– Mãe e Scooter, me ouçam! Eu vou ir para o hospital ver a Alice, porque com certeza os pais dela não deve estar sabendo. Eu vou e ninguém vai tentar me impedir estão ouvindo? Eu estou indo ver a minha fã, quem eu me tornei amigo e eu não quero vocês fazendo queixas depois! Por favor. — Falei e eles assentiram com a cabeça.


Peguei minhas chaves que a algum tempo eu tinha deixado na sala e fui em direção ao meu carro. Saí do condominio acelerando o mais rápido que eu podia. Durante a "viagem" até ao hospital eu fiquei pensando como tudo isso pode ter acontecido, como ela teria se envolvido nesse acidente? Ela tinha saído lá de casa tão feliz e quando eu deixei ela na discoteca ela não aparentava está mal. Eu apenas estava com várias perguntas na minha cabeça, o que me fazia roer de curiosidade por dentro. Senti meu telefone vibrar e vi no visor que era a Selena e para não dar um de mal educado, atendi colocando a chamada no viva voz:
– Oi Selena!
– Oi Justin, tudo bem? — ela disse com uma voz irritante que só Deus para aguentar.
– Não, eu estou indo para o hospital agora visitar uma amiga que está lá! Ela está mal e precisará de mim. — falei com a intenção de que ela desligasse a chamada.
– Nossa, que mal. Me diz o hospital que ela está? Eu vou lá com você e te faço companhia!
– Não precisa se preocupar. Eu já estou aqui perto e não quero muito avorosso no hospital. E com os paparazzis lá podem pensar que nós voltamos entre outras coisas. Fica por aí e pode deixar que eu vou dando notícias.
– Ok! Beijos lindo.
– Já não via a hora de desligar esse bendito telefone.- sussurrei olhando para a tela do celular.
Fitei durante alguns segundos a tela, que mostrava uma chamada da Alice, provavelmente antes do acidente. Isso significa que ela me ligou e eu não vi e nem ouvi. Joguei o celular ali no banco e saí do carro. Na porta do hospital já tinha alguns paparazzis de plantão, mas eles não me estavam encomodando. Entrei hospital e segui até a recepção do mesmo. A recepcionista olhava para mim parecendo não acreditar que eu estava ali. Depois de perguntar sobre a paciente Alice várias vezes a senhorita me atendeu e me disse para qual quarto ela iria. Peguei o elevador (n/a: é, as pessoas fazem milagre, até o Justin pegar elevador ele foi pegar.. ppaskpaksokpa) e subi para o andar onde ela estaria e me sentei numa cadeira, de frente para o quarto. Fiquei algumas horas esperando ela ali, até que vi um casal, desesperado e chorando a procura de algo. Me levantei e caminhei até eles perguntando o que eles procuravam. Olhando para a senhora eu me lembrei vagamente da mãe da Alice, de quando nós estavámos no show. Ela estava sendo amparada pelo marido, que tentava se conter para não desabar ali, junto da mulher. A cada enfermeira que passava eu pedia informação, mas elas não podiam dar. Até que um doutor passou pelo corredor perguntando se nós estavámos com a Alice Bittencourt e nós assentimos. Ele puxou uma cadeira ali do lado e se sentou, nós explicando todos os processos que ela iria passar desde aquela hora até na hora que ela fosse para casa. Ele passou mais ou menos 30 minutos falando tudo. E por último ele disse o que eu queria ouvir a alguns minutos. Ele se levantou e apontou para uns enfermeiros que traviam uma marca. Ele bateu nas minhas costas e falou "Você tem sorte de ter uma namorada corajosa e com uma força de vontade enorme de continuar com a vida, porque se ela quisesse, ela poderia ter desistido lá dentro, na sala de cirurgia". Abaixei a cabeça e apenas sussurrei, dizendo "Ela não é minha namorada.. ainda". Alice foi para o quarto e logo depois dos enfermeiros sairem nós entramos. Eu dei prioridade a família dela, pois a mãe já não aguentava chorar mais. Era triste, ver ela ali, com todos aqueles tubos enfiados por todos os lados, mas eu tinha que ser forte, porque com certeza ela lutou pela vida dela e se ela lutou isso significa que a vida dela vale a pena! Os pais dela sairam, tinham ido tomar café e eu disse que ficaria ali, cuidando dela até eles voltarem. Me aproximei da cama e mexi em uma mexa de cabelo dela, que estava em sua bochecha. Saí dali e fui pegar uma cadeira e me sentei ao pé da cama dela. Fiquei olhando e falando com ela, quem sabe ela reagisse de alguma forma. Os pais dela voltaram depois de alguns longos minutos e eu fui embora.
1 mês depois


POV Alice


Senti uma claridade bater nos meus olhos e por fim, depois de lutar alguns dias eu consegui abri-los. Para a minha sorte tinha alguém ali comigo, que eu não sabia quem era. Ela sorriu para mim e fez um sinal de que era para eu esperar que ela iria fazer algo. Depois de alguns minutos ela voltou com um senhor, que vestia uma bata verde. Ele veio até mim e me tirou todos os tubos que eu tinha ligados em mim. Olhei para ele assustada e ele riu baixo, pegando uma caneta, uma folha e começando a falar:


– Então a senhorita acordou? Que boa notícia. — ele sorriu.
– Pois.. Agora eu posso saber o que eu estava fazendo com esses tubos ai?
– Bem, você não deve se lembrar mas eu explico. A 1 mês e poucos dias atrás você sofreu um gravissimo acidente de carro, no qual você teve graves ferimentos. A ambulância te trouxe para aqui, pois era o único hospital perto ou caso eles te levassem para outro, hoje você não estaria aqui. Você lutou durante todos esses dias pela sua vida, mas você não lutou sozinha. Todos os dias vinham pessoas aqui te visitar e te trazer flores e balões. Trouxeram também alguns cartazes como você pode ver pelo quarto. E uma pessoa em especial que nunca te abandonou e nunca deixou você dormir uma noite sozinha aqui. Ele! — Ele falou apontando para uma cadeira.


Olhei bem para a pessoa que estava deitada e arregalei os olhos no mesmo instante. O doutor riu de mim e foi até ao Justin, que estava ali deitado, sacudindo-o. Ele acordou todo atrapalhado e sonolento, mas assim que me viu sentada na cama ele levantou sorrindo de orelha a orelha e veio ao pé de mim.


– Ah não acredito que você acordou! — ele disse me enchendo de beijos na bochecha.
– É, pelo jeito eu estou viva! — falei dando enfâse no EU e fazendo uma cara triste.
– Heeey, que isso? Você está triste? Você tinha que estar feliz porque você está viva e vai poder viver mais uns bons anos como belieber, filha e adolescente e adulta.
– Mas quem eu queria que estivesse aqui agora não está. Quem eu queria que estivesse aqui está agora lá em cima... no céu. A minha Gabi se foi e eu nem pude me despedir dela! Vida injusta. — falei segurando as lágrimas.
– Eu não sabia.. Me desculpa! — ele abaixou a cabeça.
– Pronto, não quero falar nesse assunto. Me diz a quantos dias eu estou aqui nesse inferno de hospital? — falei tentando rir.
– 1 mês e alguns dias. — ele disse se sentando na cama.
– O QUE? COMO ME MANTERAM NESSA JAULA DURANTE TANTO TEMPO? SOS HEIN.. — eu gritei e comecei a rir. — E você? Vamos falar de você! Como está a sua vida?
– Melhor agora! — ele sorriu de uma maneira perfeita.
– Pará, essa não valeu! Vai.. E seu namoro com a Selena? Voltaram mesmo?- Não.. Ainda não tive tempo para falar com ela. Desde que você esta aqui eu mal fiquei em casa!
– Awwn que fofo você Justin Drew Bieber! — falei abertando a bochecha dele.



Justin passou a mão na minha e foi se inclinando para perto de mim, em forma de iniciar um beijo, quando derrepente a minha mãe entra no quarto.

Notas finais
Aiiiiiiiie , essa FIC tá ficando um lixo :/ ou não? apsapksoakspokapksokapsa' já tenho uma sendo preparada, vou ver se essa daqui vai ter segunda temporada ou como é que vai ser né? haha bem, espero que gosto e só posto a próxima se tiver reviews porque leitoras eu tenho muitas :) beijos na bunda até segunda -n ! ♥