Yes, My Lady.

21 Capítulo XXI - Pra quê enrolar tanto?


Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH CARAMBOLAS! UHUL! YAAAY! MAIS UMA RECOMENDAÇÃO, UOOOOOOU! Muito obrigada LadyThalita, fiquei tipo, muuuito feliz. Pirei aqui, de verdade C: Mesmo com a minha demora... Meus leitores são sempre de mais *UUU* ~le enfia a cara em um buraco~ Sim, eu sou irresponsável e sim, eu já falei isso antes. Eu estou com tanta vergonha que acho que minhas desculpas não vão resolver porcaria nenhuma :C MAAAS os motivos são motivos nobres. Primeiro: Domingo passado minha irmãzinha nasceu (E agora eu sou a filha do meio, o quê é uma bosta) e ai eu fiquei o domingo todo no hospital com a minha mãe. E cara, que emocionante :') Segundo: Eu tenho uma net horrível, ai eu não consegui programar e domingo estava sem net. Isso me deixa muito P com a vida AHEUHAUHEUHA E também, na parte que eu parei tava difícil para cacete continuar, eu reescrevi o capítulo umas mil vezes, sem brincadeira. MAAAS² para compensar isso eu escrevi não só um, mas 2 Capítulos HEHEHE Sim, super promoção no capítulo de hoje. Veja um, leia dois. Eles vão estar separados com uma série de pontinhos, vai dar para saber C: (Provavelmente esse capítulo será postado 13h e pouco porque já vou previnir né, antes que a net caia) And, por último, se deliciem com as potarias HEHEHE (sim, LadyThalita você estava certa D:)

– Os pais sempre sabem da vida dos filhos. Pense... Aquela foto que encontrou no porão, ainda se lembra? A senhorita tem cabelos longos, de um azul acinzentado. Olhos azuis, profundos como o oceano. Pele pálida... Não lhe lembra alguém?

– O Co-conde da foto?

– Isso mesmo. Você não é tão ingênua quanto parece... Deve ter puxado isso de mim.

E então foi como se o homem tivesse evaporado, deixando Louise plantada ali. Louise deu alguns passos para a frente, balançando as mãos rapidamente.

– Não... Não! – a mesma murmurou – Para onde você foi Conde...?

A dama então virou o seu corpo abruptadamente, porém, mesmo sem dar nem dois passos direito, sentia-se perdida. A realidade veio como um balde de água fria, a fazendo acordar. Sim, a verdade é que ela estava cega e não poderia mudar aquilo tão cedo. Só de pensar no assunto, um frio percorreu sua espinha. A jovem Phantomhive estava com medo, e ainda por cima estava sozinha.

Alguém corria na direção da dama, esbarrando levemente em seu frágil corpo.

– Ei você, não poderia ao menos desviar? Eu estou com pressa e ainda fica alguém ai, olhando pro nada. – uma voz grossa falou, logo distanciando os passos apressados.

Louise pulou para trás, assustada. Eu não pude te ver...

Mais passos vinham em sua direção, próximos da mesma. Louise não conseguia distinguir quantas pessoas eram. Nem ao menos pôde ver em que direção o tal Conde Phantomhive havia ido. À medida que vozes se aproximavam, a dama se afastava dando alguns passos para trás, mas muitas vezes esbarrava em alguém. Muitas dessas pessoas a xingavam, mandando-a prestar atenção por onde andava, ou até a mandava comprar um par de óculos. Se ao menos fosse possível... É como andar em uma corda bamba de olhos vendados, é terrível... Por favor, alguém acabe com isso...

– Se-Sebastian... Por favor... – sussurrou a dama, caindo de joelhos no chão e colocando as mãos no rosto.

Como se o demônio a ouvisse, apareceu no local em menos de minutos. Sebastian correu até Louise, se ajoelhando e ficando da mesma altura da menor. O mordomo ao vê-la naquele estado, não pensou duas vezes, a acolheu em seus braços e a pôs em seu colo, aninhando a pequena. Louise tremia, algo que não era frio. Talvez medo, raiva, ansiedade... Um misto das piores emoções.

– Sebastian... – a dama falou, com a cabeça baixa – E-eu estou com medo...

– Ei Louise, não precisa ter medo, eu estou aqui. – Sebastian tentava acalmá-la acariciando de leve o topo de sua cabeça – Calma...

Alguns segundos depois, Sebastian continuou:

– A senhorita voltará a enxergar logo. – o mordomo fez uma pausa como quem escolhe as palavras certas para usar. O mesmo beijou o topo da cabeça de Louise – Vê-la assim é algo que não me agrada. Vê-la sofrer não me agrada, e vejo que está sofrendo agora. Não pude parar de pensar que de certa forma é culpa minha. E de algum jeito preciso redimir esse erro, o mais rápido possível. Até lá apenas confie em mim, deixe-me ser a sua visão, a partir de agora.

Passaram-se alguns minutos de extremo silêncio entre Sebastian e Louise. Algumas pessoas passavam por perto e não podiam deixar de lado os seus olhares curiosos, portanto nada disso importava. No momento nenhum dos dois ligava para quem estava ao redor, o demônio apenas queria reconfortar a dama, acalmá-la.

Logo o maior havia conseguido o quê queria. Louise havia pegado no sono depois de um tempo. A caminhada até a pousada em que antes estavam não foi muito demorada, mesmo que Sebastian continuasse com seus passos demorados, a pousada não era tão longe.

O demônio analisava a pequena em seus braços, a mesma parecia tão frágil... Ela sempre fora frágil, porém agora parecia demonstrar. A sua aura transbordava em insegurança, inclusive um pouco de medo. Aquilo deixaria qualquer demônio louco, nada mais delicioso que o gostinho do medo.

Preciso me conter... Ainda sou um demônio como qualquer outro.

...

Louise dormia pesadamente, enquanto Sebastian estava sentado ao pé de sua cama, examinando o seu pulso. A ferida era profunda, porém se cicatrizava mais rápido que o normal. O quê era para levar semanas ou até meses se cicatrizava em horas. O mordomo temia que a ferida cicatrizasse e o pior acontecesse. Precisava fazer algo logo.

...

A dama levantou-se da cama em um súbito impulso. Os lábios entreabertos buscavam um pouco de ar desesperadamente enquanto algumas gotículas de suor escorriam por seu rosto. A mesma sentia que algo pressionava o seu pescoço aos poucos, fazendo com que a passagem de ar fosse cada vez mais difícil.

Louise tentou respirar devagar, porém era quase impossível. Sentou-se na cama e colocou as mãos no pescoço, buscando o ar que tanto lhe faltava.

– A senhorita está bem? – perguntou Sebastian, se sentando mais perto da dama.

– Eu não consigo respirar... – a dama falou, sua respiração falhava algumas vezes – Cé-céus! – Louise gemeu, ao pensar – A ferida... Está cicatrizando!

Sebastian ficou inquieto, sem saber direito o que deveria fazer. Ou o demônio sabia? Só não tinha certeza se deveria fazê-lo. Vendo que não tinha mais o direito de pensar, já que era a alma de Louise que estava em jogo, Sebastian tirou do bolso de seu casaco uma espécie de canivete. Poderia ser um comum, porém o brilho azulado que seu metal exalava deixava qualquer um perceber que não se tratava de um simples canivete.

– Perdão, my Lady... – sussurrou Sebastian no ouvido da dama, já com a lâmina do canivete em mãos.

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– Perdão, my Lady... – sussurrou Sebastian no ouvido da dama, já com a lâmina do canivete em mãos.

Sem esperar a resposta de Louise, o mordomo não hesitou em cortar o pulso da menor, exatamente no mesmo lugar em que Claude a havia ferido.

Em uma velocidade extraordinária, o quê não era novidade para o demônio, Sebastian pôs as mãos sobre a boca de Louise, já prevendo que a mesma gritaria. O alto grito de dor foi abafado pelo tecido de suas luvas. Louise contorceu-se na grande cama de casal, a sensação era ainda pior. Algo inexplicável pressionava toda a extensão de seu corpo, além de sentir que logo seria um monte de cinzas, já que parecia estar em chamas.

A pressão que sentia, a impossibilitava de respirar. A dama fechou os olhos com força, pela primeira vez desejando a morte. Qualquer coisa era melhor que aquilo, até simplesmente a própria morte.

...

– Então... – falou Louise, sentada na banheira, enquanto seu mordomo jogava água em seus ombros, tirando o excesso de espuma – Ciel Phantomhive é o meu pai. Se for verdade precis...

Sebastian distribuiu alguns beijos no canto da boca da dama, massageando seus ombros de leve.

– Eu não consigo me concentrar... – Louise falou baixinho, começando a ceder aos toques do mordomo.

– Quem precisa de concentração agora? – perguntou o maior, aprofundando ainda mais o contado.

Louise deixou-se levar, e quando voltou a si, percebeu que já tirava com dificuldade as vestes do mordomo. O tato da mesma, junto com a sua audição, estavam particularmente melhores, já que não podia enxergar, então apenas se concentrava nos dois sentidos. Ao retirar o smoking de Sebastian, a dama finalmente percebeu o quanto aquilo era grande!

Talvez grande fosse pouco, era gigante.

Louise percebera o quanto o casaco do maior era grande, poderia até servir como um vestido... A mesma deixou de pensar em qualquer outra coisa quando a língua do maior invadiu a sua boca em um beijo quase que desesperado. A menor explorava cada canto da boca do mordomo, como se fosse a primeira vez. Apreciando o seu gosto aos poucos. A banheira não era uma das maiores, mas era grande o suficiente para que coubessem os dois ali. Louise colocou uma das mãos na nuca do mordomo, o puxando para dentro da banheira.

O espaço em que se encontravam não era muito grande, isso fez com que seus corpos ficassem o mais próximo possível. A dama passou as mãos pelas costas molhadas do mordomo, sentindo os músculos do maior um pouco tensos. Das costas, suas mãos voltaram-se para a barriga (tanquinho :3) do mesmo. Todos os músculos da região eram bem definidos.

Em um gesto inesperado, Sebastian segurou as mãos de Louise. Agora era a sua vez de explorar as curvas da menor. O mordomo sorriu maliciosamente e então mordeu o lábio inferior da dama, enquanto as suas mãos vagavam pelas costas da menor, contornando sua cintura e indo até os seios da mesma.

No mesmo instante, Louise gemeu baixinho. A dama olhou-o nos olhos, porém sua visão já ficava turva devido ao prazer, Sebastian havia conseguido encontrar seu ponto fraco. O demônio olhou para a pequena, sorrindo ao ver a expressão da menor. A mesma estava corada, seus olhos estavam completamente fechados e seus lábios entreabertos soltavam alguns poucos gemidos.

O demônio beijou o pescoço da dama, deixando algumas marcas* na região. Como se a marca do contrato não fosse o suficiente para demonstrar que ela o pertencia. O mesmo a puxou para mais perto, impedindo que qualquer gota de água pudesse ficar entre os dois. Louise mordeu levemente a orelha do mordomo, pedindo – mentalmente – que o mesmo parasse de torturá-la.

Pra quê enrolar tanto? Pensou o demônio consigo mesmo.

Notas finais
* mais conhecidas como chupões HEHEHE Caramba LadyThalita, até nessa parte dos chupões você "preveu" D: Eu heim AHEUAHUEHAUHEUHAUHEUHA GEMT, eu estou tão P, mas tão P. Alguém ai joga Amor Doce? Já é o terceiro dia que eu vejo aqueles demônios (mais conhecidos como coelhinhos da páscoa) e não consigo porcaria nenhuma! Além de, ter -12 de afinidade com o Lysandre graças aquele desgramento do Dake. Mas bem... Espero que tenham gostado do capítulo e nos vemos nos comentários C: (P.S: Vocês teriam coragem de mandar uma carta pro garoto que vocês gostam se confessando, junto com um poema? Poisé... Acho que fiz a pior cagada da minha vida)