Notas iniciais
Hey! Viu, Little Bears, eu não demorei tanto, sim? ;) Porém, não tenho uma das melhores notícias, dia 18, de manhã, vou levar minha prima ao aeroporto - depressão mode on :( -, e no mesmo dia eu vou dormir na casa da minha amiga, e no dia seguinte, vou para Búzios com ela - eu sou do Rio, sabiam? :) -, e irei ficar 1 semana sem postar, eu vou ver se consigo internet, aí provavelmente vou entrar no twitter ou no tumblr. - pelo celular, óbvio. É isso, então vou demorar um pouco para postar. Por exemplo, dia 4, começam minhas aulas, e vou tentar postar. Além, de que MEU ANIVERSÁRIO ESTÁ CHEGANDO :D Vou tentar postar antes do dia 4 :) Ah, e viram que eu respondi os últimos reviews né? :D Boa leitura!

Nathalie.

– Ei, meninas, entrem! — Kendall abriu a porta com um grande sorriso e deu espaço para a gente entrar. Como esperado, Marie foi na frente e deu um selinho no namorado.

O apartamento, realmente me surpreendeu. Estava reformado, e não sei, com um estilo divertido, só que mais maduro? Bem, senhora Knight e Katie voltaram para Minnesota, já que todo o Big Time Rush, já poderiam morar legalmente sozinhos.

Eu ainda duvido que eles vão continuar morar juntos, logo cada um, vai estar morando com sua respectiva namorada.

– Hm, reformaram o apartamento? — perguntei.

– É! — Carlos me abraçou por trás e me deu um beijo na bochecha — Achamos que estava muito adolescente, e...

– Mas vocês são adolescentes. — Gabbe arqueou uma sobrancelha.

– Não estraga Gabbe! — riu Carlos e mostrou a língua — Continuando, e achamos legal, amadurecer e deixar no estilo Big Time Rush.

– Eu curti. — aprovou Stephannie — Não me assustou nada, vocês continuarem com o tobogã.

– Bem, é o Carlos! — Kendall insinuou.

– Ok, onde estão os outros meninos? — perguntei, finalmente, notando a ausência deles.

– Foram pegar as pizzas que pedimos. — deu ombros.

– Tá, Carlos, posso falar com você um minutinho? — perguntei para Carlos e Gabbe arqueou uma sobrancelha.

– Claro, se... — Carlos ia terminar a frase, até que os meninos chegaram com as pizzas.

– Finalmente! — Stephannie foi em direção a James, e o beijou quando ele colocou as pizzas na mesa — Eu ia ficar de vela.

– Nós íamos ficar de vela! — Gabbe a alertou, e Stephannie deu ombros, e beijou James de novo.

– Não vão mais! — Logan a abraçou. Pelo o que eu me lembro, Gabbe não gosta de ficar o beijando, ela quer se sentir ainda a melhor amiga dele.

– Ok, Carlos, podemos conversar agora? — perguntei novamente para Carlos.

– Eu tenho uma coisa para contar para você, Kendall.

– E eu para você, Logan.

– Oras, falem!

– O que houve?

– Droga, conta logo!

De repente todos estavam falando ao mesmo tempo.

– CHEGA! — berrei — Gente, eu fui aceita em Harvard! — suspirei.

– Mas isso é uma ótima notícia! — Carlos sorriu e me abraçou.

– Eu... — Gabbe respirou fundo — fui aceite em Oxford.

– Espera. Era isso que você queria me contar ontem? — Logan perguntou.

– Eu vou ir para Nova York! — Marie disse — Eu vou tentar dar uma chance a minha mãe, conhecer ela de novo, e oras, ela é minha mãe.

– Você vai embora? — insinuou Kendall.

– Ok! Um de cada vez, são muitas notícias! — Stephannie bufou — E James eu quero falar com você. Só que a sós. — ela o puxou para o corredor.

Todos ficaram se encarando.

– Logan... eu... — ela gaguejou, e o encarou. — Mas que droga de vida... — ela saiu para fora do apartamento.

– Gabbe! — ele foi atrás dela.

– Tudo bem — suspirou Marie -, se todo mundo vai conversar a sós, então... — ela puxou Kendall para algum cômodo.

E estava eu e Carlos.

– Bem... — eu ia falar, até que Carlos me abraçou.

– Por favor, não faça nada... — ele me deu um beijo na bochecha e acariciou meus cabelos — Harvard é aqui no EUA. Posso te encontrar. Mas não vou deixar você desistir disso e de nós. Relacionamentos a distância podem dar certo. — ele se afastou e deu um sorriso.

– Mas, Carlos... você vai estar em tour, vou te encontrar muito tempo depois, e provavelmente você vai voltar nas provas, e...

– Ei, isso vamos ver depois. Nós vamos continuar juntos, sim? — ele segurou minha mão — Não importa! Ninguém vai me separar de você. — sorriu, e o abracei forte.

– Tenho tanta sorte de ter você... — suspirei.

– Eu que digo isso a você. — acariciou meus cabelos — Parabéns... — sussurrou.

– Boa sorte. — sussurrei de volta.

Stephannie.

– O que houve? — ele perguntou, assustado.

– Eu preciso que você me explique uma coisa e nós vamos bater um papo sobre isso. — suspirei.

– Ok, fala.

– Eu estou cansada do seu ciúme. Você tem que explicar sobre isso. — reclamei — Porque eu tenho minha vida, e não é sua.

– Era isso que você queria falar comigo? — ele riu e revirei os olhos — Você sabe que eu te...

– Te...? — estimulei.

– Te adoro — fez uma evasiva -, porém eu tenho meus motivos.

– Então explique! — obriguei e ele suspirou.

– Podemos dizer, que eu não gosto dos garotos te olhando, às vezes acho que você pode me trocar. Tem garotos melhores do que eu para você, e acho que não sou o melhor. E não é ciúme, é só preocupação. Gosto muito de você, para te perder. — explicou e sorri.

– Awn — cheguei perto dele -, isso é fofo, mas do mesmo jeito é ciúme. — ri — James, eu não vou te trocar, já deixei claro. Sempre gostei de você, não precisa se preocupar. Mas a vida é minha.

– Eu sei... só que... ah deixa. — riu nervosamente.

– Você está muito fofo comigo agora. — ri, e dei um selinho — Não se preocupa!

– Tudo bem — sorriu fraco e retribuí.

Marie.

– Tudo bem, mas antes você não tinha dito que não gostava de sua mãe? — perguntou Kendall, nervoso.

– Sim, mas acho bom dar uma chance para ela... — suspirei — ela é minha mãe.

– E eu seu namorado. — bagunçou os seus cabelos, sorri com o "namorado" — Marie, não acha que possa ser uma armadilha?

– Como assim?

– Seu padastro, armando uma...

– O que? — perguntei incrédula — Minha mãe não cairia em uma dele! Eu a conheço!

– Conhece? Você não a vê a tempos! — retrucou — Você se lembra do rosto dela?

– Kendall — me levantei -, eu tenho que dar uma chance. E se não for uma armadilha? Eu tenho que tentar. E eu estou sentindo falta dela, o carinho materno de alguém... — acariciei seus cabelos — Por favor... não vai acontecer nada, e qualquer coisa irei falar com você. Nada vai acabar com a gente, ok? — o abracei.

– Desculpa... — se aconchegou em meus braços — por isso. Eu só me assustei com isso.

– Não precisa se assustar, ok? E nem se desculpar! — o abracei mais forte. — Você é tão fofo, ai Deus! — me separei dele e apertei suas bochechas.

Gabbe.

Eu estava lá. Sozinha. No carro de Nathalie. Chorando como um bebê.

Seria infantil se eu falasse que queria minha mãe? Minha vó? E Maddy?

Isso me lembra da minha tia... Minha tia. "Ótimo, agora você está chorando mais.", pensei. Eu sou tão idiota. Me odeio tanto. Sempre acontece isso comigo.

Me lembra quando eu era pequena.

Flashback ON

– Mamãe! Quando eles vão chegar? — puxei o vestido da minha mãe, ela riu e se agachou.

– Logo, logo, filhota. — ela sorriu — Nunca te vi tão animada em uma festa!

– Claro, mamãe. Porque meus convidados especiais vão vir nessa festa! — sorri, e ela riu.

– Minha borboleta!

– Tia! — fui abraçar minha tia.

– Meu amorzinho — se afastou e acariciou meus cabelos -, tudo bem com você?

– Bem e com a senhorita? — ri, e ela riu junto.

– Estou bem também. — sorriu, ela se levantou e me levou até o sofá. Se sentou e me pegou no colo. — Nossa você tá mais pesada ou eu estou mais fraca? — riu.

– Eu cresci bastante. — sorri — Eu acho que já estou bem crescida para seu colo! — ri e ela acompanhou. Saí do seu colo e me sentei ao seu lado — Ei, tia, sabia que meus amigos vão vir aqui hoje?

– Que legal, querida! Fico feliz por estar fazendo amizades! — sorriu orgulhosa — E quem são as sortudas?

– Quer dizer, sortudos. — a corrigi.

– Então são meninos? — perguntou e assenti com a cabeça — Parece eu quando era pequena, eu só andava com os meninos, já que eu era da equipe de baiseball. Eu abominava as garotas, e elas também não iam com a minha cara, já que elas eram líderes de torcida. — fez uma careta e ri — Mas, isso é legal! Normalmente, amizades com meninos são mais leais. — sorriu e retribuí.

– Oi, Becky! — minha mãe cumprimentou minha tia — Ei amorzinho, seus amigos chegaram. — me avisou e assenti.

Fui correndo até a porta.

Flashback OFF

Sorri. Eu era tão pequena. Era uma época boa. Sem preocupações, ainda tinha minha tia, minha família unida, os meninos.

Eu tenho os meninos. "Ainda", pensei.

– Eu te achei! — ouvi Logan gritando — Por que você está assim? — perguntou e não respondi — Você poderia responder sabia? — ironizou, e dei ombros — Gabbe...

– Logan! — bufei — Eu só queria ficar sozinha! Você não entende?

– Eu só quero te ajudar...

– Ajudar? Como você pode me ajudar? Eu que sofro nessa porra de vida! Você não consegue me ajudar! Você me fez sofrer! Você me deixou e nunca mais me procurou! Você é um filho da puta! Sabe por que? Porque eu me importo mais com você do que comigo mesma! Você sempre foi tão legal comigo, e fez eu sentir uma merda de paixonite por você! E olha? Teremos que nos separar de novo! Porque você vai entrar em tour, e nem vai me procurar! Por que? Porque você é um puto! E eu? Uma merda! — gritei.

– E o que te fez pensar assim? Que eu nunca vou te procurar?! — perguntou e me assustei. Pensei que ele ia embora.

– Vamos ver os fatos, Logan. Milhões de garotas querem ficar com você! Me odeiam, aliás. E você tem uma carreira! Eu estou começando a minha! Era para eu estar feliz, mas não... eu tive que me preocupar com você!

– Qual é o problema real?

– VOCÊ É O PROBLEMA, CARALHO! VOCÊ!

– Se eu sou o problema por que não se livrou logo de mim?!

– Porque... — e a maldita lágrima caiu do meu olho — Droga... — o abracei forte, deixando as lágrimas saírem.

– Pode me contar o que houve? Tipo, tudo?

Comecei a explicar tudo para ele. Família, as meninas, os meninos, estudos, ele. Realmente foi bom desabafar.

– Gabbe, não importa: você vai ir para Oxford.

– Mas, Logan...

– É o seu sonho! Tem que realizar! E logo nos veremos de novo!

– Eu vou sentir sua falta...

– Eu não vou te perder, e nem você vai me perder. — suspirou — Porque... — pegou uma coisa de seu bolso — eu havia feito uma promessa, e tenho que cumpri-lá. — ele me mostrou. Era a outra parte do meu colar. Tirei o meu colar e peguei a outra metade, logo juntei. "Forever", sorri. — A prova que nosso amor é infinito.

– Talvez... não nos amemos de verdade, mas sim as memórias que passamos juntos. — murmurei.

– Eu não vou desistir de você... — ele disse — E, bem, se nós amamos as memórias que passamos juntos, porque não colocar mais para o album? — sorriu.

Notas finais
Gostaram? :) Comentem, Little Bears! xxxxx, Sofia