You And The Stars

27 Twin bitch, he's mine!


Notas iniciais
Hello, hello, hello :3 Hm... o que eu ia falar nessa joça? Hm... tá, acho que era pra eu postar mais dois capítulos em um, afinal, minhas aulas voltam daqui uma semana e não posso mais me dar o luxo de enrolação, mas eu só faria isso se esse capítulo tivesse menos de 2.000 palavras, well, não rolou. Ahhhhhhhhhh, lembrei! Lembrei! Lembrei! Obrigada, pessoa linda da tia Paands, pela linda recomendação, PequenoPrincipe! Sérião, amei, i love it, de coração! Esse capítulo é pra você e pra alma caridosa e linda que sentir no coração de mandar uma recomendação pra essa humilde fanfic (ninguém, né, seus kibadores do Carter!) O que mais? Aaaah, sim, gente livros baratos no Submarino, OMG, corre lá! 80% de desconto! Boa leitura e até lá embaixo!

–- Mãe, vou sair -- avisei.

Minha mãe me observou durante alguns segundos.

–- E desde quando você me avisa que vai sair? -- ela arqueou a sobrancelha.

Desde que Matthew e estamos de rolo, e não queremos que ninguém desconfie de nós, portanto saímos separados para depois nos encontrarmos lá fora -- pensei.

–- Vá logo -- falou minha mãe, dando de ombros.

O quê? Por que você não é uma mãe super protetora e preocupada que me proíbe de ir até ali na esquina? Por quê?! Por quê, hein? Hein?! Eu te amaria mais, mulher.

Saí pra fora.

Fazia só uma hora desde que Matthew havíamos estado mais... próximos.

Quero dizer, pra mim aquilo ainda era estranho. Eu sempre encarei sexo com naturalidade, já que nunca tinha sido tabu na minha família, apesar de que minha mãe deixava claro que eu deveria contar pra ela quando eu tivesse o meu momento. Bem, fazia meses que eu tinha tido esse momento com Tyler e ela só ficou meio que sabendo disso naquele dia, no café-da-manha, lembra? Que bafão que eu dei, mano. Se arrependimento matasse. Mas, enfim, seria muito estranho se descobrissem que Matthew e eu estávamos juntos, principalmente porque eu não sabia mais se era ele que eu queria como namorado.

Ah, porra, eu não sabia de nada.

Certo, eu sabia que Will gostava de mim. De verdade. Mas ainda tava tentando descobrir se isso era bom ou não.

Quando Will e eu viramos amigos, eu pude jurar que nossa amizade duraria para sempre. Eu me lembrava tão bem daquele dia, eu naquele chão, furiosa, e ele se agachando para pegar meus materiais. Olhei primeiro para os olhos dele. Claros e divertidos. Não havia mistério algum. Para a maioria das garotas, o mistério nos olhos de um cara é a coisa mais atraente. Mas não no caso de Will, os olhos dele eram convidativos, como se dissessem: "Ei, me conheça, talvez eu deixe você descobrir algo que você ainda não saiba sobre mim. Se esse algo existir." Depois eu olhei os cabelos escuros e seu sorriso tímido. Tá, eu tinha que ter ele como meu amigo, pensei na época. Quando terminou de pegar meus materiais, me ajudou a levantar e parecia não fazer a miníma ideia do que falar, a não ser pedir desculpas. E naquele momento eu pensei: "Como ele é bestinha. Bem, antes bestinha do que um brutamontes como aquele loiro fedido que me fez quase beijar o chão." Depois disso não nos desgrudamos mais e eu gostava de falar. Tipo, muito. Mentira, eu amava falar, amava e era pra lá de enxerida, eu deveria ser totalmente insuportável, do tipo Hermione Granger em A pedra filosofal.

Sinceramente, eu nunca entenderia o que Will Carter viu numa garota como eu. Não que ele fosse muita coisa. Qual é, o garoto era um zero a esquerda.

Tá! Mentira. Ele era demais para mim, demais para qualquer outra garota, ele era demais pra todo mundo. O garoto devia se sentar num trono de ouro, receber uvas na boca e ser abanado. E por quê? Porque ele era um príncipe e infelizmente ninguém notava, ninguém se importava e foda-se ele.

Will Carter perdeu o BV aos 13 com a líder de torcida da escola, de lá pra cá, cinco ficantes, incluindo eu. Teve só uma namorada vagabunda que por acaso a mesma que tirou o BV dele. E provavelmente a virgindade, mas isso não era problema meu.

Sam Crimsey perdeu o BV aos 11 anos com um fulano aí que não lembra o nome, quinze ficantes, incluindo Will Carter, Matthew Stonem e Nicholas Steiner. Dez deles ficou enquanto estava completamente bêbada, e em quatro, drogada e bêbada. Um namorado ladrão e delinquente, que tirou a virgindade dela um dia antes completar 15 anos.

Para a maioria das adolescentes de 15 anos, eu tinha até uma ficha pequena, normal, plausível. Eu tinha ouvido falar que Jennifer Fox tinha beijado cento e cinquenta. Mas fala sério, que repugnante. Eu estava bêbada e drogada em quase ela inteira. Isso não era o que chamamos de bonitinho.

Enquanto isso, a namorada vagabunda de Will trocou ele por um cara grosseiro, metido e que se achava a última coca-cola do deserto. Quando você é legal, você só se fode. É isso aí.

Agora olhem pra mim, eu não havia sido legal e em troca disso eu nunca havia amado ninguém. E isso nos faz voltar mais uma vez para Matthew Stonem. Meu Deus, que garoto gostoso, que pecado, que pedaço do paraíso.

Embora isso não significasse que eu amava ele.

Não vão confundir vontade de dar uns pegas com amor, por favor. Eu sempre quis dar uns pegas nele. Perceptível, não?

–- Ei, vamos dar o fora daqui -- falou Matthew, quando saiu para fora também.

Ele entrelaçou nossos dedos e me puxou, correndo.

–- É? E onde estamos indo? -- perguntei.

–- Sei lá, babe. Talvez no quiosque.

Eu odiava aquilo. Quando o dia parecia infinito. E Matth fazia parecer isso.

Em um só dia Matthew e eu havíamos quase transado, logo depois eu descobri que meu (ex) melhor amigo me amava e alguns minutos depois Matthew e eu havíamos transado. Depois disso, eu só esperava algum descanso, dormir eternamente, ou sei lá o quê, mas não, lá estava eu correndo de mão dadas para ir a uma droga de quiosque com Matth. Só porque ele achava que passava tempo de mais comigo, assistindo à TV e comendo pizza, como se isso fosse uma coisa ruim.

Quando enfim chegamos ao quiosque, bem à beira mar, eu estava cansada e estressada, e só de estar com Matthew, eu já ficava assim. Ele tinha o talento de fazer eu olhar pra cara dele e acha-la demasiadamente gostosa e estressante.

Só que meu dia já estava turbulento o suficiente mesmo antes de vê-los na mesa. A garota era loira e tinha cara de vadia. Desgraçada, puta, quenga, piriga, vagabunda, piranha e outros vários termos para prestadora de serviços sexuais, tá ligado? Mas eu acho que vocês já entenderam.

O garoto tinha cabelos escuros e olhos claros. E posso dizer que eu conhecia ele muito bem.

Matthew e eu nos sentamos a duas mesas de distância de Will e da garota loira piranhona.

–- Aqui é bom, não? -- falou Matthew, olhando o mar, não muito distante. O cheiro de maresia e camarão frito reinava.

–- Muito bom -- murmurei, pegando o cardápio a minha frente.

Matthew sorriu e aproximou nossas cadeiras.

–- Foi bom, né? -- sussurrou ele, no meu ouvido.

–- O quê? -- indaguei encarando o cardápio. Lagosta ou camarão? Lagosta é bom, mas camarão também é, e continue escolhendo e encarando esse cardápio igual uma boboca, e isso você evitará ver aquela garota ridícula enfiar a língua na boca de Will.

–- Nossa primeira vez juntos.

Me mexi desconfortavelmente na cadeira.

–- Opa -- respondi.

–- Você não parece muito animada -- comentou Matth.

Olhei para o rosto dele.

–- Você é irritante, sabia? -- falei com doçura.

–- Você sempre me diz isso, marrentinha -- disse ele, segurando meu queixo com a ponta do dedo.

–- Porque você sempre é irritante.

Matthew sorriu.

À duas mesas de distância, a loira enfiava a cara em um copo de algum suco cor de alface. Will chupava o pescoço dela. Isso mesmo, chupava.

Putaria

Pu-ta-ria

Achei ofensivo, sai da minha frente.

–- ... e duas coca-cola.

–- Oi? -- falei.

Matthew bufou.

–- Tá ouvindo o que eu tô dizendo ou tá mais legal a vista ai na sua frente? -- ele suspirou. -- falei que queria lagosta e que pra beber podia ser coco-cola.

Me perguntei se ele era aleijado ou mudo para chamar o garçom por si só. Ou preguiçoso abusado, mesmo.

–- Certo -- levantei a mão e um garçom veio anotar o nosso pedido e ao terminar, se foi.

Encarei a madeira escura e polida da mesa, engolindo em seco. Não levante os olhos, não levante os olhos, não levante os olhos.

Senti Matthew entrelaçar nossos dedos e se aproximar ainda mais de mim, com sua cadeira.

–- Sam, você reparou na pintinha que eu tenho bem na minha...

Encarei Matthew e dei risada.

–- Não seja nojento.

Matthew riu junto comigo, mas logo minha risada se perdeu e lá estava eu, olhando a vagabunda loira e Will, disfarçadamente. Pelo menos ele havia parado de lamber ela.

–- Ei, Matt! O que tá fazendo aqui, parceiro?

Desviei o olhar e vi que Josh tinha acabado de aparecer no quiosque. Maravilha.

Matthew se levantou para cumprimenta-lo, e eu me recostei com mais força na cadeira.

Olhei de novo para Will e a loira vadia. Ela falava sem parar e ele sorria e dava risada. Quase caí da cadeira quando os olhos dele cruzaram com os meus.

Imediatamente eu desviei o olhar.

De repente a mesa estava de novo muito interessante.

Pov's Matthew

Na real, eu achei que as coisas melhorariam depois que Sam e eu nos deitássemos juntos pela primeira vez, mas ao invés disso, as coisas só pareciam piores. Ela parecia mais escorregadia e volúvel. Quando eu falava, ela mal me ouvia, como se estivesse em uma realidade paralela mais interessante.

Beleza, não estávamos namorando e eu não achava legal cobrar mais dela, mais do que eu já tinha cobrado.

Estávamos no quiosque, e ela tentava disfarçar, mas simplesmente não conseguia afastar os olhos de Will, em outra mesa, com uma garota que era a cara de Sam. Loira, baixinha e uma expressão que te fazia pensar caralho, vou levar um soco se eu encara-la por muito tempo

–- É, bem, você conseguiu -- murmurou Josh.

–- Acho que sim -- falei chateado.

Josh e eu estávamos de pé, enquanto Samantha estava sentada, roendo as unhas.

–- Acha? -- disse Josh, provocativo.

Por um lado, eu havia conseguido beija-la e deitar com ela, mas... Samantha não era minha. E eu temia que nunca fosse.

Já eu, era dela. Eu não sabia se era amor, mas Samantha simplesmente tinha poder sobre mim. Ela me dominava completamente.

–- Tenho certeza -- se era o que ele queria ouvir, então eu diria, mesmo se não fosse a verdade.

Josh deu de ombros e se sentou perto de Sam.

–- E aí, loirinha? -- falou ele, caçoando.

–- Vai à merda, Josh -- murmurou.

–- Vamos juntos? -- disse.

–- Matthew, seu amigo é bem chatinho -- disse Sam, com um sorrisinho debochado.

Sorri de volta para ela.

–- Vaza daí, Joshua -- falei, empurrando-o da cadeira.

–- Vish, moleque, educação manda lembrança, falou?

–- E eu tô mandando você se foder -- falei. -- Sai logo daí, bicha.

Josh trocou de cadeira com uma careta.

–- Vocês até formam um casal bonitinho -- falou.

–- Acha mesmo? -- disse eu, aproximando o rosto de Sam ao meu.

–- Acho.

–- Eu sei, nós somos fofos -- falei.

Samantha sorriu sem graça. Era só o que ela estava sabendo fazer, sorrir para não ter que falar.

–- E cadê sua namorada? -- perguntei.

Josh fixou o olhar em Sam.

–- Em casa -- respondeu acusadoramente. -- Ela sente sua falta, loirinha.

–- A próxima vez que você me chamar de loirinha ou qualquer coisa que termine em "inha", vai levar um soco -- disse a "loirinha"e percebi como o rosto dela tinha ficado vermelho de raiva.

–- Estressada, hein? -- falei, fazendo uma carícia no pescoço dela.

Samantha deu um tapa na minha mão.

–- Não -- disse ela, com frieza. A verdade é que os olhos dela estavam fixos em Will, que fazia um carinho no cabelo da irmã gêmea de Sam.

–- Certo, tô indo embora. Boa sorte com sua namorada -- Josh abriu um sorriso sarcástico.

–- Obrigado, vou precisar -- murmurei.

Naquele instante o garçom chegou com os pedidos.

Mal o funcionário pousou as coisas na mesa e Sam já estava devorando tudo.

–- Hmm... isso tá bom -- falou ela de boca cheia.

Peguei um garfo.

–- Samantha, de novo eu vou perguntar: Qual é a sua?

Ela parou de mastigar e ficou me encarando.

–- Quê?! -- perguntou, e por estar com a boca cheia, aquilo saiu mais como um grunhido.

–- Não ache que eu não sei que você fica encarando a mesa aí da frente.

Ela não disse nada.

Abri a minha lata de coca-cola e dei um gole.

–- Sam, eu acho que se for pra você ficar amando outro cara, é melhor a gente encerrar aqui qualquer coisa que a gente tenha -- falei, depositando a latinha na mesa.

–- Eu não estou amando outro cara! -- exclamou Sam, quando enfim terminou de mastigar. Ela parecia indignada. -- Mas é claro, eu deveria saber que você não iria querer mais nada comigo. Você já conseguiu o que queria.

–- O que você quer dizer com isso? -- apertei os lábios.

–- Você me comeu. Não era isso que você queria desde o início? Muito bem, já podemos terminar -- ela deu um gole na minha coca-la e me olhou, obviamente me provocando.

Quanta delicadeza. Você me comeu. Você me comeu. Você me comeu -- as palavras dela se repetiam na minha mente sem parar. Delicada pra caralho.

Engoli em seco.

–- Sam, desde que nós chegamos que você não para de olhar de cara feia para o Will. Você está morta de ciúmes.

–- Não estamos namorando, Matth. Por favor, pare de complicar as coisas.

–- Mas, Sam...

–- Matth, eu gosto de você, gosto mesmo. Se você não quer terminar comigo porque já conseguiu me comer, então pare de inventar motivos. Se eu estou com você, é porque eu quero -- ela falou e jogou o prato para o lado. -- Perdi a fome.

Suspirei.

–- Você tem razão -- murmurei.

Samantha deu um sorriso fraco e se aproximou ainda mais de mim com a cadeira. Aproximou nossos lábios e me beijou. Finalizou com uma leve mordidinha.

Enquanto eu olhava no fundo da órbes esverdeadas dela, sorri e fiz uma leve carícia em seu rosto, mas não pude deixar de notar o quanto ela parecia distante. E os olhos dela também, focavam alguma coisa a sua frente.

Carter.

Porra!

Pov's Matthew OFF

Notas finais
Quando eu estava escrevendo, eu pensei, sei lá, na possibilidade da Samantha atirar alguma coisa na loira vagabunda gemula da Sam, tipo um tijolo, mas achei que se ela fizesse isso iriam dar mais remédios pra ela ainda ou a internariam em um hospício, afinal, podemos dizer que sim, ela é uma doente mental, e eu ando meio traumatizada de hospícios por estar vendo a 2° temp de AHS... então não! Pra infelicidade de vocês! Matthew ou gosta de sexo demais ou é pateta, porque só falta isso mesmo, a Sam atirar um tijolo na peguete do Will! Acho que a opção 1. Ahhhh, hoje é aniversário do Logan Lerman! O divo que eu imagino como o Will :3 Parabéns pra ele, sei que a maioria de vocês são semideusas ou lermaniac, HAPPY B-DAY PRO DIVO! 22 anos, uau! Hm, o que eu falo pra minha mãe pra convencê-la a comprar "A garota que eu quero" do Marcus Zusak? Eu preciso desse livro. O all star na capa é igual ao meu, precisoo. tá, parei. Não deixem de deixar reviews :333 kisses, kisses, adios, todo mundo já cansou de ouvir eu falar, né não? - ler, mas o.k - Beijos, beijos, parei, é que hoje eu acordei falante... mas o.k, parei, agora é sério