Yin & Yang
38 Cap 38: Reencontro
NÃO ACREDITO QUE O PIKO-KUN NÃO ME CONTOU O RESTO DA HISTÓRIA!!!
Vou ligar para o celular da Pocema!
– Moshi moshi?
– Pocema? Aqui é a Rin! Tudo bom?
E expliquei tudo pra ela.
– Não vou contar...
– Por favor! Eu te conto como beijei o Len!
– Jura?- ela pensou- Ta bem...
Ela explicava e, as vezes, gaguejava.
– AAAAAHHHHHHH- tapei minha boca- Que kawaii!!!!!
– T-T-Ta bem! E-E-E-Eu vou desligar agora... Ah! Foi muito coragem sua fazer isso, Rin-chan! Parabéns! SAYO!- e desligou.
HA! CONSEGUI HIHIHIHIHIHIHI!
– Rin? Ta acordada?
– To mãe!
Tomei café e decidi caminhar um pouco na cidade. Pra despedir antes de viajar.
– Que neve linda...
– Oi, Rin!
Me virei.
– Gumi!- a abracei.
– Vamos dar um passeio?
– Hai!
E fomos. Conversando e o olhando aquela neve linda.
– Quem é aquela pessoa fazendo carinho nos gatos?- perguntou Gumi.
– Não sei. Tem muita fumaça. Mas me parece muito familiar!
E fomos até ela.
– PRIMA?!
– Oi, Rin! Oi, Gumi...
– Oi, Prima...
Olhei para elas e vi que elas tinham algo pra falar.
– Prima- eu disse- o que ta fazendo aqui?
– Vim aqui pra passar o natal, mas não sabia que ainda estariam aqui.
A Gumi não aguentou e falou:
– Gomenasai... EU FUI UMA RIDÍCULA!- saía umas lágrimas.- Fui uma orgulhosa!
– Eu sei. Eu presenciei uma parte de sua história.
– E-E-E-Eu contei tudo pra Rin.
E deram um abraço.
– WELL!- eu disse- Vamos dar um passeio?
E passeamos, conversamos e olhamos pra neve linda!
– Vocês três juntas?- perguntou.
– Merli?!- eu.
A Gumi chegou bem perto dela. Pois a treta seria forte, eu acho.
– Eu lembro o que você disse antes de ir embora.
– Que eu e você não prestássemos .
– Isso mesmo.- E era verdade. Eu não prestava! Mas agora eu mudei! E agora eu só digo... gomenasai!
De repente, a Merli a abraçou.
– Gomenasai também!
Depois fomos andando e conversando e vendo a neve cair.
– Meninas, eu tenho que ir! Vou viajar daqui a pouco, sayo!
– SAYO!- disse as três.
[...]
Já estou dentro do carro do meu pai para viajar.
A paisagem era linda! Imagina com toda esse neve!
Quando chegamos, ficamos num templo antigo que minha mãe alugou por uns dias.
– Já são 21:30...- disse meu pai.
– JÁ?!- eu.
– Vamos dormir! Amanhã veremos a cidade.- disse minha mãe.
– Oyasumi!
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