Senti meu coração disparar, se eu estivesse em uma cama de hospital, os aparelhos monitores estariam à beira de uma pane. Eu poderia ter morrido ali mesmo.
Quatro palavras bastariam para dar fim àquela palhaçada, como em todas as outras vezes. “Eu não amo você”, estava na ponta da língua... E não saiu!
– Eu... Eu...
– Sei o que vai dizer. Ora Mana, acho que está na hora de mudar esse discurso.
Agarrei-me ao corpo dele, apertando o tecido da camiseta em meus dígitos com tanta violência que por um segundo pensei que podia entrar em comunhão com a malha. Apertei os lábios, escondendo o rosto em seu pescoço. Juro pra você que pela primeira vez na vida quis chorar diante daquilo. Nem mesmo você, meu fiel diário, sabe quanta falta senti desse homem...
Nem o quanto eu acreditava nele naquele momento.
As mãos firmes de meu ex-vocalista desceram pelos lados de meu corpo, sendo pousadas em minha cintura e puxando-me para ainda mais junto de si, se bem que, grudados como estávamos, não havia como nos aproximarmos mais.
Ou, no caso, ainda havia uma forma.
Elevei a palma à face de Camui, tocando-a com certa delicadeza. Com seus olhos, ele me perguntou se eu queria. Com meus lábios a tocar os dele em um novo beijo mais apaixonado que o primeiro, eu lhe respondi que sim. Minha mão livre descera por seu peito másculo, tirando de meu homem um pequeno sorriso. Sim... Meu homem. Adentrei-lhe as vestes, deslizando as pontas dos dedos por sua pele macia com firmeza e lentidão, subindo-lhe pelo tórax até tocar-lhe o mamilo esquerdo. Camui perdeu um pequeno ofego, fazendo-me levantar o rosto para observá-lo. Aqueles traços tão jovens, tão belos e que eu passara tanto tempo vendo apenas em revistas, programas de TV e em boa parte dos sonhos que nunca contei a ele. Sua cabeça pendeu para o lado e logo passou a ecoar o barulho molhado de seus lábios violando a pele de meu pescoço em beijos seqüenciais e fortes chupões que me marcavam do jeito que ele sabia que eu gostava... Quando ele fazia.
Não demorou muito para que eu sentisse uma mão atrevida apertando meu membro por cima da calça, massageando-o. Céus, aquilo era delicioso! Mordi o lábio inferior com tanta força que quase me cortei. Então, ele estava com pressa... Ótimo! Eu também estava!
Encaminhei ambas as mãos aos botões e ao zíper da calça de Gackt, arrepiando-me inteiro quando o nó de meu dedo medo esbarrou no volume que já se formava abaixo daquele tecido grosso. Não pude esperar mais, meti a mão ali dentro e o agarrei. Um gemido rouco lhe fugiu da garganta e os quadris discretamente se moveram contra minha mão, insinuando-se contra meus dedos pedindo por mais toques que foram logo cedidos no fixar de minhas digitais em seu volume cada vez mais pulsante, clamando por mim, deixando que o pré-gozo lhe escapasse pela ureta e umedecesse o tecido da boxer que já estava começando a me irritar.
Não haveria tempo para termos a melhor transa do universo, não se meu desejo por ele e o dele por mim continuassem competindo entre si para ver quem era maior, fazendo cada toque arder em nossas peles já quentes o suficiente.
Abocanhei seus lábios em um beijo intenso onde nossas línguas se entrelaçaram sensualmente, uma querendo dominar a outra numa batalha por espaço que nenhum de nós queria perder. A mão livre afoita o acariciando, puxando sem sucesso a camisa para cima mas arranhando cada pedacinho onde chegava; enquanto a direita massageava despudoradamente sua ereção, fazendo-o revirar os olhos.
– Mana-Sama...
Ele praticamente rosnou meu nome, e eu sabia que era de propósito. Eu odiava ser chamado pelo sufixo na cama. Vindo de Gackt, aquilo era um desafio (seu jogo favorito, diga-se de passagem) e eu certamente responderia. Ele poderia me dominar de qualquer forma que fosse mas, psicologicamente, ah, isso não! Adentrei-lhe o tecido da boxer, agarrando sua excitação e prendendo-lhe o lábio inferior entre meus dentes, sugando-o com força antes de mordê-lo. Os dedos de Camui se afundaram em meus cabelos, puxando-os para trás, exigindo meu afastamento. Pendeu a cabeça para trás antes que, inconscientemente, as costas fossem arqueadas e meu nome saísse novamente de seus lábios levemente inchados, desta vez num sussurro de quase-rendição.
Quase.
As mãos apressadas de Camui empurraram violentamente o jeans para baixo, levando junto a boxer branca que lhe caía tão bem. Desceu-as pelas coxas grossas (que arranhei com gosto ao vê-las descobertas) e as passou pelos pés, deixando-as ali mesmo. Repetiu o gesto comigo, retirando-me as peças de baixo e elevando meu corpo num único impulso, obrigando-me a rodear seus quadris com as pernas. Encaixado entre elas, voltou a se insinuar da forma que podia, roçando sua glande úmida em minha entrada com leves movimentos cirulares. Abracei-o pelo pescoço, esfregando o corpo no dele e ondulando meus próprios quadris contra seu abdômen. Pouco importava se as camisas ainda se grudavam a nossos peitos e costas molhados de suor. O que queríamos estava ali embaixo.
Fui invadido sem qualquer preparo. Se eu disser que não gritei, você acredita? Sei que não, mas queria parecer um pouco mais heróico e...
Enfim, enfim...
Levei algum tempo para me acostumar com aquela extensão, até porque ela se movia dentro de mim sem esperar que eu a... Reconhecesse, digamos assim. Por alguns segundos, doeu, não nego, mas eu era ousado o suficiente para substtuir a dor pelo prazer à minha própria maneira. Querendo ou não, ele me obedeceria.
– P-pega... — Pedi, entre gemidos contidos. Como era de se esperar, ele relutou, abrindo os olhos e me me dizendo com as lentes azuladas que não faria só para me ver bravo.
Um som parecido com um silvo escapou por entre meus dentes cerrados, e ele apenas sorriu. Firmando o braço direito em torno de minha cintura, mantendo-me bem posicionado entre seu corpo e a parede, agarrou meu membro com a mão esquerda, fechando os dígitos em torno dele e apressando-se a me masturbar na velocidade perfeita, exercendo a pressão perfeita e enviando a meu baixo-ventre descargas elétricas cada vez mais potentes, fazendo-me estremecer e chamar por ele, bem pertinho de seu ouvido, sugando-lhe o lóbulo e tirando de meu Camui um suspiro lânguido... E bem apaixonado, eu diria.
Camui, Camui... Sempre entendendo minhas frases pela metademais do que qualquer um entenderia...
As estocadas evoluíam a cada segundo, fazendo minha alma fervilhar e derreter. Suor se acumulando em minha testa e minha nuca, também deslizando por minha coluna. Camui não estava melhor que eu, a camisa clara toda molhada e marcando ainda mais os traços de seu peito forte e tão bonito. Nossos corpos se chocando com uma fúria deliciosa,os sons abafados de nossos gemidos conjuntos ecoando pelo beco. A excitação aumentando pelo medo de sermos vistos, e pela rebeldia de ao mesmo tempo não estarmos nem aí caso isso acontecesse. Éramos apenas ele, eu e nossa transa imparável.
... Err, imparável até que ele começasse a acelerar, penetrando-me cada vez mais forte, mais fundo e acertando minha próstata sequencialmente, instigando-me a responder com idas e vindas tão ou mais violentas que as dele. E logo estávamos gozando juntos, desfazendo-nos em um orgasmo maravilhoso banhado por gemidos roucos e exageradamente altos. Meu interior tão bem tratado por seu membro pulsante fora preenchido pelo líquido viscoso e quente que ambos conhecíamos tão bem. Mas eu não me lembrava de que aquela sensação era tão sublime... E nem de quanto seu sorriso era belo ao ter meu sêmen sujando suas roupas.
Meus lábios foram novamente selados. Um selar longo, carinhoso e que me deixaria morrendo de saudades mais tarde. Agora. Fui devolvido ao chão, as pernas bambeando e mal me mantendo em pé. O mundo girando mais lento do que nunca, o ar rarefeito impedindo meus pulmões de funcionarem da devida maneira e meu coração vibrando mais que celular com toque padrão. O recolher das roupas, o vestir das mesmas.
O vazio. Nada além de um Mana abraçando o próprio peito, e um Camui fazendo sei lá o quê. Não conseguia encará-lo. Não queria.
Ali estávamos nós, novamente vestidos e em silêncio. Não há nada que eu tenha odiado mais do que todas as vezes em que estivemos assim. Até cogitei dizer algo, mas as palavras não vieram. Só permaneci calado e me distraí com a primeira coisa que passou ali perto. Por Deus, aquele rato era maior do que um guaxinim.
E justamente por isso me assustei tanto com o som grave de sua voz invadindo meus ouvidos. Não esperava que ele falasse. Ele nunca fez isso depois do sexo.
– Mana...
– Hn...?
– Seu zíper está aberto.
Olhei para baixo, envergonhado. Estava mesmo aberto.
– Droga...!
Que final! Enquanto eu me apressava em fechar o maldito zíper, ouvi a risada boba de Gackt se afastando. Levantei os olhos a tempo de vê-lo dobrar a esquina. Ele havia ido embora. Sabe-se lá quando eu tornaria a vê-lo.
...Então por que estava sorrindo daquele jeito?
Gackt é... A razão do sorriso em meus lábios. E eu não preciso de mais nada. Na verdade, eu nunca precisei de mais nada na minha vida, desde o dia em que o conheci. Nada além de alguém que me sorrisse despretensiosamente...
... E que fosse idiota o bastante para roubar a MINHA garrafa de uísque.
Notas finais
E agora que reli, o lemon ficou ruim pra cacete, qiso, chorei. Mas então, o que eu mereço? ;;
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