Yes, My Lady.

4 Capítulo IV - Fotos


Notas iniciais
Cá estou eu com mais um capítulo de... ~le musiquinha~ Yes, my Lady! YAAAAAAAAAY!
AVISO: Bom, se você que está lendo não gosta de xingamentos com palavras feias recomendo vc não ler o começo do capítulo, já que aquela quenga da Mary ficou loucona e quase matou a Louise e como a história girava em torno da Louise e ela desmaiou, o que aconteceu foi: O começo do capitulo está sendo como se a história girasse em torno do Sebby e, como ele é um demonio, não podemos esperar coisa bonitinhas e unicornios, né não? aheuaheuaheuaheuaheua'
Se divirtam :D

— Finalmente vou me vingar dessa pirralha! – Mary falou, olhando para Louise que estava inconsciente abaixo de seus pés. Ela se abaixou e pegou a mesma no colo, com o objetivo de tentar escondê-la em algum lugar da casa – Que peso! Você também fica ai comendo que nem uma porca! – Mary aproveitava para xingar Louise de qualquer jeito, mesmo sabendo que a pequena era magra demais para sua idade. – O ruim de matar você é que eu só posso fazer isso uma vez. – ela riu com uma risada maligna, se divertindo com tudo aquilo.

O quê ela ainda não tinha percebido era que, Sebastian estava escondido no canto mais escuro do cômodo, só esperando que a mesma fosse rumo às escadas. Enquanto ela ria e subia as escadas com Louise em seus braços, um vulto preto a empurrou, com uma velocidade inacreditável. Ela rolou escada abaixo e por um segundo viu Louise no ar e, como em um filme de câmera lenta, percebeu novamente aquele vulto, mas dessa vez perto da herdeira dos Phantomhive. Logo o vulto se equilibrou nos corrimãos da escada e correu até um sofá próximo, colocando Louise lá. Antes de Mary conseguir processar tudo, mais uma vez aquele borrão negro chegou perto dela e a puxou pelo colarinho. O vulto se desfez e ela logo percebeu quem era.

— Sua vadia! O quê você pensa que fez? – Sebastian perguntou com uma voz ameaçadora.

— Me coloca no chão! – Mary gritou, enquanto balançava as pernas no ar, mas isso só fez com que o mordomo a erguesse mais – Me larga seu mordomo de merda! – ele riu.

— Nosso trato era que você trabalharia nessa casa, mas não poderia encostar em nenhum fio de cabelo da Louise. – ele fez uma pausa – E aposto que lembra o quê aconteceria com você caso quebrasse nosso trato, não lembra?! – ele gritou a última parte, Mary resistiu um pouco.

— Eu não quebrei o trato... – ela falou com dificuldade, Sebastian a estava enforcando – Não tem ninguém nessa casa não porra?!

— Você não os fez dormir com aqueles seus remédios? Deveria ter pensado melhor. Afinal, o quê você fez com a preciosa Louise? A drogou? Não... – ele virou para o lado – Aposto que achou que conseguia matá-la com algum alimento que continha cogumelos... Ideias imbecis as suas.

— Seu merda! Me larga AGORA! – ela gritou e Sebastian a colocou no chão por um segundo, mas logo a ergueu de novo. – E eu não quebrei o trato pois não encostei nela. Ela comeu a sopa por conta própria. E eu não sou você, fiz uma sopa de cogumelos e coloquei veneno para garantir. – ele riu com as declarações da empregada – Seu imbecil!

— Bom saber... – ele a levantou um pouco mais e começou a gritar – Se não eu te mataria, agora mesmo, sem dó! Mas acho que você deve se humilhar mais um pouco, digo, acho que deve ser humilhada um pouco mais pela Louise, você não merece a morte, o sofrimento seria mais adequado. Mas enquanto não posso torturá-la, a humilhação é um bom começo.

Sebastian caminhou até a biblioteca segurando Mary pelo colarinho e de lá, abriu uma passagem no chão, logo a jogou com toda a força pelo esconderijo. Bem lá no fundo, ele percebeu que ela que antes o encarava agora tinha começado a gritar por ajuda, mesmo com um pouco de sangue escorrendo pelo canto da boca.

— Gritar não vai resolver nada. Espero que goste de sua estadia por ai. – Sebastian falou e logo bateu a porta, trancando o cadeado com uma chave dourada que sempre carregava dentro de um bolso de seu fraque.

...

Já tinham dado 2:00 da manhã. Sebastian estava esperando para que desse esse horário para poder ir para a funerária, lá tinha alguém que poderia o ajudar e ele só poderia ir esse horário pois as ruas não estariam mais tão movimentadas. O mordomo pegou Louise no colo. Seu corpo era tão leve e tão frágil... O mordomo sentiu pela primeira vez que se a apertasse mais um pouco a machucaria; e vê-la tão pálida daquele jeito... Ele precisava fazer alguma coisa logo.

— Seebastian! Hahahaha. – Undertaker ria – O quê o traz aqui á essa hora?

— Eu preciso de sua ajuda. – Sebastian falou.

— Eu posso te ajudar, mas antes você precisa me fazer rir.

Um tempo depois...

— HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! – Undertaker se sentou em uma poltrona, recuperando o fôlego – Tudo bem, o quê... Hahahahahaha. Me desculpe. Onde eu estava mesmo? Ah sim, o quê quer que eu faça? – Sebastian apontou para Louise, que estava sentada em uma cadeira, do jeito que o mesmo a havia colocado. Undertaker caminhou até a cadeira e checou os batimentos de Louise – Hm... Espera, ela não tem pulso. – ele deu uma risada baixinha – Já sei, esse aqui é um dos melhores que temos! – Undertaker apontou para um caixão à direita do mordomo.

— Não é esse tipo de ajuda que eu preciso. – Sebastian falou encarando fixamente os olhos cor de esmeralda de Undertaker.

— Oh! – Undertaker entendeu o que Sebastian queria – Mas isso que você quer só vai dar para fazer usando as Artes do Mal.

— Exatamente, por isso mesmo que vim te procurar! Não há ninguém melhor que você nesse assunto.

— Não acredito que você, Michaelis, um demônio tão poderoso não tem os domínios das Artes do Mal... – ele falou sorrindo ironicamente.

— Undertaker, você já vai, ou melhor, já foi... Resumindo, de qualquer jeito você vai voltar para o inferno, ao menos faça o trabalho completo.

— Hm... Só porque você me fez rir. Venha buscá-la amanhã, às oito.

Sebastian caminhou na direção de Louise e pegou uma mecha de seu cabelo, colocando-a atrás de sua orelha, dando uma última olhada na pequena.

— Vê se não faz besteira, estou confiando em você.

...

Antes de abrir os olhos, Louise sentia uma forte dor de cabeça e então tentou se virar, mas logo percebeu que não estava em seu quarto. Sentiu um grande cheiro de mofo e então resolveu abrir os olhos, logo se assustou ao perceber que estava deitada em um... caixão?!

Será que eu morri? Será que agora eu vou para o inferno por ter feito um contrato com um demônio? Mas cadê aquela maldita luz que todos dizem que veem antes de morrer?!

A pequena ficou pensando por um tempo, até resolver se levantar. Conseguiu ficar de pé, mas estava assustada ao olhar em volta. Nunca tinha visto aquele lugar e o mesmo estava cheio de caixões. Ela se locomoveu um pouco, então percebeu uma figura de longos cabelos grisalhos pulando para fora de um caixão. Louise deu um pulo.

- Senhorita Phantomhive, — a figura se virou e estendeu a mão – me chamo Undertaker, é um prazer conhecê-la e salvar a sua vida.

- Como disse? – ela perguntou sem entender, ignorando a mão estendida. O homem que se dizia ser o Undertaker usava roupas pretas, junto com um grande chapéu preto. Ele havia uma cicatriz perto dos olhos, mas os mesmos estavam cobertos com uma longa franja. Suas unhas eram grandes e pretas também.

- Hm... Seu mordomo a trouxe aqui. – ele riu sem motivo.

Alguém entrou no cômodo, com passos firmes e pesados. Logo Louise soube quem era, a mesma já conhecia muito bem aquela silhueta. Sebastian usava um longo sobretudo preto e ao invés de suas clássicas luvas impecavelmente brancas, agora usava duas luvas de couro pretas. Ele soltou um longo e demorado suspiro.

- Vejo que fez bem o seu trabalho, Undertaker. – falou enfim – Oh, madame, vejo que a senhorita está confusa. Irei levá-la para casa agora... A senhorita está com frio? – a dama concordou com a cabeça. Sebastian tirou seu sobretudo e colocou o mesmo na Louise. A menor se sentiu aquecida na mesma hora. O sobretudo estava quente e tinha um cheiro bem diferente... Mas era muito bom. Não tinha cheiro de perfume ou algo assim. Louise inspirou todo aquele cheiro, satisfeita. – A carruagem já está a esperando.

Louise caminhou lentamente até a porta, enquanto seu mordomo andava a poucos centímetros atrás da menor, com a mesma velocidade. A viagem foi silenciosa e Louise estava um pouco cansada. Como que ela tinha ido parar em uma funerária? A dama tentava se lembrar de alguma coisa, mas a última coisa de que conseguia se lembrar era de fazer o contrato com o demônio. Algumas imagens rodavam sua cabeça, como por exemplo, ela sabia que tinha que ver alguma coisa no porão e se lembrava de que quase tinha morrido, mas não lembrava como e não conseguia distinguir mais se era verdade ou coisas de sua cabeça. Ao chegar na mansão, a menor não esperou mais, quando a porta atrás de si foi fechada, ela se voltou para o seu mordomo e perguntou:

- Sebastian... – ela estava com os olhos baixos – O que foi que realmente aconteceu ontem? Eu estou confusa... Por que não consigo me lembrar?

- A senhorita só precisa de um tempo para pensar. – ele se aproximou e com a ponta dos dedos levantou o queixo de Louise, fazendo-a olhar para ele, que estavam bem próximos – Quer alguma coisa em especial? – o mordomo sorriu maliciosamente.

- O-oque? Não, nada. Eu estou bem assim. – Louise virou-se bruscamente de costas para o mordomo, vermelha como um tomate – Só quero que ninguém me atrapalhe.

Sebastian deveria ter entendido aquela ordem como se fosse para que ele a deixasse sozinha, pois logo Louise ter dado a ordem, o mesmo fez uma leve referencia e se retirou do cômodo. A dama não esperou sequer um segundo, correu até o porão. Ao abrir a porta se assustou com o alto rugido que a mesma fez, mas correu escada abaixo. Estava tudo tão escuro e a poeira a fez espirrar. Seus olhos já tinham se acostumado com a escuridão então ela começou a procurar por alguma coisa, mas não sabia ao certo. Não tinha nada em mente e não fazia a mínima ideia do que procurar. Isso a deixou frustrada.

Depois de tanto procurar alguma coisa diferente, acabou se cansando, ela nunca percebera, mas aquele porão era gigante! Quase se cansando, esbarrou em algo e viu duas fotos em preto e branco caindo. Relutante, Louise as pegou e as observou bem. As fotos foram tiradas no mesmo ano, ou seja, as duas tinham sido tiradas faziam 24 anos.

- Sebastian! – Louise foi para a sala e chamou por seu mordomo, que chegou em segundos – Eu preciso que você entre em contato com os meus pais, preciso que eles venham aqui, urgente.

- Algum problema madame? – Sebastian perguntou, parecendo preocupado.

- Mais ou menos. – ela fez uma pausa – Falando em problemas, onde está aquela... – ela mordeu o lábio inferior para não xingar a cozinheira – a Mary?

- Vejo que se lembrou. – ele não esperava aquela pergunta tão cedo – Ela não trará mais problemas, já dei um jeito.

- Ela ainda é a cozinheira dessa mansão?

- Sim. – Louise bufou.

- Está esperando o que? Preciso falar com os meus pais ainda hoje. – Sebastian não entendia o comportamento da menor, mas mesmo assim o obedeceu.

Fiz um contrato com meu mordomo, um demônio. Procurei por alguma coisa no porão, e encontrei duas fotos antigas. Mary tentou me matar, usando minha alergia como “arma”. O recado escrito de sangue... Será que era verdade? Tudo que eu vivo... É mesmo uma mentira? Não... Não pode ser, mas depois de ver essas fotos eu duvido um pouco. Louise pensava consigo mesma. Ela não conseguia acreditar. Tudo que ela queria era matar todos aqueles que a fizeram mal no passado, mas agora parecia que ia além disso... Por trás dessa vingança, tinha muito mais coisas que Louise teria que descobrir, mesmo se aquilo fosse machucá-la profundamente. Demorasse o tempo que for, ela resolveria o enigma. Com a ajuda de um demônio ela poderia ter vantagem.

Depois de um longo tempo, Louise já tinha jantado e estava com bastante sono. A mesma estava quase indo para o seu quarto, até que Sebastian anunciou que seus pais estavam quase chegando.

- Filha! – sua mãe correu na direção de Louise, a abraçando – Ficamos preocupados, o que quer nos falar de tão importante? – Louise a olhou, estava usando um longo vestido preto e seu cabelo violeta um pouco avermelhado escuro estava solto. Seus grandes óculos redondos refletiam a luz, dificultando Louise de ver seus olhos castanhos. Logo Louise olhou para o seu pai, que ainda estava do lado de fora. Ele estava com a pele levemente bronzeada e seus cabelos loiros estavam desgrenhados, como de costume. O mesmo caminhou até Louise e esperou que sua mãe saísse de perto para que ele pudesse a cumprimentar também. De longe, a pequena Phantomhive sentia o cheiro insuportável de fumaça e quando foi olhar bem, percebeu que seu pai estava com um cigarro pendendo em sua boca.

- Deve ser muito urgente, Louise, você está passando mal? – ele perguntou com aquele sotaque americano, também preocupado.

- Não, não é nada disso... Vocês não querem se sentar? – ela gesticulou para uma mesa e os três se sentaram lá – Hm... Sebastian, você pode trazer um chá?

- Yes, my Lady. – ele falou, fazendo uma reverência e indo em direção a cozinha. Todos ficaram em silêncio até o mordomo voltar e servir o chá. Todos estavam estranhando o comportamento de Louise, que estava agindo de modo suspeito.

- Já que estão todos aqui... – ela falou tirando as duas fotos do bolso – Eu queria que me explicassem essas fotos. Pai? Mãe? Ou devo chamar-lhes pelo nome, Baldroy e Meirin?

Os dois ficaram tensos quando viram as fotos.

Na primeira foto, um garoto com o cabelo azul-acinzentado escuro estava adormecido em um escritório, um escritório muito parecido com o da mansão Phantomhive. O garoto aparentava ter 12 ou 13 anos e usava um tapa olho preto. Mas não era isso que chamava a atenção de Louise na foto, o que realmente chamava a atenção da mesma era o fato de o seu mordomo, Sebastian Michaelis estar do lado do garoto.

Na segunda foto, tinham quatro empregados. Um deles era muito parecido com o pai de Louise, Baldroy, os mesmos cabelos desgrenhados, cigarro, um avental branco e um óculos de aviação pendurado em seu pescoço. Do lado de Baldroy estava uma mulher também muito parecida com sua mãe, Meirin, usava os mesmos óculos, o cabelo preso e uma roupa de empregada. Do lado de Meirin, um garotinho baixo, com a franja do cabelo presa com cinco grampos, usava um chapéu de palha nas costas e uma luva de jardinagem. Por fim, do lado do que aparentava ser mais novo, estava um homem mais velho que todos, com cabelos grisalhos. No verso da foto estava escrito:

“Os empregados da mansão Phantomhive, 1889

Baldroy/Bard – Maylene/Meirin – Finnian/Finny – Tanaka”

Notas finais
:OOOOOOOO O QUE É ISSO MDS? PAI E MÃE = BALDROY E MEIRIN? Q Q EH IÇO JEMT? AQUELA QUENGA, VACA DA MARY RECEBEU O QUE MERECE!
Bom, voltando aheuaheuaheuaheua' Sim, eu sei que esse capítulo está muito shit, sério, eu msm não gostei muito, me desculpem por esse capítulo ):
Podem jogar macumba, me xingarem, jogarem tomate... É, eu sei que o capítulo ta ruim, mas né, dei meu melhor aheuaheuaheuaheua' AAAh, obrigada por lerem até aqui! Cada vez fico mais feliz com os comentários e com vcs que favoritam :D